Reportagem no Bom Dia Minas fala do prazo de Aécio dado ao PSDB para definição do candiato do partido

O governador Aécio Neves deu prazo até dezembro para que o PSDB defina o candidato do partido às eleições presidenciais do ano que vem. O governador Aécio Neves deu prazo até dezembro para que o PSDB defina o candidato do partido às eleições presidenciais do ano que vem.  De acordo com o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, o partido ainda não definiu quando será anunciado o nome do candidato à presidência. Ele espera que, até dezembro, haja entendimento entre Aécio Neves e José Serra.

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Aeroporto Internacional de Confins cresceu 1.200% entre 2004 e 2009

O movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de Confins cresceu 1.200% entre 2004 e 2009. O verdadeiro renascimento do aeroporto se iniciou em março de 2005 quando todos os voos nacionais, sem escala no interior do Estado, foram transferidos do Aeroporto da Pampulha para Confins. A estratégia do Governo Aécio Neves fez com que o número de passageiros saltasse de 388 mil, em 2004, para os atuais 5,2 milhões/ano. A previsão é que este número chegue a 9 milhões de pessoas/ano até o fim de 2011.

A ação do Governo Aécio Neves também foi determinante para transformar o Aeroporto da Pampulha em um dos mais importantes centros de aviação regional do país. Desde a transferência dos voos nacionais sem escalas para Confins, o crescimento das partidas regionais na Pampulha foi de 60%, segundo dados da Infraero. Da Pampulha saem diariamente cerca de 40 voos com destino a cidades do interior de Minas, fazendo dele um importante elo entre as regiões do Estado.

A transferência dos voos da Pampulha para Confins foi determinada em 13 de março de 2005, pela portaria nº 1891/DGAC do Departamento de Aviação Civil (DAC), com apoio da Infraero, do Governo do Estado de Minas Gerais e da Prefeitura de Belo Horizonte.

Lucros

A transferência dos voos também proporcionou ao Aeroporto Internacional de Confins um aumento de 123% no lucro operacional, no primeiro semestre de 2008, comparado com o mesmo período de 2007, atingindo R$ 12,3 milhões.

Com esse resultado, o Aeroporto Tancredo Neves saltou do 11º para o 6º lugar no ranking de lucratividade dos aeroportos brasileiros, deixando no passado o estigma de “elefante branco”. No ano anterior à transferência dos voos, em 2004, Confins registrou prejuízo operacional de R$ 7,5 milhões.

O Aeroporto Internacional Tancredo Neves já opera 52 voos internacionais semanais e atualmente tem a importante função de operar como centro de distribuição de voos interestaduais domésticos para as principais capitais e cidades do Brasil. Desde o início de 2008, também se tornou um novo “hub” de voos internacionais diretos para a América do Norte (Miami), América Central (Panamá), América do Sul (Buenos Aires) e Europa (Lisboa).

O atual procedimento operacional do Aeroporto Tancredo Neves vem prestando decisiva colaboração para o descongestionamento dos aeroportos de São Paulo. Desta forma, colabora para o equilíbrio e conforto do conjunto dos passageiros que fazem uso da nova malha aérea nacional e sua respectiva integração com as rotas internacionais.

Vetor Norte

A retomada de voos internacionais no Aeroporto Internacional Tancredo Neves faz parte das ações estratégicas do Governo do Estado para o desenvolvimento do Vetor Norte da capital, que inclui a construção da Linha Verde, com investimentos de R$ 350 milhões, e a instalação da Cidade Administrativa, investimento de R$ 948 milhões.

Também faz parte desse esforço do Governo de Minas a implantação do Aeroporto Industrial junto ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves. O convênio para a construção desse aeroporto foi assinado em agosto do ano passado, pelo Governo do Estado e a Infraero.

O Aeroporto Industrial ocupará uma área de 46 mil m², pertencente ao Estado. O projeto prevê a urbanização da área, construção de um entreposto aduaneiro, realocação da cabine de medição de energia elétrica e interligação à rede elétrica do Aeroporto Internacional Tancredo Neves. A área já tem licenciamento ambiental.

O convênio prevê também a licitação dos lotes para as empresas interessadas em se instalar no Aeroporto Industrial. O aeroporto de Confins foi credenciado pela Receita Federal para funcionar como aeroporto industrial em 2005.

Aécio Neves anuncia ampliação do Aereporto Internacional de Confins

Governador Aécio Neves concedeu entrevista após reunião com o presidente da Infraero, Murilo BarbozaO governador Aécio Neves definiu nesta quarta-feira (4), com o presidente da Infraero, Murilo Barboza, em reunião no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, a ampliação do terminal 1 do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e a contratação do projeto executivo para a construção do terminal 2. O objetivo é chegar a 2013 com a atual capacidade de 5 milhões de passageiros/ano ampliada para 12 milhões/ano. As obras no terminal 1 serão iniciadas em janeiro de 2010 e receberão investimentos iniciais da Infraero de R$ 12 milhões, vindos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As definições para as obras foram feitas a partir de um plano de desenvolvimento de longo prazo para o setor aéreo em Minas Gerais, apresentado pelo governador Aécio Neves ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante reunião em Brasília, em agosto deste ano.

“Ao conjunto de demandas que foram apresentadas pelo Estado, pela primeira vez, a Infraero, objetivamente, responde com um cronograma. O Aeroporto Tancredo Neves em Confins, estratégico para o Brasil e para a Infraero, já é um aeroporto superavitário, tem condições de crescer muito mais, inclusive em cargas pela sua localização e em relação também aos gargalos que temos em outros sítios aeroportuários”, disse Aécio Neves, em entrevista.

O presidente da Infraero, Murilo Barboza, afirmou que a ampliação da fase 1 e a implantação da primeira etapa do terminal 2 serão concluídas a tempo de atender os passageiros que estarão em Belo Horizonte para a Copa das Confederações em 2013 e para a Copa do Mundo de 2014. Segundo ele, a parceria do Governo Aécio Neves dará mais agilidade as obras.

“Com esse trabalho, junto com o Governo de Minas, vamos fazer um plano de aceleração do projeto executivo e vamos começar a execução das obras muito mais rápido do que esperávamos. Essa parceria com o Governo de Minas vai se desenvolver cada vez mais”, disse o presidente da Infraero.

Terminal 1

A ampliação do terminal já existente irá aumentar a capacidade do aeroporto de 5,5 milhões para 7 milhões de passageiros/ano, além de permitir voos diretos de Belo Horizonte para locais mais distantes, inclusive de cargas.

Entre as obras previstas, está a ampliação da pista em 600 metros, o que irá possibilitar o pouso e decolagem de aviões de portes maiores. Também serão instaladas novas esteiras de bagagem, novo sistema de ar condicionado; a área de desembarque será ampliada, com novas lojas de freeshop, além da conclusão do novo estacionamento, que já está em obras.

Terminal 2

No caso do terminal 2, a Infraero irá transferir ao Governo de Minas Gerais os recursos para a elaboração do projeto executivo. O presidente da Infraero, Murilo Barboza, explicou que o Governo do Estado terá mais agilidade para fazer essa contratação diretamente. Somente a partir do projeto executivo, será definido o valor a ser investido no terminal 2.

“Sabemos que o terminal 1 terá uma capacidade máxima de seis ou sete milhões de passageiros, a partir dessas obras que estarão sendo feitas. Mas a partir de um convênio que foi assinado com a Infarero, estaremos muito rapidamente publicando um edital para o inicio do projeto executivo do terminal 2”, explicou Aécio Neves.

Aeroporto Industrial

Durante a reunião, o governador também acertou com o presidente da Infraero que serão agilizados os procedimentos para que seja realizada a licitação dos primeiros lotes do Aeroporto Indústria até final de janeiro.

O Aeroporto Indústria está sendo implantado no entorno do Aeroporto Internacional Tancredo Neves em uma área de 46 mil m², pertencente ao Estado. Já estão sendo realizadas as obras de urbanização, construção de um entreposto aduaneiro, realocação da cabine de medição de energia elétrica e interligação à rede elétrica. A licitação será realizada para a definição das empresas que se instalarão no local, com direito a regime tributário especial para exportação.

Pesquisa indica que trabalhadores da Região Metropolitana de Belo Horizonte utilizam rede de contatos sociais para conquistar vaga no mercado de trabalho

Entre maio e outubro de 2008, 53,6% dos assalariados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), utilizaram da rede de contatos pessoais para a conquista do posto de trabalho, enquanto os meios mais utilizados para a obtenção do trabalho por aqueles que se empregaram em empresas, órgãos públicos ou domicílios foi o contato direto com o empregador (30,3%) e o engajamento em concursos públicos (12,6%). A proporção de assalariados que obteve um posto de trabalho através de estruturas especializadas para a intermediação da força de trabalho foi menor (3,3%) e, entre estes, a alocação de trabalhadores realizada por agências privadas de emprego e estágio superava o esforço de intermediação da rede de atendimento pública (0,8%).

Este é um dos resultados da pesquisa suplementar da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-RMBH), realizada entre maio e outubro de 2008, cujos resultados foram divulgados nesta quarta-feira (4), durante seminário no Campus Brasil da Fundação João Pinheiro (FJP).

Realizado pela FJP, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Seade, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego, o estudo apresenta informações relativas aos requisitos exigidos do trabalhador no momento da contratação, aos mecanismos utilizados para a obtenção da inserção ocupacional, ao uso do seguro desemprego e às diversas formas de qualificação.

Uma pesquisa semelhante foi realizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte nos anos de 1997 e 2000, mas esta é a primeira vez que o estudo foi direcionado às seis unidades de pesquisa do Sistema PED (Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Distrito Federal, Recife e Salvador). A ampliação das regiões avaliadas permite uma série de comparações para fornecer subsídios para o delineamento das políticas públicas relativas ao trabalho na RMBH. “O fato de não haver pesquisas dessa natureza com esta abrangência dificulta dizer o quanto evoluímos, mas os dados atuais mostram um grande progresso em relação à década de 1990”, explicou o coordenador da PED pelo Dieese, Mário Rodarte.

Seguro desemprego

Pelos dados da pesquisa suplementar da PED, na RMBH, indicam que 18,8% dos residentes com idade igual ou superior aos 14 anos lançaram mão do suporte financeiro dado pelo seguro-desemprego em algum momento ao longo dos últimos oito anos.

Até outubro de 2008, o contingente que havia feito uso deste mecanismo para sustentação temporária de renda, em algum momento do período compreendido entre janeiro de 2000 e outubro de 2008, ficou estimado em 718 mil pessoas. A maior parte eram homens (55,9%), negros (61,7%), pessoas de 25 a 39 anos (54,8%) e que tinham, ao menos, o ensino médio completo (56,9%).

Qualificação

Em um cenário no qual os contatos pessoais são mais eficientes do que os demais meios de se obter uma colocação profissional, o quesito escolaridade é o mais cobrado no momento da contratação. Isso faz com que os grupos de menor renda, historicamente mais fragilizados em relação à escolaridade, percam espaço no mercado formal de trabalho. “A inclusão produtiva desses grupos de menor escolaridade é mais difícil, já que o mercado formal de trabalho não absorve esse tipo de público”, explicou o subsecretário de Trabalho, Emprego e Renda da Sedese, Fernando Sette.

“É urgente a mudança de postura em relação à oferta de qualificação. Em Minas Gerais já fizemos essa mudança e estamos hoje oferecendo a qualificação de acordo com as demandas do mercado e trabalhando em regime de parceria com as empresas para que o trabalhador qualificado tenha reais possibilidades de ser absorvido pelo mercado”, completou Sette.

Obras da Antonio Carlos avançam mais uma etapa

As obras de duplicação da avenida Antônio Carlos avançam com o inicio, nessa terça-feira (3), da concretagem dos viadutos da rua Araribá. No trecho estão sendo erguidos dois viadutos paralelos nos alinhamentos das ruas Jequitaí e Serra Negra. As intervenções executadas possibilitarão a reordenação dos fluxos dos veículos com origem e destino aos bairros Bom Jesus e São Cristóvão, com impactos positivos no trânsito da região do Hospital Belo Horizonte.

diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), José Elcio Santos Monteze, explica que o trabalho de concretagem é executado em três etapas e a liberação dos viadutos deverá ocorrer em dezembro próximo. As outras etapas são o encabeçamento dos viadutos e a finalização das alças e ramos de acessos à avenida e aos bairros. Os viadutos terão uma passarela de pedestre acoplada.

Das quatro intervenções em andamento nos 2,2 quilômetros de via em duplicação – entre as ruas Rio Novo e dos Operários, as obras na altura da rua dos Operários são as mais adiantadas. Elas deverão ser liberadas ao tráfego na segunda quinzena de novembro, conforme previsão do DER, órgão responsável pelas obras. Para execução dos projetos estão sendo necessários aportes de recursos da ordem de R$ 250 milhões. A obra é resultado de convênio entre o Governo Aécio Neves e a Prefeitura de Belo Horizonte.

A intervenção na avenida, próximo ao Conjunto Habitacional do IAPI já foi iniciada com a instalação de estacas e construção de pilares que darão sustentação aos viadutos que serão erguidos no local.

Nesse trecho, as soluções viárias em desnível irão promover a interligação da região do bairro São Cristóvão com os bairros Lagoinha e Bom Jesus. Trata-se do trecho mais complexo da obra, devido ao tamanho da estrutura a ser erguida, conforme adianta o diretor-geral do DER.

Disque Direitos Humanos recebeu 3 mil denúncias contra crianças e adolescentes – campanha do Governo Aécio ajuda a reduzir os maus tratos

O Disque Direitos Humanos (0800 031 1119) recebeu este ano três mil denúncias de crimes contra crianças e adolescentes até outubro, média de 300 ligações por mês. Segundo os dados, os crimes sexuais estão entre os mais denunciados, com 759 denúncias nos dez primeiros meses deste ano, número 58% superior ao obtido no mesmo período de 2008, quando o serviço recebeu 481 ligações.

A participação efetiva da população no combate à violência contra criança deve-se, sobretudo, à Campanha Proteja Nossas Crianças, lançada em 2007 pelo Governo Aécio Neves, e que visa o combate à violência doméstica e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A campanha envolve toda a sociedade civil e incentiva a população mineira a denunciar casos de violência.

O Governo de Minas investiu em dois anos de campanha na melhoraria da infraestrutura dos conselhos tutelares, entregou 517 computadores e 56 veículos. Aproximadamente 2 mil profissionais de 573 municípios já foram treinados. A próxima capacitação está prevista para o mês de novembro, em Belo Horizonte.

A campanha Proteja Nossas Crianças ganhou as estradas de forma inédita. O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG), afixou placas de sinalização educativas, em pontos estratégicos das rodovias estaduais e federais que passam por Minas. Além disso, centenas de blitze educativas foram realizadas. As ações são permanentes e contribuem, de forma significativa, para o crescimento no número de denúncias.

Nos 91 mil km de rodovias federais do país existem 1.891 pontos críticos identificados, sendo 290 deles localizados nos trechos de rodovias (BRs) que cortam o Estado. Minas apresenta um ponto vulnerável a cada 49 km de rodovia, ocupando a 12ª posição no ranking nacional de pontos suspeitos de sediar exploração sexual de crianças e adolescentes. As denúncias são encaminhadas aos conselhos tutelares e delegacias especializadas. Após investigados, os casos são encaminhados à Justiça.

Caso Aécio Neves: Lucia Hippolito denuncia patrulha da lama

A patrulha da lama se assanha

por Lucia Hippolito

O tabuleiro eleitoral começa a se compor. As tropas de lado a lado se aprontam.

E a patrulha da lama se assanha. Campanha eleitoral é com ela mesma.

Ataques pessoais constituem arma das mais delicadas e perigosas de uma disputa eleitoral. São faca de dois gumes.

Não são poucos os casos de ataques pessoais que provocaram efeito bumerangue, ou seja, voltaram-se contra o atacante, prejudicando-o mais do que à vítima.

A vitimização do adversário é consequência bastante comum, e muito temida.

Por isso, estrategistas de campanha hesitam em usar dossiês, denúncias e outros artefatos do arsenal que pode ser mobilizado em campanhas eleitorais.

No ataque pessoal, a dosagem é questão crucial. Uma denúncia bem feita, uma suspeita bem lançada – em geral pela imprensa – podem ter resultados devastadores.

São inúmeros os exemplos de candidaturas abatidas em pleno vôo — ou ainda taxiando na pista. Na eleição presidencial de 2002, foi devastadora a visão de uma montanha de dinheiro encontrada no escritório do marido da pré-candidata Roseana Sarney.

Até hoje mal explicada, aquela dinheirama foi fatal para as pretensões presidenciais de Roseana.

E até hoje, o senador José Sarney está convencido de que José Serra estava por trás da denúncia contra sua filha.

(Aliás, é curioso constatar que no Brasil metade das malfeitorias políticas é atribuída a José Serra, enquando a outra é atribuída a José Dirceu”. Quando não, “coisa dos dois” em conluio.)

Assim como também foi devastadora a revelação do “escândalo Miriam Cordeiro”, quando, às vésperas da eleição de 1989, uma ex-namorada de Lula veio à TV afirmar que ele tinha tentado convencê-la a fazer aborto.

A aparição da ex-namorada foi armada pelo adversário, pela tropa de choque a serviço de Fernando Collor. (O senador Renan Calheiros, hoje aliado íntimo do presidente Lula, deve se lembrar bem desse episódio.)

Nas eleições de 2006, o PT colou no candidato do PSDB a pecha de privatista, entreguista, alguém que “vendeu o patrimônio do povo brasileiro na bacia das almas”.

Resultado, o candidato Geraldo Alckmin passou o resto da campanha vestido com um constrangedor colete com selos de todas as estatais, pisoteou o legado de Fernando Henrique… E os tucanos nunca mais conseguiram explicar por que se decidiram pela privatização.

Ataque pessoal não é coisa para amador. Ao contrário, é trabalho para profissional altamente competente.

Em geral, o ataque pessoal segue uma regra de ouro: nunca, nunca mesmo, parte do candidato adversário. Os ataques são sempre terceirizados.

É para isto que existe, em todas as campanhas, a patrulha da lama. É ela a encarregada de espalhar denúncias, calúnias, insultos, verdades, mentiras.

Com a disseminação da internet, calúnias e insultos percorrem a rede em velocidade estratosférica. Blogs, twitters, redes de relacionamento, tudo contribui para espalhar tanto a boa notícia quanto a lama.

Alguns partidos já possuem tropas treinadas. Tarefeiros remunerados ou voluntários que “estacionam” em certos blogs e sites — ou são seus titulares –, espalhando veneno e promovendo verdadeiros linchamentos virtuais.

Preço pequeno a pagar pela liberdade de expressão. E vale a pena pagar.

No Brasil, os marqueteiros espalharam a ideia de que “quem bate perde”. Nem sempre é verdade. Os danos podem ser fatais.

Por isso mesmo, a patrulha da lama se faz presente e todas as eleições. Cada vez mais disseminada e sofisticada.

Sob este aspecto, podemos dizer que a campanha eleitoral de 2010 já começou.

A notícia de que o governador Aécio Neves teria esbofeteado a namorada numa festa no Rio de Janeiro espalhou-se pela internet em altíssima velocidade.

A namorada negou tudo, pessoas presentes à festa não viram nada, além de um escorregão da moça na pista de dança, o governador chegou a falar no assunto em indignada entrevista coletiva (era a respeito de outro assunto, mas a pergunta foi inevitável. E ele não se furtou a responder.)

Mas a notícia continua a se multiplicar pela internet.

Junto com a notícia veio a especulação: “já é coisa de Serra, para anular as chances de Aécio?”

“É coisa de José Dirceu, temeroso de que o candidato seja Aécio?”

“É coisa dos dois, que continuam se dando muito bem?”

Não se sabe.

A única coisa que se sabe é que a patrulha de lama da campanha eleitoral de 2010 já entrou em campo.

Leia o artigo da comentarista política da Rádio CBN no seguinte endereço: “A patrulha da lama se assanha”.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/posts/2009/11/04/a-patrulha-da-lama-se-assanha-237968.asp

Armação contra Aécio, a jornalista Lúcia Hipoolito avisa: “A patrulha da lama se assanha

Defesa Civil e Cemig traçam plano para controle de cheias

Em virtude das chuvas intensas previstas para os próximos meses no Estado, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) detalhou, nesta terça-feira (3), as ações de controle de cheias e de segurança de barragens da empresa. Em parceria com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec/MG) foi considerada a interferência do fenômeno El Niño no regime de chuvas em Minas, que aumenta a temperatura e favorece a formação de tempestades.

Segundo o Centro de Meteorologia da Cemig a previsão para Minas Gerais nos meses de novembro e dezembro é que as chuvas fiquem até 20% acima da média histórica, principalmente nas regiões Sul de Minas, Central e Zona da Mata.

Para o chefe do Gabinete Militar do Governador e Coordenador Estadual de Defesa Civil, coronel Eduardo Mendes de Sousa, os municípios próximos às barragens devem se preparar para diminuir a vulnerabilidade das comunidades em caso de algum desastre. “As cidades devem manter contato permanente com a administração das usinas, mapear as áreas de cheias e cadastrar as famílias que moram nas áreas de risco”, alerta.

Em conjunto com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) a Cemig realiza um planejamento que garante a geração e o fornecimento de energia aos consumidores durante todo o ano e que, ao mesmo tempo, possibilite o controle das cheias. “Para isso, utiliza-se o recurso do volume de espera, que é o espaço vazio no reservatório destinado a amortecer ondas de cheia, contendo parte das águas das chuvas”, adianta o gerente de Planejamento Energético da Cemig, Nelson Benício Marques Araújo.

A Cemig investe continuamente no monitoramento da vazão dos principais afluentes das bacias hidrográficas onde a empresa possui reservatórios com a melhoria dos modelos de previsão e a implementação de novos postos de medição de chuva e vazão dos rios e afluentes. ”As alterações de vazão consideráveis são informadas aos órgãos competentes e à comunidade ribeirinha em parceria com a Defesa Civil”, esclarece Nelson Benício.

Comunidade

De acordo com o gerente de Planejamento Energético, a Cemig mantém ainda um canal aberto de comunicação com os órgãos de Defesa Civil estadual e municipais, prefeituras e o Corpo de Bombeiros, além de outras entidades que têm por atribuição prestar serviços de auxílio às comunidades em situação de risco.

A Cemig realiza desde 2005 um trabalho com as comunidades da área de influência dos reservatórios, por meio do Programa Plano de Integração, que consiste em apresentar vários aspectos relativos à operação para controle de cheias, à segurança da barragem, ao uso múltiplo das águas e às questões ambientais.

A Cedec informou que dos 22 municípios vizinhos às oito usinas hidrelétricas espalhadas pelo Estado, apenas dois não possuem uma Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec). Em Minas Gerais, das 853 cidades, 202 ainda não criaram uma Comdec.

Aécio Neves enviou proposta para a Assembleia Legislativa autorizando em 2010 redução em até 25% da jornada de trabalho

O governador Aécio Neves enviou nesta terça-feira (3) proposta para a Assembleia Legislativa autorizando, caso seja necessária, a redução em até 25% da jornada de trabalho diária, no ano de 2010, dos servidores públicos que atuarão na Cidade Administrativa de Minas Gerais. A jornada dos funcionários que cumprem atualmente 40 horas semanais poderá ser reduzida para 30 horas semanais ou seis horas diárias. O objetivo é garantir uma melhor adaptação para os servidores durante a transferência para a Cidade Administrativa. A previsão é que 16 mil funcionários trabalharão na nova sede do Governo de Minas.

A redução na jornada de trabalho dos servidores será avaliada na época da mudança e só acontecerá se houver real necessidade. A alteração será regulamentada através de decreto e, caso seja adotada, valerá apenas para o ano de 2010.

A partir de janeiro de 2010, será feita a transferência, de forma escalonada, dos servidores. Inicialmente serão transferidos os servidores da Governadoria, Vice-Governadoria, e as secretarias de Governo e de Planejamento e Gestão. A cada mês será transferido um novo grupo de secretarias, até que todos sejam transferidos.

Gestão eficiente e economia

A transferência da sede do Governo e das secretarias para a Cidade Administrativa vai permitir uma gestão mais eficiente dos serviços públicos. A centralização das unidades de governo vai gerar uma economia de R$ 85 milhões/ano em relação às despesas atuais com custeio de manutenção, através da redução das despesas especialmente em aluguéis, telefonia, transporte, manutenção de prédios e outros serviços.

Para o funcionalismo, as novas instalações garantirão condições mais adequadas de trabalho. Os prédios modernos foram divididos a partir de um plano diretor de ocupação, possibilitando maior ordenação e integração dos espaços de trabalho. Os funcionários também contarão com novo mobiliário projetado para aproveitar melhor o espaço e dar mais conforto.

Melhoria para os servidores

Além da questão da jornada de trabalho, o Governo de Minas está trabalhando para garantir ao servidor bons serviços de transporte e de alimentação na Cidade Administrativa.

O nono pavimento de cada prédio será aberto e contará com restaurante, cafeteria, biblioteca e cyberespaço (rede wi-fi, com internet sem fio). Os servidores também terão área dedicada à refeição em 52 refeitórios equipados com fornos microondas e balcões frigoríficos. Haverá também o Centro de Convivência, prédio que abrigará restaurantes, lojas e agências bancárias, entre outros serviços.

Para o transporte, o Governo de Minas realizou uma pesquisa junto aos servidores e junto com a BHTrans e a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas está definindo a criação e o reforço de linhas de ônibus. Além disso, já está definido um serviço de fretamento gratuito entre a estação de metrô do Vilarinho e a Cidade Administrativa, criando mais uma opção de transporte para o servidor.

Governo Aécio Neves oferece 9 mil vagas de capacitação por meio do Projeto Usina do Trabalho

O trabalhador mineiro que busca uma oportunidade de emprego e não tem qualificação profissional pode recorrer aos postos do Sine. O Governo Aécio Neves, por meio do Projeto Usina do Trabalho, está oferecendo nove mil vagas para cursos gratuitos de qualificação profissional, em todas as regiões do Estado. Só em Belo Horizonte são mais de 1.400 vagas.

As inscrições vão até a próxima sexta-feira (6), nos 108 postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Serão 120 municípios beneficiados, com vários cursos: mecânico de motos, açougueiro, cozinheira, pedreiro, eletricista, operador de caixa, excelência no atendimento ao turista. A duração dos cursos varia de 20 a 240 horas e os alunos vão ganhar auxilio alimentação e transporte.

Para fazer a inscrição é necessário apresentar carteira de identidade e ter, no mínimo, 16 anos. O candidato que tiver carteira de trabalho e CPF deve levá-los para fazer o cadastro e participar da intermediação de mão de obra. Os interessados podem acessar o portal do Sine para verificar os endereços de todas as unidades.

Projeto

Criado em 2008, o Projeto Usina do Trabalho, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de comunidades carentes e inserir pessoas desempregadas no mercado de trabalho. O investimento para este ano é de R$ 10 milhões. Até agora, mais de quatro mil trabalhadores foram qualificados em mais de 50 profissões diferentes.

De acordo com a coordenadora do projeto, Lara Valadares, os cursos do Usina do Trabalho são elaborados com base em demandas prévias das empresas, o que aumenta as chances de inserção das pessoas no mercado de trabalho.