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Melhor do país: apoio de Aécio Neves e boa gestão em Belo Horizonte garantem Marcio Lacerda em 1º lugar no Datafolha

Lacerda é apontado como o melhor prefeito de 8 capitais

FonteO Tempo

Pesquisa. Segundo levantamento do DataFolha, 54% da população aprova a administração do socialista

Prefeito de Belo Horizonte é mais bem avaliado do que Paes e Kassab

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), foi o mais bem avaliado dentre os prefeitos de oito capitais, segundo pesquisa DataFolha, divulgada ontem. Realizado entre os dias 17 e 19 de dezembro, o levantamento apontou que 54% dos moradores da capital mineira consideram a gestão de Lacerda ótima ou boa e apenas 10% a consideram ruim ou péssima. A nota média dada a Lacerda, de zero a dez, foi 6,6.

O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), ficou em segundo lugar, com nota 6,5. José Fortunati (PDT), de Porto Alegre, recebeu 5,9 de nota da população, e Eduardo Paes (PMDB), prefeito do

Rio de Janeiro, 5,8. Todos os quatro estão em primeiro mandato. Em quinto lugar no ranking, vem o prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), com nota média de 5,4.

“A pesquisa divulgada, naturalmente, me deixa muito feliz, porque é importante saber que o nosso trabalho tem sido aprovado pela maioria da população de Belo Horizonte”, declarou o prefeito Marcio Lacerda, por meio de sua assessoria.

De acordo com a nota, o levantamento favorável é resultado de uma parceria com os governos federal e estadual e com o Legislativo municipal. “A nossa responsabilidade, a partir de agora, passa a ser maior, porque queremos fazer cada vez mais e melhor na construção de uma Belo Horizonte para todos”.

Trajetória. Há dois anos, Lacerda foi eleito prefeito de Belo Horizonte a partir de uma aliança inédita entre PSDB e PT. O então governador Aécio Neves se aliou ao ex-prefeito da capital Fernando Pimentel (PT) para eleger o empresário, até então desconhecido. Este é o primeiro cargo eletivo de Marcio Lacerda. Em 2004, ele foi secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Aécio Neves.

Lacerda venceu o adversário Leonardo Quintão (PMDB) em segundo turno e foi eleito prefeito da capital em 2008 com 59,12% dos votos válidos. Ele herdou a prefeitura de Pimentel, que contava com 90% de aprovação e, em 2005, o petista foi eleito o melhor prefeito do mundo pelo site inglês Worldmayor.

Prefeito de BH supera o de Curitiba depois de oito anos
Na penúltima pesquisa DataFolha, que mede o índice de aprovação de prefeitos de capitais, divulgada em julho de 2010, o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), ficou em primeiro lugar com uma nota média de 6,5. Na época, Ducci teve 50% de aprovação e 5% de reprovação. Já o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), havia ficado em segundo lugar, com nota média de 6,3. Nos últimos oito anos, o então prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB) encabeçou o ranking. Ele se licenciou da prefeitura neste ano para se candidatar ao governo do Paraná, e Ducci assumiu seu posto há quatro meses.
Eduardo Paes (PMDB), do Rio de Janeiro, foi rebaixado da terceira para a quarta posição em seis meses, e Gilberto Kassab (DEM), prefeito de São Paulo, caiu da quarta para a quinta posição. (AFG)

 

Reeleição
Aliança. Interlocutores afirmam que o PSDB e o PSB já articulam a aliança para reeleger Lacerda em 2012. Nos bastidores, o PT de Pimentel pensa em reeditar a coligação de 2008.

Marca
Governo prioriza metas e resultados
Eleito em 2008, o prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB) priorizou em seu programa de governo uma gestão compartilhada, aliada à inclusão social e ao equilíbrio financeiro. Sua equipe criou o programa “Metas e Resultados” que pontua projetos para 12 áreas de atuação. “Belo Horizonte é, hoje, uma referência de administração compartilhada. Temos um planejamento de curto, médio e longo prazos, onde metas e resultados estão projetados no cenário até 2030″, declarou Lacerda, por meio de nota.

A desburocratização da prestação de serviços também é marca de sua gestão. Um dos exemplos foi a criação do “BH Resolve”, uma central de atendimento pessoal instalada no centro de Belo Horizonte, que oferece mais de 600 serviços aos cidadãos.

Quanto à infraestrutura, o grande desafio de Lacerda são as enchentes, que todo ano causam mortes e prejuízos materiais. O mesmo acontece com o Anel Rodoviário. Após um decreto de calamidade pública baixado pelo prefeito, em 2009, o Executivo municipal está autorizado a fazer obras de correção e sinalização. A rodovia é de responsabilidade do governo federal. (AFG)

Saúde
Investimento. Na área da saúde, a construção do Hospital Metropolitano é uma das prioridades da prefeitura. Orçado em R$ 150 milhões, a previsão é que seja inaugurado em 2012.

 

Datafolha: Sucessor de Aécio Neves, Antonio Anastasia está entre os 4 governadores com melhor avaliação

Governador de PE lidera ranking; lanterna é do DF

Fonte: Silvio Navarro – Folha de S. Paulo

Eduardo Campos (PSB) tem nota média 8,4, enquanto Rogério Rosso (PMDB) recebeu 4,9, segundo Datafolha

Yeda Crusius (PSDB), que não se reelegeu no RS, é a penúltima entre os nove governadores avaliados, com nota 5,1

Reeleito com o maior percentual de votos válidos (82,84%) nas eleições, o pernambucano Eduardo Campos (PSB) é o governador mais bem avaliado do país, aponta pesquisa Datafolha realizada em oito Estados e no Distrito Federal.

Segundo o instituto, a nota média atribuída a Campos foi 8,4. É a maior nota obtida por ele desde novembro de 2007. Na rodada anterior, em julho, ele marcou 7,7.

O pernambucano também alcançou a maior taxa de aprovação (ótimo e bom), com 80%. Em julho, esse índice era de 62%.

O ranking usa como critério a nota média do governador em escala de zero a dez. O critério de desempate é o índice de popularidade, que avalia percentuais de aprovação e reprovação.

Em segundo lugar na lista aparece outro governador reeleito, no primeiro turno, pelo PSB, o cearense Cid Gomes. Ele conquistou 61,27% dos votos nas eleições.

Gomes teve nota média de 7,6 e aprovação de 65%.

O terceiro colocado é o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), também reeleito. Ele teve nota 7,3 e aprovação de 60% dos baianos.

Sucessor de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais, o tucano Antonio Anastasia inicia novo mandato com nota 7,1 -era 6,2.

Sérgio Cabral (PMDB), no Rio de Janeiro, teve nota 6,8. Antes de iniciar a campanha para renovar o mandato, marcava 6,3.

A pesquisa foi feita de 17 a 19 de novembro, com 11.281 eleitores, em 421 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

DE SAÍDA
Outros quatro governadores que entregam o cargo no final do mês também foram avaliados. Todos eles tiveram oscilações positivas em suas notas.

A nota de Orlando Pessuti (PMDB), do Paraná, foi 6,4 -era 6,3 na anterior.

O PMDB deixará de administrar o Estado após oito anos da gestão de Roberto Requião, eleito senador.

Em seguida, aparece o tucano Alberto Goldman, com 5,8, com discreta melhora em relação à anterior -5,7.

Substituto de José Serra (PSDB), que perdeu a disputa à Presidência, Goldman negocia nos bastidores um cargo na futura gestão de Geraldo Alckmin (PSDB).

Em São Paulo e no Paraná, houve alto percentual de eleitores que disseram não saber avaliar as gestões: 29% e 28%, respectivamente.

A penúltima colocação ficou com a gaúcha Yeda Crusius (PSDB), nota 5,1, que teve o maior índice de rejeição da lista: 31%, superior, inclusive aos 29% de aprovação. Yeda não se reelegeu.

No rodapé do ranking está Rogério Rosso (PMDB), do Distrito Federal, que assumiu o cargo após turbulenta crise que derrubou o governo José Roberto Arruda (ex-DEM). A nota dele foi 4,9.

 

Parcerias Público-Privadas adotadas no Governo Aécio Neves contornam escassez de recursos e amplia investimentos

Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), assinou, nesta quinta-feira (23), com a empresa Minas Cidadão Centrais de Atendimento S.A., contrato de concessão administrativa pelo regime de parceria público-privada, para implantação de mais seis Unidades de Atendimento Integrado (UAI) no Estado, em 2011.

A assinatura do contrato feita pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e pelo subsecretário de Assuntos Internacionais da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e gerente do projeto estruturador Parceria Público-Privada, Luiz Antônio Athayde, pelo governo, e pelo empresário Plínio Ripari, ocorreu durante a solenidade de inauguração da UAI do Barro Preto, em Belo Horizonte.

No próximo ano, serão instaladas UAIs nas cidades de Betim, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Uberlândia e Varginha, todas elas com operações de implantação, operação, manutenção e gestão pela empresa Minas Cidadão Centrais de Atendimento S/A.

O contrato tem validade de 20 anos e a empresa será remunerada pelo número de atendimentos efetuados e pela eficiência no serviço prestado aos cidadãos. Todo o gerenciamento dessas unidades, assim como já acontece com as 22 UAIs já em operação, será feito pela Diretoria Central de Gestão da UAI da Seplag.

Segundo a secretária Renata Vilhena, com as novas UAIs o Governo de Minas estará nas principais regiões estratégicas do Estado, com o objetivo de facilitar cada vez mais a vida dos cidadãos.

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Penitenciária e Mineirão entre os projetos

FonteRegina Alvarez e Fábio Fabrini – O Globo

Em caso de rebelião de presos, verba para empresa diminui

O governo de Minas toca vários projetos via PPP, entre eles a reforma do Mineirão para a Copa de 2014, orçada em R$ 654,5 milhões; a ampliação da capacidade da rodovia MG-050, com cobrança de pedágio; e até a construção de postos de atendimento ao cidadão no interior.

Um complexo penitenciário com 3.140 vagas também está em construção. Custará R$ 160 milhões ao empreendedor, que ficará responsável pela guarda interna e pela administração a partir da entrega. O estado, que indicará um diretor de segurança, cuidará das muralhas e da vigilância externa.

A concessão é por 27 anos. Para cada vaga, o governo pagará cerca de R$ 2,3 mil mensais, valor sujeito ao cumprimento de metas de qualidade. Em caso de rebelião, por exemplo, a verba encolhe.

– Temos de buscar mecanismos para o Estado ser mais eficiente, mesmo que não como operador, mas a custo menor e em melhor padrão – diz o coordenador da Unidade de PPPs mineira, Luiz Antônio Athayde.

Ele diz que as PPPs têm formato específico, previsto em lei. Outras formas de parceria são viáveis. O estado tem licitado obras bancadas pelo setor privado. Depois, dá desconto em ICMS à empresa pagante. Qualificação profissional, assistência social e psicológica, ala de gestantes e creches são alguns dos serviços oferecidos pelo parceiro privado, que terá os pagamentos vinculados ao cumprimento de metas, entre elas índice de fugas. A concessão neste caso é por 27 anos e o valor global do projeto, de R$ 2,6 bilhões.

– Não é uma escolha ideológica, é uma alternativa para os governos comprarem e oferecerem serviços de qualidade. Em alguns casos, pode fazer mais sentido arrumar parceiro privado, que vai atuar com mais eficiência e mais qualidade do que o setor público – diz Helcio Tokeshi, diretor da Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), associação de bancos públicos e privados que desenvolve projetos de PPPs para governos.

No serviço público, parceria com metas de desempenho

Governos estaduais firmam contratos com a iniciativa privada para melhorar gestão em áreas como a saúde

Para atender urgências e contornar a escassez de recursos em áreas como saúde, segurança, infraestrutura e saneamento, estados e prefeituras estão adotando soluções criativas baseadas em parcerias com o setor privado, as chamadas Parcerias Público-Privadas (PPPs), que não se restringem ao financiamento de grandes obras. Os contratos de longo prazo seguem um modelo de gestão por resultados, no qual os pagamentos ao concessionário ficam condicionados ao cumprimento de um rigoroso cronograma de metas de desempenho.

As parcerias não têm cor partidária. Estão sendo implementadas em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio, Pernambuco e Rio Grande do Sul, entre outros estados. Os projetos são desenvolvidos com suporte técnico de consultorias especializadas e apoio financeiro do BNDES e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

– Trabalhamos como uma espécie de butique de projetos, focada em setores novos e nas melhores práticas – explica o economista Maurício Portugal, representante do International Finance Corporation (IFC), um braço do Banco Mundial que atua na área por meio de uma parceria com o BNDES e BID.

Um dos projetos desenvolvidos pelo IFC é o Hospital do Subúrbio, em Salvador, inaugurado em setembro com 298 leitos e capacidade para atender a 175 mil pacientes por ano. Trata- se da primeira PPP na área da saúde, implementada em tempo recorde: 14 meses.

Os investidores selecionados para o projeto formaram o Consórcio Promedica and Dalkia. A Promedica é um operador regional de serviços do Nordeste e a Dalkia, uma empresa francesa de administração de serviços não clínicos na área de saúde.

O consórcio não realizou a obra, que já estava sendo executada pelo governo da Bahia, mas forneceu equipamentos e responderá pela manutenção e pela operação de todos os serviços clínicos e não clínicos durante dez anos. O investimento privado chega a US$ 32 milhões.

Os 31 indicadores de desempenho desenvolvidos para o Hospital do Subúrbio – número de atendimentos, taxa de infecção hospitalar, entre outros – seguem padrões de alta qualidade da iniciativa privada e se tornaram referência para outros estados. No Rio, o modelo de gestão por desempenho baseado no Hospital do Subúrbio foi adotado em dois hospitais terceirizados – um deles o Hospital da Mulher, em São João do Meriti.

– A ideia é que o hospital se torne uma referência, um farol no objetivo de demonstrar que o serviço publico pode ser melhor para a população – afirma a coordenadora do projeto Mara Souza, da Secretaria de Saúde da Bahia.

Em Minas, a Prefeitura de BH aposta nas PPPs para fazer investimentos que não teria caixa para suportar a curto prazo. A primeira experiência de um hospital de 330 leitos, orçado em R$ 160 milhões, que terá de ser construído e equipado até julho de 2012 pelo vencedor de licitação recém-lançada. Em contrapartida, o parceiro explorará os serviços não hospitalares da unidade: estacionamento, lavanderia, cozinha, entre outros, recebendo até R$ 60 milhões mensais. Pelo edital, haverá desconto caso indicadores de qualidade não sejam cumpridos.

– Se houver infecção hospitalar ou se a comida não seguir um padrão, a empresa recebe menos. Uma empresa certificadora ficará responsável por atestar os números – diz o secretário municipal de Saúde de BH,

Marcelo Teixeira, que toca projeto para remodelar todos os centros de saúde da cidade.

São 147 unidades, das quais ao menos 80 precisam ser reconstruídas. Essa tarefa ficará com o parceiro privado, que terá de desembolsar cerca de R$ 300 milhões em 2012 e 2013. Em troca, executará serviços de apoio à rede por um período a ser definido, recebendo do município. Hoje, segundo Teixeira, várias dessas atividades já são terceirizadas.

– A PPP não é panaceia para tudo, mas faz sentido em alguns casos. Há funções do poder público indelegáveis. Nossa missão é cuidar do estado de saúde da população e, com a parceria, vamos poder nos dedicar mais. Nos serviços de infraestrutura, a cargo da empresa, queremos constância, homogeneidade e rapidez – diz o secretário.

 

Governo Anastasia: Cemig e Prefeitura de João Monlevade assinam acordo para execução dos serviços de eficientização da iluminação pública

Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Prefeitura de João Monlevade, na região Central do Estado, assinaram, nesta terça-feira (21), um acordo para execução dos serviços de eficientização da iluminação pública do município com recursos do Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente (Reluz). Participaram da assinatura o presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais, e o diretor de Distribuição e Comercialização, José Carlos de Mattos, o prefeito Gustavo Prandini e o presidente da Câmara Municipal, vereador Pastor Carlinhos.

O acordo prevê a substituição de 6.027 pontos de iluminação pública por luminárias mais eficientes, dotadas de lâmpadas a vapor de sódio, no lugar das lâmpadas a vapor de mercúrio, mediante um investimento de R$ 2,6 milhões. As obras estão previstas para começar em janeiro de 2011, com duração de seis meses.

As lâmpadas a vapor de sódio permitem uma iluminação melhor com menor gasto de energia. Após a eficientização, o município terá uma economia de 670 MWh por ano, reduzindo seus custos na fatura de energia para iluminação pública em torno de 18%.  “É uma tarefa muito importante para a Cemig, que também trará melhorias para a segurança da população da cidade, e em poucos anos o financiamento será pago apenas com a economia de energia”, disse o presidente Djalma Morais.

Além disso, os moradores de João Monlevade terão benefícios como aumento do fluxo luminoso e melhoria da qualidade da iluminação pública e, consequentemente, permitindo a redução de acidentes de trânsito e diminuição da criminalidade no período noturno, auxílio no tráfego de veículos e embelezamento noturno, valorizando fachadas de prédios e logradouros importantes para o município.

“Vamos trocar mais de 6.000 luminárias, correspondendo a 100% da iluminação pública da cidade, além de termos identificado, junto com a Polícia Militar de Minas Gerais, as regiões de João Monlevade cuja iluminação vai melhorar ainda mais”, afirmou o prefeito Gustavo Prandini.

Reluz

Desde o início da implantação do Programa Reluz, em 2001, a Cemig já realizou a modernização de mais de 224 mil pontos de iluminação pública, em 260 municípios, com investimentos de mais de R$ 60 milhões, levando a uma redução anual de 6.670 kW de demanda e cerca de 30 mil MWh no consumo de energia.

O Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente (Reluz) é um programa do governo federal, de financiamento às prefeituras por meio de concessionárias de distribuição de energia elétrica, como a Cemig. É implementado pela Eletrobras utilizando fundos da Reserva Global de Reversão (RGR) e engloba projetos de melhoria, extensão e obras especiais de iluminação pública. Tem o objetivo de promover o desenvolvimento de sistemas de iluminação pública eficiente, contribuindo para melhorar as condições de segurança e a qualidade de vida nas cidades.

 

Governo Anastasia inaugura Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro

Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, órgão ligado ao Governo Anastasia,  inaugurou, nesta quarta-feira (22), o Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro (LAB LD), em Belo Horizonte, que vai usar moderna tecnologia para cruzar dados na produção de conhecimento e identificação de redes de relacionamentos entre organizações criminosas, gerando clareza e certeza nas provas de delito. Entre os crimes que podem ser analisados pelo laboratório, estão o contrabando, o tráfico de drogas e de armas, corrupção e práticas ilegais cometidas contra a administração pública.

De acordo com o secretário nacional de Justiça, Pedro Vieira Abramovay, a tecnologia permite o cruzamento de dados das organizações criminosas investigadas por meio do acesso e processamento das informações, cruzando-as de modo a caracterizar a lavagem de dinheiro através de viagens e investimentos, por exemplo.

Investimento

O chefe de Polícia Civil, delegado-geral Marco Antonio Monteiro de Castro, disse que a ferramenta irá agilizar o trabalho da Polícia Civil. Ele ressaltou que considera indispensável o investimento em tecnologia para o combate ao crime organizado. “O laboratório não funciona como uma delegacia de polícia, mas tem papel preponderante no processamento de informações para os delegados, auxiliando na apuração de crimes que tipificam a lavagem de dinheiro”, explicou.

Segundo Monteiro, o grande fluxo de dados bancários, telefônicos, fiscais e outros obtidos em diversas investigações a cargo da Polícia Civil, frente à impossibilidade de uma análise manual, indicavam a necessidade da criação de uma unidade que dispusesse de recursos tecnológicos capaz de realizar o cruzamento desses dados.

Agilidade

O laboratório terá como coordenador o delegado Luiz Flávio Cortat, que contará com 12 investigadores na equipe e hardwares e softwares de ponta para mapear a ação de organizações criminosas. Ele explica que o laboratório não vai pedir a quebra de sigilo telefônico ou bancário, por exemplo, mas a partir do pedido do delegado que estiver presidindo o inquérito e a autorização da Justiça, o LAB LD entra em ação.

Para exemplificar a importância do laboratório nas investigações, o delegado Cortat citou a recente prisão do traficante Luiz Cosme Barbosa, o Barriga, dono de vasto patrimônio e cuja conferência, manual, foi demorada. Com a tecnologia, a investigação seria agilizada, facilitando o trabalho policial. A polícia paulista, no combate ao PCC, utilizou o laboratório para identificar a movimentação dos líderes da organização criminosa.

A nova unidade é uma das 16 que serão inauguradas em nove estados brasileiros até o início do próximo ano, de acordo com o Pedro Vieira Abramovay. Em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro o laboratório é autônomo, vinculado somente à Polícia Civil. Nos outros estados há parceria com o Ministério Público.

 

Região Metropolitana de BH registra o menor índice de desemprego para o mês de novembro desde 1996

Em novembro deste ano a taxa de desemprego total na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) cresceu de 7,2% para 7,5% da População Economicamente Ativa (PEA). Apesar do crescimento, a taxa é a menor registrada para o mês de novembro desde 1996, quando a pesquisa foi iniciada. A expectativa é de que, no final do ano, o desemprego fique, no máximo em 8,5%, a menor taxa de desemprego anual de toda a série histórica iniciada em 1996.

As informações foram apresentadas nesta quarta-feira (22) e são parte da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte (PED-RMBH), realizada mensalmente pela Fundação João Pinheiro (FJP), Dieese, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e Fundação Seade.

Entre as sete regiões metropolitanas pesquisadas, Belo Horizonte apresentou a menor taxa de desemprego. Na sequência, aparecem Porto Alegre, com 7,7%, Fortaleza (8,3%), São Paulo (10,7%), Distrito Federal (13,2%), Recife (13,5%) e Salvador (14,8%).

Na RMBH, o desemprego aberto passou de 5,6% para 5,9% e o desemprego oculto permaneceu estável em 1,6%. Em relação ao mês de outubro, o número de ocupados diminuiu em 0,6%, sendo estimado em 2.257 mil trabalhadores.

Comparando novembro a outubro de 2010, foram criadas 14 mil novas ocupações na indústria e seis mil na construção civil. Em movimento contrário, houve retração de 30 mil empregos no setor de serviços, dois mil no comércio e um mil no agregado “outros setores”.

“Sozinho, o setor de serviços responde por 54,8% do mercado de trabalho na RMBH, por isso qualquer variação, por menor que seja, representa um elevado número de pessoas desocupadas ou ocupadas”, observa o coordenador da pesquisa pela Fundação João Pinheiro, Plínio Campos. “Nos últimos meses do ano, normalmente, há retração ou rearranjos em alguns subsetores do setor de serviços como educação, saúde e serviços especializados, são alguns exemplos”, completa.

Na avaliação de 12 meses, o nível ocupacional sofreu redução de 1,5%: foram gerados 29 mil novos empregos na indústria e, no comércio, 13 mil. Houve retração de 74 mil postos de trabalho no setor de serviços e de três mil na construção civil. O nível ocupacional manteve-se estável no agregado “outros setores”.

No mesmo período de 12 meses, o número de assalariados no setor privado manteve relativa estabilidade (1 mil) e foi registrada redução de 21 mil trabalhadores no setor público. Entre os empregados domésticos houve aumento de duas mil vagas e, entre os autônomos, a redução foi de 15 mil ocupações. Nas “demais posições” a retração foi de dois mil postos de trabalho. “No período, o contingente de trabalhadores com carteira assinada aumentou em 53 mil, enquanto houve decréscimo de 52 mil pessoas trabalhando sem registro em carteira”, explica o coordenador do estudo pelo Dieese, Mário Rodarte.

Rendimentos

Comparando outubro a setembro de 2010, o rendimento real médio dos ocupados sofreu redução de 1,5%, sendo estimado em R$ 1.365. No período, o salário real médio diminuiu 3% e foi estimado em R$ 1.356. Nesta mesma base de comparação, o rendimento dos autônomos diminuiu 3,5% e foi estimado em R$ 1.145.

No setor privado observou-se aumento de 2% no salário médio no setor de serviços, redução de 2,9% no salário médio da indústria e, no comércio, de 4,8%.

No período de um ano o rendimento real médio dos ocupados aumentou 4,2%, passando de R$ 1.310 para R$ 1.365, e o salário real médio cresceu 2,7%, passando de R$ 1.321 para R$ 1.356. O setor privado apresentou crescimento de 7,4% do salário médio. Houve também aumento nos salários do comércio (9,3%) e dos serviços (8,1%), enquanto a indústria registrou redução de 2,2% do salário médio.

Em 12 meses o salário médio dos trabalhadores com carteira assinada aumentou 7,8% e o dos trabalhadores sem registro em carteira diminuiu 4,4%. Entre os autônomos, registrou-se aumento de 2,4% no rendimento médio.

Perspectivas

De acordo com os coordenadores da pesquisa, as perspectivas são que quase todos os setores fechem o ano de 2010 com saldo positivo, com destaque indústria e construção civil, no geral. “As perspectivas são boas. A RMBH deve fechar 2010 com uma média próxima a 8,5% de taxa de desemprego no ano, o que será um recorde, ou seja, a menor taxa de desemprego anual de toda a série histórica”, conclui Plínio Campos.

Governo Antonio Anastasia assina PPP para criar mais seis Unidades de Atendimento Integrado

Governo Antonio Anastasia, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), assinou, quinta-feira (23), com a empresa Minas Cidadão Centrais de Atendimento S.A., contrato de concessão administrativa pelo regime de parceria público-privada, para implantação de mais seis Unidades de Atendimento Integrado (UAI) no Estado, em 2011.

A assinatura do contrato feita pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e pelo subsecretário de Assuntos Internacionais da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e gerente do projeto estruturador Parceria Público-Privada, Luiz Antônio Athayde, pelo governo, e pelo empresário Plínio Ripari, ocorreu durante a solenidade de inauguração da UAI do Barro Preto, em Belo Horizonte.

No próximo ano, serão instaladas UAIs nas cidades de Betim, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Uberlândia e Varginha, todas elas com operações de implantação, operação, manutenção e gestão pela empresa Minas Cidadão Centrais de Atendimento S/A.

O contrato tem validade de 20 anos e a empresa será remunerada pelo número de atendimentos efetuados e pela eficiência no serviço prestado aos cidadãos. Todo o gerenciamento dessas unidades, assim como já acontece com as 22 UAIs já em operação, será feito pela Diretoria Central de Gestão da UAI da Seplag.

Segundo a secretária Renata Vilhena, com as novas UAIs o Governo de Minas estará nas principais regiões estratégicas do Estado, com o objetivo de facilitar cada vez mais a vida dos cidadãos.