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Expansão da violência: Governo Dilma cruza os braços, diz Aécio

Aécio voltou a cobrar do governo federal respostas rápidas para combater a expansão da violência que assola estados e grandes cidades.

Segurança Pública

Fonte: PSDB-MG 

Governo cruza os braços para 50 mil assassinatos por ano no Brasil, diz Aécio

presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), voltou a cobrar do governo federal respostas rápidas e eficientes para combater a expansão da violência que assola os estados e grandes cidades brasileiras. Em viagem à Bahia – estado com maior crescimento percentual de homicídios da última década, com aumento de 340% -, Aécio afirmou que o Brasil carece de política nacional de segurança pública e criticou o governo da presidente Dilma pela omissão diante dos 50 mil homicídios registrados anualmente no país.

Para Aécio, o governo cruza os braços para o problema. “Neste cenário de grandes desafios, sinto que tem faltado ao país o sentido mais alto da Federação. Tem nos faltado solidariedade política e responsabilidade compartilhada. Na prática, o que assistimos hoje é o governo central terceirizando os problemas e cruzando os braços diante de 50 mil assassinatos por ano”, disse durante discurso na Câmara de Vereadores de Salvador na noite desta segunda-feira (12), após receber o título de Cidadão Soteropolitano.

Aécio lembrou que o governo federal participa com apenas 13% de tudo o que é gasto com segurança pública em todo o país. A maioria dos recursos – 87% – fica a cargo de estados endividados e municípios com grandes dificuldades de fazer novos investimentos.

Além da baixa participação federal com combate à criminalidade, o presidente nacional do PSDB acusou o governo petista de bloquear os recursos federais para a área de segurança pública. “Há um crônico contingenciamento dos recursos dos fundos setoriais da segurança. Em todo o governo Dilma, dos R$ 4,1 bilhões destinados a eles, só foram pagos apenas ou 26%”, afirmou Aécio Neves.

Combate à miséria

Em seu discurso, Aécio Neves também defendeu o Bolsa Família ao dizer que o programa será aprimorado em um eventual governo do PSDB. O tucano afirmou que é preciso garantir que os programas de transferência de renda passem a ser um direito de cidadania e não uma benemerência de qualquer governo.

O tucano voltou a cobrar da base governista de Dilma a votação de projeto de sua autoria que transforma o Bolsa Família em política de Estado, independentemente do partido que esteja no Palácio no Planalto. O programa será discutido nesta quarta-feira (14/05) na Comissão de Assuntos Sociais no Senado.

“Chegou a hora de mudar para enfrentar, de verdade, o atraso e a pobreza seculares, que tiram dos brasileiros a perspectiva de crescimento e de construírem o seu próprio destino. O país está nos dizendo que não aceita mais apenas a gestão diária da pobreza e exige a sua superação definitiva. É hora de avançar mais, sem proselitismo, sem demagogia, sem remendos”, afirmou Aécio Neves.

Outra medida, defendeu o presidente do PSDB, é recuperar o patamar de renda internacionalmente que define a linha da pobreza extrema.

“Ninguém sabe porque o governo federal abandonou o paradigma da ONU e só agora, em ano de eleição, lembrou-se de reajustar o beneficio, ainda assim de forma insuficiente, que não alcança os 1,25 dólar/dia, preconizados pelas Nações Unidas. Com ele, o programa deveria estar praticando hoje o valor mínimo 83 reais”, cobrou Aécio Neves.

Datafolha mostra crescimento de Aécio como candidato da mudança

Aécio cresce entre os que têm menos estudo – em geral também mais pobres, revela dados do Datafolha.

Pesquisa Datafolha

Fonte: Jogo do Poder

Aécio já empata com Dilma no Sudeste e se fortalece como candidato da mudança

pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (09/05), mostra que o senador Aécio Neves (PSDB) já empata com a presidente Dilma Rousseff (PT) na região Sudeste, na qual estão os três maiores colégios eleitorais do Brasil (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro).

O site do instituto descreve assim a situação: “O pré-candidato tucano tem seu melhor índice no Sudeste (27%), onde empata com a petista (30%) na primeira colocação”.   Confira aqui.

Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos, há um quadro de empate técnico entre Aécio e Dilma na região Sudeste.

Datafolha mostra também que, ao contrário do que os adversários divulgam, Aécio cresce entre os que têm menos estudo – em geral também mais pobres. Diz o site do instituto: “A análise por nível de escolaridade mostra que Aécio ganhou pontos, principalmente, entre os que estudaram até o ensino fundamental (foi de 12% para 18% entre abril e maio) (…) oscilando entre os que estudaram até o ensino médio (de 17% para 21%). Foi justamente entre os que estudaram até o ensino fundamental que a petista sofreu seu maior recuo (de 47% para 42%) (…).

Diretor do Datafolha: “Aécio quebrou o marasmo da oposição”

Segundo o sociólogo Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, “Aécio Neves quebrou o marasmo da oposição”. Confira a análise que ele fez do desempenho de Aécio na pesquisa: “O mineiro passou a ser um pouco mais conhecido, dobrou suas menções espontâneas de intenção de voto, turvou, por enquanto, o cenário de reeleição de Dilma no primeiro turno, melhorou seu desempenho numa hipótese de segundo turno e cresceu mais do que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) no quesito candidato da mudança”.

A pesquisa revela que, pela primeira vez, Aécio supera Dilma Rousseff em intenção de voto entre os eleitores que dizem querer mudanças no próximo governo. Diz a Folha: “Dentro do grupo de entrevistados que afirmam esperar ações diferentes do Palácio do Planalto a partir de 2015, a petista oscilou para baixo, passando de 25% em abril para 24% na última pesquisa. Já Aécio subiu de 21% para 26% nesse segmento”. Com 26%, Aécio tem o dobro de Eduardo Campos (13%) na identificação com a mudança.

Considerando-se todas as regiões brasileiras, o levantamento mostra o crescimento de Aécio e fortalece o cenário de um segundo turno nas eleições presidenciais. Os dados também confirmam a tendência de crescimento de Aécio detectada por outros institutos, recentemente.

Os resultados para o Brasil foram os seguintes: Dilma (37%), Aécio (20%) e Eduardo Campos (11%). Dos três nomes, Aécio é o que tem menor rejeição. O senador mineiro ainda tem muito espaço para crescer, uma vez que nada menos que 22% dos entrevistados não o conhecem, e outros 36% apenas “ouviram falar” dele (somando-se, são 58% dos eleitores).

Aécio recebe apoio formal do Solidariedade

Em ato marcado por ataques à presidente Dilma Rousseff, Solidariedade formalizou apoio à candidatura do senador Aécio Neves.

Partido oferece nome para a vice

Fonte: O Globo 

Solidariedade formaliza apoio a Aécio e oferece vice para chapa

Na entrada do evento, totem com críticas a Dilma: frase ‘O PT afundou a Petrobras’ estampa latões que imitam barris de petróleo

Em um ato marcado por ataques à presidente Dilma Rousseff, o partido Solidariedade formalizou nesta terça-feira o apoio à candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. O partido, criado no final do ano passado após um rompimento do deputado Paulinho da Força com o governo, é o primeiro a realizar um evento para anunciar que estará com o tucano nessas eleições.

Na cerimônia, ocorrido em um hotel em Brasília, Paulinho da Força “ofereceu” o nome do presidente da Força SindicalMiguel Torres, para ser vice de Aécio. O senador mineiro, no entanto, repetiu o que vem dizendo sobre os demais candidatos a vice em sua chapa: a decisão só será tomada em junho, em um acordo feito com todos os partidos da aliança.

— Política é a arte de administrar o tempo. Eu não tenho pressa. No tempo certo, antes da nossa convenção em 14 de junho, teremos uma definição da chapa, a partir de um entendimento da aliança, não apenas do PSDB. Vamos ter alguém que possa nos ajudar a construir uma bela vitória. O presidente da Força Sindical é um nome extremamente qualificado, será avaliado pelo conjunto dos partidos que fazem parte dessa aliança. Fico muito honrado de ter mais esse nome para ser avaliado pelos conjuntos do partido – apontou Aécio.

Paulinho da Força sinalizou que a apresentação do nome de Miguel é mais simbólica do que a delimitação de um espaço pelo qual o Solidariedade pretende brigar. Além de Miguel, outros cinco nomes são cotados para compor com Aécio: os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), José Agripino (DEM-RN) e Ana Amélia (PP-RS), a deputada Mara Gabrilli(PSDB-SP) e o ex-governador de São Paulo José Serra.

– Sei que tem vários pretendentes a ser candidato a vice com você, inclusive o senador Aloysio Nunes, que está aqui do lado, mas quero te apresentar também o Miguel Torres. Mas, não vamos fazer guerra com isso, é um nome para você apreciar – anunciou o deputado, durante o evento.

Crítica a Dilma na porta do evento

Um totem montado com latões imitando barris de petróleo com os dizeres “caixa 2, Petrobras, corrupção” e a imagem no alto da presidente Dilma Rousseff, trajada com o macacão da estatal, estão na porta no hotel San Marco onde será realizado o ato promovido pelo Solidariedade (SDD) para oficializar apoio ao pré-candidato Aécio Neves (PSDB).

Para o evento são esperadas lideranças dos partidos simpatizantes da candidatura tucana. Nos barris estão estampadas as frases: “O PT afundou a Petrobras” e PasadenaDilma assina a compra”.

Aécio: seis são cogitados para vice

Os mais cotados são José Serra, Aloysio Nunes, Agripino Maia, Ana Amélia, Mara Gabrilli e Torres.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio já conta com seis nomes para vice na chapa do PSDB

Solidariedade lança nesta terça-feira mais um aspirante; José Serra é um dos cotados

senador Aécio Neves receberá nesta terça-feira o apoio do Solidariedade à sua candidatura à Presidência, numa festa organizada pelo partido em Brasília. No evento, a legenda também anunciará a indicação do dirigente da Força SindicalMiguel Torres, para a vaga de vice. Com isso, já somam, pelo menos, seis os nomes cogitados para o posto até agora — o ex-governador José Serra, os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), José Agripino Maia (DEM-RN) e Ana Amélia (PP-RS), a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Torres (Solidariedade). Aécio tem defendido em público que essa discussão seja feita somente após o fechamento das alianças partidárias, mas, ele mesmo, em encontros reservados, tem consultado aliados sobre esses nomes.

Aécio se encontrou com Serra na quinta-feira passada, em São Paulo, para uma conversa a sós. Pessoas próximas dos dois disseram que, apesar das especulações em torno do nome de Serra para vice, a conversa teria sido sobre a conjuntura política, sem entrar diretamente na questão da chapa para a eleição. Alguns aliados de Serra interpretaram o encontro como um gesto de aproximação, que torna algo “impensável” há algumas semanas em “possibilidade”.

— Sou a favor dessa chapa porque acho ela a melhor opção. Já disse isso aos dois. Agora, se eles querem ou não querem, isso é problema deles. O que eu digo é que a impossibilidade dessa chapa está superada. Agora é trabalhar pela possibilidade — afirmou o deputado Jutahy Magalhães Júnior (PSDB-BA), amigo de Serra.

— Serra não vai perder dez segundos com essa discussão sem que tenha havido um convite. Ele só levará em conta essa discussão quando houver um fato concreto, um convite — destacou o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman, que foi vice do tucano no governo paulista e hoje é o coordenador da campanha de Aécio no estado.

DEM: discussão prematura

Para outro tucano, o fato de Serra “não descartar de antemão o assunto” em conversas reservadas é “um avanço imenso” em se tratando do ex-governador. Resta saber, acrescentou ele, o que pensa Aécio.

Assim que começaram os rumores sobre Serra ocupar a vaga de vice, a equipe de Aécio usou as redes sociais para fazer uma sondagem sobre o impacto de uma indicação do paulista. O resultado não foi dos mais animadores. A grande maioria das reações de militantes e simpatizantes do PSDB monitoradas pela pré-campanha foi de reprovação. Aécio e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram avisados do resultado.

Apesar da indicação amanhã de um candidato para vice pelo Solidariedade, o presidente da sigla, deputado Paulinho da Força, declarou ter simpatia por uma chapa Aécio-Serra.

— Vamos indicar amanhã o nome do Miguel. Mas eu já disse ao Aécio que, se ele quiser ganhar a eleição, tem que convidar o Serra. Por ele, abrimos mão da nossa indicação.

Já o DEM, que também caminha para oficializar um apoio ao senador, considera a discussão prematura. Na próxima sexta-feira, Aécio estará com lideranças da sigla em São Paulo em mais um passo rumo à concretização da aliança.

— O DEM tem quadros de qualidade, tempo de rádio e TV e uma parceria de muito tempo com o PSDB. O natural é o DEM compor a chapa. Mas não vamos fazer disso um cavalo de batalha — afirmou o presidente nacional da sigla, José Agripino Maia.