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Em debate, Aécio reafirma compromissos para melhoria no país

Aécio ressaltou necessidade de melhorar o Saúde da Família, fortalecer o Bolsa Família, combater a inflação e profissionalizar a Petrobras.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Em debate na Rede Record, Aécio reafirma compromissos e deixa adversária sem respostas

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, ressaltou, neste domingo (19/10), a necessidade de melhorar o programa Saúde da Família, de fortalecer o Bolsa Família, de combater a inflação e profissionalizar a Petrobras. No debate, promovido pela Rede Record, Aécio deixou a adversária e candidata do PT à reeleição Dilma Rousseff sem respostas em questionamentos importantes para o país, como corrupção, desvio de dinheiro público e má gestão das estatais.

A seguir, os principais trechos do debate.

Recado para o (a) eleitor (a)

A nossa proposta não se contenta em ver o Brasil crescendo menos que todos os seus vizinhos, a inflação voltando a atormentar a vida do trabalhador e os nossos indicadores sociais piorando a cada ano. Eu sou candidato à Presidência da República para mudar de verdade o Brasil, não apenas no slogan. O Brasil quer mudança, eu não sou mais o candidato de um partido político, eu sou o candidato que encarna o sentimento de que os brasileiros podem muito mais do que estão tendo hojeNós merecemos ter um governo que respeite o dinheiro público, que melhore os nossos indicadores sociais, que una o Brasil em torno de um grande e ousado projeto. O que eu vi hoje pela manhã no Rio de Janeiro é algo que eu levarei comigo para sempre, para fazer um Brasil decente e honrado para todos e todas as brasileiras.

Bancos públicos

No nosso governo, os bancos públicos serão fortalecidos, eles são essenciais ao crescimento da economia, nos mais diversos setores, e também aos avanços sociais.

Quero aproveitar este momento para me dirigir aos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]. No nosso governo, os bancos públicos serão fortalecidos, posso garantir que não vão entrar na cota política, serão imunes. No nosso governo, não haverá Pizzolatos [referência a Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, acusado de envolvimento no Mensalão]. Vamos profissionalizar os nossos bancos e privilegiar os nossos funcionários de carreira. Fizemos as privatizações que precisavam ser feitas, e os bancos públicos, candidata, vão ser fortalecidos no nosso governo. Pergunto à senhora: é justo, por exemplo, que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil estejam recebendo atrasado ou deixando de receber recursos doTesouro?

Contaminação dos setores públicos

Há uma contaminação em órgãos do governo. Recentemente, um importante diretor do Ipea pediu demissão, porque não foi a ele dada a oportunidade de discutir, de debater e divulgar números que mostram que houve um aumento da pobreza extrema no Brasil, nesse último período, candidata. Por quê? Por que não foi possível que o Ipea, uma instituição tão respeitada por todos os brasileiros, pelo menos até agora, não pudesse dividir com os brasileiros esses números, candidata? Na verdade, o que nós estamos percebendo é uma contaminação muito grande de instituições que fazem com que o Brasil possa ter confiança no seu futuro, pois nos apresentam radiografia do nosso passado. Com o IBGE foi a mesma coisa. A senhora permitiu que se criasse uma crise enorme interna porque não houve a liberação de determinados dados. Agora o Ipea e a Embrapa estão na mesma situação, esta é outra herança perversa deste governo, as nossas principais instituições com enorme credibilidade acabam hoje vendo seus números questionados.

Desvios na Petrobras

Mas eu quero voltar à questão essencial: a governança. A senhora foi presidente do Conselho de Administração durante um longo tempo, como essas coisas poderiam acontecer de uma forma tão sistêmica, candidata? Isso é grave e precisa mudar no Brasil. Nós precisamos profissionalizar as nossas empresas, tirá-las da agenda política, porque tudo isso é consequência da forma como as pessoas são nomeadas. Montou-se, segundo a Polícia Federal, uma organização criminosa na Petrobras.

Orgulho nacional

Quero dizer que [a Petrobras] vai muito mal. Ela perdeu apenas no período de governo da candidata Dilma cerca de metade do seu valor de mercado. Ela deixou as páginas econômicas para frequentar as páginas policiais. Perdeu credibilidade, e aquele trabalhador que investiu na Petrobras perdeu dinheiro. [No meu governo], vou profissionalizar a Petrobras e valorizar os funcionários de carreira. Nós vamos permitir que a Petrobras volte a ser o orgulho nacional que deixou de ser. E não ache que o pré-sal lhes pertence, foi descoberto pelos investimentos que vieram muito antes do seu governo, patrimônio da sociedade brasileira, mas que será gerido com profissionalismo, com eficiência, e não, infelizmente, da forma como vem acontecendo.

Tesoureiro do PT

O tesoureiro [João Vaccari Neto] do seu partido, hoje ocupando um cargo em Itaipu, nomeado quando a senhora era ministra das Minas e Energia, tem a sua confiança para continuar ocupando esse cargo? Não lhe preocupa, candidata? Não lhe preocupa o que possa estar acontecendo em Itaipu, eventualmente em outras empresas públicas brasileiras? Por que a senhora disse que vai fazer agora, me perdoe, aquilo que deveria ter feito ao longo dos últimos 12 anos?  Triste o País onde o presidente manda investigar, como em algumas ditaduras que o seu governo apoia. Quem investiga são as instituições. Por que não se tomou essa decisão de demiti-lo antes?  Por que não se tomou a decisão de mudar essa diretoria lá atrás? Porque a ata do Conselho da Petrobras não diz isso. Diz que o sr Paulo Roberto renunciou ao cargo e recebeu do seu governo os agradecimentos pelos relevantes serviços prestados a ele. Quais são esses relevantes serviços prestados pelo senhor Paulo Roberto, candidata Dilma?

Aprimorar propostas

Governar é você aprimorar as boas ideias, o Simples foi criado no governo do Fernando Henrique e houve o aprimoramento a partir do Congresso e do qual seu governo participou. É o que nós temos que fazer, as boas ideias, aquelas que melhoram a vida das pessoas, elas têm que avançar, nós não temos que ter essa preocupação em sermos donos de determinado programa. Estes programas são das pessoas, são dos brasileiros.

Confiança

Os brasileiros querem ver o país crescendo, os empregos voltando a ser gerados e aí sim a confiança restabelecida. A confiança que hoje os brasileiros não têm mais.

Denúncias

O que a senhora não pode é achar que o delator da Petrobras [Paulo Roberto Costa] está correto quando denuncia um membro do meu partido e acha que tem que ser investigado, e há dúvidas quando, por exemplo, ele indica que a sua chefe da Casa Civil, a senadora Gleisi, por meio do ministro Paulo Bernardo, seu marido, recebeu recursos, ou outros membros da sua base receberam. Tem que se investigar tudo, candidata. Faltou gestão. Isso é consequência da forma como as pessoas são nomeadas.

Lei do Simples

Sabemos que os micro e pequenos empresários são aqueles que mais empregam no país. Uma das minhas prioridades absolutas, se vencer as eleições, é apresentar uma proposta logo no início do governo de simplificação do nosso sistema tributário para os micros, pequenos e também para o conjunto da economia. Temos um sistema tributário extremamente complexo e oneroso.

Baixo crescimento

Em caso de crescimento é o FMI que diz que a expectativa de crescimento do Brasil é de 0,3%. Lamentavelmente, nós entramos em recessão técnica, como a senhora sabe, porque tivemos dois trimestres seguidos de crescimento negativo. O Peru, muito próximo a nós, tem uma inflação de 3,2%, desemprego de 6% e cresce 3,3% este ano. Vamos aqui ao Chile: uma inflação em torno de 4,4% e um crescimento de 2%. A verdade, candidata, é que as pessoas estão apavoradas. A inflação está aí.

Plano Real

Tenho orgulho enorme de ter podido participar de um momento transformador da vida nacional, quando nós aprovamos o Plano Real, tiramos a inflação das costas dos brasileiros, contra o voto do seu partido, e tenho certeza de que a senhora assume essa responsabilidade. Quando votamos a Lei de Responsabilidade Fiscal, que reordenou a vida dos entes públicos brasileiros, contra a posição do seu partido, e quando iniciamos os programas de transferência de renda, depois ampliados, candidata, pelo seu partido.

Fator Previdenciário

Quero rever o Fator Previdenciário para tirar esse ônus das costas dos aposentados brasileiros, de forma franca e negociada. Em Minas Gerais, tivemos um diálogo franco com as centrais sindicais. Minas Gerais têm os melhores indicadores sociais – educação e saúde. O que permitiu que Minas fosse um dos Estados que mais cresceram.

Demissões nas indústrias

Por que a nossa indústria está sucateada? Por que tivemos, nos últimos meses, os piores meses da década em termos de geração de emprego e de demissões? Vamos olhar para o futuro. Os brasileiros querem ver o país crescer. O que me preocupa são os números pouco confiáveis do seu governo. Não devemos nos preocupar apenas com as estatísticas, e sim em fazer o plano avançar.

Bolsa Família

Não faça isso com os brasileiros, ‘meu’ Bolsa Família? Não é ‘seu’ Bolsa Família. O Bolsa Família é daqueles brasileiros que mais precisam, que estão espalhados por esse país, e vivendo esse terrorismo pré-eleitoral de que o programa vai acabar se os adversários vencerem as eleições. Quando terminou o governo do presidente Fernando Henrique, eram 5 milhões  no Bolsa Família e 100 mil famílias apenas no Bolsa-Escola. Se a senhora não se lembra o nome dos programas, eu lhe ajudo, o Bolsa Alimentação e o Vale Gás. O ato que cria o Bolsa Família diz literalmente que o programa é a união do Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Vale Gás e do Cadastro Único. Mas nós não queremos ser donos disso, ele é do povo brasileiro. Esta é, talvez, também uma marca perversa do PT, achar que os programas sociais lhe pertencem.

Segurança pública e combate à violência

Temos uma proposta na área de Segurança Pública absolutamente inovadora, que começa pela proibição do represamento, do contingenciamento dos recursos da área, e sua transferência por décimos para os Estados. Isso significa que os Estados saberão a cada mês com o que contar. Quero fortalecer a Polícia Federal, que tem seu pior orçamento dos últimos cinco anos na área de investimento da sua história e quero fazer com que as forças armadas, também equipadas e valorizadas para que sejam nossas parceiras para controlarmos as nossas fronteiras. O programa de controle das fronteiras do seu governo, seu principal programa nessa área, nos últimos três anos, gastou apenas R$ 1 bilhão. Do fundo penitenciário, a senhora investiu 21%, 80% não foram gastos. Do Fundo Nacional de Segurança Pública, a senhora investiu 43%, portanto isso significa que quase 60% não foram gastos. O programa chamado “Crack é possível vencer” gastou 40% dos recursos previstos.

Revisão dos códigos

Quero, sim, rediscutir o Código Penal e o Código de Processo Penal. No meu governo, diferentemente do que aconteceu nesses últimos 12 anos, eu não vou terceirizar responsabilidades. Vamos trabalhar por uma política nacional de segurança integrada com os Estados e com os municípios, com investimentos e com inteligência. E vou além: terei uma relação diferente com os países vizinhos que produzem drogas, ou matéria-prima de drogas que vêm matar no país. É inaceitável que o Brasil assista morrerem por assassinato 56 mil pessoas a cada ano.

Pronatec

O Pronatec vai ser aprimorado. Mas temos que ampliar as horas dos cursos, até 160 horas não adianta, porque o aluno não aprende o suficiente que precisaria aprender para enfrentar o mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Não só esse programa, outros bons programas têm que avançar, mas falta a esse governo, talvez pela marca da composição ou da base que se constituiu no seu entorno, eficiência, foco, resultado. Avançar é muito importante, candidata, mas reconhecer que precisa haver aprimoramento é a essência da administração pública. Não existe nenhum programa acabado e perfeito.

Saúde da Família e Mais Médicos

Não quero um programa apenas para chamar de meu, candidata. Quero não apenas Mais Médicos. Eu quero muito mais do que isso, quero muito mais saúde. Nós votamos também para que os médicos fizessem o Revalida. Não posso aceitar a discriminação que o seu governo faz com os médicos cubanos, que deveriam estar recebendo o que recebem os médicos de outras partes do mundo que aqui estão. Vamos valorizar os profissionais de saúde do Brasil. É assim que nós vamos resolver definitivamente o drama da baixa qualidade da saúde pública que a senhora não reconheceu aqui até agora.

Nova Escola

Quando penso em educação, penso em creches. Em parceria, apenas um terço foi entregue do prometido. Temos de garantir que todas as crianças até 4 anos tenham uma vaga na escola. Queremos avançar em escolas de tempo integral. Por isso, falo na Nova Escola. Temos de flexibilizar os currículos. Vamos avançar. O Enem [Exame Nacional de Ensino Médio] é uma iniciativa ampla e que também precisa ser melhorada. Em qualquer ranking, a educação no Brasil está em baixa. Vamos cuidar muito da educação e valorizando os profissionais de educação.

Obras inacabadas

Durante quase dez anos, o seu governo demonizou as parcerias com o setor privado. Se curvou ao final a ela, mas com atraso enorme. Hoje faz concessões, fez privatizações de aeroportos, mas ninguém tira o atraso de obras essenciais. Vou me dirigir especialmente nesse instante aos nordestinos. Por exemplo, a Transnordestina e a transposição do São Francisco. Infelizmente os nordestinos não receberam ainda uma gota d’água da transposição que deveria ter ficado pronta há quatro anos. A Transnordestina está no meio do caminho, basta viajar pelo Brasil. O marco regulatório do setor ferroviário sequer foi aprovado. As hidrovias anunciadas estão todas elas paralisadas, no papel. A senhora anunciou ao Brasil o famoso trem-bala, já gastou cerca de R$ 2 bilhões. A grande verdade é que a maioria das obras anunciadas pelo seu governo está no meio do caminho. E algo muito mais grave ocorre: com sobrepreços. A refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco é o mais dramático exemplo. Numa obra orçada em cerca de R$ 4 bilhões já se gastaram mais de R$ 30 bilhões.

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Em debate, Aécio reafirma compromissos para melhoria no país

Aécio ressaltou necessidade de melhorar o Saúde da Família, fortalecer o Bolsa Família, combater a inflação e profissionalizar a Petrobras.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Em debate na Rede Record, Aécio reafirma compromissos e deixa adversária sem respostas

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, ressaltou, neste domingo (19/10), a necessidade de melhorar o programa Saúde da Família, de fortalecer o Bolsa Família, de combater a inflação e profissionalizar a Petrobras. No debate, promovido pela Rede Record, Aécio deixou a adversária e candidata do PT à reeleição Dilma Rousseff sem respostas em questionamentos importantes para o país, como corrupção, desvio de dinheiro público e má gestão das estatais.

A seguir, os principais trechos do debate.

Recado para o (a) eleitor (a)

A nossa proposta não se contenta em ver o Brasil crescendo menos que todos os seus vizinhos, a inflação voltando a atormentar a vida do trabalhador e os nossos indicadores sociais piorando a cada ano. Eu sou candidato à Presidência da República para mudar de verdade o Brasil, não apenas no slogan. O Brasil quer mudança, eu não sou mais o candidato de um partido político, eu sou o candidato que encarna o sentimento de que os brasileiros podem muito mais do que estão tendo hojeNós merecemos ter um governo que respeite o dinheiro público, que melhore os nossos indicadores sociais, que una o Brasil em torno de um grande e ousado projeto. O que eu vi hoje pela manhã no Rio de Janeiro é algo que eu levarei comigo para sempre, para fazer um Brasil decente e honrado para todos e todas as brasileiras.

Bancos públicos

No nosso governo, os bancos públicos serão fortalecidos, eles são essenciais ao crescimento da economia, nos mais diversos setores, e também aos avanços sociais.

Quero aproveitar este momento para me dirigir aos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]. No nosso governo, os bancos públicos serão fortalecidos, posso garantir que não vão entrar na cota política, serão imunes. No nosso governo, não haverá Pizzolatos [referência a Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, acusado de envolvimento no Mensalão]. Vamos profissionalizar os nossos bancos e privilegiar os nossos funcionários de carreira. Fizemos as privatizações que precisavam ser feitas, e os bancos públicos, candidata, vão ser fortalecidos no nosso governo. Pergunto à senhora: é justo, por exemplo, que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil estejam recebendo atrasado ou deixando de receber recursos doTesouro?

Contaminação dos setores públicos

Há uma contaminação em órgãos do governo. Recentemente, um importante diretor do Ipea pediu demissão, porque não foi a ele dada a oportunidade de discutir, de debater e divulgar números que mostram que houve um aumento da pobreza extrema no Brasil, nesse último período, candidata. Por quê? Por que não foi possível que o Ipea, uma instituição tão respeitada por todos os brasileiros, pelo menos até agora, não pudesse dividir com os brasileiros esses números, candidata? Na verdade, o que nós estamos percebendo é uma contaminação muito grande de instituições que fazem com que o Brasil possa ter confiança no seu futuro, pois nos apresentam radiografia do nosso passado. Com o IBGE foi a mesma coisa. A senhora permitiu que se criasse uma crise enorme interna porque não houve a liberação de determinados dados. Agora o Ipea e a Embrapa estão na mesma situação, esta é outra herança perversa deste governo, as nossas principais instituições com enorme credibilidade acabam hoje vendo seus números questionados.

Desvios na Petrobras

Mas eu quero voltar à questão essencial: a governança. A senhora foi presidente do Conselho de Administração durante um longo tempo, como essas coisas poderiam acontecer de uma forma tão sistêmica, candidata? Isso é grave e precisa mudar no Brasil. Nós precisamos profissionalizar as nossas empresas, tirá-las da agenda política, porque tudo isso é consequência da forma como as pessoas são nomeadas. Montou-se, segundo a Polícia Federal, uma organização criminosa na Petrobras.

Orgulho nacional

Quero dizer que [a Petrobras] vai muito mal. Ela perdeu apenas no período de governo da candidata Dilma cerca de metade do seu valor de mercado. Ela deixou as páginas econômicas para frequentar as páginas policiais. Perdeu credibilidade, e aquele trabalhador que investiu na Petrobras perdeu dinheiro. [No meu governo], vou profissionalizar a Petrobras e valorizar os funcionários de carreira. Nós vamos permitir que a Petrobras volte a ser o orgulho nacional que deixou de ser. E não ache que o pré-sal lhes pertence, foi descoberto pelos investimentos que vieram muito antes do seu governo, patrimônio da sociedade brasileira, mas que será gerido com profissionalismo, com eficiência, e não, infelizmente, da forma como vem acontecendo.

Tesoureiro do PT

O tesoureiro [João Vaccari Neto] do seu partido, hoje ocupando um cargo em Itaipu, nomeado quando a senhora era ministra das Minas e Energia, tem a sua confiança para continuar ocupando esse cargo? Não lhe preocupa, candidata? Não lhe preocupa o que possa estar acontecendo em Itaipu, eventualmente em outras empresas públicas brasileiras? Por que a senhora disse que vai fazer agora, me perdoe, aquilo que deveria ter feito ao longo dos últimos 12 anos?  Triste o País onde o presidente manda investigar, como em algumas ditaduras que o seu governo apoia. Quem investiga são as instituições. Por que não se tomou essa decisão de demiti-lo antes?  Por que não se tomou a decisão de mudar essa diretoria lá atrás? Porque a ata do Conselho da Petrobras não diz isso. Diz que o sr Paulo Roberto renunciou ao cargo e recebeu do seu governo os agradecimentos pelos relevantes serviços prestados a ele. Quais são esses relevantes serviços prestados pelo senhor Paulo Roberto, candidata Dilma?

Aprimorar propostas

Governar é você aprimorar as boas ideias, o Simples foi criado no governo do Fernando Henrique e houve o aprimoramento a partir do Congresso e do qual seu governo participou. É o que nós temos que fazer, as boas ideias, aquelas que melhoram a vida das pessoas, elas têm que avançar, nós não temos que ter essa preocupação em sermos donos de determinado programa. Estes programas são das pessoas, são dos brasileiros.

Confiança

Os brasileiros querem ver o país crescendo, os empregos voltando a ser gerados e aí sim a confiança restabelecida. A confiança que hoje os brasileiros não têm mais.

Denúncias

O que a senhora não pode é achar que o delator da Petrobras [Paulo Roberto Costa] está correto quando denuncia um membro do meu partido e acha que tem que ser investigado, e há dúvidas quando, por exemplo, ele indica que a sua chefe da Casa Civil, a senadora Gleisi, por meio do ministro Paulo Bernardo, seu marido, recebeu recursos, ou outros membros da sua base receberam. Tem que se investigar tudo, candidata. Faltou gestão. Isso é consequência da forma como as pessoas são nomeadas.

Lei do Simples

Sabemos que os micro e pequenos empresários são aqueles que mais empregam no país. Uma das minhas prioridades absolutas, se vencer as eleições, é apresentar uma proposta logo no início do governo de simplificação do nosso sistema tributário para os micros, pequenos e também para o conjunto da economia. Temos um sistema tributário extremamente complexo e oneroso.

Baixo crescimento

Em caso de crescimento é o FMI que diz que a expectativa de crescimento do Brasil é de 0,3%. Lamentavelmente, nós entramos em recessão técnica, como a senhora sabe, porque tivemos dois trimestres seguidos de crescimento negativo. O Peru, muito próximo a nós, tem uma inflação de 3,2%, desemprego de 6% e cresce 3,3% este ano. Vamos aqui ao Chile: uma inflação em torno de 4,4% e um crescimento de 2%. A verdade, candidata, é que as pessoas estão apavoradas. A inflação está aí.

Plano Real

Tenho orgulho enorme de ter podido participar de um momento transformador da vida nacional, quando nós aprovamos o Plano Real, tiramos a inflação das costas dos brasileiros, contra o voto do seu partido, e tenho certeza de que a senhora assume essa responsabilidade. Quando votamos a Lei de Responsabilidade Fiscal, que reordenou a vida dos entes públicos brasileiros, contra a posição do seu partido, e quando iniciamos os programas de transferência de renda, depois ampliados, candidata, pelo seu partido.

Fator Previdenciário

Quero rever o Fator Previdenciário para tirar esse ônus das costas dos aposentados brasileiros, de forma franca e negociada. Em Minas Gerais, tivemos um diálogo franco com as centrais sindicais. Minas Gerais têm os melhores indicadores sociais – educação e saúde. O que permitiu que Minas fosse um dos Estados que mais cresceram.

Demissões nas indústrias

Por que a nossa indústria está sucateada? Por que tivemos, nos últimos meses, os piores meses da década em termos de geração de emprego e de demissões? Vamos olhar para o futuro. Os brasileiros querem ver o país crescer. O que me preocupa são os números pouco confiáveis do seu governo. Não devemos nos preocupar apenas com as estatísticas, e sim em fazer o plano avançar.

Bolsa Família

Não faça isso com os brasileiros, ‘meu’ Bolsa Família? Não é ‘seu’ Bolsa Família. O Bolsa Família é daqueles brasileiros que mais precisam, que estão espalhados por esse país, e vivendo esse terrorismo pré-eleitoral de que o programa vai acabar se os adversários vencerem as eleições. Quando terminou o governo do presidente Fernando Henrique, eram 5 milhões  no Bolsa Família e 100 mil famílias apenas no Bolsa-Escola. Se a senhora não se lembra o nome dos programas, eu lhe ajudo, o Bolsa Alimentação e o Vale Gás. O ato que cria o Bolsa Família diz literalmente que o programa é a união do Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Vale Gás e do Cadastro Único. Mas nós não queremos ser donos disso, ele é do povo brasileiro. Esta é, talvez, também uma marca perversa do PT, achar que os programas sociais lhe pertencem.

Segurança pública e combate à violência

Temos uma proposta na área de Segurança Pública absolutamente inovadora, que começa pela proibição do represamento, do contingenciamento dos recursos da área, e sua transferência por décimos para os Estados. Isso significa que os Estados saberão a cada mês com o que contar. Quero fortalecer a Polícia Federal, que tem seu pior orçamento dos últimos cinco anos na área de investimento da sua história e quero fazer com que as forças armadas, também equipadas e valorizadas para que sejam nossas parceiras para controlarmos as nossas fronteiras. O programa de controle das fronteiras do seu governo, seu principal programa nessa área, nos últimos três anos, gastou apenas R$ 1 bilhão. Do fundo penitenciário, a senhora investiu 21%, 80% não foram gastos. Do Fundo Nacional de Segurança Pública, a senhora investiu 43%, portanto isso significa que quase 60% não foram gastos. O programa chamado “Crack é possível vencer” gastou 40% dos recursos previstos.

Revisão dos códigos

Quero, sim, rediscutir o Código Penal e o Código de Processo Penal. No meu governo, diferentemente do que aconteceu nesses últimos 12 anos, eu não vou terceirizar responsabilidades. Vamos trabalhar por uma política nacional de segurança integrada com os Estados e com os municípios, com investimentos e com inteligência. E vou além: terei uma relação diferente com os países vizinhos que produzem drogas, ou matéria-prima de drogas que vêm matar no país. É inaceitável que o Brasil assista morrerem por assassinato 56 mil pessoas a cada ano.

Pronatec

O Pronatec vai ser aprimorado. Mas temos que ampliar as horas dos cursos, até 160 horas não adianta, porque o aluno não aprende o suficiente que precisaria aprender para enfrentar o mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Não só esse programa, outros bons programas têm que avançar, mas falta a esse governo, talvez pela marca da composição ou da base que se constituiu no seu entorno, eficiência, foco, resultado. Avançar é muito importante, candidata, mas reconhecer que precisa haver aprimoramento é a essência da administração pública. Não existe nenhum programa acabado e perfeito.

Saúde da Família e Mais Médicos

Não quero um programa apenas para chamar de meu, candidata. Quero não apenas Mais Médicos. Eu quero muito mais do que isso, quero muito mais saúde. Nós votamos também para que os médicos fizessem o Revalida. Não posso aceitar a discriminação que o seu governo faz com os médicos cubanos, que deveriam estar recebendo o que recebem os médicos de outras partes do mundo que aqui estão. Vamos valorizar os profissionais de saúde do Brasil. É assim que nós vamos resolver definitivamente o drama da baixa qualidade da saúde pública que a senhora não reconheceu aqui até agora.

Nova Escola

Quando penso em educação, penso em creches. Em parceria, apenas um terço foi entregue do prometido. Temos de garantir que todas as crianças até 4 anos tenham uma vaga na escola. Queremos avançar em escolas de tempo integral. Por isso, falo na Nova Escola. Temos de flexibilizar os currículos. Vamos avançar. O Enem [Exame Nacional de Ensino Médio] é uma iniciativa ampla e que também precisa ser melhorada. Em qualquer ranking, a educação no Brasil está em baixa. Vamos cuidar muito da educação e valorizando os profissionais de educação.

Obras inacabadas

Durante quase dez anos, o seu governo demonizou as parcerias com o setor privado. Se curvou ao final a ela, mas com atraso enorme. Hoje faz concessões, fez privatizações de aeroportos, mas ninguém tira o atraso de obras essenciais. Vou me dirigir especialmente nesse instante aos nordestinos. Por exemplo, a Transnordestina e a transposição do São Francisco. Infelizmente os nordestinos não receberam ainda uma gota d’água da transposição que deveria ter ficado pronta há quatro anos. A Transnordestina está no meio do caminho, basta viajar pelo Brasil. O marco regulatório do setor ferroviário sequer foi aprovado. As hidrovias anunciadas estão todas elas paralisadas, no papel. A senhora anunciou ao Brasil o famoso trem-bala, já gastou cerca de R$ 2 bilhões. A grande verdade é que a maioria das obras anunciadas pelo seu governo está no meio do caminho. E algo muito mais grave ocorre: com sobrepreços. A refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco é o mais dramático exemplo. Numa obra orçada em cerca de R$ 4 bilhões já se gastaram mais de R$ 30 bilhões.

Sensus mostra Aécio com 56,4% contra 43,6% de Dilma

Pesquisa Istoé/Sensus mostra vantagem de 11 pontos do candidato tucano. Se considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%.

Eleições 2014

Fonte: ISTOÉ

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.

Aécio convida Dilma a debater propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educação, segurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana Amélia, Beto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

Debate do SBT: Aécio apresenta propostas e rebate mentiras da Dilma

Aécio Neves apontou as mentiras que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, vem lançando ao longo da campanha.

Aécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate

Fonte: Jogo do Poder

Aécio apresenta propostas para o futuro do Brasil e rebate mentiras

Em debate do SBT, Aécio diz que Dilma conduz a campanha mais baixa desde 1989

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, apontou as mentiras e calúnias que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), vem lançando ao longo da campanha eleitoralAécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate promovido pelo SBT nesta quinta-feira (16/10).

Aécio acusou Dilma de conduzir uma campanha presidencial mais baixa da história da redemocratização brasileira. “A senhora infelizmente tem permitido o Brasil ver a mais baixa campanha da sua história democrática a partir da primeira eleição que tivemos de Fernando Collor”, afirmou o candidato, que afirmou estar cansado de tantas ofensas e falsidades apresentadas pela petista.

Aécio referiu-se à tática semelhante à utilizada pelo então candidato presidencial Fernando Collor de Mello, em 1989, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha.  O candidato afirmou que Dilma promove uma campanha desrespeitosa e sem propostas.

“Eu sempre tive um cuidado muito grande em respeitar as pessoas, candidata, respeitar os adversários”, afirmou. “Mentir e insinuar ofensas como essa não é digno de qualquer cidadão, mas é indigno por uma presidente da República, candidata”, acrescentou Aécio.

Nas considerações finais, o candidato lamentou que nesta eleição tenha se perdido tanto tempo em tantas ofensas. “As mesmas ofensas que foram dirigidas a Eduardo Campos, depois a Marina Silva, agora são dirigidas a mim”, afirmou.

Corrupção

Além de cobrar Dilma pela sequência de mentiras apresentadas na campanha, Aécio foi enfático ao demandar uma posição sobre o escândalo de corrupção na Petrobras, revelado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, envolveu o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

“A senhora sempre diz que não sabe de nada e não tem a menor responsabilidade sobre isso. Eu pergunto à senhora, candidata: de quem é a responsabilidade por tantos desvios de dinheiro público na Petrobras?”, questionou Aécio. “Explique aqui, candidata, por que a senhora mantém hoje nomeado, por exemplo, na Itaipu Binacional, o tesoureiro do seu partido, que recebia propina para alimentar a sua campanha.”

Aécio lembrou do caso de Erenice Guerra, a sucessora de Dilma como ministra da Casa Civil no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixou o cargo em setembro de 2010 em meio a denúncias de tráfico de influência. “O seu governo passará para a história como um governo com descompromisso com a ética”, afirmou.

Confiança e inflação

Aécio reafirmou a certeza de que sua vitória vai resgatar a confiança dos brasileiros. “Temos um projeto de governo que vai combater a inflação com extrema firmeza e determinação. Que vai resgatar a confiança para que os investimentos voltem a gerar empregos no Brasil. Que vai cuidar da educação do seu filho. Eu quero ser presidente para conduzir pessoalmente uma política nacional de Segurança Pública. O ciclo de governo que aí está não tem mais condições de governar o Brasil”.

Aécio reiterou que vai manter o fluxo de recursos para serem investidos em segurança de maneira contínua sem interrupção. Ele voltou a se comprometer ainda com a revisão dos códigos Penal e de Processo Penal para que a “sensação de impunidade não continue a prevalecer no país.”

Aécio ressaltou que seu governo vai fortalecer a Polícia Federal, que foi sucateada no governo petista e vai reequipar as Forças Armadas. “As Forças Armadas não têm tido atenção do seu governo. A senhora prometeu há quatro anos veículos aéreos não tripulados, mas apenas dois foram colocados em funcionamento”, afirmou.

O candidato criticou a postura de Dilma de terceirizar responsabilidades, como no controle da inflação e voltou a lembrar que a população hoje sente no próprio bolso a corrosão do poder de compra.

“Infelizmente, a inflação voltou a atormentar a vida dos brasileiros e das brasileiras, porque o seu governo foi leniente com ela. Fomos nós que controlamos a inflação lá atrás. Infelizmente o seu governo vai deixar uma herança perversa para o futuro. Inflação alta, crescimento baixo e perda de credibilidade. Sem credibilidade e não há investimento. Sem investimento, não tem emprego”, afirmou Aécio.

União

Aécio deixou clara sua disposição de ser o presidente que vai unir o país e levá-lo à retomada do crescimento. “Eu quero ser presidente da República não para dividir de forma perversa e pouco generosa o Brasil entre nós e eles. Eu quero ser o grande presidente da integração nacional e da generosidade para com os brasileiros que mais precisam. Um presidente que não trate o adversário como inimigo a ser abatido a qualquer custo, que respeite a verdade”, afirmou.

Aécio tem as contas aprovadas pelo TCE/MG

TCE confirma que o governo Aécio teve contas aprovadas e que foram investidos o que a Constituição estabelece para Educação e Saúde.

Governo de Minas cumpriu todas as prerrogativas constitucionais

Fonte: PSDB

Tribunal de Contas de Minas Gerais desmente Dilma

Tribunal de Contas de Minas Gerais divulgou duas notas nessa quarta-feira (15/10) que mostram que a presidente Dilma Rousseff mentiu no debate realizado um dia antes pelaRede Bandeirantes. Com o já consagrado procedimento de mentir ou distorcer, a candidata petista à reeleição disse que o Tribunal de Contas do Estado teria atestado que Aécio não investiu o mínimo obrigatório em saúde.

O Tribunal confirma que o governo Aécio Neves (2003 a 2010) teve suas contas aprovadas e que foram investidos o que a Constituição brasileira estabelece para Educação e Saúde, como já havia sido demonstrado pelo site da campanha (www.aecioneves.com.br), que divulgou ontem os documentos.

O Tribunal esclareceu ainda que na gestão de Antonio Anastasia (2010 a 2014), após a votação da emenda 29, o governo do Estado fez um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) preventivo, que não veio a ser utilizado, uma vez que o Estado cumpriu o percentual previsto nos novos moldes definidos pela emenda 29. Vale ressaltar que as contas do governo Anastasia também foram aprovadas após comprovação de cumprimento de todos os percentuais de investimentos previstos pela Constituição.

Leia abaixo as duas notas de esclarecimento do TCE-MG:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante dos problemas de acesso ao sistema “FISCALIZANDO COM O TCE”, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais esclarece pontos que estão sendo reiteradamente questionados pela imprensa nacional, com relação ao Balanço Geral do Estado, nos exercícios de 2003 a 2010:

CONTAS DE GOVERNO APRESENTADAS PELO ENTÃO GOVERNADOR AÉCIO NEVES AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

1 – As contas de governo referentes aos exercícios de 2003 a 2010, relativas à gestão do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno desta Corte de Contas, em atendimento ao art. 3°, inciso I, da Lei Complementar 102/2008 – Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais;

2 – As Contas de Governo dos exercícios de 2003 a 2010, do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno, sendo cumpridos os índices constitucionais de saúde (inciso II do § 2° do art. 198 da CR/88) e de educação (art. 212, CR/88).

Aécio: ‘ Sou muito grato à confiança de todos os brasileiros’

Aécio: “Me preparei durante toda a minha vida para dar ao Brasil um governo honrado, eficiente. Um governo de unidade nacional.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves
São Paulo (SP) – 14-10-14

(Seguem trechos)

Sobre o debate.

Espero ter a oportunidade de debater o futuro do Brasil, dos milhões de brasileiros que vão estar assistindo hoje e querem saber de que forma vamos melhorar a qualidade da saúde pública, enfrentar o drama da criminalidade crescente, melhorar a educação, permitir que os brasileiros vivam melhor.

Estou extremamente honrado em estar voltando aqui hoje à Band, agora no segundo turno, como o candidato à Presidência da República que mais cresceu em todas as últimas pesquisas eleitorais. Sou muito grato à confiança de todos os brasileiros.

E me preparei. Me preparei durante toda a minha vida para dar ao Brasil um governo honrado, eficiente. Um governo de unidade nacional. Será uma grande oportunidade para que os brasileiros conheçam um pouco melhor a proposta de cada candidato.

Sobre intenções de votos.

Os nas últimas três semanas três vezes, mais ou menos, as intenções de votos que tínhamos. Sou muito feliz de estar chegando agora, já com alguns indicadores, à frente da candidata. Mas a pesquisa que vai valer a pena é, agora, a do dia 26. E volto aqui à Band com a mesma serenidade, com a mesma firmeza e com a mesma vontade de mudar de verdade o Brasil

Sobre a responsabilidade para os debates de segundo turno.

A responsabilidade é a mesma. Fiz uma campanha leve, uma campanha falando a verdade, defendendo aquilo em que acredito. Vou fazer isso até o final. A cada mentira lançada pela nossa adversária, vou responder com dez verdades sobre eles.

Sobre ataques da campanha do PT.

Vamos responder com propostas sobre o Brasil. Propostas para melhorar a saúde, melhorar a educação. O que venceu no primeiro turno foi um amplo sentimento de mudança que hoje está espalhado por todo o Brasil. Hoje, não sou mais o candidato de um partido político ou de uma aliança. Sou o candidato que representa a possibilidade de iniciar um novo ciclo de governo. Decente, eficiente, ousado do ponto de vista das reformas. É isso que represento hoje. Portanto, chego nesse debate extremamente animado e com uma energia interior também muito grande.