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Dilma sofre derrota na Câmara. Foi apenas a primeira…

Após ser reeleita, Dilma sofre a primeira grande derrota na Câmara que pode ser o prenúncio do que vai encontrar pela frente.

Decreto 8.243/2014 criaria a Política Nacional de Participação Social

Fonte: O Globo 

Câmara derruba decreto de Dilma que regulamenta os conselhos populares

Governo tentou obstruir votação, mas não conseguiu. Proposta ainda precisa ser aprovada no Senado

A Câmara aprovou na noite desta terça-feira a proposta que susta o decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta os conselhos populares. Tendo em mãos a promessa da oposição de obstrução das votações da Câmara enquanto não fosse votada a matéria, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou a sessão extraordinária para votá-la, contrariando o governo federal. Tentando evitar o pior, o governo obstruiu o processo de votação para tentar inviabilizar derrubada, mas não conseguiu.

Henrique Alves fez questão de conduzir com mãos de ferro a votação, cobrando pressa nas manifestações e encaminhamentos dos líderes contrários à medida. Agora, a derrubada do conselhos ainda terá que ser votada pelo Senado.

— Essa derrota é educativa. É para mostrar que o discursos do diálogo, de conversa com o Congresso Nacional, não pode ficar só na teoria, tem que acontecer na prática — afirmou o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Nos bastidores, líderes aliados atribuíram a atitude do presidente da Câmara à derrota sofrida no último domingo, quando perdeu a eleição para o governo do Rio Grande do Norte com a ajuda dada pelo PT e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a seu adversário, Robinson Faria (PSD). Uma das expressões mais repetidas no dia em conversas reservadas, para classificar a atitude de Henrique, foi que ele voltou para a Câmara, “com sangue nos olhos” e sem dar espaço para conversas ao líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), que queria evitar a votação do decreto.

Henrique negou que tenha agido em retaliação ao que aconteceu na eleição. Disse que há três meses ele tinha avisado que a votação do decreto era uma de suas prioridades e apenas estava cumprindo a promessa. Ele sustentou que a oposição deixou claro que não votaria nada antes da votação do decreto.

— Se eu aceitar passivo, essa Casa não vota mais nada até o final do ano. Essa questão tem que ser decidida no voto. Quem tiver votos para ganhar, parabéns. Quem não vencer, tem que respeitar o resultado. Como presidente eu já disse, há três meses, que o decreto seria uma pauta prioritária — disse o presidente da Casa antes da votação, negando a retaliação ao PT. — Seria desinformação, que se pensasse assim. Há três meses tenho incluído o decreto como item prioritário na pauta.

Mesmo ciente de que seria derrotado, o governo não quis abrir mão e retirar o decreto do Congresso Nacional, o que evitaria a derrota em plenário. Há três meses, antes do início da campanha eleitoral, Henrique Alves sugeriu que a presidente Dilma Rousseff retirasse o decreto e mandasse a proposta por meio de projeto-lei com a medida. O governo não aceitou. Segundo aliados, o governo não queria mostrar fraqueza. A mesma proposta foi feita por aliados depois da eleição já ganha por Dilma, mas o governo continuou irredutível.

Mais cedo, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (RS) disse que os que querem derrubar o decreto de Dilma deveriam garantir o quórum na votação. A oposição, com a ajuda de partidos da base aliada, entre eles o PMDB, conseguiu aprovar a urgência do decreto. Na votação desta terça, é necessária a presença de pelo menos 257 deputados em plenário. O decreto é aprovado por maioria simples.

— Se eles (oposição) querem derrubar o decreto, que coloquem o número de votos necessários — disse Fontana.

O decreto 8.243/2014, da presidente Dilma Rousseff, cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e diz que o objetivo é “consolidar a participação social como método de governo” que determina aos órgãos governamentais, inclusive as agências de serviços públicos, promover consultas populares.

Na prática, a proposta obriga órgãos da administração direta e indireta a criarem estruturas departicipação social. O decreto lista nove tipos de estruturas que devem ser utilizadas: conselhos de políticas públicas; comissão de políticas públicas; conferência nacional; ouvidoria pública federal; mesa de diálogo; fórum interconselhos; audiência pública; consulta pública; e ambiente virtual de participação social.

Debate do SBT: Aécio apresenta propostas e rebate mentiras da Dilma

Aécio Neves apontou as mentiras que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, vem lançando ao longo da campanha.

Aécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate

Fonte: Jogo do Poder

Aécio apresenta propostas para o futuro do Brasil e rebate mentiras

Em debate do SBT, Aécio diz que Dilma conduz a campanha mais baixa desde 1989

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, apontou as mentiras e calúnias que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), vem lançando ao longo da campanha eleitoralAécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate promovido pelo SBT nesta quinta-feira (16/10).

Aécio acusou Dilma de conduzir uma campanha presidencial mais baixa da história da redemocratização brasileira. “A senhora infelizmente tem permitido o Brasil ver a mais baixa campanha da sua história democrática a partir da primeira eleição que tivemos de Fernando Collor”, afirmou o candidato, que afirmou estar cansado de tantas ofensas e falsidades apresentadas pela petista.

Aécio referiu-se à tática semelhante à utilizada pelo então candidato presidencial Fernando Collor de Mello, em 1989, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha.  O candidato afirmou que Dilma promove uma campanha desrespeitosa e sem propostas.

“Eu sempre tive um cuidado muito grande em respeitar as pessoas, candidata, respeitar os adversários”, afirmou. “Mentir e insinuar ofensas como essa não é digno de qualquer cidadão, mas é indigno por uma presidente da República, candidata”, acrescentou Aécio.

Nas considerações finais, o candidato lamentou que nesta eleição tenha se perdido tanto tempo em tantas ofensas. “As mesmas ofensas que foram dirigidas a Eduardo Campos, depois a Marina Silva, agora são dirigidas a mim”, afirmou.

Corrupção

Além de cobrar Dilma pela sequência de mentiras apresentadas na campanha, Aécio foi enfático ao demandar uma posição sobre o escândalo de corrupção na Petrobras, revelado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, envolveu o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

“A senhora sempre diz que não sabe de nada e não tem a menor responsabilidade sobre isso. Eu pergunto à senhora, candidata: de quem é a responsabilidade por tantos desvios de dinheiro público na Petrobras?”, questionou Aécio. “Explique aqui, candidata, por que a senhora mantém hoje nomeado, por exemplo, na Itaipu Binacional, o tesoureiro do seu partido, que recebia propina para alimentar a sua campanha.”

Aécio lembrou do caso de Erenice Guerra, a sucessora de Dilma como ministra da Casa Civil no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixou o cargo em setembro de 2010 em meio a denúncias de tráfico de influência. “O seu governo passará para a história como um governo com descompromisso com a ética”, afirmou.

Confiança e inflação

Aécio reafirmou a certeza de que sua vitória vai resgatar a confiança dos brasileiros. “Temos um projeto de governo que vai combater a inflação com extrema firmeza e determinação. Que vai resgatar a confiança para que os investimentos voltem a gerar empregos no Brasil. Que vai cuidar da educação do seu filho. Eu quero ser presidente para conduzir pessoalmente uma política nacional de Segurança Pública. O ciclo de governo que aí está não tem mais condições de governar o Brasil”.

Aécio reiterou que vai manter o fluxo de recursos para serem investidos em segurança de maneira contínua sem interrupção. Ele voltou a se comprometer ainda com a revisão dos códigos Penal e de Processo Penal para que a “sensação de impunidade não continue a prevalecer no país.”

Aécio ressaltou que seu governo vai fortalecer a Polícia Federal, que foi sucateada no governo petista e vai reequipar as Forças Armadas. “As Forças Armadas não têm tido atenção do seu governo. A senhora prometeu há quatro anos veículos aéreos não tripulados, mas apenas dois foram colocados em funcionamento”, afirmou.

O candidato criticou a postura de Dilma de terceirizar responsabilidades, como no controle da inflação e voltou a lembrar que a população hoje sente no próprio bolso a corrosão do poder de compra.

“Infelizmente, a inflação voltou a atormentar a vida dos brasileiros e das brasileiras, porque o seu governo foi leniente com ela. Fomos nós que controlamos a inflação lá atrás. Infelizmente o seu governo vai deixar uma herança perversa para o futuro. Inflação alta, crescimento baixo e perda de credibilidade. Sem credibilidade e não há investimento. Sem investimento, não tem emprego”, afirmou Aécio.

União

Aécio deixou clara sua disposição de ser o presidente que vai unir o país e levá-lo à retomada do crescimento. “Eu quero ser presidente da República não para dividir de forma perversa e pouco generosa o Brasil entre nós e eles. Eu quero ser o grande presidente da integração nacional e da generosidade para com os brasileiros que mais precisam. Um presidente que não trate o adversário como inimigo a ser abatido a qualquer custo, que respeite a verdade”, afirmou.

Aécio tem as contas aprovadas pelo TCE/MG

TCE confirma que o governo Aécio teve contas aprovadas e que foram investidos o que a Constituição estabelece para Educação e Saúde.

Governo de Minas cumpriu todas as prerrogativas constitucionais

Fonte: PSDB

Tribunal de Contas de Minas Gerais desmente Dilma

Tribunal de Contas de Minas Gerais divulgou duas notas nessa quarta-feira (15/10) que mostram que a presidente Dilma Rousseff mentiu no debate realizado um dia antes pelaRede Bandeirantes. Com o já consagrado procedimento de mentir ou distorcer, a candidata petista à reeleição disse que o Tribunal de Contas do Estado teria atestado que Aécio não investiu o mínimo obrigatório em saúde.

O Tribunal confirma que o governo Aécio Neves (2003 a 2010) teve suas contas aprovadas e que foram investidos o que a Constituição brasileira estabelece para Educação e Saúde, como já havia sido demonstrado pelo site da campanha (www.aecioneves.com.br), que divulgou ontem os documentos.

O Tribunal esclareceu ainda que na gestão de Antonio Anastasia (2010 a 2014), após a votação da emenda 29, o governo do Estado fez um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) preventivo, que não veio a ser utilizado, uma vez que o Estado cumpriu o percentual previsto nos novos moldes definidos pela emenda 29. Vale ressaltar que as contas do governo Anastasia também foram aprovadas após comprovação de cumprimento de todos os percentuais de investimentos previstos pela Constituição.

Leia abaixo as duas notas de esclarecimento do TCE-MG:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante dos problemas de acesso ao sistema “FISCALIZANDO COM O TCE”, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais esclarece pontos que estão sendo reiteradamente questionados pela imprensa nacional, com relação ao Balanço Geral do Estado, nos exercícios de 2003 a 2010:

CONTAS DE GOVERNO APRESENTADAS PELO ENTÃO GOVERNADOR AÉCIO NEVES AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

1 – As contas de governo referentes aos exercícios de 2003 a 2010, relativas à gestão do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno desta Corte de Contas, em atendimento ao art. 3°, inciso I, da Lei Complementar 102/2008 – Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais;

2 – As Contas de Governo dos exercícios de 2003 a 2010, do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno, sendo cumpridos os índices constitucionais de saúde (inciso II do § 2° do art. 198 da CR/88) e de educação (art. 212, CR/88).

Deputado do PT diz que campanha de Dilma e Pimentel tem ‘dedo forte dos petistas dos Correios’

Durval Ângelo afirmou que a presidente Dilma só chegou a 40% das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”.

Ações ilícitas para conquistar votos

Fonte: Estadao de S.Paulo

Em vídeo, deputado diz que ‘tem dedo forte dos petistas dos Correios’ na campanha de Dilma

Em reunião em Minas, Durval Ângelo (PT-MG) atribui desempenho da presidente nas pesquisas de intenção no Estado à ‘contribuição’ da empresa; imagens foram obtidas pelo ‘Estado’.

Clique aqui para assistir o vídeo

Numa reunião com dirigentes dos Correios em Minas Gerais, com a presença do presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro, o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) afirmou que a presidente Dilma Rousseff só chegou a “40%” das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”. Um trecho gravado da reunião, realizada na última quinta-feira, foi obtido pelo Estado. “Se hoje nós temos a capilaridade da campanha do [Fernando] Pimentel [candidato do PT ao governo de Minas] e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.” O deputado diz, ainda, que “a prestação de contas dos petistas dos Correios será com a vitória do Fernando Pimentel a governador e com a vitória da Dilma”.

Todo discurso é acompanhado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que não se manifesta no trecho ao qual o Estado teve acesso. Pinheiro está sentado à mesa ao lado do deputado Durval Ângelo e não o interrompe. O parlamentar, que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Pimentel, pede ao presidente dos Correios que informe à direção nacional do partido sobre “a grande contribuição que os Correios estão fazendo” nas campanhas.

“A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos com 40% em Minas Gerais tem dedo forte dos petistas dos Correios. Então, queremos que você leve à direção nacional do PT, que eu também faço parte do diretório, mas também à direção nacional da campanha da Dilma, a grande contribuição que os Correios estão fazendo”. E prossegue: “Muitos companheiros tiraram férias, licença, que têm como direito, ao invés de estarem com suas famílias passeando, estão acreditando no projeto.”

O deputado diz, na gravação, ter uma “parceria antiga com gigantes que representam os Correios” e cita nominalmente o diretor regional dos Correios em Minas Gerais, Pedro Amengol, o assessor do gabinete da diretoria, Lino Francisco da Silva, e o gerente regional de vendas dos Correios, Fábio Heládio, os três ligados ao PT. ‘”…No dia da reunião que nós tivemos no hotel [da qual participou Pimentel], o Helvécio [Magalhães, coordenador da campanha do petista] falou: “Vou reunir com a equipe ainda esta semana e vamos liberar a infraestrutura. E, se hoje nós temos a capilaridade da campanha do Pimentel e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.””

O deputado contou que várias reuniões foram realizadas no Estado por funcionários dos Correios para trabalhar pelas campanhas: “Os Correios trabalharam com as 66 mesorregiões [de Minas]. Fizemos reuniões em todas e nas macrorregiões, regiões assim como Governador Valadares, com 40 cidades, assim como 30 cidades do Sul, em Viçosa tinha 70 cidades. Onde eu tive perna eu fui acompanhando.”

Na última semana, o Estado revelou que os Correios abriram uma exceção para entregar, sem chancela, 4,8 milhões de folders da campanha de Dilma Rousseff no interior de São Paulo. A chancela ou estampa digital serve como comprovação de que o material entregue pelos carteiros foi realmente postado nos Correios e distribuído de forma regular, mediante pagamento. Dez partidos de oposição também foram beneficiados com a exceção para enviar 927,7 mil unidades sem chancela.

Outro lado. O presidente dos Correios afirmou, por meio da assessoria, que “os Correios não estão contribuindo com a campanha de qualquer candidato”. Ele confirmou que participou da reunião em Minas Gerais, na última quinta-feira, após cumprir agenda de trabalho na capital mineira – a sede dos Correios fica em Brasília. “A reunião não ocorreu durante o expediente e a empresa não custeou despesas relacionadas a ela.” A assessoria informou que “durante o período da tarde, o presidente participou de reuniões de trabalho na Diretoria Regional dos Correios de Minas Gerais e de evento do Plano de Demissão Incentivada para Aposentado dos Correios.”

O deputado Durval Ângelo não respondeu aos telefonemas do Estado. A assessoria de campanha da presidente Dilma Rousseff, procurada, afirmou: “A campanha não mobiliza funcionários da empresa. A única relação da campanha com os Correios ocorre mediante prestação de serviços pagos, como já informado anteriormente ao Estado de S. Paulo”.

A campanha de Pimentel afirmou que ele tem se reunido e recebido apoio de vários segmentos de servidores em Minas Gerais, incluindo dos Correios. “É algo corriqueiro na campanha”, afirmou a assessoria. Na última semana, por exemplo, o candidato esteve com funcionários da estatal num encontro organizado pelo diretor dos Correios em Minas, Pedro Amengol. “Demonstramos o apoio do coletivo de trabalhadores e trabalhadoras dos Correios que está organizado há mais de dez anos no estado”, afirmou Amengol, conforme noticiado no site da campanha. Procurado, Amengol não ligou de volta para o Estado.

Vox Populi: Aécio cola em Marina Silva e diferença cai

Segundo Vox Populi, ex-senadora aparece com 22% e Aécio Neves registra 17% da preferência do eleitorado. Indecisos totalizam 12%.

Eleições 2014

Fonte: R7

Dilma amplia vantagem e venceria Marina no 2º turno, diz Vox Populi

A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) ampliou a vantagem sobre Marina Silva (PSB) entre o eleitorado para 18 pontos percentuais, superou a ex-senadora no 2º turno e venceria a corrida à Presidência da República se a eleição fosse hoje, segundo pesquisa Vox Populi, encomendada pela Rede Record, divulgada nesta terça-feira (23).

presidente tem 40% das intenções de voto na disputa pelo Palácio do Planalto, enquanto a ex-senadora aparece com 22%. Aécio Neves (PSDB) registra 17% da preferência. Os votos brancos e nulos são 6% neste recorte, e os eleitores indecisos totalizam 12%.

Os candidatos Everaldo Pereira (PSC) e Luciana Genro (PSOL) têm 1% cada um. Já Eduardo Jorge (PV), Mauro Iasi (PCB), Eymael (PSDC), Rui Costa Pimenta (PCO) e Levy Fidelix (PRTB) não marcaram pontos.a pesquisa anterior, Dilma tinha 36% da preferência do eleitorado, contra 27% de Marina e 15% do candidato do PSDB. Naquela ocasião, os votos brancos e nulos eram 8%, e os eleitores indecisos totalizavam 12%.

A pesquisa levou em conta 2.000 entrevistas feitas com eleitores, entre o último sábado (20) e o último domingo (21), em 147 cidades do País. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00733/2014.

Segundo turno

O Vox Populi também fez duas simulações de segundo turno, e a candidata do PT venceria tanto Aécio Neves (PSDB) como Marina Silva (PSB).

Em um cenário contra Marina, a presidente tem 46% das intenções de voto, contra 39% da ex-senadora. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, Marina não alcança Dilma neste cenário, que ainda tem 9% de votos brancos e nulos e 6% de eleitores indecisos.

Em outra hipótese, com Dilma Rousseff contra Aécio Neves, a presidente tem 49% das intenções de voto, contra 34% do senador. Os votos brancos e nulos seriam 10% dos votos, e os eleitores que não sabem ou não responderam totalizam 7%.

Regiões

Considerando o recorte de intenções de voto por regiões, Dilma Rousseff (PT) está na frente de Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) em todas as áreas.

No Sudeste, onde estão os dois maiores colégios eleitorais do País (SP e MG), a petista tem 37% da preferência, contra 30% da ex-senadora e 20% de Aécio. Os outros candidatos têm 3%, os votos brancos e nulos são 8% e os eleitores que não sabem ou não responderam totalizam 16%.

No Sul, Dilma Rousseff tem 37%, contra 23% de Marina Silva e 19% de Aécio Neves. Os outros candidatos totalizam 4%, os brancos/nulos são 2% e os indecisos, 15%.

No Nordeste, Dilma tem 55%, Marina aparece com 22% e Aécio registra 8%. Os outros candidatos conseguiram 1% na pesquisa, enquanto os brancos e nulos são 6% e os indecisos chegam a 8%.

Por fim, no Centro-Oeste/Norte, Dilma chega a 44% das intenções de voto, contra 23% de Aécio e 20% de Marina. Os outros candidatos à Presidência são 3%, enquanto os brancos e nulos são 3% e os indecisos, 7%.

Pimenta vai combater os gargalos deixados pelo governo petista em Minas

Pimenta da Veiga: “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda”.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta: falta de apoio federal afetou atividade econômica e segurança no interior de Minas

Atração de empresas e impulso ao desenvolvimento serão marcas do candidato, que aposta ainda em mais obras, saúde e mais policiamento

O candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, afirmou, nesta quinta-feira (18/09), que irá combater os gargalos que a má administração petista no governo federal deixou no Estado. Durante visita às cidades de Ubá e Manhuaçu, na Zona da Mata, e Caratinga, no Rio Doce, Pimenta criticou a falta de atuação federal, nos últimos 12 anos, em diversas questões, como o desenvolvimento econômicoinfraestrutura e a segurança pública em Minas.

“Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo: tem um polo moveleiro expressivo, teve já um polo de confecções, que também teve muita força. Então, não vamos deixar que aconteça com o polo moveleiro o que aconteceu com o polo de confecções, porque o governo do PT, com o ministro de Desenvolvimento do PT, que é candidato ao Governo de Minas, não soube apoiar”, ressaltou.

Enquanto ministro do governo federal, o candidato do PT ao Governo de Minas impediu a instalação de grandes empresas em Minas, como a Fiat, que foi levada a Pernambuco por incentivo dos petistas e deixou de gerar mais de 5 mil empregos para os mineiros. Da mesma forma, o Estado perdeu outro grande investimento, o polo acrílico de Ibirité. Milhares de outros postos de trabalho deixaram de ser gerados na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Junto a apoiadores de sua candidatura, em Manhuaçu, o candidato também condenou o descaso do governo do PT para com as fronteiras brasileiras, que permite a entrada de drogas e armas no país, fator que mais gera violência no Brasil. “A questão da criminalidade está muito séria. O país não produz drogas, no entanto, aqui dentro circula muita droga, porque o governo do PT não toma conta das fronteiras”, alertou.

A grave situação econômica pela qual passa o país neste momento foi também destacada pelo candidato a senador Antonio Anastasia, que esteve ao lado de Pimenta da Veiga durante o corpo a corpo com os moradores. O ex-governador de Minas citou a volta alarmante da inflação e o crescimento pífio do país, consequências das políticas econômicas do governo federal.

“Lamentavelmente, o Brasil hoje vive uma crise decorrente de má política econômica do governo federal, e não adianta culpar a crise internacional, porque países vizinhos ao Brasil estão com índices maiores de crescimento. Estamos com um quadro difícil, inflação voltando, passando das metas, indo além do limite, do teto, e um crescimento baixo. Então, é um quadro grave, que o governo federal do PT não está sabendo combater”, disse.

Propostas

Em Ubá, Pimenta da Veiga garantiu conceder insumos para fortalecer a atividade empresarial, geradora de emprego e de renda na região, como o apoio ao crédito, em matéria tributária e no campo político. “Além disso, queremos tratar com absoluta prioridade do contorno da cidade, de modo a dar vazão ao grande trânsito de caminhões e de veículos. Na saúde, vamos criar aqui um Núcleo de Combate ao Câncer, antiga reivindicação da cidade”.

Na caminhada por Manhuaçu, que mobilizou políticos, moradores e lideranças comunitárias, a população também comemorou o anúncio de obras para o contorno viário da cidade e ainda a construção de um hospital que atenda a população de municípios vizinhos. Ações para segurança não ficaram de fora da pauta: “aqui em Minas, vamos aumentar o policiamento ostensivo, para deixar claro que não convivemos com a bandidagem”, declarou.

Pimenta da Veiga reforçou em Caratinga, onde participou com Anastasia de caminhada pela cidade, seu ousado plano para melhorar a educação pública no Estado, que já é considerada a melhor do país no ensino fundamental. Além de aprofundar o ensino profissionalizante, o candidato a governador quer levar a todas as regiões mineiras a escola de tempo integral.

“Este é um projeto do qual tenho grande carinho, porque a criança mais tempo na escola quer dizer duas coisas: primeiro, os pais mais tranquilos, porque sabem que os filhos estão na escola. Depois, as crianças aprendem mais, podem ter um currículo maior e podem ter uma parte dedicada ao esporte, à cultura, de maneira que são atividades muito intensas e muito importantes”, declarou Pimenta da Veiga.

PT despreza Minas e não repassa recursos para a segurança

Minas figura entre os estados que menos receberam recursos per capita para a área de segurança pública em todo o Brasil nos últimos três anos.

Gestão Deficiente do PT

Fonte: Estado de Minas

Governo do PT despreza MG no repasse da segurança 

Sem título

Muito ao contrário do que alardeia o candidato petista ao Governo do Estado, a segurança pública de Minas Gerais foi desprezada pelo governo federal do PT. Em uma amostra de claro descaso com o povo mineiro, Minas Gerais figura entre os estados que menos receberam recursos per capita para a área de segurança pública em todo o Brasil nos últimos três anos. Segundo revela reportagem publicada nesta sexta-feira (12/09) pelo jornal “Estado de Minas”, entre 2011 e 2014, foram repassados ao setor de segurança pelo governo de Dilma Rousseff apenas R$ 2,18 para cada habitante do Estado, investimento considerado pífio por especialistas do setor.

Este repasse praticamente irrisório coloca Minas atrás de 24 estados da Federação e do Distrito Federal. O valor total repassado a Minas por meio de convênios com o governo federal foi de R$ 42,7 milhões, para uma população de 19,5 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda conforme informa a reportagem, os montantes são transferidos para os estados por meio de contratos firmados junto ao Ministério da Justiça e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Os recursos são utilizados pelos governos estaduais para reforçar as estruturas dos órgãos de segurança pública, por meio da aquisição de equipamentos e treinamentos de policiais.

Os repasses para a segurança pública demonstram que, além de ter virado as costas para Minas, o governo do PT destina maiores parcelas de recursos para estados governados por seus aliados. Os estados que mais receberam investimentos para o setor foram o Acre e Rondônia, que têm no comando, respectivamente, governadores do PT e do PMDB. Na parte de baixo do ranking está, além de Minas, o Estado de São Paulo, que é governado por Geraldo Alckmin (PSDB). Apesar de possuir população de mais de 41 milhões de pessoas, São Paulo recebeu no período apenas R$ 0,75 por habitante, figurando na última posição no ranking de repasses do governo Dilma.

O fato de Minas Gerais figurar na antepenúltima posição dentre os estados beneficiados se deve a obstáculos impostos pelo próprio governo do PT. Ao jornal, o secretário de Estado de Defesa SocialMarco Antônio Romanelli, afirmou que as burocracias impostas pelo governo federal dificultam a liberação dos recursos. “Há uma lista de projetos que foram encaminhados ao governo federal e que não foram analisados ou aprovados. Eles somam mais de R$ 32 milhões e estão relacionados à construção de unidades socioeducativas, capacitação de policiais, combate às drogas e estruturação de unidades integradas das polícias”, informou Romanelli, segundo o Estado de Minas.

Prioridade para Minas

“É lamentável que o PT faça distinções partidárias até em uma área tão importante. Esta é a postura desses que querem governar Minas Gerais. Ao beneficiar seus aliados, o PT vira as costas para o cidadão mineiro. O Governo de Minas, ao contrário, entende que, muito mais do que uma atribuição constitucional dos estados, a segurança pública é um setor que exige muitos investimentos. Por isso, nós vamos fortalecer ainda mais a estrutura das forças deDefesa Social e ampliar as ações de policiamento ostensivo nas ruas das cidades mineiras”, disse o candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, ao reafirmar seus compromissos para o setor.

Apesar do menosprezo do governo do PT com relação ao Estado, os governos do PSDB em Minas não apenas cumpriram seu papel constitucional com relação ao setor, como, ainda, lideraram o ranking nacional de investimentos em combate à criminalidade. Minas é o Estado que mais investe em segurança no Brasil, proporcionalmente ao orçamento, de acordo com dados do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, Minas possui a melhor gestão de segurança pública do país, segundo levantamento de Governança de Segurança Pública, divulgado no último mês de abril pelo Tribunal de Contas da União (TCU).