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Dilma sofre derrota na Câmara. Foi apenas a primeira…

Após ser reeleita, Dilma sofre a primeira grande derrota na Câmara que pode ser o prenúncio do que vai encontrar pela frente.

Decreto 8.243/2014 criaria a Política Nacional de Participação Social

Fonte: O Globo 

Câmara derruba decreto de Dilma que regulamenta os conselhos populares

Governo tentou obstruir votação, mas não conseguiu. Proposta ainda precisa ser aprovada no Senado

A Câmara aprovou na noite desta terça-feira a proposta que susta o decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta os conselhos populares. Tendo em mãos a promessa da oposição de obstrução das votações da Câmara enquanto não fosse votada a matéria, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou a sessão extraordinária para votá-la, contrariando o governo federal. Tentando evitar o pior, o governo obstruiu o processo de votação para tentar inviabilizar derrubada, mas não conseguiu.

Henrique Alves fez questão de conduzir com mãos de ferro a votação, cobrando pressa nas manifestações e encaminhamentos dos líderes contrários à medida. Agora, a derrubada do conselhos ainda terá que ser votada pelo Senado.

— Essa derrota é educativa. É para mostrar que o discursos do diálogo, de conversa com o Congresso Nacional, não pode ficar só na teoria, tem que acontecer na prática — afirmou o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Nos bastidores, líderes aliados atribuíram a atitude do presidente da Câmara à derrota sofrida no último domingo, quando perdeu a eleição para o governo do Rio Grande do Norte com a ajuda dada pelo PT e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a seu adversário, Robinson Faria (PSD). Uma das expressões mais repetidas no dia em conversas reservadas, para classificar a atitude de Henrique, foi que ele voltou para a Câmara, “com sangue nos olhos” e sem dar espaço para conversas ao líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), que queria evitar a votação do decreto.

Henrique negou que tenha agido em retaliação ao que aconteceu na eleição. Disse que há três meses ele tinha avisado que a votação do decreto era uma de suas prioridades e apenas estava cumprindo a promessa. Ele sustentou que a oposição deixou claro que não votaria nada antes da votação do decreto.

— Se eu aceitar passivo, essa Casa não vota mais nada até o final do ano. Essa questão tem que ser decidida no voto. Quem tiver votos para ganhar, parabéns. Quem não vencer, tem que respeitar o resultado. Como presidente eu já disse, há três meses, que o decreto seria uma pauta prioritária — disse o presidente da Casa antes da votação, negando a retaliação ao PT. — Seria desinformação, que se pensasse assim. Há três meses tenho incluído o decreto como item prioritário na pauta.

Mesmo ciente de que seria derrotado, o governo não quis abrir mão e retirar o decreto do Congresso Nacional, o que evitaria a derrota em plenário. Há três meses, antes do início da campanha eleitoral, Henrique Alves sugeriu que a presidente Dilma Rousseff retirasse o decreto e mandasse a proposta por meio de projeto-lei com a medida. O governo não aceitou. Segundo aliados, o governo não queria mostrar fraqueza. A mesma proposta foi feita por aliados depois da eleição já ganha por Dilma, mas o governo continuou irredutível.

Mais cedo, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (RS) disse que os que querem derrubar o decreto de Dilma deveriam garantir o quórum na votação. A oposição, com a ajuda de partidos da base aliada, entre eles o PMDB, conseguiu aprovar a urgência do decreto. Na votação desta terça, é necessária a presença de pelo menos 257 deputados em plenário. O decreto é aprovado por maioria simples.

— Se eles (oposição) querem derrubar o decreto, que coloquem o número de votos necessários — disse Fontana.

O decreto 8.243/2014, da presidente Dilma Rousseff, cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e diz que o objetivo é “consolidar a participação social como método de governo” que determina aos órgãos governamentais, inclusive as agências de serviços públicos, promover consultas populares.

Na prática, a proposta obriga órgãos da administração direta e indireta a criarem estruturas departicipação social. O decreto lista nove tipos de estruturas que devem ser utilizadas: conselhos de políticas públicas; comissão de políticas públicas; conferência nacional; ouvidoria pública federal; mesa de diálogo; fórum interconselhos; audiência pública; consulta pública; e ambiente virtual de participação social.

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Campanha do PT frauda foto de Neymar na internet

Assessor do jogador desmentiu o conteúdo da foto e esclarece que Neymar não divulga o voto e que qualquer imagem partidária.

Baixarias do PT

Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo

Petistas usam foto fraudada de Neymar em campanha. É o vale-tudo!

No dia 24 de agosto, Neymar publicou uma foto nas redes sociais com uma mensagem em que dava os parabéns a seu filho, Lucca, comemorando seu aniversário. Pois é… Partidários da petista Dilma Rousseff fraudaram a imagem. Em lugar na homenagem ao filho, aparece uma falsa declaração de voto a Dilma. Vejam.

Pior: um site da campanha de Dilma publica a foto como se verdadeira fosse. Vejam.

9ine, a empresa que cuida da imagem de Neymar nBrasil, divulgou uma nota oficial a respeito. Leiam.

“A 9ine vem por meio deste comunicado esclarecer a todos que nos últimos dias tem circulado, em diversas redes sociais, uma imagem do jogador de futebol Neymar indevidamente alterada. A verdade é que o atleta postou uma foto sua segurando um cartaz com mensagem de parabéns ao filho, por quem ainda declara o seu amor. O que aconteceu é que a frase foi maldosamente alterada em benefícío de um partido político. A 9ine, como parceira da NR Sports, que é a empresa responsável pelo gerenciamento de imagem de Neymar, esclarece, a pedido de seu atleta, que Neymar não divulga o voto e que qualquer imagem partidária envolvendo opção de voto do jogador é falsa.”

Aécio convida Dilma a debater propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educação, segurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana Amélia, Beto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

Campanha de Aécio no segundo turno terá início em São Paulo

Aécio: Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

São Paulo (SP) – 07-10-14

Assuntos: eleições 2014; compromissos; PSB

Sobre agenda em SP e compromissos com trabalhadores.

Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores. Porque o nosso governo será o governo da retomada do crescimento, da valorização do emprego, do controle da inflação. E quero aqui, ao lado do governador Geraldo Alckmin, do senador José Serra, agradecer a todos aqueles que nos ajudaram a ter um extraordinário resultado no primeiro turno.

Vamos continuar, desde o primeiro dia, defendendo aquilo em que acreditamos e mostrando que temos o melhor projeto para o Brasil. A minha candidatura, a partir desse instante, não é mais a candidatura de um partido político ou de uma coligação. A minha candidatura é a candidatura que representa um sentimento amplo de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira.

Estou pronto para liderar um projeto em favor do Brasil, em favor de uma nova política, em favor de uma construção coletiva. E, para isso, reitero aqui aquilo que tenho dito nas várias reuniões das quais participo. A nossa proposta de governo é uma proposta sempre aberta a novas contribuições. Até porque um programa de governo é uma obra que não termina nunca. É uma construção permanente, sempre aberta a aprimoramentos. E é isso que construiremos a partir desses próximos dias, com nossos compromissos cada vez mais explícitos no campo da sustentabilidade, no campo da melhoria da qualidade da educação, avançando sempre na direção da escola de tempo integral.

Vamos construir um projeto que seja da maioria dos brasileiros. Estou extremamente otimista para que, nessas próximas semanas, façamos uma campanha à altura da expectativa dos brasileiros. Da minha parte, farei a campanha propositiva, campanha que fala de valores, mas a campanha que respeita o adversário.

Sobre o fim da reeleição e convergência com o desejo de Marina Silva.

Essa proposta está já nas nossas diretrizes, eu defendo há muito tempo. Acredito que o mandato de cinco anos e a coincidência das eleições é um avanço. Eu vejo, inclusive, que há convergências importantes entre as propostas do programa de governo da candidata Marina e as nossas. Agora, essa é uma questão que não depende de mim. Essa é uma questão em que temos que respeitar o tempo e as discussões internas de cada um daqueles que se posicionaram em outra direção no primeiro turno. O segundo turno é sim o momento das convergências, é o momento das aproximações. Estou muito sereno. Vou continuar defendendo aquilo em que acredito e vamos aguardar, com muito respeito, a movimentação dos outros candidatos.

Sobre o próximo mandato.

Sou a favor do mandato de cinco anos sem reeleição para todos os cargos públicos. A questão desse [próximo] mandato em especial tem que ser discutida no Congresso por uma razão específica. Não estamos falando do fim da reeleição para presidente da República apenas, em que a decisão unilateral do candidato resolveria o problema. Estamos falando de reeleição de governadores e de reeleição de prefeitos. Então, precisa haver um entendimento noCongresso Nacional em relação a isso. Mas a tese do fim da reeleição e mandato de cinco anos é uma tese que advogo e defendo há muitos anos.

Acredito que cinco anos é um bom tempo para um mandato. Já tinha muitas dúvidas sobre a questão da reeleição. Foi uma experiência – votamos a favor –, uma experiência que o Brasil viveu, mas nada impede que você evolua. A minha posição é essa. Acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizar a reeleição com essa mistura sem limites entre o público, o privado e o partidário, como assistimos nessa eleição. Se eu já tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade e as vantagens da reeleição, eu acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizá-la.

Sobre possibilidade de reeleição para o próximo presidente.

É uma questão para ser discutida. Não morro de amores pela reeleição. Agora, estamos falando em teses, estamos falando em projetos para o Brasil. Repito: defendo a coincidência dos mandatos e isso, obviamente, envolve outras negociações, como com prefeitos, com parlamentares, claro, e com governadores de Estado. Não é uma decisão unilateral de um candidato à Presidência da República.

Sobre Beto Albuquerque

Falei por telefone com o Beto e apenas uma palavra de amigo. Cumprimentei pelo desempenho, como falei ontem por telefone com a candidata Marina e agradeci o seu telefonema. Vamos ter tranquilidade. Agora é hora de os partidos discutirem internamente. Cada uma dessas forças tem o seu sistema de decisão, tem os seus colegiados. Seria estranho que não os ouvissem. Vamos aguardar com muita serenidade.

Repito aqui para vocês, estou imensamente feliz com o resultado que tivemos. Agradecido a todos os brasileiros, e faço isso através do governador Geraldo Alckmin, do companheiroJosé Serra. Amanhã, em Brasília, a partir das 15h30, estarei reunindo nossos companheiros de todo o Brasil e vamos fazer ali um grande esforço, uma grande movimentação, já para que cheguemos no segundo turno na frente e vençamos as eleições

Sobre os participantes da reunião.

Todos os que participaram conosco dessa eleição, vitoriosos ou não. Vamos fazer uma grande movimentação a partir de amanhã em Brasília para que a mobilização que houve no primeiro turno não diminua no segundo turno, ao contrário. Será um momento de confraternização entre os nossos companheiros e de reafirmação dos nossos compromissos. Não paremos um minuto sequer.

Aécio gera reação positiva no mercados financeiro ao passar para o segundo turno

A arrancada surpreendente de Aécio deve levar o mercado a reagir positivamente, com os investidores apostando na possibilidade de uma vitória da oposição.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Arrancada de Aécio deve gerar reação positiva nos mercados

A arrancada surpreendente do candidato Aécio Neves (PSDB) na reta final do primeiro turno para a eleição para a Presidência da República e sua confirmação na disputa no segundo turno com Dilma Rousseff (PT) devem levar os mercados a reagir positivamente na segunda-feira, com os investidores apostando na possibilidade de uma vitória da oposição.

Segundo analistas, a menor diferença de votos do candidato tucano para a presidente Dilma no primeiro turno deve fazer com que Aécio entre com maior força política no segundo turno. “Nas simulações para o primeiro turno, a diferença entre o candidato tucano e a presidente Dilma era de 15 a 20 pontos percentuais. Essa reviravolta coloca Aécio como um candidato mais consistente para vencer a eleição em um segundo turno e os mercados devem reagir a esse resultado, com bolsa subindo e dólar e juros caindo”, diz Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners.

A perspectiva de um segundo turno para a eleição presidencial e o avanço de Aécio nas últimas pesquisas eleitorais levaram a uma recuperação da bolsa brasileira e do real na sexta-feira.

Ibovespa subiu 1,91%, encerrando a 54.534 pontos. O dólar também acompanhou esse movimento e fechou em R$ 2,46 na sexta-feira, em queda de 1,19% , contribuindo com o recuo das taxas dos contratos futuros de juros , principalmente nos vencimentos mais longos para 2017 e 20121, mais sensíveis ao cenário de maior aversão a risco.

“O fato de confirmar o segundo turno com um candidato amigável ao mercado, que tem oArmínio Fraga como eventual ministro da Fazenda, traz pelo menos três semanas de esperança para a bolsa”, diz Otávio Vieira, sócio-gestor da Fides Asset Management. Umsegundo turno com Aécio será mais bem visto pelo mercado do que com Marina Silva(PSB), considera, porque a candidata vinha mostrando fraqueza, enquanto a tendência deAécio era ascendente.

Vieira pondera que a decisão de Marina sobre apoiar ou não Aécio vai ser determinante para o movimento de preço. A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, considera que o mercado não conta com o apoio formal de Marina a Aécio. Em 2010, ela optou pela neutralidade. Agora, se o apoio vier, a reação será positiva.

Zeina não arrisca um novo patamar para a bolsa, mas tem uma certeza: “a tendência é subir”. A disputa política interna deve pesar mais do que outras variáveis, a menos que haja um cenário externo muito menos favorável ou uma reavaliação negativa do Brasil pelas agências de rating. “A volatilidade vai ser o nome do jogo até o quadro ficar claro” , diz Zeina.

O economista-chefe da INVX Global Partners vê uma disputa acirrada no segundo turno entre o candidato tucano e a presidente Dilma, destacando que ele tem como vantagem uma articulação política maior que Marina, o que facilitaria a aprovação de reformas. “Ele já foi presidente da Câmara dos Deputados e é próximo do PMDB, e teria mais capacidade para implementar mudanças.”

pesquisa Ibope divulgada ontem mostra que Dilma venceria a disputa com 45% dasintenções de voto contra 37% em ambas simulações com Aécio e Marina.

O economista-chefe do Banco J.Safra, Carlos Kawall, destaca que o candidato tucano tem política econômica bem definida, que tem enfatizado a recuperação do tripé macroeconômico (baseado em câmbio flutuante, cumprimento da meta de superávit fiscal e da meta deinflação).

“A retomada do tripé macroeconômico é algo bem visto pelos investidores e, se isso se concretizar, o real tem espaço para se apreciar”, afirma Kawall. Para ele, o fato de o candidato tucano ter alguns nomes da equipe econômica já definidos pode levar o governo a dar mais clareza sobre a sua proposta de política econômica em eventual segundo mandato. Por enquanto, Dilma sinalizou apenas uma troca de comando no Ministério da Fazenda em eventual segundo governo.

Desde 2002, quando o dólar chegou a quase R$ 4, com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silvapara presidente da República, o mercado financeiro não era tão influenciado pelo cenário eleitoral.

Após um período de euforia com a arrancada de Marina na corrida eleitoral, após a morte deEduardo Campos em 13 de agosto, a tensão voltou ao mercado desde meados de setembro com o crescimento de Dilma nas últimas pesquisas de intenção de voto.

Depois de atingir o pico no ano de 61.895 pontos, em 2 de setembro, a bolsa brasileira voltou a recuar com o temor de reeleição do governo e manutenção da atual política econômica, criticada pelo intervencionismo no mercado e manobras fiscais. Já o dólar chegou a alcançar R$ 2,4912 em 2 de outubro, maior patamar desde 8 de dezembro de 2008, em plena crise financeira mundial.

Pimenta: Chegada de Gasoduto será o salto de desenvolvimento para Minas e o Triângulo

Pimenta da Veiga afirmou que em seu governo viabilizará ações para garantir novo salto de desenvolvimento regional no Triângulo.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta aposta em novo salto de desenvolvimento para Minas e o Triângulo com chegada do gasoduto

Ao lado de Aécio e Anastasia, candidato a governador afirma que vai construir o contorno das principais cidades e asfaltar estradas ligando regiões

O candidato a governador Pimenta da Veiga iniciou a última semana de campanha eleitoralcom uma visita a Uberlândia, no Triângulo Mineiro, onde chegou acompanhado dos candidatos a presidente Aécio Neves e a senador Antonio Anastasia. Ao desembarcar, Pimenta falou da satisfação de retornar a uma das cidades mais prósperas do país, que se tornou modelo para o Brasil em razão da diversidade da sua estrutura produtiva e afirmou que em seu governo viabilizará ações para garantir novo salto de desenvolvimento regional.

“É notável o que Uberlândia alcançou ao longo de sua história. E vamos trazer uma nova matriz de desenvolvimento para Uberlândia, para o Triângulo inteiro, especialmente para Uberlândia, com o gasoduto. Nós vamos disponibilizar aqui um insumo industrial de grande importância e uma matriz energética de alto poder competitivo”, garantiu.

A implantação do gasoduto do Triângulo Mineiro foi negociada pelo Governo de Minas com a União na gestão de Antonio Anastasia. Partindo de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o gasoduto percorrerá 457 quilômetros até Uberaba e terá capacidade inicial para transportar 3 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural, combustível suficiente para abastecer a fábrica de amônia da Petrobras, em implantação em Uberaba, além de outros empreendimentos industriais na região.

Pimenta da Veiga apontou outras prioridades para alavancar o desenvolvimento regional na área da infraestrutura viária e da mobilidade urbana. “Vamos terminar todas as estradas e rodovias que estão em obras e vamos ligar agora regiões. Portanto, além de ligar uma cidade a outra, vamos ligar regiões e vamos também fazer contornos das principais cidades do Triângulo para que o trânsito de passagem não prejudique a vida urbana”, ressaltou. “A estrada de Campo Florido está em obra e nós vamos conclui-la sem nenhuma dúvida. Essa é uma das estradas a qual me referi”, completou.

Na área da segurança públicaPimenta reiterou o compromisso de investir em tecnologia de ponta para melhorar o desempenho das polícias. “Vamos fazer uma grande revisão no sistema de segurança para adotar, sobretudo, tecnologia, de modo que o policiamento ostensivo fique mais eficiente. A tecnologia dá um enorme avanço na eficiência do sistema de segurança. Por exemplo, o Olho Vivo, que é uma ajuda extraordinária para a constatação de crimes, para a prevenção também. Tem o Fica Vivo, que ajuda a juventude a não delinquir. Portanto, é um conjunto de ações que vamos fazer”, afirmou.

Não à corrupção   

Os candidatos da Coligação Todos por Minas participaram de uma grande carreata pelas ruas centrais de Uberlândia, que saiu da Avenida Floriano Peixoto e seguiu até a Rua Professor Pedro Bernardo. Durante todo o trajeto, receberam cumprimentos e manifestações de apoio. Aécio Neves agradeceu a recepção calorosa e reiterou que forma, ao lado dePimenta e Anastasia, o melhor time para governar o país.

“De Uberlândia, por sua representatividade, pela sua importância econômica, cultural, eu faço uma convocação aos mineiros e à mineiras para que nós nos levantemos para, em primeiro lugar, dizermos não à corrupção no governo federal e não à corrupção que nós não queremos que venha para Minas Gerais. Para dizermos sim a um grupo político honrado, experiente, qualificado que tem a liderá-lo nesse momento em Minas Gerais Pimenta da Veiga como nosso candidato a governador”, afirmou.

Em Patrocínio, Pimenta vai ampliar agronegócio no Alto Paranaíba

“Queremos desenvolver de todos os modos, por exemplo, na parte de crédito, na parte tributária, e no apoio político”, afirmou Pimenta.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga quer ampliar agronegócio no Alto Parnaíba

Candidato a governador pelo PSDB visitou Patrocínio e Patos de Minas, além de João Pinheiro, localizada no Noroeste do Estado

O fortalecimento da atividade agropecuária e da agroindústria do Alto Paranaíba foi o principal compromisso assumido pelo candidato a governador Pimenta da Veiga durante visita, nesta quinta-feira (25/09), ao município de Patrocínio. “É uma vocação natural da região e que nós queremos desenvolver de todos os modos, por exemplo, na parte de crédito, na parte tributária, e no apoio político”, afirmou ao destacar que o foco de seu governo será o crescimento econômico para assegurar a geração de emprego e renda para os mineiros.

Pimenta da Veiga também destacou ações que desenvolverá em Patrocínio nas áreas de infraestrutura e saúde, caso seja eleito. “Vamos modernizar a estrada estadual de Patrocínio a Ibiá, fazendo, inclusive, os trevos necessários. E vamos também, na área da saúde, equipar o Pronto Socorro, colocá-lo em pleno funcionamento”, assegurou. O Governo de Minas já garantiu a liberação de R$ 14 milhões para a construção da nova sede do Pronto Socorro Municipal de Patrocínio.

Pimenta chegou à cidade acompanhado do candidato a senador Antonio Anastasia e movimentou o centro comercial ao participar de carreata, que saiu do aeroporto e seguiu até a Avenida Rio Branco. Depois, os candidatos seguiram a pé, cumprimentando e conversando com moradores, comerciantes e estudantes.

Nova escola

Antes de Patrocínio, Pimenta e Anastasia cumpriram agenda de campanha em João Pinheiro, no Noroeste do Estado, onde apresentaram propostas para que o ensino público em Minas avance ainda mais. Pimenta afirmou que destinará recursos para a construção de nova sede para a Escola Estadual Maria José de Paula, uma das mais tradicionais de João Pinheiro.

“Acabei de firmar aqui um compromisso com o prefeito – para substituirmos uma escola, a Escola Maria José de Paula, que precisa de uma ampla reforma e fica num lote pequeno. E o prefeito Carlos Gonçalves está informando que está doando para o Governo do Estado um lote bem maior, de 5 mil metros, onde haveremos de construir uma escola muito superior a atual. Quem sabe a primeira escola construída em Minas Gerais para adotar o ensino integral”, disse ele.

Uma das primeiras iniciativas de Pimenta da Veiga ao assumir o Governo de Minas será enviar projeto de lei à Assembleia Legislativa do Estado determinando que todas as novas escolas construídas em Minas sejam preparadas para o ensino integral. Segundo Pimenta, ampliar o horário escolar representa oportunidade não apenas de avançar na qualidade do ensino, mas também de afastar os jovens da criminalidade e dar tranquilidade aos pais.

Mais emprego

Já em Patos de Minas, onde esteve no fim da tarde, Pimenta da Veiga reiterou seu compromisso com o desenvolvimento social e econômico do Alto Paranaíba. “Estejam certos, no meu governo essa região vai ter um grande desenvolvimento econômico. Vamos aproveitar toda a potencialidade da região e transformá-la em produção, em emprego e renda. A grande questão para essa região é o desenvolvimento econômico para gerar renda privada e renda pública e, consequentemente, empregos”, disse.

Pimenta também voltou a comparar os governos do PSDB com as administrações petistas para reafirmar a confiança na vitória da sua candidatura nas eleições. “Tenho convicção de que pelas razões positivas do nosso lado e pelas razões negativas do lado do candidato do PT, que abandonou a éticas e está usando como arma apenas a mentira, nós vamos ter uma espetacular vitória em Minas. Todos sabem que em Minas nós ganhamos todas as últimas eleições e ganhamos sempre nos últimos dias e é isso que vai acontecer de novo”, concluiu.