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Anastasia quer Ministérios e Secretarias com perfis mais técnicos

Pela proposta, agentes públicos se tornarão inelegíveis para os cargos eletivos do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.

Para o senador, a inelegibilidade criará ambiente mais adequado para o exercício das funções técnicas e estratégicas na Administração Pública.

Fonte: PSDB

Anastasia quer Ministérios e Secretarias com perfis mais técnicos

Anastasia já conseguiu as assinaturas necessárias para apresentação da PEC. Agora, a matéria começará a tramitar na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Divulgação

Nova PEC de Anastasia proíbe secretários e ministros de se candidatarem ao Legislativo na legislatura subsequente

No momento em que o Congresso Nacional discute a reforma política, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) apresentou no Senado Federal Proposta de Emenda à Constituição (PEC 94/2015) que proíbe secretários e ministros de Estado, além de dirigentes da administração pública, de concorrerem a cargos no Legislativo na legislatura subsequente.

Pela proposta, que acrescenta novo parágrafo ao artigo 14 da Constituição Federal, os agentes públicos se tornarão inelegíveis para os cargos eletivos do Congresso Nacional (Senado eCâmara), das Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.

“Ministros e secretários são os responsáveis por ordenar despesas e movimentar créditos orçamentários. Ocorre que muitas vezes, se já pensando em uma futura eleição, alguns agentes públicos acabam comprometendo critérios técnicos da função para buscarem se viabilizar politicamente. Ao mesmo tempo, tornar esses agentes inelegíveis na próxima legislatura diminuirá a desincompatibilização, necessária para se concorrer aos cargos no legislativo, possibilitando a continuidade das políticas públicas planejadas”, afirma Anastasia.

Para o senador, a inelegibilidade criará ambiente mais adequado para o exercício das funções técnicas e estratégicas na Administração Pública. Anastasia já conseguiu as assinaturas necessárias para apresentação da PEC. Agora, a matéria começará a tramitar na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Se aprovada, seguirá também para apreciação da Câmara dos Deputados.

Aécio e Anastasia e os 10 anos do eficiente Choque de Gestão

Choque de Gestão: às inovações gerenciais e de gestão criadas em Minas permitiu sair do desequilíbrio fiscal para uma sólida condição financeira.

10 anos do Choque de Gestão

Fonte: Agência Minas 

Entre 2003 e 2012, o sistema de gestão implementado em Minas permitiu a efetivação de R$ 163 bilhões em investimentos públicos e privados em todas as regiões mineiras. Nos últimos anos, a gestão pública eficiente do Governo do Estado concentrou seus esforços para atrair empreendimentos da chamada “Nova Economia”, cujos principais insumos são o conhecimento e alta tecnologia. Entre os exemplos de empresas dessa área estão fábricas de helicópteros, locomotivas, insulina e semicondutores (chips eletrônicos), que já se instalaram ou estão em processo de instalação no Estado.

Devido às inovações gerenciais e de gestão implantadas, Minas saiu da situação de desequilíbrio fiscal registrado em 2003 para uma sólida condição financeira. Na última década, foi o Estado que mais ganhou participação no PIB nacional. Minas é também o segundo estado em geração de empregos e a Região Metropolitana de Belo Horizonte exibe a menor taxa de desemprego. Além disso, há vários anos, a balança comercial brasileira só alcança superávit graças ao bom desempenho das exportações mineiras.

A solidez financeira é atestada também pela boa avaliação da gestão administrativa recebida pelo Estado por parte das agências internacionais de risco. Em agosto deste ano, a Standard & Poor’s reafirmou os ratings de crédito em grau de investimento concedidos a Minas inicialmente em 2012.

Em outubro foi a vez Moody’s confirmar o rating do Estado. De acordo com a agência, essa classificação reflete o bom desempenho estadual, além do ambiente operacional estável. Entre os pontos positivos considerados no relatório da Moody’s, destacam-se a crescente e sólida fonte de arrecadação própria e uma base econômica diversificada, a manutenção da tendência dos saldos operacionais brutos e superávit financeiro, além de políticas e práticas de gestão claras.

Anastasia: gestão pública de Minas e destaque em Veja

Governador de Minas diz que quanto mais se reduz o peso da máquina, mais se pode fazer pela população.

Anastasia: Choque de Gestão dá resultado.

Fonte: Revista Veja

Antonio Anastasia é destaque nas páginas amarelas da Veja

Anastasia: Choque de Gestão dá resultado.

A política ainda é um território relativamente novo para Antonio Anastasia. Até 2003, ele era um técnico – e dos bons. Como secretário do governo de Aécio Neves, coordenou a implantação de um conjunto de medidas a cortar despesas e otimizar o funcionamento da máquina pública em Minas. O sucesso do projeto alçou-o a vice em 2006 e a sucessor de Aécio em 2010. Em junho, na onda de protestos que tomou o Brasil, Belo Horizonte foi cenário de manifestações violentas. A elas, Anastasia respondeu com a redução do número de secretarias e o corte de 1 bilhão de reais em despesas. O governador parte da lógica de que, quanto mais o governo diminuir o peso de sua máquina, mais poderá fazer pela populaçao. Choque de gestão, para ele, pode não dar votos, mas dá resultado.

O que as manifestações de junho ensinaram aos governantes?

Que eles precisam admitir que não entregam um produto de qualidade aos seus cidadãos e q rever seus padrões, metas e prioridades. A indignação com a qualidade dos serviços públicos é clara e justificável. Tirando algumas ilhas de excelência, não há nada no Brasil de padrão Fifa. Os manifestantes têm razão. Fomos desafiados a apresentar novas alternativas e prestar melhores serviços.

Que alternativas o seu governo já apresentou?

Aqui em Minas Gerais, reduzi o número de secretarias e de cargos de confiança. Os governos têm de entender que é preciso cortar os meios para manter os fins. A máquina pública brasileira é muito pesada. O entendimento deveria ser o de que, quanto mais o governo diminuir o tamanho de sua estrutura, mais poderá fazer pelo cidadão.

Mais o ritmo das mudanças parece não satisfazer as pessoas. Por quê?

Se dependesse dos manifestantes de junho, tudo seria mais rápido. Mas a burocracia e as instituições de controle da administração atrasam as respostas.

O senhor acha que há excesso de controle no Brasil?

Existe no país um culto ao controle, que é importante, já que há muitos desvios que precisam ser evitados e punidos. Mas o que acontece é que os bons acabam pagando pelos maus. O excesso de controle chegou a um ponto que atrofia as ações. Um exemplo claro é a dificuldade em socorrer desastres naturais, enchentes principalmente. No Japão, o modelo de recomposição de danos tem muito mais confiança nos gestores. No Brasil, como a regra é a desconfiança – e, lamentavelmente, em muitos casos essa desconfiança é procedente, nós nem conseguimos recuperar aquilo que é destruído. O ideal nessas situações seria fazer uma legislação de emergência e depois punir de maneira rigorosa aqueles que erram. Aqui, porém, as medidas são tomadas antecipadamente e paralisam a administração. Como consequência, muitas pessoas corretas, idôneas, começam a ficar temerosas e fogem da administração pública. No serviço público, vale aquela máxima de que “só não erra quem não faz”. Os funcionários acham melhor não fazer nada para não se comprometerem. E fica tudo travado.

A Polícia Militar de muitos Estados, inclusive de Minas Gerais, foi criticada por ter agido com excesso de truculência, no início das manifestações e depois por ter sido tolerante com o vandalismo. Como deve ser a ação policial nessas situações?

Há uma fábula muito repetida aqui que serve de ilustração para o dilema pelo qual passa a polícia. Um idoso, uma criança e um burro vão por uma estrada. Se o velho sobe com a criança no burro, é  acusado de maltratar o animal. Se fica só no lombo do burro e a criança vai a pé, ele é criticado por maus-tratos à criança. Se, enfim, vão os dois andando ao lado do animal, o velho é chamado de burro. Não há como agradar. É mais ou menos o que acontece com a  ação policial. Sempre vai aparecer alguém para criticar e dizer que ela deveria ter sido diferente. A orientação que damos à tropa é preservar a vida e o patrimônio público, evitando ao máximo o uso da força. O direito de manifestar-se é legítimo, desde que sejam respeitados o direito de ir e vir e o patrimônio. Mas é claro que não é fácil, no meio da confusão, separar o manifestante de bem dos vândalos.

O provável candidato do PSDB à Presidência será Aécio Neves, seu padrinho político e antecessor. Em que os onze anos de governo tucano em Minas podem lhe servir de vitrine?

Nós tivemos, nesses onze anos, evoluções notáveis em todos os segmentos. Os indicadores de educação de Minas são hoje os melhores do Brasil, mesmo em um Estado com muita desigualdade. Em saúde, estamos em primeiro lugar entre os estados do Sudeste. Melhoramos em infraestrutura física e a diversidade econômica. São dados positivos. Mais do que isso, o grande legado de nossa administração é o modelo de governança, o reconhecimento da meritocracia, a adoção de uma politica de resultados, o incentivo aos bons servidores e às boas práticas. Este é o nosso maior legado: mostrar como a administração pública pode ser séria, inovadora e eficiente.

choque de gestão tão apregoado em Minas rende votos?

Essa é uma grande discussão para os cientistas políticos. Gestão pública não é um tema popular, porque as pessoa na têm a exata dimensão do que significa. Mas ela é a precursora necessária para a melhora da educação, da saúde e da segurança. Sem uma boa gestão, ainda que tenhamos muitos recursos, não é possível fornecer um bom serviço. Levar isso ao conhecimento popular não é fácil. As pessoas, na maioria das vezes, buscam o resultado mais imediato. Mas me parece que, cada vez mais, a sociedade reconhece os governos sérios, que têm metas, se colocam de maneira transparente e apresentam resultados. A gestão pode não ser uma bandeira eleitoral para todo o segmento da população, mas é essencial para que uma administração obtenha bons resultados.

A grande bandeira eleitoral do PT é bem mais palpável: a inclusão social, que tem como marca o Bolsa Família. Qual é a sua opinião sobre programas desse tipo?

Eles são muito úteis, e a maioria teve origem no governo de Fernando Henrique Cardoso. Programa social não tem dono, é da própria sociedade. Não há possibilidade de um governo federal do PSDB acabar com esses programas. Nós vamos ampliá-los e aperfeiçoá-los.

Em relação ao governo federal, o senhor acha viável uma administração que tem 39 ministérios?

Essa questão do número de ministérios é simbólica, mas não tem tanta relevância. O problema não é o número de ministérios, mas o processo decisório. O governo federal não tem prioridades. É essencial que a forma de administração se modernize.

Na Presidência da República, o que o PSDB faria diferente do PT?

O primeiro compromisso nosso será com a eficiência e o bom resultado da administração pública. Vamos premiar a meritocracia e o adotar critérios para ampliar a eficiência dos servidores e do serviço público. Hoje, as nomeações são feitas por critérios políticos, servem para beneficiar amigos e atender a indicações partidárias. Essa é uma prática nociva à boa gestão e à democracia. Temos de trocá-la por critérios que valorizem os funcionários de carreira competentes e dedicados.

Há dois grandes problemas epidêmicos nas metrópoles brasileiras, um relacionado ao outro, a criminalidade e o crack. Como enfrentá-los?

Se você perguntar à população qual é a política pública que mais preocupa, a resposta majoritária será a saúde. A segurança vem depois, seguida pela educação. Agora, se a mesma pergunta for feita a governantes, não tenho dúvida que a resposta será a segurança. Porque a saúde é um problema grave, mas há um diagnóstico sobre como resolvê-lo. Se chegar dinheiro, os gestores saberão como gastá-lo, assim como ocorre na educação. Já a segurança é um problema que só vem piorando e ninguém sabe o que fazer. Há diagnósticos genéricos, como a necessidade de maior participação do governo federal no combate à criminalidade, e a integrar as forças de segurança nos Estados. Há a gravíssima questão das drogas, que são responsáveis por 60% a 70 de todos os homicídios. Mas ninguém sabe concretamente o que fazer para estancar essa hemorragia. É preciso um urgente e sobre-humano esforço nacional para tentar encontrar alternativas para enfrentar esse problema, que afeta todos os municípios, Estados e a União, de todos os partidos. Acredito também que seja necessário acabar com um certo culto à violência. Não se vive no Brasil de hoje em uma cultura de paz. Mas de violência.

O senhor defende a internação compulsória de dependentes químicos?

Quando o dependente corre risco de vida ou põe outras pessoas em risco, eu defendo essa internação, desde que autorizada pela Justiça.

O senhor defende a redução da maioridade penal?

A redução não resolve o problema da criminalidade. O mais adequado seria ter penas mais efetivas para os menores infratores. Na maioria dos países desenvolvidos, a maioridade também é aos 18 anos. A diferença é que as medidas são mais rígidas, e o cumprimento, efetivo. O problema no Brasil é a impunidade, não a maioridade.

O senhor diz que o governo federal precisa ter ousadia e criatividade para transferir aos Estados e municípios atribuições que hoje ele concentra. Mas é possível fazer isso sem repassar às administrações mais dinheiro?

Cada competência nova exige dinheiro novo para honrar os compromissos. Há no Brasil a tendência de concentração de recursos na União. As contribuições criadas na Constituição de 1988 não são compartilhadas e ganham cada vez mais peso. A grande fonte de arrecadação dos Estados, o ICMS, é um tributo sobre o consumo, muito suscetível à variação da atividade econômica. Os Estados não sabem quanto terão no caixa, e isso dificulta fazer um planejamento meticuloso.

Se nada mudar, os Estados poderão falir?

Não digo falir, a Lei de Responsabilidade Fiscal impede isso. O que pode haver é uma piora dos serviços prestados. É necessário discutir a questão da dívida dos Estados com a União. Quando ela foi renegociada, em 1997, a saída encontrada foi positiva. Mas, ao longo dos anos, virou uma perversidade, com juros muito altos. O Estado paga, paga, paga, e a dívida só aumenta. É como acontecia com aqueles financiamentos imobiliários do tempo do BNH. É um problema comum a prefeitos e governadores de todos os partidos. Ninguém tem mais dinheiro para investir.

Supremo Tribunal Federal deve julgar nos próximos meses o chamado mensalão mineiro, que envolve o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo. Esse caso pode provocar no PSDB o mesmo estrago que o mensalão mais famoso provocou no PT?

Teremos que respeitar as decisões do Supremo Tribunal Federal, que está fazendo um julgamento correto agora também o fará no caso que envolve o ex-governador Azeredo. Os efeitos políticos são relativos. Azeredo é uma pessoa de bem, e os dois casos não têm comparação – o mensalão petista foi muito grave. É difícil precisar qual será a repercussão política, mas sem dúvida poderá prejudicar o partido. Bom não é. Todo tipo de ação penal que envolve o seu partido não é positivo.

ex-governador José Serra defende a ideia de que o PSDB faça uma prévia entre ele e o senador Aécio Neves para definir o candidato do partido à Presidência. O senhor concorda com essa prévia?

Em 2009, fui a favor de que o partido fizesse uma prévia entre o Serra e o Aécio, que para mim já era o melhor candidato. Mas o Serra consolidou a candidatura e não houve necessidade de disputar preliminar. Agora, por coerência, não posso ser contra as prévias, mas a candidatura do Aécio já é uma realidade. O partido deveria ganhar tempo e pôr a campanha na rua em vez de se perder em disputas internas. Aécio Neves já conquistou a base e as lideranças do PSDB. Chegou a vez dele.

Governo Anastasia cria Comissão de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher

Gestão Eficiente: Governo de Minas lança comissão para enfrentamento à violência contra mulheres

Minas Gerais ganha, a partir desta segunda-feira (5), um novo instrumento para combate à violência doméstica e familia

Divulgação/Seds
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Onze instituições assinaram a resolução conjunta que cria a comissão

Nesta segunda-feira (5), 11 instituições assinaram uma resolução conjunta que cria a Comissão Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. O grupo irá sistematizar discussões e proposição de medidas que previnam e reprimam a violência de gênero no Estado.

A comissão é formada pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Secretaria de Estado de Educação (SEE), Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Assembleia Legislativa. “A proposta é fazer aquilo que é mais simples, que é dialogar. Propomos a articulação de todos os órgãos para tentar reverter o cenário perverso que é o do machismo”, explica a coordenadora de Políticas para Mulheres da Sedese, Eliana Piola.

O secretário-adjunto de Defesa Social, Denilson Feitoza, ressaltou que a violência contra a mulher tem várias vertentes, não só física. “A violência está debaixo dos nossos olhos e a gente só é capaz de enfrentar quando reconhece o problema”, alerta.

Antes da própria regulamentação da comissão, as instituições já iniciaram debates que renderam resultados práticos. Um deles é a decisão de reservar parte das tornozeleiras eletrônicas adquiridas pelo Estado para monitoramento de agressores enquadrados pela Lei Maria da Penha. A utilização do equipamento será definida pela Justiça e deverá ser iniciada até o final de 2012. O secretário Denilson Feitoza explicou que nos casos mais graves é possível que a vítima também tenha um dispositivo que anuncie a aproximação indevida.

Também foi discutido pelo grupo, entre outros pontos, o encaminhamento de agressores a grupos reflexivos do programa Central de Acompanhamento de Penas e Medidas Alternativas (Ceapa) e a inserção de um campo específico de violência doméstica no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds).

Para a defensora pública geral, Andrea Abritta Garzon Tonet, é fundamental que o Estado atue em rede para combater a violência contra a mulher. “Se as instituições estão unidas é porque, em pleno século XXI, a mulher ainda é vítima de violência doméstica. Precisamos comemorar, mas precisamos refletir porque o preconceito ainda é muito grande contra a mulher, contra os gays, contra raças. Essa é uma caminhada conjunta, em que homens e mulheres têm que se unir”, disse.

Dados

Um grupo formado a partir da comissão e coordenado pela delegada Kelly de Fátima Fonseca realizou um estudo dos dados de violência doméstica e familiar contra a mulher na Região Metropolitana de Belo Horizonte no primeiro semestre de 2012. Os crimes utilizados no diagnóstico são aqueles previstos na Lei Maria da Penha: violências física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.

No primeiro semestre, houve, na Região Metropolitana, 3.329 casos de violência física contra mulheres, 3.364 casos de violência psicológica, 71 de violência sexual, 286 de violência patrimonial e 89 de violência moral. “A chance de uma mulher sofrer violência física no ambiente doméstico e familiar é muito superior à dos homens”, avalia o secretário Denilson Feitoza.

Em 34% dos casos de violência, o relacionamento entre a vítima e o agressor era de cônjuge e companheiro. Em 25% de ex-cônjuge e companheiro. Casos de violência entre irmãos foram responsáveis por 9% do total, enquanto aqueles entre filhos e enteados ficaram com 8%. Em 7% dos casos a violência foi cometida por namorados e em 6% por pais ou responsáveis legais. Por fim, outros parentescos e outros relacionamentos foram responsáveis por 8% e 3% dos casos, respectivamente.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-lanca-comissao-para-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres/

Copa 2014: Alpinistas trabalham no Mineirão

Copa 2014: Um grupo de 20 especialistas trabalha a uma altura de cerca de 40 metros com vários equipamentos de segurança para montar a cobertura do estádio

Sylvio Coutinho
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Cada membrana tem 2,20 metros de largura por 6 metros de comprimento

Sylvio Coutinho
Vinte profissionais montam a membrana auto-limpante sobre a estrutura metálica
Vinte profissionais montam a membrana auto-limpante sobre a estrutura metálica

Um time de alpinistas industriais entrou em campo no Mineirão para dar continuidade à instalação da cobertura do estádio. Eles fazem parte do grupo de 20 profissionais que estão montando a membrana auto-limpante sobre a estrutura metálica. O material, feito de dióxido de titânio, permite passagem de luz natural e oferece resistência contra intempéries.

O alpinismo industrial é uma técnica de trabalho em altura com uso de corda e equipamentos específicos de descida e ascensão a locais de acesso limitado. A atividade visa à segurança e qualidade do serviço, sem relação com a busca por aventura dos praticantes da prática esportiva homônima. “São profissionais devidamente treinados que vão realizar o trabalho com segurança e mobilidade, uma vez que dispensa andaimes e proporciona deslocamento com agilidade sobre a área”, explica Severiano Braga, gerente de operações da Minas Arena, empresa responsável pelas obras de modernização do estádio.

O grupo trabalha a uma altura de cerca de 40 metros com vários equipamentos de segurança, como capacete, cinto de segurança, cordas, talabartes, trava-quedas, freios, descensores, conjunto de ascensores (peitoral e punho) e mosquetões. O conjunto completo de segurança chega a pesar até 12 quilos. Entre os alpinistas, há cinco argentinos.

“Estou nessa área há 6 anos. Já trabalhei no estádio de La Plata, na Argentina, na instalação de membranas parecidas com essas do Mineirão. Gosto muito da profissão, pois comecei com escaladas nas montanhas de meu país e passei a fazer o alpinismo industrial. Já trabalhei em prédios e em instalação de antenas, ficando a mais de 120 metros de altura. A convivência com os brasileiros tem sido ótima, ainda mais que estamos ajudando muito no crescimento desse tipo de serviço no Brasil”, diz Mauro Cappelletti, alpinista industrial, de Buenos Aires.

Jackson Furlan, coordenador do grupo de alpinistas industriais, já trabalhou com instalação de membranas em cobertura de seis estádios do mundo. “Trabalhei nos Estados Unidos, Argentina e África do Sul. Agora, trabalhar no meu país, tem um gosto especial, é uma experiência interessante. Os argentinos estão conosco pela experiência que eles têm na instalação das membranas no estádio de La Plata. Além disso, eles ajudam a qualificar a mão de obra brasileira”, conta.

Cada membrana tem 2,20 metros de largura por 6 metros de comprimento. No total, são 13 mil m2 de material com peso de 17 mil quilos. Serão instaladas sem que qualquer profissional esteja pendurado. Eles vão manejar o material a partir das passarelas laterais montadas na cobertura metálica. Normalmente, trabalham em dupla com rigorosa orientação prévia ao serviço.

A cobertura atual foi expandida em 26 metros com a instalação das treliças para proteger os assentos mais próximos ao gramado. Cerca de 500 peças totalizam aproximadamente mil toneladas. As treliças, fabricadas em São Paulo, são empregadas também no estádio de Durban, África do Sul, e em outros de futebol americano dos EUA.

Para o secretário interino de Estado Extraordinário da Copa (Secopa), Fuad Noman, a instalação da membrana da cobertura representa um marco histórico na reconstrução do estádio. “Essa colossal estrutura vai proporcionar mais segurança e conforto ao torcedor, que terá um estádio remodelado com vocação para ainda uma grande atração turística”, conclui Fuad.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alpinistas-industriais-trabalham-na-expansao-da-cobertura-do-mineirao/

Governo Anastasia: Rede Minas vai integrar programação da Copa 2014

Governo Anastasia: A emissora recebeu a chancela do Governo Federal e divulgará o patrimônio mineiro, como sua cultura e gastronomia, por meio do projeto Riquezas de Minas.

Glauber Queiroz
Rede Minas recebe a Chancela do Plano de Promoção do Brasil para a Copa do Mundo 2014
Rede Minas recebe a Chancela do Plano de Promoção do Brasil para a Copa do Mundo 2014

A Rede Minas de Televisão recebeu, no dia 27 de setembro, a Chancela do Plano de Promoção do Brasil para a Copa do Mundo FIFA 2014, necessária para integrar a programação oficial do Governo Federal para a realização do Mundial. Com o projeto Riquezas de Minas, a emissora espera divulgar o patrimônio material e imaterial de Minas Gerais, sua gastronomia, importantes monumentos e manifestações culturais e artísticas do Estado.

Os conteúdos relacionados à cultura de Minas Gerais serão mapeados a partir do material já produzido para os programas da Rede Minas, a exemplo do programa Bem Cultural, voltado para a área do patrimônio, e Trilhas do Sabor, direcionado à gastronomia mineira. A série intitulada Riquezas de Minas será composta de quatro vídeos mensais de até dois minutos de duração. Ao todo, serão 48 vídeos produzidos durante a vigência do projeto que serão veiculados na interprogramação da Rede Minas, bem como em um portal na internet e nas redes sociais Facebook e YouTube.

O propósito do projeto é estimular o interesse dos turistas brasileiros e estrangeiros para conhecerem as peculiaridades culturais de Minas, reforçando a imagem positiva do Estado, da cultura e do povo mineiro, bem como do país. Nesse sentido, as ações pretendem apresentar, para além dos estádios de futebol e sedes dos principais clubes de Belo Horizonte, quais são os principais atrativos culturais que o turista, seja brasileiro ou que virá de outros países, poderá desfrutar por aqui.

Rafael Portugal, gerente de Marketing da Rede Minas, esteve presente à cerimônia, realizada ontem, em Brasília, recebendo a Chancela do “Riquezas de Minas” das mãos do ministro do Esporte, Aldo Rebelo. “Esperamos que o projeto possa gerar impactos positivos, promovendo a visibilidade da cultura e das cidades mineiras e que despertem, junto aos turistas e nos próprios moradores, o desejo por conhecer e valorizar a cultura, a gastronomia, os lugares e os saberes dos mineiros”, frisa Rafael Portugal.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/rede-minas-vai-integrar-programacao-da-copa-com-serie-de-programas-que-promovem-o-turismo/

Gestão Anastasia: Minas atrai trabalhadores estrangeiros

Gestão Anastasia: reportagem destaca Minas como local de boas oportunidades para imigrantes

Gestão Anastasia: Governo de Minas

Fonte: Agência Minas

Segundo o jornal Hoje em Dia, só nos primeiros seis meses deste ano, 1.338 autorizações de trabalho foram concedidas para estrangeiros

Minas Gerais é o quarto estado mais procurado por estrangeiros em busca de emprego, o motivo da escolha do local é a estabilidade oferecida no Estado, segundo afirmou uma reportagem do jornal Hoje em Dia publicada no domingo (26).

Só no primeiro semestre, 1.338 autorizações de trabalho foram concedidas para imigrantes. Desse total, 170 foram destinadas a trabalhadores com vínculos empregatícios e 1.106 destinadas a artistas, desportistas ou trabalhadores provisórios.

As outras autorizações, a minoria, foram concedidas a investidores e grupos não classificados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Leia abaixo a matéria completa.

Gestão Anastasia – Link da matéria: http://antonioanastasia.wordpress.com/2012/08/28/gestao-anastasia-reportagem-destaca-minas-como-local-de-boas-oportunidades-para-imigrantes/