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Aécio cresce em todos os cenários, mostra pesquisa Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nessa terça-feira confirmou a chegada da “Onda da Razão” na campanha eleitoral para a Presidência da República.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

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Ibope confirma Onda da Razão e Aécio sobe em todos cenários

Pesquisa divulgada pela TV Globo e o jornal O Estado de S.Paulo mostra que Aécio avança quatro pontos no primeiro turno. Candidato também cresce no segundo turno

Pesquisa Ibope divulgada nessa terça-feira (16/09) confirmou a chegada da “Onda da Razão” na campanha eleitoral para a Presidência da República, com o crescimento das intenções de voto no candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, em todos os cenários analisados de primeiro e segundo turnos.

Aécio subiu quatro pontos percentuais, de 15% para 19%, num intervalo de apenas quatro dias entre as pesquisas divulgadas pelo instituto. As candidatas do PTDilma Rousseff, e do PSB, Marina Silva, caíram nas intenções de voto.

Aécio reafirmou confiar na vitória e destacou que, neste momento da campanha, a população passa a prestar mais atenção ao que é defendido por cada candidato.

“É uma demonstração clara de que chegou a Onda da Razão. Os eleitores começaram a prestar mais atenção às propostas dos candidatos e ver quem tem melhores ideias para o Brasil, sem improviso ou um modelo que fracassou. Tenho convocação de que estarei no segundo turno e vencerei a eleição. Vamos usar a emoção para a Onda da Razão”, disseAécio.

Segundo turno

No levantamento de segundo turnoAécio também cresceu quatro pontos e agora aparece com 37% da preferência do eleitorado. Na simulação de segundo turno contra Marina SilvaAécio avançou 3 pontos, para 30%. A exemplo do que aconteceu no primeiro turno, as duas candidatas também caíram nas intenções de voto.

A pesquisa também mostrou que Aécio melhorou o desempenho em todas as regiões do Brasil. No Sul, ele aparece com 23%, situação de empate técnico com a candidata Marina Silva.

Ibope ouviu 3.010 pessoas entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

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Eleições 2014: Armínio Fraga será ministro da Fazenda, caso Aécio seja eleito

Armínio Fraga: “Estamos assumindo o compromisso de ter metas bem definidas, calculadas de maneira transparente, sem uso de artifícios.”

Entrevista com Armínio Fraga

Fonte: O Estado de S.Paulo

Armínio Fraga aposta em responsabilidade fiscal para reduzir ‘nível de incerteza’ do País

Nome de economista foi anunciado pelo candidato Aécio Neves para assumir Ministério da Fazenda em caso de vitória

Enquanto a candidata Marina Silva (PSB) gera dúvidas sobre a condição de sua eventual política econômica, o concorrente ao Planalto do PSDBAécio Neves, anunciou na noite desta terça-feira, 26, que, se eleito, o economista Armínio Fraga será seu ministro da Fazenda. A ideia é se diferenciar da adversária e passar um clima de previsibilidade ao mercado. O ex-presidente do Banco Central falou nesta quarta, 27, ao Estado e reafirmou sua política ortodoxa – no início do ano, chegou a dizer que o salário mínimo do Brasil havia subido demais. Nesta entrevista, disse que a responsabilidade fiscal é compromisso dos tucanos para reduzir “o nível de incerteza” no País.

O que haverá no seu ministério da Fazenda que não existe na pasta atualmente?

Um compromisso firme com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa foi uma grande conquista que não aconteceu da noite para o dia, mas que foi cristalizada na Lei de Responsabilidade Fiscal. Com certeza, nós estamos assumindo o compromisso de ter metas bem definidas, calculadas de maneira transparente, sem uso de artifícios ou de despesas não recorrentes. De forma que isso dê tranquilidade para que as pessoas aqui no Brasil reduzam o nível de incerteza e que isso ajude a construir as condições para termos no País uma taxa de juros mais normal e para valer, de maneira sustentável, não voluntarista. Isso contribuiria muito para fazer essa economia funcionar melhor.

O tema da transparência também é muito importante. Precisamos ter o orçamento que seja um só. Que não tenhamos orçamentos espalhados por outras áreas de governo, como em bancos públicos. Que ele seja computado de uma forma que cumpra com seu papel político e democrático. Ser um fórum – e apenas um – de discussão da sociedade, sobre o que fazer com os recursos. Isso dá a eficiência do ponto de vista econômico e dá também uma melhor governança para o País.

Com o que o senhor se compromete, o que não terá no seu ministério?

Falta de transparência, criatividade contábil, decisões que propõem muito peso no curto prazo em detrimento do bem maior a médio e longo prazo. Um exemplo que vem acontecendo é desenhar os leilões de concessões de uma forma para maximizar receita em vez de ter uma visão mais completa de longo prazo. É preciso observar a eficiência do preço na economia como um todo e, obviamente, também em relação ao que é bom para o consumidor.

Há uma crítica de que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não teria autonomia suficiente para conduzir a pasta por causa da ascendência da presidente Dilma Rousseff sobre o ministério. Em um eventual governo Aécio o senhor como ministro teria mais liberdade para trabalhar?

Todos os ministros se reportam ao presidente, trabalhando com aquilo que ele determinar. No dia a dia da gestão do ministério haveria, sim, independência, mas muitas das decisões são de natureza política. É evidente que o presidente definiria quais seriam as metas, como por exemplo de superávit primário e outras mais qualitativas, como dereforma tributária. Caberia ao Ministério da Fazenda tratar de atingir essas metas. É um aspecto absolutamente central de uma democracia que o orçamento seja discutido dentro do Executivo e do Legislativo também. O Ministério da Fazenda faz muitas outras coisas, como agenda de reformas microeconômicas importantes para o crescimento. Elas seriam conduzidas pela Fazenda e também com outros ministérios. Como por exemplo, temas do mundo do crédito, várias dimensões do custo Brasil, itens da infraestrutura, mercado de capitais, etc.

Como o senhor escalaria a sua equipe no Ministério da Fazenda?

Vamos ter gente com experiência de fato comprovada em várias dessas áreas que são notoriamente difíceis, como Tesouro, área internacional, áreas de política econômica. Precisamos ter pessoas com competência, energia e com um alinhamento de visão do mundo, uma visão moderna, século 21. Além da experiência, trazer pessoas mais jovens. Tem muita gente na faixa dos 30 e dos 40 anos que traz energia, uma perene abertura para ideias novas. Estou em contato com gente que quer colaborar, não só com sugestões, mas que quer arregaçar as mangas e ir para Brasília.

Como seria a política do salário mínimo do governo Aécio?

A política de aumento real do mínimo continua (com o atual modelo, que leva em conta o PIB). São palavras do próprio Aécio.

#VempraUrna: Aécio fala sobre a importância do voto em vídeo

Aécio divulgou neste sábado o primeiro vídeo da campanha que intensificará, nas redes sociais, contra os votos nulos, brancos e abstenções.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Aécio lança vídeo contra votos nulos, brancos e abstenções

Tucano diz em gravação que ninguém aguenta mais esperar pelas melhorias que jamais se concretizaram

campanha do candidato do PSDB a presidente, Aécio Neves, divulgou neste sábado o primeiro vídeo da campanha que intensificará, nas redes sociais, contra os votos nulosbrancos e abstenções. O lançamento da campanha foi feito pelo próprio candidato, mas ele não pede voto para ele. Sem mencionar os protestos de julho passado, o tucano diz que tem muita gente no Brasil que está cansado da política e tem muitos motivos para isso, mas não ir votar significa contribuir para deixar tudo como está.

Sem mencionar a presidente Dilma Rousseff, que anunciou três pacotes para responder aos protestos do ano passado, Aécio diz no vídeo que ninguém aguenta mais, por exemplo, esperar pelas melhorias que jamais chegam, mas resolver não votar não é a solução e aí é que nada vai mudar mesmo.

campanha da candidatura de Aécio pretende reforçar propagandas do Tribunal Superior Eleitoral com o mote “Vem pra urna”. Com cerca de 30% dos 145 milhões de eleitores ainda sem candidato atualmente, a campanha do PSDB pretende impedir que a presidente Dilma Rousseff se eleja no primeiro turno e se repitam situações como a de 2010, em que a petista foi eleita com apenas 55.7 milhões dos 135 milhões de eleitores aptos a votar , ou de 2006, quando Fernando Gabeira perdeu para os votos brancosnulos e abstenções na eleição para governador do Rio de Janeiro.

“O importante é que você vote, que sua voz seja ouvida qualquer que seja ela. O que importa é você ir para as urnas para fazer a diferença. Porque política é igual televisão sem controle remoto. Se você não se levantar para mudar, vai continuar assistindo aquilo que não quer mais”, diz Aécio ao final do vídeo já exibido em sua página no Facebook e que já tinha, agora a tarde, 1.728 compartilhamentos.

As peças publicitárias serão veiculadas no twitter Facebook, blogs de aliados e militantes da candidatura de Aécio. São vídeos com jingles em ritmo de rock, samba, forró e xote. O material gráfico, cartoons, descansos de tela, template, panfletos vão ser entregues a candidatos em todo País para distribuição em caminhadas, carreatas e comícios.

— Vamos chamar os indecisos para irem às urnas, não para votar em mim, mas para praticar o voto consciente — disse Aécio ao GLOBO.

Na campanha do TSE, lançada pelo ex-presidente Marco Aurélio Mello, uma das estrelas é o cantor baiano Carlinhos Brown, que diz: “ê ê ê eu sou brasileiro e mando um beijo pra você! Vem pra una!” Uma das músicas da campanha tucana diz: vem pra urna pra fazer a diferença, que mudança não acontece com indiferença”.

Enquanto Aécio se preocupa em reduzir o número de abstenções, integrantes da campanha petista, ao contrário, avaliam que Dilma se beneficiaria com o alto número de votos nulos, brancos e ausências. Uma montagem que vem sendo veiculada nas redes sociais contra o voto nulo e branco traz no título: “você sabia que em 2010 a maioria dos brasileiros não votou em Dilma?”.

A peça traz os números da eleição em que 135 milhões de eleitores estavam inscritos, mas Dilma teve 55.7 milhões, José Serra (PSDB) teve 43.7 milhões, nulos 4.6 milhões, brancos 2.4 milhões e 29.1 milhões de abstenções. “ 80.050 milhões não votaram em Dilma, entendeu a importância de votar?” diz a peça.

— Quanto mais gente votar, pior para Dilma. O Governo não tem interesse em que diminua o percentual de brancos e nulos. Em 2010 ela foi eleita pelos votos brancos, nulos e abstenções. Quem não vota está contribuindo para deixar tudo como está — explica um dos coordenadores da campanha.

Eleições 2014: Aécio na campanha contra brancos e nulos

Aécio Neves vai anunciar na semana que vem sua adesão ao movimento #VempraUrna, uma campanha oficial do TSE.

Eleições 2014

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio vai lançar campanha contra votos nulos e abstenções

Ideia do candidato do PSDB é forçar segundo turno nas eleições de outubro impedindo reeleição de Dilma Rousseff no primeiro pleito

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves (PSDB), vai anunciar na semana que vem sua adesão ao movimento #VempraUrna, uma campanha oficial do Tribunal Superior Eleitoral. O comando da candidatura do tucano avalia que as altas taxas de intenções de votos nulos e brancos nas pesquisas e as abstenções podem favorecer a reeleição da presidente Dilma Rousseff no primeiro turno.

Em um vídeo que será veiculado nas redes sociais de Aécio, o candidato vai comunicar seu apoio à campanha do TSE. Ao mesmo tempo, o PSDB passará a divulgar gravações produzidas pela equipe de marketing da candidatura tucana que fazem alusão à campanha oficial do tribunal. A peça partidária, porém, inclui sutilmente a ideia de “mudança”, jamais contemplada na publicidade oficial da Justiça Eleitoral.

Em um dos vídeos, o jingle diz: “Vem pra urna pra fazer a diferença, que mudança não acontece com indiferença” e “vem, Brasil, que esse país é cheio de beleza, que a gente não merece ter tristeza”.

O objetivo é tentar convencer o eleitor que está descrente da política. Conforme a mais recente pesquisa Ibope sobre a corrida presidencial, 25% dos eleitores não têm candidato ou pretendem votar nulo ou em branco. Em julho de 2010, também a pouco mais de três meses das eleições, essa taxa era bem menor, de 19%, de acordo com levantamento do mesmo instituto.

Desconhecimento. Tucanos atribuem o fato ao desinteresse por eleição especialmente dos jovens entre 16 e 24 anos e à chamada taxa de desconhecimento dos presidenciáveis de oposição. Se houver uma redução das taxas de abstenção e de votos nulos e brancos, a campanha do PSDB acredita que Aécio e outros oposicionistas serão os beneficiados, reforçando a possibilidade de segundo turno na disputa presidencial.

No cenário de um 2.º turno entre Dilma e o tucano da mais recente pesquisa do Ibope, Aécio aparece com 33% das intenções de voto. A presidente tem 41%. No cenário do 1.º turno, Dilma tem 38% contra 22% do tucano.

No material produzido pela equipe do presidenciável do PSDB não haverá nenhuma referência a candidatos ou a partidos políticos, dando um caráter suprapartidário.

Aécio não vai aparecer nos materiais de divulgação e sua participação ficará restrita ao vídeo em que vai dizer publicamente que apoia a ação.

Estão sendo produzidos videoclipes em ritmo de rock, samba, forró e xote. Além de jingle, cartoon, descanso de tela, template, panfletos e outros materiais gráficos, que serão distribuídos por militantes tucanos, entre blogueiros, nas redes do partido e para quem mais quiser ajudar a divulgar a ideia.

A abstenção é outro fator determinante para que o candidato concentre o esforço de seus marqueteiros nesta ação eleitoral. Em 1998, o índice foi de 21,5%. No pleito de 2002, foi de 17,7%. Em 2006 o número atingiu 16,7%. E em 2010 a taxa de faltosos voltou a crescer, atingindo 18,1%.

Rede social. Os vídeos não deverão ser veiculados no programa eleitoral gratuito de Aécio no rádio e na TV. A aposta é na divulgação por meio da página do Facebook da campanha. A página do candidato na rede social acaba de atingir 1 milhão de seguidores. O número foi comemorado pelo marketing do PSDB, mas internamente admite-se que a plataforma ainda está longe de obter protagonismo na campanha, pois o Brasil possui 142,8 milhões de eleitores, segundo o TSE.

Aécio propostas: diálogo permanente com setor produtivo

Propostas: Aécio disse que pretende ampliar o volume de investimentos na economia brasileira, dos atuais 18% para 24% do PIB.

Eleições 2014: Aécio propostas

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves propõe mais investimento e diálogo permanente com setor produtivo

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, anunciou durante encontro com representantes do setor industrial promovido pela Confederação Nacional da Indústria, em Brasília (DF), que pretende ampliar o volume de investimentos na economia brasileira, dos atuais 18% para 24% do Produto Interno Bruto (PIB).

“Salta aos olhos a necessidade de avançarmos na nossa taxa de investimentos. A meta é que possamos até o final de 2018 saltar do patamar de 18% do PIB para 24%”, ressaltou.

O candidato afirmou que adotará um conjunto de medidas para a retomada da competitividade das empresas brasileiras, com base em seis vetores: qualidade da educaçãoinvestimento em infraestrutura, redução na taxa de jurosdesvalorização do câmbiosimplificação do sistema tributário e maior integração do Brasil com o mundo.

“A busca da competitividade deve ser tratada como uma obsessão absoluta pelo próximo governo”, afirmou ao expor suas propostas aos representantes do setor industrial presentes ao encontro.

Compromissos

Outro compromisso assumido pelo candidato é a apresentação ao Congresso de proposta de simplificação do sistema tributário. “É preciso que o Brasil tenha liderança. Não vai me faltar coragem desde o primeiro dia de governo para tomar as medidas necessárias para que o Brasil encerre esse ciclo perverso e possa apontar para um longo ciclo decrescimento sustentável, de geração de renda e de desenvolvimento social”, destacou.

Aécio prometeu diálogo com o setor produtivo e pregou fiscalização pelo mercado para obtenção dessa meta. “No meu governo, teremos diálogo permanente com o setor produtivo.”

O candidato foi aplaudido em vários momentos, entre os quais quando defendeu “o realinhamento da nossa política externa a uma agenda comercial e não ideológica” e ao lamentar o índice de 7% de inflação e 1% de crescimento econômico, numa referência ao placar de 7 a 1 da partida entre Brasil e Alemanha, na Copa do Mundo. “Esse placar de 7 a 1 foi muito triste, principalmente por ter sido [em um jogo] em Minas Gerais, mas isso é o que menos me preocupa. O que me preocupa são 7% de inflação e 1% de crescimento.”

Política externa

Aécio defendeu ainda uma visão comercial da política externa. Para ele, a ampliação das relações comerciais deve ser o objetivo de todos os governos, visto que o assunto é interesse de Estado, independentemente de preferências ideológica. “Comércio e política partidária não se misturam ou quando se misturam dá errado”, afirmou. “Lamentavelmente, o Brasil optou por alinhamento ideológico de sua política externa”, afirmou ele.

Aécio defendeu maior entendimento do Brasil com a União Europeia e com os Estados Unidos e mudança no tratado do Mercosul. “O Mercosul hoje vem nos amarrando. Quem sabe a sua transformação de união aduaneira, que é hoje, para uma área de livre comércio nos permita uma flexibilização maior para formatarmos acordos com outras regiões do mundo.”

CNI entregou a três candidatos à Presidência da República ouvidos nessa quarta-feira (30) um documento com 42 propostas do setor industrial para o próximo governo. Após 30 minutos de exposição, Aécio Neves respondeu a perguntas de quatro integrantes da entidade. As indagações foram relacionadas a política externareforma tributária e carência de infraestrutura.

Regras claras

Aécio Neves foi aplaudido quando defendeu a redução à metade da estrutura ministerial, que considerou “anacrônica”. Retomou o tema em entrevista coletiva imediatamente após o encontro.

“No primeiro dia do governo, já teremos algo como metade dos atuais ministérios. Isso não quer dizer que as políticas públicas deixem de ser executadas. Pelo contrário. Vou estabelecer a racionalidade no Estado brasileiro.” Ele prometeu ambiente seguro para investimento, com regras claras. “A estabilidade macroeconômica precisa ser resgatada.” Por fim, defendeu o “resgate das agências reguladoras como instrumento do Estado brasileiro, sem o aparelhamento a que foram submetidas”.

“Todos sabemos que, na economia, a previsibilidade é fundamental. A realidade nua e crua é que o atual governo falhou na condução da economia, na gestão do Estado brasileiro, que se transformou em um grande cemitério de obras inacabadas, como se isso fosse razoável, e falhou também na melhoria dos nossos indicadores sociais.”

Para reverter esse cenário, o candidato afirmou que o seu governo representará um novo ciclo de desenvolvimento.
De acordo com Aécio, uma sucessão de erros cometidos pelos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, do PT, minou a confiança no país.

Eleições 2014: investimentos terão elevação de 18% para 24% do PIB, propõe Aécio

“O governo falhou. Falhou na economia. Falhou na gestão do Estado, que se transformou em um grande cemitério de obras inacabadas”, disse.

Eleições 2014

Fonte: Correio Braziliense 

Aécio afirma que o PT falhou no governo e promete reforma tributária

Candidato tucano à Presidência pretende ainda elevar percentual do PIB destinado a investimentos

candidato tucano à Presidência da RepúblicaAécio Neves disse nesta quarta-feira (30/7) que o governo do PT “falhou”. Aécio participa de sabatina com empresários na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, com outros presidenciáveis. Assim como afirmou agora há pouco o candidato ao Planalto pelo PSB, Eduardo Campos, o tucano também se comprometeu a entregar um plano de reforma tributária na primeira semana de governo e disse que é preciso “retomar a economia“.

“A realidade nua e crua é que o governo falhou. Falhou na economia. Falhou na gestão do Estado brasileiro, que se transformou em um grande cemitério de obras inacabadas e falhou na condução da melhoria dos indicadores sociais“, disse o Aécio. O tucano também quer aumentar de 18% para 24% a fatia do Produto Interno Bruto (PIB) destinada ainvestimentos.

Em resposta a empresários, o candidato do PSDB disse que é preciso retomar a economia e ressaltou a importância da competitividade, que, para ele, tem seis vetores: educaçãoinvestimento na infraestrutura, taxa de juros mais baixa, câmbio mais desvalorizado, simplificação do sistema tributário e relação Brasil com o mundo. Na avaliação do tucano, o governo brasileiro precisa se aproximar da União Europeia.

Instituto Veritá: Aéciojá contabiliza 51% dos votos válidos em Minas

Dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Veritá, entre 21 e 25 de julho, com 3.077 entrevistados nas diversas regiões do Estado.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Pesquisa mostra Aécio com 41,3% dos votos em Minas

Em Minas Gerais, se a eleição fosse hoje, o candidato à Presidência da República pela coligação “Muda Brasil”Aécio Neves (PSDB), somaria 41,3,0% dos votos totais, contra 32,5% da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição pela coligação “Com a Força do Povo”. Eduardo Campos (PSB), que concorre pela coligação “Unidos pelo Brasil”, teria 5,0%. Neste cenário, os votos brancos e nulos somariam 13,6%. Aqueles que não sabem ou não responderam são 5,4%.

Se forem considerados apenas os votos válidosAécio aparece com 51%, Dilma com 40,1% e Eduardo Campos com 6,1%. Num eventual segundo turno, em MinasAécio venceria com 45,4% sobre 34,7 de Dilma. Brancos e nulos são 17% e não sabem ou não responderam 2,9%. Considerando apenas votos válidos, o tucano aparece com 56,7% e Dilma com 43,3%. Os dados são de pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Veritá, entre 21 e 25 de julho, com 3.077 entrevistados nas diversas regiões do Estado. A pesquisa foi registrada no TRE com o número 000056/2014 e no TSE com número 00242/2014 e tem margem de erro 1,77%.

Estadual

A relevância dos padrinhos políticos na hora da decisão do voto para governador é apontada pela pesquisa. Qua[/LEAD]ndo apresentados ao eleitor os apoios do senador Aécio Neves e do ex-governador Antonio Anastasia, o candidato Pimenta da Veiga (PSDB) sobre e chega ao empate técnico com seu concorrente Fernando Pimentel. Neste cenário, o tucano tem 34,1% dos votos, contra 33,7% de Fernando Pimentel, apoiado por Lula e a presidente Dilma Rousseff. Os votos brancos e nulos somam 13,5% e não sabem ou não responderam 10,7%.

“Isso confirma um desconhecimento dos candidatos ao governo. Quando são colocados os padrinhos, o Pimenta leva uma vantagem sobre o Pimentel. Nossa projeção é de que antes de começar o horário eleitoral gratuito na TV, os dois estejam praticamente empatados. O que vai decidir essa eleição é quem tiver a melhor campanha e a melhor estratégia”, comenta o diretor do Instituto, Adriano Silvoni.

Antes da apresentação dos apoios de cada candidato, Pimentel teria 28,2% dos votos, Pimenta da Veiga 18,8% e Tarcísio Delgado (PSB) ficaria com 4,4% da preferência do eleitorado. Os brancos e nulos seriam 24,9% e os que não sabem ou não responderam alcançariam 19,6%.

Pesquisa Minas

Pesquisa OPP – Eleições 2014
Registro/TSE: BR-00242/2014
Registro/TRE-MG: MG-00056/2014
Abrangência: Minas Gerais
Período: 21 a 25/07/2014
Amostra: 3077 eleitores
Margem de erro: 1,77%
Realização: Instituto Veritá
Contratante: Iniciativa própria com recursos próprios

Para o Senado, Anastasia lidera com folga

De acordo com a pesquisa, se as eleições fossem hoje o candidato a senador pela coligação “Todos por Minas”Antonio Anastasia (PSDB), venceria com larga vantagem a disputa pelo Senado Federal, com 50% dos votos.

Josué Alencar (PMDB), que concorre pela coligação “Minas para Você”, aparece em segundo lugar com 7,1% da preferência do eleitorado. Na sequência vem Maria Vieira (PSB), com 2,3%, Edilson Nascimento (PTdoB) com 2,1%, Tarcísio (PSDC) com 1,5% e Pablo Lima (PCB) com 1,3%. Brancos e nulos, neste cenário, somam 21%. Não souberam ou não responderam correspondem a 13,2% dos entrevistados.

Avaliação

A pesquisa também perguntou ao eleitor mineiro a avaliação que faz da maneira como a presidente Dilma Rousseff está conduzindo o Brasil.

Para 6,4% do eleitorado, a petista tem desempenho ótimo, 26,4% consideram bom, 21,3% regular positivo, 17,1% regular negativo, 11,3% ruim e para 17,4% dos eleitores mineiros o governo federal está sendo gerido de forma péssima.

Foi solicitada também a avaliação do desempenho do Governo de Minas Gerais. Para 4,3% dos eleitores mineiros, o governo do Estado é ótimo, 36,6% o consideram bom, 29,7% regular positivo, 12,2% regular negativo, 7,7% ruim e 7,8% julgam o governo péssimo.