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PF encontra indícios que mostram que Otílio Prado pagava despesas de Pimentel

Despesas teriam sido pagas mesmo depois de Pimentel assumir o governo de Minas. PF interceptou trocas de mensagens entre Otílio Prado e Bené.

Nas mensagens, os dois discutem a realização de pagamentos e se referem a Pimentel como “chefe”.

Fonte: O Globo 

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Nos documentos obtidos aparecem, entre outros, recibos de pagamentos feitos por Otílio Prado para a reforma de um apartamento de luxo onde Pimentel morava. Foto: André Coelho / O Globo.


PF encontra indícios de que ex-sócio e dono de empresa suspeita pagou contas pessoais do “chefe” Pimentel

Reportagem de O GLOBO mostra ainda trocas de mensagens entre Otílio Prado e Benedito de Oliveira, o Bené, que demonstram o alto grau de intimidade deles com o governador petista e com sua esposa, a primeira-dama Carolina Oliveira

A Polícia Federal encontrou indícios de que o ex-sócio e atual assessor da Secretária de Estado da Fazenda, Otílio Prado, pagava despesas pessoais do governador de Minas, Fernando Pimentel, e da primeira-dama Carolina Oliveira, mesmo depois do petista assumir o governo de Minas. É o que revela reportagem publicada no jornal O GLOBO do último fim de semana.

A matéria mostra também que durante a Operação Acrônimo, realizada em junho deste ano, a PF interceptou trocas de mensagens de celular entre Otilio Prado e Benedito de Oliveira, mais conhecido como Bené, suspeito de operado um milionário caixa dois na campanha de Pimentel ao Governo de Minas em 2014. Nas mensagens, os dois discutem a realização de pagamentos e se referem a Pimentel como “chefe”.

Otílio Prado é ex-sócio da Pimentel e, até o fim do último ano, era o dono da OPR Consultoria, empresa que recebeu pagamentos suspeitos de entidades patronais mineiras, entre 2013 e 2015. No fim de 2014, depois da eleição do governador petista, Otílio transferiu a empresa para o seu filho, Alexandre Allan Prado. Atualmente, Otílio é assessor especial da Secretaria estadual da Fazenda em Minas, onde recebe salário mensal de R$ 23 mil — que incluem salário e jetons de estatais mineiras.

Já o Bené, homem de confiança de Pimentel e suspeito de ter sido operador da campanha do petista ao governo de Minas em 2014, é acusado de fazer parte de uma organização responsável por lavagem de dinheiro por meio de sobrepreço e inexecução de contratos com o governo federal desde 2005.

“Chefe tá meio triste…”

Nos documentos obtidos por O GLOBO aparecem, entre outros, recibos de pagamentos feitos por Otílio Prado para a reforma de um apartamento de luxo na Rua do Ouro, no bairro Serra, em Belo Horizonte, onde Pimentel morava antes de se mudar para o Palácio dos Mangabeiras, residência oficial dos governadores do estado.

Além dos pagamentos comprometedores ao governador, a PF interceptou também mensagens de celular que demonstram o grau de intimidade entre Otílio, Bené e o “chefe”.

– “Chefe tá meio triste, brigou com a Carol”, escreveu Bené a Prado, em mensagem de novembro de 2013, referência que a PF acredita se tratar de Pimentel e a atual esposa. ‘Ele me disse, vou arrumar uma gatinha pra ele’, respondeu Prado.

 

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PT deixa legado de incompetência, leniência e corrupção para o Brasil, artigo Aécio Neves

Sem crescimento e bons exemplos, o Brasil recua para um lugar incerto. Se o andar de cima insiste em desapontar a nação, é preciso reafirmar crença nos brasileiros.

Eles, sim, fazem toda diferença.

Fonte: Folha de S.Paulo

PT deixa legado de incompetência, leniência e corrupção para o Brasil

Este é um 7 de Setembro que encontra o Brasil e os brasileiros frustrados com suas escolhas, atônitos com os escândalos diários e céticos em relação ao seu futuro. Foto: Cristiano Mariz

POR AÉCIO NEVES

Pátria

Uma pátria, assim como uma família, é construída diariamente, tendo por base bons exemplos. Dos atos mais simples às políticas mais complexas, tudo o que pessoas, líderes e instituições fazem ou deixam de fazer se torna, de alguma forma, referência de valores para os que formam uma nação, muito especialmente os mais jovens.

No campo dos que têm a responsabilidade pública e que, portanto, deveriam ser os primeiros a dar o exemplo, o Brasil vive uma página triste de sua história. Os que nos governam não têm sido boas referências. Pelo contrário: as mentiras e outras práticas condenáveis estão espalhadas por toda parte. E isto talvez tenha um custo ainda maior que os prejuízos práticos causados pelo aparelhamento do Estado, a proposital confusão entre o que é público e o que é privado; a incompetência, a leniência, a corrupção endêmica.

Este é um 7 de Setembro que encontra o Brasil e os brasileiros frustrados com suas escolhas, atônitos com os escândalos diários e céticos em relação ao seu futuro.

Mesmo assim, há conquistas importantes a se celebrar: a principal é o inconformismo com os desmandos e as ruas transbordando em protestos e cobranças, resultado da formação de uma nova consciência nacional. Poucas vezes, desde a retomada da democracia, os brasileiros estiveram tão indignados e, ao mesmo tempo, tão dedicados a mudar os rumos do país. O desgoverno instalado e o desalento da hora, por pior que sejam, não foram suficientes para abalar a fé daqueles que, no seu espaço e com sua consciência, todos os dias dão crucial contribuição à coletividade e tornam melhor a vida do próximo.

Lembro aqui do caso do aposentado mineiro Sebastião Gonçalves, de 61 anos. Após ter perdido um filho cadeirante, passou a reformar cadeiras de rodas e muletas abandonadas em ferros-velhos, para depois doar a pessoas carentes. Neste ano, ganhou em BH importante reconhecimento e um prêmio de cidadania.

Histórias como a do serralheiro Tião devem ser sempre contadas para que nunca nos esqueçamos quem somos. Por este país continental são milhares os exemplos diários de ética, patriotismo e cidadania da nossa gente, que acontecem sob o anonimato dos protagonistas e apesar dos governos.

Somos um país de gente séria, honesta, trabalhadora e solidária. Em sua enorme maioria, cidadãos que, a despeito dos tempos ruins que estamos vivendo, continuam produzindo, gerando riquezas e dando sua contribuição.

Sem crescimento e bons exemplos, o Brasil recua para um lugar incerto. Se o andar de cima insiste em desapontar a nação, é preciso reafirmar, neste 7 de Setembro, nossa crença nos brasileiros.

Eles, sim, fazem toda diferença.

Empresa deu R$ 750 mil a operador de Pimentel, diz revista Época

Suspeito de ser o operador do governador, Fernando Pimentel (PT), o empresário Benedito de Oliveira, o Bené, usou empresas de fachada para receber R$ 750 mil às vésperas da eleição.

Os valores foram repassados por Elon Gomes em setembro do ano passado a duas empresas de fachada de Benedito de Oliveira Neto.

Fonte: Revista Época

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Foram três repasses, todos em setembro do ano passado. Era o auge da campanha de Pimentel ao governo de Minas – a mesma que agora enfrenta problemas na Justiça Eleitoral para explicar os gastos. Reprodução.

 

Presidente do grupo Aliança deu R$ 750 mil a operador de Pimentel

Os valores foram repassados por Elon Gomes em setembro do ano passado a duas empresas de fachada de Benedito de Oliveira Neto

Suspeito de ser o operador do governador de Minas GeraisFernando Pimentel (PT), o empresário Benedito de Oliveira Neto, o Bené, usou suas empresas de fachada para receber R$ 750 mil às vésperas da eleição do ano passado.

Os pagamentos foram feitas pela Support Consultoria. Com endereço registrado em Luziânia, interior de Goiás, a Support é do empresário Elon Gomes. Ele é presidente do grupo Aliança, empresa de planos de saúde comprada pela Qualicorp em maio de 2012. O grupo Aliança é, desde o início de 2012, credenciada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – Fernando Pimentel era o ministro.

Foram três repasses, todos em setembro do ano passado. Era o auge da campanha de Pimentel ao governo de Minas – a mesma que agora enfrenta problemas na Justiça Eleitoralpara explicar os gastos. Bené e Pimentel também são investigados pela Polícia Federal sob a suspeita de lavagem de dinheiro e caixa dois, na Operação Acrônimo.

A Support contratou as consultorias da Bridge e BRO, de Bené, por R$ 750 mil. A Bridge é uma empresa controlada por um funcionário de Bené, Ricardo Guedes. Ele disse à PF que o único serviço que ele conhece da empresa é na área de mineração. A BRO, por sua vez, funciona no mesmo endereço de outras empresas do amigo de Pimentel.

No local registrado nas notas fiscais emitidas por Bené, em Luziânia, não há nenhuma referência à Support. ÉPOCA esteve lá. Há apenas uma funcionária, responsável por atender o telefone e controlar o acesso ao local. O endereço da Support emitido nas notas fiscais é, também, do grupo Aliança. Lá ficam armazenados os arquivos em papel do grupo.

Apesar de não funcionar no endereço registrado nas notas fiscais, o serviço contratado pela Support incluía acompanhar reuniões presenciais. “Consultoria em gestão administrativa com acompanhamento in loco em reuniões presenciais e conferência web”, diz uma das notas fiscais.

Época revela esquema de R$ 750 mil que teria beneficiado Pimentel ao governo de Minas

O empresário Elon Gomes disse, por meio de seus advogados, que as relações da Support Consultoria com as empresas de Bené são privadas, mas não explicou quais serviços as empresas de Bené prestaram ou porque o endereço registrado era o de Luziânia.

Disse, ainda, que não há relação comercial entre a Support e o grupo Aliança. Toledo afirmou que o convênio da Aliança com o MDIC só foi aderido por 140 servidores, rendendo R$ 90 mil ao ano. “A Aliança não ganhou nada com o MDIC, uma vez que quem paga o plano de saúde é o servidor”, disse.

A Qualicorp, controladora da Aliança, afirmou que não há “nenhuma ligação societária ou ingerência” sobre a Support. Os advogados de Bené disseram que não podem se manifestar, uma vez que a investigação da PF corre em sigilo. O Ministério do Desenvolvimento disse que a Aliança atendeu a um chamamento público ao ser credenciada. “Não há repasse de recursos públicos. A contratação é feita de forma individual e privada”, disse.

Além de Elon Gomes, a montadora Caoa também contratou as empresas de Bené, por R$ 2,2 milhões, como ÉPOCA revelou. Bené ganhou notoriedade e fortuna ao se aproximar do PT, e fechar contratos na área de evento e produção gráfica para o governo. Além de amigo de Pimentel, o empresário é também um craque nas consultorias, de plano de saúde à indústria automobilística.

“Em quem você acredita?”, por Antonio Anastasia

Passamos a viver em uma sociedade isolada, desacreditada e sem confiança. Reiterados casos de corrupção tiram da sociedade muito mais que valores monetários.

A União desconfia dos Estados. Os Estados desconfiam dos Municípios. Os Municípios uns dos outros nos seus consórcios.

Fonte: Hoje em Dia

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O descrédito com a população aumenta ainda mais porque ela não vê a contento suas demandas solucionadas, diz o senador Anastasia. Reprodução.

Parece uma pergunta simples. Mas quando muitos param para pensar a interrogação fica muito maior do que uma simples pontuação em fim de frase. Em quem você acredita? No mundo contemporâneo enganar e ser enganado parece ter se tornado algo natural, coisa do dia a dia.

Desconfia-se de quem está a pedir ajuda ou informação na rua porque bandidos utilizam-se da boa-fé das pessoas para assaltar. Desconfia-se do vizinho, das relações no trabalho e na família, dos filhos, dos pais, dos irmãos. Desconfia-se…

E passamos a viver em uma sociedade isolada, desacreditada, sem confiança. Triste.

Na política

O mesmo processo ocorre hoje na política. Os reiterados casos de corrupção tiram da sociedade muito mais que valores monetários. Tiram a própria capacidade de confiar, a esperança e a expectativa de que as coisas podem melhorar. Incute no imaginário popular a famosa e triste expressão ‘são todos iguais’.

Ao mesmo tempo, não existe confiança intergovernamental. A União desconfia dos Estados. Os Estados desconfiam dos Municípios. Os Municípios uns dos outros nos seus consórcios.

Durante o tempo em que estive à frente do Governo de Minas lançamos um grande projeto de asfaltamento financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Houve um momento em que todas as obras que contavam com esse financiamento pararam porque o BNDES passou a exigir a comprovação da propriedade pelo Estado das estradas de terras centenárias que existem pelo interior de Minas. Sem o cartório declarar a propriedade, o BNDES se recusava a fazer o financiamento. Por que? Porque não há confiança.

Desaparecendo a velha noção romana de fidúcia, passamos a demorar mais e mais. E toda demora significa atraso, custo, recursos desperdiçados. E o descrédito com a população aumenta ainda mais porque ela não vê a contento suas demandas solucionadas.

Tudo isso leva a um círculo vicioso extremamente nocivo. Desconfiada e desacreditada, a população passa a cada vez menos acompanhar o processo político. Acompanhando menos, os cidadãos não conseguem separar quais são os políticos bons ou ruins. Ao contrário, generaliza como se todos fossem iguais. Sem um acompanhamento rigoroso por parte da sociedade, aqueles agentes públicos mal-intencionados sentem-se mais livres para fazer o que bem entender, dissociando-se dos reais interesses da sociedade. A corrupção, dessa forma, tende a aumentar. Aumenta-se, com isso, ainda mais a desconfiança das pessoas. E o resultado é o que estamos vendo hoje no Brasil.

A nós, agentes políticos, urge resgatarmos a confiança popular. E isso só ocorrerá dando atenção real aos interesses públicos e solucionando de maneira muito pragmática a demanda por serviços públicos de qualidade. É o que tenho tentado fazer. Da mesma forma, isso só será possível com uma participação ativa da sociedade, cobrando, analisando, separando o joio do trigo. Nesse sentido, engajar-se é essencial. Por mais que a esperança se esvaia ligeiramente. É preciso força e luta. É preciso confiar e acreditar.

Fernando Pimentel tem suposta citação em celular de Marcelo Odebrecht

Entre os citados nas conversas, aparecem as iniciais “FP”, que, segundo os investigadores da PF, trataria-se do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT).

Assessoria de imprensa do governador informou que ele não iria comentar as citações no celular do empreiteiro.

Fonte: Hoje Em Dia

Fernando Pimentel tem suposta citação em celular de Marcelo Odebrecht

Pimentel recusa-se a comentar o caso. Reprodução.

Presidente da Odebrecht faz referência a outros políticos na “Lava jato”

Mensagens capturadas no celular do empresário Marcelo Odebrecht revelam o temor dele com o andamento das investigações da operação “Lava Jato” e expõem a relação do maior empreiteiro do país com políticos da situação e oposição. Entre os citados nas conversas cifradas, aparecem as iniciais “FP”, que, segundo os investigadores da Polícia Federal (PF), trataria-se do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT).

Procurada nessa terça-feira (21), a assessoria de imprensa do governador informou que ele não iria comentar as citações no celular do empreiteiro. Na mesma conversa, Odebrecht supostamente se refere a GA, AM, MT, Lula e Cunha.

Para os investigadores, GA seria uma referência a Geraldo Alckmin (PSDB-SP), governador de São Paulo, ou Giles Azevedo, ex-chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff e atualmente conselheiro da Itaipu Binacional.

As demais iniciais podem ser de Michel Temer (PMDB-SP), vice-presidente da República; Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ex-presidente; e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, respectivamente, segundo sustentam os investigadores. Já AM, de acordo com os federais, seria Adriano Sá de Seixas Maia, diretor jurídico da Odebrecht.

O juiz Sérgio Moro deu prazo até esta quinta-feira (23) para os advogados da empreiteira explicarem as anotações. As iniciais são precedidas da expressão “Vazar doação campanha”.

Ex-ministro de Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, o governador mineiro não consta na lista de políticos investigados no chamado Petrolão, o esquema bilionário de desvios de verbas da Petrobras. O mesmo ocorre com ex-presidente Lula, com o governador Alckmin e com Temer.

Pimentel é investigado na operação Acrônimo da PF, que apura suposto desvio de verbas, lavagem de dinheiro e caixa dois no esquema operado pelo empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, o Bené.

Collor e Renan

Já o deputado Eduardo Cunha, por sua vez, é alvo da “Lava Jato”, juntamente com outros 47 políticos, entre eles o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O telefone de Odebrecht, que cumpre prisão preventiva, foi apreendido pela PF em 19 de junho. As informações do relatório, concluído no último dia 18, foram utilizados pela PF como base para indiciar Odebrecht e outras sete pessoas nesta segunda-feira.

O relatório encaminhado ao MPF afirma que anotações feitas pelo empresário em seu celular mostrariam a influência que exercia com autoridades em “meio a interesses comerciais” do grupo. As anotações incluíam nomes de autoridades públicas, doações e“pagamentos diretos”.

O documento diz ainda que Odebrecht tinha como espécie de “plano B” usar “dissidentes” da própria PF. “Trabalhar para parar/anular”, dizia um dos itens avaliados pelos agentes: “Chama atenção esta última alternativa, cuja intenção explícita de Marcelo Odebrecht, conforme suas próprias palavras, é parar/anular a operação ‘Lava Jato’, não cabendo aqui outra interpretação, uma vez que a operação está indicada pela sigla LJ como assunto das anotações”, afirma o relatório.

Os agentes escreveram em seu relatório que Odebrecht teria a intenção de usar os “dissidentes” para de alguma forma atrapalhar o andamento das investigações. Não foi possível esclarecer a que se referia a tática “Noboa”.

A palavra “swiss” aparece com frequência nas anotações do celular de Marcelo Odebrecht, numa referência à Suíça. Os policiais federais investigam supostos pagamento e contas mantidas naquele país

 Presidente da Odebrecht faz referência a outros políticos na “Lava jato”

 

Aécio critica propaganda enganosa e diz que PT escondeu Dilma

Aécio acusou o PT de “esconder” Dilma e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

População com panelaço protestou contra malfeitos do PT

Fonte: O Estado de S.Paulo

Oposição critica propaganda do PT e comemora panelaço

Em meio às manifestações contra a inserção do partido, presidente do PSDB Aécio Neves não poupou críticas à peça da legenda

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), classificou como “enganosa e fantasiosa” a propaganda do PT veiculada nesta terça-feira, 5, em cadeia nacional de rádio e TV. Já o presidente do DEM, senador Agripino Maia, afirmou que os panelaços mostram que “para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”.

Em nota, o tucano acusa o PT de “esconder” a presidente Dilma Rousseff e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

“O programa do PT zomba da inteligência e desrespeita milhões de trabalhadores e de famílias que conhecem bem a realidade em que vivem”, diz o texto.

O PSDB também divulgou vídeo em seu perfil oficial no Facebook com duras críticas ao governo petista, confira:

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Aécio também criticou o ajuste fiscal proposto pelo governo. Segundo ele, o PT diz na TV que defende o direito trabalhistas bem no dia que “chegam à Câmara dos Deputados duas Medidas Provisórias assinadas pela presidente em que são claros os cortes de conquistas dos trabalhadores”.

No programa desta terça, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do partido, Rui Falcão. Não houve participação de Dilma – ela aparece brevemente nas imagens, sem identificação. Lula centra sua fala contra terceirização enquanto Falcão anuncia que o partido vai expulsar militantes que forem condenados por “malfeitos”.

A transmissão da peça foi alvos de novas manifestações em diversas partes do Brasil. “Que papelão! Eles não conseguiram escapar do panelaço. Só conseguiram adiar do dia 1º para o dia 5 de maio. As vaias são a prova de que, para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”, disse Agripino Maia, em referência ao fato de Dilma não ter feito o pronunciamento no Dia do Trabalho por medo de novos protestos.

Feriado de Tiradentes: protestos contra PT, Dilma e Pimentel em BH

Feriado de Tiradentes foi marcado por protestos contra Dilma e Pimentel em BH

Manifestantes proferiram gritos de ordem contra o PT, Dilma, Lula e contrários a indicação da Medalha da Inconfidência ao líder do MST.

Os indícios de corrupção na Petrobras também foram alvo de críticas dos manifestantes.

Fonte: O Tempo 

Feriado de Tiradentes foi marcado por protestos contra Dilma e Pimentel em BH

Integrantes de pelo menos cinco movimentos sociais protestaram no início desta terça-feira (21) na praça Tiradentes. Foto: Fernanda Carvalho / O Tempo

Manifestantes se vestem de preto contra o governo

Manifestantes se vestem de preto contra o governo a indicação da Medalha da Inconfidência ao líder do MST, João Pedro Stédile

Integrantes de pelo menos cinco movimentos sociais protestaram no início desta terça-feira (21) na praça Tiradentes, no bairro Funcionários, região centro-sul de Belo Horizonte. Os cerca de 80 manifestantes, segundo a Polícia Militar, proferiram gritos de ordem contra o PT, a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e contrários a indicação da Medalha da Inconfidência ao líder do Movimento dos Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile.

Os manifestantes, que estavam vestidos de preto e seguravam balões pretos e velas, ocuparam uma das faixas da avenida Afonso Pena, no sentido centro. Eles ainda levavam cordas no pescoço em sinal de protesto. “Esse ato é contra a medalha que deram ao Stédile e a política do governo que tem enforcado tanto os brasileiros. Estamos nos sentindo cada vez mais oprimidos por um governo que mentiu para a população e continua mentindo, sendo incapaz de cumprir promessas”, disse Syllas Valadão, um dos lideres do movimento Patriotas.

De acordo com o coordenador do movimento Vem Pra Rua, Daniel Dayrell, as homenagens que foram entregues hoje “é um desrespeito a memória de Tiradentes”, criticando também a medalha dada ao líder do MST, João Pedro Stédile. “É um afronta a todos os princípios que achamos correto aqui no país”, completou.

Os indícios de corrupção na Petrobras também foram alvo de críticas dos manifestantes. Segundo Paulo Lopes, do movimento Pró-Brasil, os “escândalos de corrupção no Brasil estão cada vez mais evidentes” e pede que os políticos e as empresas envolvidas sejam punidas. Neste momento de crise, a única solução para o publicitário Adrian Paz é a “intervenção divina”, que levava a imagem de Nossa Senhora Aparecida nos braços.