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Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: De 2014, nós vamos cuidar só em 2014. PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reformas.

Aécio: presidente 2014

Fonte: O Tempo

Entrevista com Aécio Neves

 Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: ‘De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014′

Aécio diz que PSDB terá lado nas cidades com 2º turno

Qual é o balanço do desempenho do PSDB das eleições em Minas? O partido elencou algumas prioridades e entre essas cidades sofreu derrotas …

Aécio Neves – Primeiramente, quando você fala em uma análise eleitoral, você não pode restringi-la a um partido. Nós temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Nós apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado. Ontem, inclusive, fizemos uma reunião no Palácio das Mangabeiras com o governador e algumas lideranças políticas do Estado. A vitória da base de sustentação do governo chega perto de 85% do total das prefeituras do Estado. O PSDBcontinua sendo um partido majoritário em Minas Gerais. O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje.

O senhor pode adiantar a posição do PSDB nessas quatro cidades que terão segundo turno?

Aécio Neves – Para não precipitar o processo, nós estamos ouvindo primeiro as lideranças locais do partido e dos candidatos que disputaram as eleições, mas a nossa ideia é termos posição nos quatro municípios.

OUÇA – Aécio Neves fala sobre os erros da campanha do PT na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte:

E em relação a Belo Horizonte …

Aécio NevesO resultado foi excepcional. O que ocorreu foi o segundo turno no primeiro. O momento em que o Palácio do Planalto intervém diretamente no processo eleitoral e retira uma candidatura colocada naquele instante, isso levou um movimento na mesma direção no nosso campo político. A polarização da eleição no primeiro turno foi, talvez, o primeiro equívoco daqueles que quiseram nacionalizar a campanha. Não podemos desprezar a força da presença da presidente da República, que tem uma avaliação muito alta. Foi um resultado extraordinário. Eu acho que o equívoco que o PT cometeu nesse processo e que o levou a mais essa derrota foi colocar em segundo plano o interesse de Belo Horizonte. Desconheceu que havia uma administração em Belo Horizonte em curso séria, bem-avaliada, com investimentos extremamente importantes. Então, nós colocamos o interesse de Belo Horizonte à frente. Eu não fiquei preocupado em contabilizar no meu mapa eleitoral mais um “x”, uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para Belo Horizonte.

OUÇA – Senador mineiro explica o seu apoio a Marcio Lacerda na prefeitura da capital mineira:

O PT saiu da aliança ou o PSDB o empurrou para fora dela?

Aécio NevesFoi o PT que saiu da aliança, mais uma vez por priorizar o interesse do PT. O PT saiu da aliança por um motivo fútil, porque queria eleger mais “x” vereadores. Ele queria que o PSB fizesse o papel que o PMDB se dispôs a fazer para ele nessa eleição, que foi abdicar de ter uma bancada. O PMDB praticamente desapareceu, elegeu apenas um vereador. Está comprovado, agora, que o PSB tinha razão. O PSB tem que constituir sua bancada para dar sustentação ao prefeito. O prefeito não pode ser chantageado o tempo inteiro por não ter uma bancada do seu partido minimamente sólida.

O senhor acredita que a administração de Belo Horizonte vai ter o perfil do PSDB?

Aécio NevesEu acho que ela será mais ágil e mais eficiente. O Marcio sempre reclamou muito das pressões internas que recebia, esse modo do PT de indicação de cargos a todo instante. Imagina o gabinete do vice-prefeito com 30 cargos comissionados. Nem lugar para sentar essas pessoas tinham. Me falam em mais de 900 cargos comissionados. Eu acho que o prefeito vai ter uma administração mais leve. Sempre fui defensor da tese de que se deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Eu acho que o Marcio terá mais liberdade para fazer um governo mais meritório. Eu acho que ele pode fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui.

O Marcio Lacerda se credencia para as eleições em 2014?

Aécio NevesIsso é precipitado dizer. O Marcio tem reafirmado seu interesse em ficar na administração municipal. Ele acaba de ser reeleito, então, é até um desrespeito com a população de Belo Horizonte antecipar essa questão. Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014.

A eleição em Recife e aqui coloca o PSB em destaque dentro do quadro nacional. Como o senhor imagina que vai ser a relação do PSB com o PSDB em 2014?

Aécio NevesO PSDB tem uma aliança com o PSB em vários Estados e, talvez aqui, uma das mais sólidas, que é uma aliança natural, que não foi construída para ganhar uma aliança seja nacional, seja estadual. Desde minha primeira eleição, o PSB participa formalmente da nossa aliança, participa dos governos, participou da minha reeleição, participa com Anastasia. Nós apoiamos aqui, em Belo Horizonte, um candidato do PSB e temos várias outras alianças com o PSB no Estado. Mas, o PSB em nível nacional participa da aliança do governo. Seria indelicado da minha parte dizer que o PSB estaria no nosso campo amanhã. O PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reforma, das parcerias com o setor privado, alavancar os investimentos em infraestrutura. Quais serão os nossos aliados? O tempo é que vai dizer. Eu não posso dizer que alguém que está hoje na base vai vir para se juntar a nós. Quanto mais consistente for o nosso projeto, mais apoio eu acho que vai conquistar, inclusive da sociedade, não apenas dos partidos políticos. Eu tenho muita confiança de que o PSDB estará muito competitivo adiante.

Mas e sua relação com o governador Eduardo Campos?

Aécio NevesEu tenho do ponto de vista pessoal uma relação muito próxima com o Eduardo (Campos, presidente nacional do PSB). Nem sempre estamos no mesmo palanque, mas não é impossível que isso possa ocorrer lá na frente. O PSB vai saber, no tempo certo, a sua posição.

Em relação às eleições nacionais, o PSDB teve um desempenho bom?

Aécio NevesSim, e tem um fato que eu ressalto: o PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Se fizermos uma análise superficial, no Sul e no Centro-Oeste, nós sempre tivemos nas eleições nacionais um ótimo desempenho. Vencemos em todos esses Estados porque ali há um perfil de atividade econômica – produtores rurais em boa parte – que se aproxima mais da visão do PSDB. Mantivemos no Sudeste uma posição sólida nos dois maiores colégios eleitorais, em São Paulo e em Minas. Ganhamos em Belo Horizonte e estamos disputando agora em São Paulo, com reais chances. Mas tivemos um fracasso muito grande no Nordeste e no Norte nas últimas eleições. Nessa eleição municipal, nós já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. Houve aí o início do processo de reinserção da oposição no Nordeste, que eu reputo como o fato que mais me chamou a atenção. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade, identificar os grandes gargalos que o Brasil tem e que levam ao crescimento pífio da economia.

Quais os equívocos do governo Dilma que podem ser diretriz do seu projeto de 2014?

Aécio Neves – O PT, desde lá de trás, acomodou-se. Abriu mão de ter uma projeto ousado para o país para se contentar com o projeto de poder. As grandes reformas não foram feitas. Nenhuma dessas questões foram enfrentadas. O governo do PT é pouco generoso com os Estados e os municípios e é ineficiente. Em relação a Minas, O PT tem uma dívida muito grande.

Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=213499,OTE&IdCanal=1

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Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto – Conjunto paisagístico, artístico e cultural é o primeiro atrativo de Minas considerado de Especial Relevância.

Anastasia: governador

Fonte: Agência Minas

 Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

Antonio Anastasia assina decreto para valorizar potencial turístico da Serra da Piedade

Governador declara o conjunto Atrativo Turístico de Especial Relevância e dá ordem para segunda etapa de implantação do Caminho Religioso, ligando os santuários da Piedade e de Aparecida

O governador Antonio Anastasia assinou, nesta terça-feira (31), na Serra da Piedade, decreto que declara Atrativo Turístico de Especial Relevância o conjunto paisagístico, artístico e cultural do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O título aumentará a visibilidade do local, além de fomentar o turismo e atrair recursos, gerando mais empregos de qualidade, mais cultura e mais renda para os mineiros. O decreto prevê a adoção de políticas públicas como a preservação da biodiversidade do entorno do Santuário. Este é o primeiro atrativo de Estado considerado de Especial Relevância.

O ato, que coincide com a celebração dos 52 anos da proclamação de Nossa Senhora da Piedade Padroeira de Minas, foi citado pelo governador como importante ação de preservação do conjunto religioso, histórico e cultural da Serra da Piedade.

 Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

“Ao fazer esta declaração, estamos determinando às áreas de governo que realizem ações voltadas para as grandes potencialidades que temos, não só no turismo religioso, mas, de todo esse acervo que é único. A Serra da Piedade é um dos maiores patrimônios de Minas Gerais e do Brasil pela sua beleza física, pelo seu significado religioso, histórico e cultural”, destacou Anastasia.

“Tenho certeza de que estamos, em fidelidade ao passado e a muitos personagens, abrindo um horizonte cada vez largo, de modo que o futuro religioso, turístico e cultural de Minas Gerais possa ganhar mais espaço e grandes incentivos”, disse o arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor de Azevedo.

Mais infraestrutura

O governador anunciou que a Cemig vai iluminar o portal da Serra da Piedade e eletrificar a bomba d´água (em nascente ao pé da Serra) para regular o abastecimento no topo do Santuário. Ele falou sobre a importância de investimentos em infraestrutura para o estímulo e segurança dos turistas.

“Estamos autorizando a Cemig a fazer a iluminação da entrada e do alto da Serra. Pretendemos, juntamente com a prefeitura de Caeté, no próximo ano, fazer a iluminação do trecho da estrada municipal que liga a rodovia ao topo da Serra. E, claro, fazemos eco ao pedido de duplicação da BR-381, fundamental não só para Caeté, mas para todo Leste do Estado, para o desenvolvimento econômico e segurança de todos que trafegam por esta artéria. São obras de infraestrutura fundamentais para o bem de Minas e dos mineiros”, ressaltou. As obras da BR-381 são de responsabilidade do Governo Federal.

Rota de Peregrinação

A Serra da Piedade será um dos pontos de partida do Caminho Religioso Estrada Real (Crer), cuja segunda etapa de implantação foi oficializada pelo governador e pelo secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, durante a solenidade.

O Caminho será um trajeto para peregrinação de aproximadamente 850 quilômetros de extensão, que liga os santuários da Padroeira de Minas e da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. A rota coincidirá com parte da Estrada Real, passando por 37 cidades, sendo 32 em Minas e cinco em São Paulo. O projeto abrange, ao todo, 86 municípios mineiros.

Com recursos de R$ 2 milhões, a etapa de implantação do Crer será concluída até maio de 2013, a tempo da Jornada Mundial da Juventude no Brasil. Na primeira etapa, iniciada em 2011, foram elaborados projetos para estruturação do Caminho e investidos R$ 299 mil.

Minas Gerais já tem, pela sua tradição histórica, uma força muito grande da religiosidade da sua gente e dos turistas que vem aqui também sob o aspecto religioso. Ao construirmos esse caminho da Serra da Piedade até Aparecida, no Estado de São Paulo, onde está a basílica da Padroeira do Brasil, vamos estimular o turismo, permitir o conhecimento de belas paisagens entre Minas Gerais e São Paulo e, sobretudo, estimular a fé das pessoas”, disse Anastasia.

O Caminho Religioso poderá ser percorrido a pé, de bicicleta ou a cavalo, e disponibilizará infraestrutura de apoio para os peregrinos como quiosques para descanso, bebedouros, paraciclos e estrutura para cavalo. Em trilhas serão feitas correção do solo e instalação de guarda-corpo.

“O percurso será sinalizado e serão confeccionados guias ilustrados com mapas para orientação. Será instituída uma credencial a ser carimbada em pontos pré-estabelecidos e, ao final do percurso, um Certificado de Conclusão do Caminho Religioso será emitido para aqueles que tiverem todos os carimbos”, explicou o secretário Agostinho Patrus Filho. O projeto é inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, famoso em todo o mundo, que percorre um trajeto da França à Espanha em 750 km.

Proteção do Santuário e da Serra da Piedade

Caeté é um dos municípios eleitos pela Secretaria de Turismo como destino indutor do desenvolvimento turístico regional de Minas, devido à importância do turismo religioso. Recentemente, numa votação popular pela internet, para escolha das Sete Maravilhas da Estrada Real, a Serra da Piedade foi premiada como hors-concours.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1956, e pelo Estado em 1989, que o declarou como Monumento Natural e Cultural de Minas Gerais, e pelo município de Caeté, em 2001. Lei estadual de 2004 definiu os limites da Área de Proteção Ambiental da Serra da Piedade.

Em 2005, a Unesco entregou o título de “reserva da biosfera” ao trecho mineiro do maciço da Serra do Espinhaço, que inclui a Serra da Piedade. Em maio de 2006, o governador Aécio Neves homologou a extensão do tombamento do Conjunto Paisagístico da Serra da Piedade nos municípios de Caeté e Sabará, que foi aprovado pelo Iphan em 2010.

O Santuário atrai peregrinos desde o século XVIII, quando os portugueses Antônio da Silva Bracarena e Irmão Lourenço construíram um eremitério e uma igreja dedicada a Nossa Senhora, no alto da montanha, a 1.746 metros de altitude.

Turismo religioso

O segmento de Turismo religioso é um dos que mais cresce no mundo. Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas da Universidade de São Paulo mostra que existem cerca de 15 milhões de brasileiros interessados em destinos religiosos. Mais de 8,1 milhões de viagens domésticas no Brasil são motivadas pela fé.

Em 2013, Belo Horizonte vai sediar o II Congresso Mundial de Universidades Católicas (CMUC), que deverá reunir cerca de quatro mil pessoas. O CMUC é um dos eventos que antecede a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro.

Anastasia: governador – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/antonio-anastasia-assina-decreto-para-valorizar-potencial-turistico-da-serra-da-piedade/

Aécio Neves: royalties precisam de mobilização

Aécio Neves: royalties precisam de mobilização. Senador comenta projeto e resistência das mineradoras em aceitar nova alíquota.

Aécio Neves: royalties

Fonte:  Hoje em Dia

Campanha Minério com Mais Justiça 

 Aécio Neves: royalties precisam de mobilização

Aumento do royalty, só com mobilização, diz Aécio Neves em entrevista exclusiva

Relator do projeto no Senado que aumenta os royalties do minério de ferro, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) está otimista: segundo ele, a mudança deve ser aprovada até o final do ano. Um dos fundadores da campanha “Minério com mais justiça”, Aécio fala, nesta entrevista ao Hoje em Dia, sobre a importância do projeto, a resistência das mineradoras e falta de vontade do governo federal para ajudar o Estado.

Por que somente agora o governo de Minas decidiu lançar a campanha?

Aécio Neves – Quando estava no governo, cheguei a conversar com o presidente Lula e as mineradoras sobre a necessidade de aumentar os royalties do minério. Na época, o presidente manifestou simpatia pelo assunto, mas seu governo não avançou no debate. Quando estava em campanha eleitoral, a presidente Dilma Rousseff afirmou que seu governo elaboraria e mandaria ao Congresso Nacional a proposta de um novo marco regulatório para o setor mineral, que abrangeria a questão dos royalties. Em fevereiro, estive com o ministro Lobão (Edison Lobão, de Minas e Energia) e ele assegurou que o governo enviaria o marco regulatório até o final do semestre. Aguardamos para ver se o ministro cumpriria o que prometeu. Como nada aconteceu, resolvemos lançar a campanha para mobilizar a sociedade em relação à questão do aumento dos royalties do minério, que é fundamental para o Estado.

O que a campanha reivindica?

Aécio Neves – Como relator do projeto do senador Flexa Ribeiro (PA), estou propondo que os royalties sejam de 4% do faturamento bruto das mineradoras. Hoje, são de 2% sobre o faturamento líquido. O aumento da arrecadação (estima-se que os recursos destinados a Minas saltem de R$ 180 milhões para cerca de R$ 1 bilhão anuais) será usado para recuperação ambiental das áreas degradadas e diversificação da economia das regiões mineradoras. O ciclo de mineração está se encerrando, por exemplo, em cidades como Itabira e Ouro Branco. Temos que investir nestas cidades para que elas encontrem outra atividade econômica.

Como a campanha pode ajudar?

Aécio Neves – É a mobilização da sociedade que vai fazer com que a mudança seja aprovada. Como disse, o governo federal não demonstrou até agora vontade de ajudar o Estado nesta questão e nem de enfrentar o lobby das mineradoras.

Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as mineradoras, se opõe abertamente à mudança nos royalties, alegando que as mineradoras perderiam competitividade.

O Ibram sabe que as mudanças virão de uma forma ou de outra. Então, é melhor que venham agora, com a participação e entendimento de todas as partes. Sabemos que as mineradoras tem um lobby forte no Congresso, mas elas também terão que compreender a importância do projeto. Estive com o presidente da Vale, Murilo Ferreira, e mostrei a ele a importância do assunto. Precisamos compreender que se trata de um projeto fundamental para os estados mineradores. Hoje, perdemos duas vezes: com os royalties baixos e com a isenção de ICMS sobre as exportação de minério. Então, não estamos pedindo nenhum favor às mineradoras. Acredito que elas podem abrir mão de R$ 1 bilhão ou R$ 2 bilhões de seus lucros.

Como estão as negociações no Senado?

Aécio Neves – Não conseguiremos votar o projeto antes das eleições. Mas acredito que estará aprovado no Senado e na Câmara dos Deputados até o final do ano. Para isso, precisaremos de uma grande mobilização social.

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Aécio: grandes reformas continuam por fazer

Aécio: grandes reformas continuam por fazer – Senador criticou Governo do PT pela falta de discussão para redução da carga tributária.

 Aécio: reformas – gestão deficiente

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves: “O ideal seria que o governo gastasse menos com a estrutura do Estado para gastar mais com as pessoas” 

Governo perdeu a capacidade de iniciativa, diz senador Aécio Neves

 Aécio: grandes reformas continuam por fazer

Aécio: grandes reformas continuam por fazer – Senador criticou Governo do PT pela falta de discussão para redução da carga tributária.

Governo Federal não apresentou qualquer medida estruturante para enfrentar os gargalos de crescimento do Brasil, na avaliação do senador Aécio Neves. O senador acredita que o governo do PT perdeu a capacidade de iniciativas consistentes e tem apresentado apenas medidas paliativas, voltados para setores específicos, sem se dispor a discutir com o Congresso Nacional as grandes reformas que o Brasil necessita.

“O que estamos percebendo é que a crise econômica se agrava, os problemas estruturais do Brasil são os mesmos, os gargalos para o crescimento maior da economia continuam até agora inalterados, intocados e isso nos deixa, infelizmente, com cenário sombrio pela frente. Lamentavelmente, o governo Dilma perdeu a capacidade de iniciativa e se não fez nos dois primeiros anos, infelizmente, acho muito difícil que possa fazer nos últimos anos”, afirmou o senador Aécio Neves em entrevista em que faz um balanço do primeiro semestre deste ano.

Para o senador Aécio Neves, o atual cenário econômico do país – com fraco desempenho da indústria nacional e do PIB de 2012 – exige medidas mais consistentes e estruturantes do governo federal.

“O governo prefere gastar muito tempo com medidas paliativas do que discutir com o Congresso Nacional reformas mais profundas, reformas que permitam, por exemplo, espaço fiscal para diminuição da carga tributária, não setorialmente, não para aqueles segmentos da economia mais organizados ou com cadeia mais adensada, ou mesmo com maior poder de pressão”, criticou o senador Aécio Neves.

Gastos com a máquina pública

senador Aécio Neves alerta para a necessidade de o governo enxugar seus gastos com custeio da máquina, que vem crescendo ano a ano.

O alerta é para investir mais nas atividades-fins dos poderes públicos, atender a população em saúde, segurança e educação.

“O ideal seria que o governo voltasse a fazer aquilo que é regra em todas as  economias que crescem consistentemente no mundo: gastar menos com a estrutura do Estado, para gastar mais com as pessoas. O peso da máquina pública no Brasil vem se agigantando ao longo dos últimos anos. Por incrível que pareça, há muitos anos o Brasil vem vendo os seus gastos correntes avançarem num patamar superior ao que cresce a própria economia e isso é uma conta que não fecha. Infelizmente, estamos sempre repetindo a velha receita do mais do mesmo, sem nenhuma medida, repito, estrutural. E, no momento em que a situação econômica externa se agrava, com consequências no Brasil, o governo se vê amarrado na sua própria armadilha”, salientou o senador Aécio Neves.

Para o senador Aécio Neves, é preciso ficar atento ao processo de desindustrialização que vem ocorrendo no Brasil, e que ele considera “gravíssimo”, lembrando que o país está voltando à década de 50, quando era exportador de commodities. Por outro lado, o senador critica ainda a falta de apoio do governo federal a estados e municípios.

“É perceptível que há uma paralisia absoluta do governo, uma má gestão generalizada em praticamente todas as áreas, e uma omissão do governo em áreas fundamentais, como saúde e segurança pública, onde  o governo federal gasta, cada vez menos, do que gastam os estados e municípios”, disse o senador.

Transcrição da entrevista concedida pelo senador Aécio Neves

Qual o balanço que o senhor faz desse primeiro semestre?

Aécio Neves – Um ano confuso onde o governo federal, mais uma vez, peca por não ter iniciativas consistentes, iniciativas estruturais, as grandes reformas continuam por fazer. A agenda de hoje é a mesma agenda de 10, 15 anos atrás.

Assistimos a um primeiro ano da presidente Dilma, um ano onde ela se viu quase que o tempo todo dedicada a substituir ministros acusados de desvios, de corrupção.

Neste segundo ano, com a criação da CPMI, uma boa parte do trabalho legislativo fica também comprometido. Acho que o governo, que já entrará após o período eleitoral, que comprometerá em parte também o segundo semestre, e já na última metade do mandato, sabemos que as grandes questões, questões relativas, por exemplo, a uma reforma previdenciária, a questão tributária, a própria reforma política, são questões que devem ser enfrentadas no início de um mandato, no início de um governo, ou pelo menos na primeira metade de um governo.

O que estamos percebendo é que a crise econômica se agrava, os problemas estruturais do Brasil são os mesmos, os gargalos para o crescimento maior da economia continuam até agora inalterados, intocados e isso nos deixa, infelizmente, com cenário sombrio pela frente.

Lamentavelmente, o governo Dilma perdeu a capacidade de iniciativa e se não fez nos dois primeiros, infelizmente, acho muito difícil que possa fazer nos últimos anos.

Senador Aécio Neves, a indústria vem caindo mês a mês. A previsão do PIB era de 7,5% agora é de menos de dois, tem gente que diz que vai ser menos de 1%. Como o senhor avalia esse cenário?

Aécio Neves – Na verdade, as previsões do governo têm se mostrado absolutamente distantes da realidade, Desde o primeiro ano as previsões eram muito acima daquilo que se efetivou.

O governo prefere gastar muito tempo com medidas paliativas do que discutir com o Congresso nacional reformas mais profundas, reformas que permitam, por exemplo, espaço fiscal para diminuição da carga tributária, não setorialmente, não para aqueles segmentos da economia mais organizados ou com cadeia mais adensada, ou mesmo com maior poder de pressão.

O ideal seria que o governo voltasse a fazer aquilo que é regra em todas as economias que crescem consistentemente no mundo: gastar  menos com a estrutura do Estado, para gastar mais com as pessoas.

O peso da máquina pública no Brasil vem se agigantando ao longo dos últimos anos. Por incrível que pareça, há muitos anos, o Brasil vem vendo os seus gastos correntes avançarem num patamar superior ao que cresce a própria economia e isso é uma conta que não fecha. Infelizmente, estamos sempre repetindo a velha receita do mais do mesmo, sem nenhuma medida, repito, estrutural.

E no momento em que a situação econômica externa se agrava, com consequências no Brasil, o governo se vê amarrado na sua própria armadilha.

Eu não espero, lamentavelmente, nenhuma medida de fora, de vigor, que permita a economia e, principalmente, a indústria brasileira crescer com o vigor que deveria crescer.

Na verdade, vivemos mais um gravíssimo processo de desindustrialização do Brasil. Estamos voltando ao que éramos na década de 50, de exportadores de commodities, e é perceptível que por, outro lado, há uma paralisia absoluta do governo, uma má gestão generalizada em praticamente todas as áreas, e uma omissão do governo em áreas fundamentais, como saúde e segurança pública, onde o governo federal gasta, cada vez menos, do que gastam os estados e municípios.

Aécio: Reformas – gestão deficiente – Link da matéria: http://www.jogodopoder.com/blog/aecio-neves-politica/aecio-grandes-reformas-continuam-por-fazer/#ixzz21mphFAJO

Aécio Neves: avanços no tratamento da aids

Aécio Neves: artigo do senador fala sobre avanços no tratamento da aids e lembra ações do governo Fernando Henrique na quebra de patentes.

Aécio Neves: artigo do senador

 Aécio Neves: avanços no tratamento da aids

Aécio Neves: artigo do senador comenta os avanços no tratamento da Aidsno governo Fernando Henrique

Fonte: artigo senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Guerra contra a Aids

Aécio Neves: artigo do senador – Passadas três décadas da eclosão da Aids, com sua marcha trágica de milhões de vítimas fatais pelo planeta afora e uma mudança de comportamento sem precedentes, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um balanço que permite enxergar o cenário com mais otimismo. O lema atual lançado é “Juntos vamos eliminar a Aids“, um apelo impensável nos anos 80, quando o tempo de vida dos soropositivos era de apenas cinco meses, em média.

De acordo com o relatório do Unaids, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids, houve uma queda de 24% no número de mortes causadas pela doença entre 2005 e 2011, quando se registraram, respectivamente, 2,2 milhões e 1,7 milhão de óbitos. No horizonte até 2015, a meta agora consiste em atingir 15 milhões de pessoas com o tratamento antirretroviral no mundo, o que representaria a sua universalização em apenas três anos. Pretende-se também zerar a transmissão do vírus entre mães e bebês.

A história internacional de bons resultados obtidos no combate à Aids deve muito à experiência brasileira. Não se trata de uma afirmação meramente ufanista. Os fatos estão reconhecidos internacionalmente na comunidade científica e nos governos.

Nos anos 90, no governo do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, firmou-se uma política de distribuição gratuita de antirretrovirais pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Registre-se também, nesse período em que José Serra era ministro da Saúde, a atuação firme do Brasil no confronto com os grandes laboratórios farmacêuticos privados internacionais, no episódio da ameaça de quebra das patentes e em defesa do direito de obtenção dos remédios do coquetel anti-Aids a um preço mais barato.

De uma maneira geral, o país soube manter-se no bom caminho, aliando inovação com determinação na dura batalha contra a doença e o preconceito gerado em torno dela. A saúde é a área da administração pública que talvez mais se preste à união de esforços acima de diferenças políticas, ideológicas ou partidárias. O engajamento brasileiro na luta contra a Aids deveria ser elevado a motivo de orgulho nacional.

Vejam o que disse Michel Sidibé, diretor executivo do Unaids, ao divulgar o relatório do órgão e abordar os desafios atuais: “Esta é uma era de solidariedade global e responsabilidade mútua”. Infelizmente, trata-se de uma afirmação aplicável a poucos temas nas sempre conturbadas relações entre os países.

Entretanto, se há luz no fim do túnel, o tamanho do inimigo continua a assustar. Em 2011, nada menos que 34,2 milhões de pessoas viviam com Aids no mundo todo, entre elas 4,9 milhões de jovens. O alerta continua bem aceso.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna

Aécio Neves: artigo do senador – Link do artigo: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/56025-guerra-contra-a-aids.shtml

Aécio convoca tucanos e aliados em favor de Lacerda e critica intervenção nacional em BH

“Não vamos cair na armadilha de trazer 2014 para 2012. O que está em jogo é o futuro das pessoas de BH. Todas as vezes que tentaram interferir na vida dos mineiros, esses foram claramente rechaçados”, diz Aécio Neves

 Aécio: Queremos municipalizar a disputa

Aécio:”Queremos municipalizar a disputa”. Para senador “não interessa a população de BH qualquer tentativa externa de trazer 2014 para 2012.”

senador Aécio Neves reuniu, nesta quinta-feira (05/07), as lideranças dos 18 partidos que apoiarão a reeleição do prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda e de seu vice na chapa, o deputado Délio Malheiros (PV). No encontro, o senador destacou a importância da ampla aliança formada em torno da reeleição de Lacerda e criticou a tentativa de federalização da campanha eleitoral da capital mineira. Aécio defendeu que o debate eleitoral ocorra entre os mineiros e em favor da população.

“Queremos municipalizar a disputa de forma muito clara porque não interessa a população de Belo Horizonte qualquer tentativa externa de trazer 2014 para 2012, principalmente pelas mãos de pessoas estranhas a BH, para nossa cidade. Desde a proclamação da República, os mineiros escolheram, eles mesmos, os seus caminhos. E todas as vezes que tentaram interferir na vida dos mineiros, esses foram claramente e, peremptoriamente, rechaçados”, afirmou Aécio.

Ao lado do presidente do PSDB de Minas Geraisdeputado federal Marcus Pestana, e do presidente do PSDB de Belo Horizontedeputado estadual João LeiteAécio Neves disse que os tucanos mantiveram uma postura coerente em contraponto à do PT, que rompeu a aliança com o PSB dias depois de anunciar o vice na chapa de Lacerda.

“O que pensávamos há quatro anos, pensamos hoje. Que Márcio é a melhor alternativa para Belo Horizonte. O PT, pelo menos até sábado passado, às 11 horas, parecia pensar da mesma forma.Agora, vai ter algo que vai ser muito curioso. Poucos dias atrás, a presidente da República (Dilma Rousseff) veio a BH e encheu o prefeito de elogios. Um dos maiores prefeitos do Brasil, competentíssimo! Será que ele deixou de ser competente de sábado para cá? Aqueles que levantaram sua mão na convenção de sábado, será que a partir de hoje acham que sua administração deva ser interrompida?, questionou Aécio.

Exigências

O senador acrescentou que o PSDB não exigiu cargos ou cobrou concessões por parte do PSB em troca do apoio firmado na aliança que reúne, agora, 18 partidos: PSB, PV, PSDB, PSD, PDT, DEM, PPS, PTB, PP, PR, PRB, PTdoB, PRT, PSL, PTN, PSDC, PTN, PMN.

“Não nos importamos que o PT tivesse a maioria dos cargos estratégicos sob seu comando na Prefeitura de BH.  Obviamente, nos surpreendemos com as notícias mais recentes de que são mais de 900 cargos comissionados, mas nem isso fez nos afastarmos do Marcio. Aceitamos que o PSB buscasse seu caminho. Em momento nenhum nós impusemos absolutamente nada. O que ocorreu aqui foi a manutenção da coerência do prefeito Marcio Lacerda, que não se submeteu à pressão do PT, de querer eleger uma bancada de vereadores às custas dos votos do PSB”, afirmou Aécio.

Aécio Neves disse que as eleições municipais vão mobilizar a capital. Ele reiterou a importância dos partidos coligados e saudou a construção da chapa com o deputado Délio Malheiros.

“São 18 partidos que se unem em torno de Marcio. Uma construção mineira, feita dentro das nossas montanhas. A construção no outro campo político foi toda ela, a começar pelo nome do próprio candidato, que foi ungido em São Paulo, e com todos os seus aliados, sem exceção, foi fruto de interferências externas, que colocam no segundo plano os interesses da cidade e da sua população. Tem a marca da intervenção, da violência, da subordinação dos interesses locais aos interesses nacionais que não são os de Belo Horizonte”, afirmou Aécio.

Aécio: apoio à correção da dívidas dos estados

Aécio: dívida dos estados

Fonte: Assessoria de imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves reafirma apoio à renegociação da dívida dos estados com a União

“Renegociar a dívida dos estados é fazer justiça, permitir que os estados readquiram a capacidade de investir em saúde e educação”, diz Aécio

 Aécio: apoio à correção da dívidas dos estados

Aécio recebe em Brasília deputados estaduais na pauta do encontro redução do pagamento das dívidas dos estados.

senador Aécio Neves (PSDB-MG) garantiu seu apoio à mobilização de deputados estaduais de todo o país em favor de mudanças nas regras atuais de cobrança das dívidas dos Estados pelo governo federal. O senador reuniu-se ontem (04/07), em Brasília, com deputados estaduais de todo o País. Entre eles, o presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), deputado Joares Ponticelli (PP/SC), e os presidentes da Assembleia Legislativas de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), e do Rio Grande do Sul, Alexandre Postal (PMDB).

Aécio Neves é autor do projeto de lei que muda o atual indexador usado pelo governo federal para correção das dívidas dos estados e limita em 2% ao ano os juros cobrados pela União. Atualmente, o indexador utilizado obrigatoriamente é o IGP-DI, acrescido de juros que variam entre 6% e 7,5%.

O senador lembrou que a realidade atual é distinta da época em que os contratos com a União foram firmados e destacou que estados e municípios têm arcado cada vez mais com os gastos em saúdeeducação e infraestrutura, em contraponto com a crescente concentração de recursos no governo federal.

“Essa é a causa da Federação. O Brasil caminha a passos largos para se transformar em um estado unitário. Estamos vivendo hoje a mais perversa concentração de receitas nas mãos da União de toda a história republicana do Brasil. Portanto, renegociar a dívida dos estados é fazer justiça, permitir que os estados readquiram a capacidade de investir em saúdeeducação,segurança públicainfraestrutura. Na verdade, a União se transformou em agiota dos estados, já que ela, através do BNDES, empresta ao setor privado a juros muito mais baratos do que ela cobra dos estados. A realidade de hoje é muito diferente daquela em que as dívidas foram renegociadas e temos que colocar um freio nessa sanha arrecadadora do governo federal”, afirmou Aécio.

O senador afirmou que o a renegociação das dívidas pode ser votada pelo Congresso no início do 2º semestre. Aécio Neves revelou preocupação com o baixo nível de investimentos feitos nos estados atualmente, em especial em áreas como saúde educação e infraestrutura.

“Várias propostas aqui tramitam e queremos buscar uma que atenda os estados do ponto de vista dos investimentos, até, quem sabe, fazendo com que parte desses recursos que sejam pagos à União em investimentos acertados com a própria União. Na área da saúde, por exemplo, na área de infraestrutura ou da educação. Essa movimentação das assembleias é muito saudável, muito bem vinda e acho que o tema está maduro para, quem sabe, no início do segundo semestre, do mês de agosto, possamos tê-los já em debate e sendo votado pelo Congresso Nacional”, afirmou o senador Aécio.

Proposta

senador Aécio Neves apresentou, em abril deste ano, projeto de lei estabelecendo que o indexador a ser utilizado no reajuste das dívidas poderá ser o IPCA ou o IGP-DI, sendo sempre escolhido o menor, ou seja, mais favorável aos estados.

Aécio Neves também propõe limitar o comprometimento da receita dos estados em até 9%, contra valores que, atualmente, variam entre 11,5% e 15%, dependendo da unidade federativa.

Por que a mudança?

O IGP-DI era o indexador mais vantajoso para os estados em 1997, ano em que foram firmados os contratos das dívidas, mas tornou-se nocivo ao longo dos anos, inviabilizando os investimentos executados pelos estados em saúde, educação, segurança, saneamento e infraestrutura, além de outras áreas.

Minas Gerais, por exemplo, devia R$ 15 bilhões em 1998. Desde então, foram pagos R$ 21,5 bilhões. Mesmo assim, o estado deve R$ 59 bilhões, ainda que nenhuma outra dívida tenha sido contraída desde então. Já o estado de Santa Catarina desembolsou R$ 1,5 bilhão para o pagamento da dívida apenas em 2011, restando R$ 1 bilhão para a realização de investimentos.

Aécio: dívida dos estados – Link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/sala-de-imprensa/