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“Poço sem Fundo”, artigo do ITV

Rejeição de um presidente da República nunca foi tão grande na história do país. Clima é de pessimismo porque não há perspectiva de mudança.

Não há sinal de melhora no horizonte para a petista. Quase 85% da população – ou seja, quase nove em cada dez – considera que ela “não está sabendo lidar com a crise econômica”.

Fonte: ITV

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Praticamente dois de cada três brasileiros são favoráveis ao impeachment da presidente, segundo instituto de pesquisa MDA. Reprodução.

Dilma, Lula e o PT colhem a reprovação dos brasileiros por escolhas equivocadas, práticas danosas e pela propaganda enganosa que venderam à população nos últimos anos

Nunca antes na história, uma presidente da República foi tão rejeitada pelos brasileiros. Um misto de decepção, desalento e desconfiança ronda o humor da população, diante dos rumos que o PT vem imprimindo ao país. Falta pouco para Dilma Rousseff tornar-se unanimidade, que hoje ampla maioria já preferiria ver pelas costas.

A nova rodada da pesquisa feita pelo instituto MDA sob encomenda da CNT revela que apenas 7,7% aprovam o governo atual. É a mais baixa taxa já aferida pelo instituto, cuja série começa em 1998. Na ponta contrária, nada menos que 71% consideram a gestão de Dilma ruim ou péssima. A desaprovação pessoal à presidente abrange 80% dos brasileiros.

O governo luta para carimbar críticas e o descontentamento com a atual administração como “golpismo” de quem quer se ver livre da presidente antes da hora. Mas basta percorrer as ruas para aferir o sentimento vívido de desaprovação às práticas correntes e de clamor pela responsabilização de quem levou o país para o atual beco em que se encontra.

Segundo o MDA, praticamente dois de cada três brasileiros são favoráveis ao impeachment da presidente – em março eram 60%; hoje são 63%. Não se trata de opinião ao léu. A pesquisa mostra que, para 44%, a mistura de corrupção na Petrobras, manipulação das contas públicas e irregularidades nas contas de campanha dariam motivo suficiente para o afastamento de Dilma do cargo.

Não há sinal de melhora no horizonte para a petista. Quase 85% da população – ou seja, quase nove em cada dez – considera que ela “não está sabendo lidar com a crise econômica”. Cada vez mais, os principais temores dos brasileiros são a perda do emprego, o aumento do custo de vida e as dívidas a pagar.

Os novos cortes orçamentários que o governo deve anunciar hoje, segundo os jornais desta quarta-feira, tendem a potencializar o arrocho e aumentar a penúria da população. Além disso, a revisão da meta fiscal reforça a sensação de um governo oscilante, incapaz de alcançar objetivos a que se propõe.

A pesquisa também desnuda a erosão da popularidade do tutor da atual presidente. Assim como Dilma, Lula também é visto como culpado pela corrupção na Petrobras. Numa eventual disputa pela presidência da República, o petista seria derrotado num segundo turno pelos três tucanos que já disputaram o cargo. A vantagem mais larga é obtida pelo senador Aécio Neves.

Dilma, Lula e o PT colhem hoje a reprovação da população por escolhas equivocadas, por práticas danosas e, sobretudo, pela propaganda enganosa que venderam aos brasileiros nos últimos anos, culminando com a sórdida campanha eleitoral que deu mais quatro anos de mandato à presidente. O sentimento presente nas pesquisas de opinião – a da CNT/MDA é apenas mais uma a coadunar a mesma percepção – são a expressão legítima de repúdio da população ao modo petista de governar.

Aécio critica propaganda enganosa e diz que PT escondeu Dilma

Aécio acusou o PT de “esconder” Dilma e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

População com panelaço protestou contra malfeitos do PT

Fonte: O Estado de S.Paulo

Oposição critica propaganda do PT e comemora panelaço

Em meio às manifestações contra a inserção do partido, presidente do PSDB Aécio Neves não poupou críticas à peça da legenda

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), classificou como “enganosa e fantasiosa” a propaganda do PT veiculada nesta terça-feira, 5, em cadeia nacional de rádio e TV. Já o presidente do DEM, senador Agripino Maia, afirmou que os panelaços mostram que “para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”.

Em nota, o tucano acusa o PT de “esconder” a presidente Dilma Rousseff e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

“O programa do PT zomba da inteligência e desrespeita milhões de trabalhadores e de famílias que conhecem bem a realidade em que vivem”, diz o texto.

O PSDB também divulgou vídeo em seu perfil oficial no Facebook com duras críticas ao governo petista, confira:

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Aécio também criticou o ajuste fiscal proposto pelo governo. Segundo ele, o PT diz na TV que defende o direito trabalhistas bem no dia que “chegam à Câmara dos Deputados duas Medidas Provisórias assinadas pela presidente em que são claros os cortes de conquistas dos trabalhadores”.

No programa desta terça, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do partido, Rui Falcão. Não houve participação de Dilma – ela aparece brevemente nas imagens, sem identificação. Lula centra sua fala contra terceirização enquanto Falcão anuncia que o partido vai expulsar militantes que forem condenados por “malfeitos”.

A transmissão da peça foi alvos de novas manifestações em diversas partes do Brasil. “Que papelão! Eles não conseguiram escapar do panelaço. Só conseguiram adiar do dia 1º para o dia 5 de maio. As vaias são a prova de que, para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”, disse Agripino Maia, em referência ao fato de Dilma não ter feito o pronunciamento no Dia do Trabalho por medo de novos protestos.

Mesmo ausentes, Dilma e Pimentel receberam vaias e protestos na ExpoZebu

Manifestantes fizeram apitaço, panelaço e vaiaram os políticos, além de gritar frases como “Fora, Dilma”, “Fora, PT”, “Pimentel covarde”.

Alta cúpula do PT foi hostilizada no maior evento pecuarista do país, realizado em Uberaba

Fonte: O Estado de S.Paulo 

Acuados: Dilma e Pimentel não foram, mas receberam vaias e protestos na ExpoZebu

Acuados: o evento de abertura oficial da ExpoZebu 2015 foi marcado por protestos de pecuaristas e movimentos sociais, além das ausências da presidente Dilma Rousseff e do governador Fernando Pimentel. Foto: Samuel Costa

Cerimônia da ExpoZebu tem protesto e ausência de Pimentel e Kátia Abreu

O evento de abertura oficial da ExpoZebu 2015 foi marcado neste domingo, 3, por protestos de pecuaristas e movimentos sociais, além das ausências da presidente Dilma Rousseff, do vice-presidente Michel Temer, da ministra da Agricultura, Kátia Abreu e do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

Durante os discursos do prefeito de Uberaba, no Triângulo Mineiro, sede da ExpoZebu, Paulo Piau (PMDB) e do vice-governador de Minas, Antonio Andrade (PMDB), pouco mais de 50 pessoas, que já estavam no local antes do início do evento e ficaram do lado de fora da pista de julgamentos da feira e do palanque oficial onde foi a cerimônia, fizeram apitaço, panelaço e vaiaram os políticos, além de gritar frases como “Fora, Dilma“, “Fora, PT“, “Pimentel covarde“.

O único que não sofreu manifestação contrárias foi o presidente da Associação dos Criadores de Zebu (ABCZ), Luiz Claudio Paranhos. Entretanto, quando mencionou, em sua fala, a insatisfação da entrega da Medalha da Inconfidência ao líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stédile, no dia 21, por Pimentel, os manifestantes protestaram, enquanto a plateia aplaudiu.

“Temos o dever de externar as preocupações que testemunhamos em nossos associados com a recente homenagem ao chefe do movimento que comanda as invasões de terras e a destruição de instalações de produção e pesquisa agropecuária em nosso País, afrontando constantemente a lei e o Poder Judiciário”, disse Paranhos.

Já o prefeito do município aproveitou seu discurso para falar sobre as manifestações no evento. “Eu poderia estar usando espaço para pedir algumas coisas para a cidade. Mas eu quero aqui conclamar o povo brasileiro a ter amor e Justiça pelo País. Precisamos de atitude, um pacto para ordem e disciplina. Faz parte também a manifestação hoje, vocês sejam bem-vindos. Toda manifestação sendo pacifica e ordeira merece o nosso aplauso”, disse. A cerimônia também fez uma ação simbólica para marcar o início da campanha nacional contra febre aftosa. As autoridades “vacinaram” um zebuíno que estava exposto na pista.

Justificativas e ausências

Andrade, após a cerimônia, disse que até à noite de ontem estava acertada a vinda de Pimentel. “Foi motivo de questão familiar, ele tem um grande apreço pela feira e pela cidade e esse governo, por exemplo, tem sete associados da ABCZ. Mas ele deve vir essa semana a Uberaba“, disse.

Sobre a insatisfação do setor rural mineiro com relação à medalha concedida a Stédile, Andrade afirmou que o governo é transparente, plural, composto por vários partidos, que discutirá os problemas do Estado. “Cada um faz a sua defesa da forma que quer”, disse, referindo-se ao pronunciamento do presidente a ABCZ.

Já o prefeito de Uberaba recebeu “com tristeza” a ausência de Pimentel. “Mas respeito o motivo, que ainda não sei qual foi”, ressaltou. Piau iria entregar alguns ofícios ao governador, como de cobranças de uma solução definitiva sobre o gasoduto, da construção do hospital regional e de recursos para o parque tecnológico. “Com certeza se não entregamos ofício aqui, quem sabe ele vem essa semana. Se não vier, vamos a BH falar com ele”, disse.

Paranhos, da ABCZ, falou que tanto a ausência da ministra quanto do governador pode ter acontecido pelo momento de “recolhimento” pelo qual o governo, principalmente o federal, está passando. “Entretanto, essas ausências não atrapalham em nada nossa interlocução com os governos estaduais e federais, já que temos agenda positiva com eles. Estamos com bandeira apartidária defendendo a pecuária brasileira”, ressaltou.

Sobre sua manifestação sobre a medalha, Paranhos disse que o governador entende o posicionamento contra do setor. “Ele é um homem público e muito inteligente. Minas é um Estado-referência em agronegócio e não vai deixar de ser”, declarou.

Já o presidente da Comissão da Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e diretor da ABCZ, Antonio Pitangui de Salvo, disse que sabe que Kátia Abreu está viajando, mas se mostrou um insatisfeito com a ausência de Pimentel. “Continuamos a fazer nosso trabalho. Se as pessoas não se sentem confortáveis de estar com o setor que produz, paciência. O setor precisa ser respeitado”, declarou.

Feriado de Tiradentes: protestos contra PT, Dilma e Pimentel em BH

Feriado de Tiradentes foi marcado por protestos contra Dilma e Pimentel em BH

Manifestantes proferiram gritos de ordem contra o PT, Dilma, Lula e contrários a indicação da Medalha da Inconfidência ao líder do MST.

Os indícios de corrupção na Petrobras também foram alvo de críticas dos manifestantes.

Fonte: O Tempo 

Feriado de Tiradentes foi marcado por protestos contra Dilma e Pimentel em BH

Integrantes de pelo menos cinco movimentos sociais protestaram no início desta terça-feira (21) na praça Tiradentes. Foto: Fernanda Carvalho / O Tempo

Manifestantes se vestem de preto contra o governo

Manifestantes se vestem de preto contra o governo a indicação da Medalha da Inconfidência ao líder do MST, João Pedro Stédile

Integrantes de pelo menos cinco movimentos sociais protestaram no início desta terça-feira (21) na praça Tiradentes, no bairro Funcionários, região centro-sul de Belo Horizonte. Os cerca de 80 manifestantes, segundo a Polícia Militar, proferiram gritos de ordem contra o PT, a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e contrários a indicação da Medalha da Inconfidência ao líder do Movimento dos Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile.

Os manifestantes, que estavam vestidos de preto e seguravam balões pretos e velas, ocuparam uma das faixas da avenida Afonso Pena, no sentido centro. Eles ainda levavam cordas no pescoço em sinal de protesto. “Esse ato é contra a medalha que deram ao Stédile e a política do governo que tem enforcado tanto os brasileiros. Estamos nos sentindo cada vez mais oprimidos por um governo que mentiu para a população e continua mentindo, sendo incapaz de cumprir promessas”, disse Syllas Valadão, um dos lideres do movimento Patriotas.

De acordo com o coordenador do movimento Vem Pra Rua, Daniel Dayrell, as homenagens que foram entregues hoje “é um desrespeito a memória de Tiradentes”, criticando também a medalha dada ao líder do MST, João Pedro Stédile. “É um afronta a todos os princípios que achamos correto aqui no país”, completou.

Os indícios de corrupção na Petrobras também foram alvo de críticas dos manifestantes. Segundo Paulo Lopes, do movimento Pró-Brasil, os “escândalos de corrupção no Brasil estão cada vez mais evidentes” e pede que os políticos e as empresas envolvidas sejam punidas. Neste momento de crise, a única solução para o publicitário Adrian Paz é a “intervenção divina”, que levava a imagem de Nossa Senhora Aparecida nos braços.

Aécio venceria até Lula se eleições fossem hoje, diz pesquisa

Decorridos apenas 5 meses desde o 2º turno das eleições e apenas 3 meses desde o início do 2º mandato de Dilma, o desgaste do PT e do governo é evidente.

Fonte: Blog do JOSÉ FUCS

Pesquisa: Se eleições fossem hoje, Aécio venceria até Lula

Aécio venceria Lula se as eleições fossem hoje, diz pesquisa

O levantamento, realizado com exclusividade para ÉPOCA pelo instituto Paraná Pesquisas, revela também que, para 78% da população, Dilma e Lula sabiam do propinoduto da Petrobras

Decorridos apenas cinco meses desde o segundo turno das eleições de 2014 e apenas três meses desde o início do segundo mandato de Dilma, o desgaste do PT e do governo é evidente. Segundo um levantamento exclusivo realizado para ÉPOCA pelo instituto Paraná Pesquisas, criado há 23 anos, o senador Aécio Neves seria eleito presidente da República se as eleições fossem hoje, mesmo que o candidato do PT fosse Lula.

De acordo com os dados da pesquisa, Aécio teria 51,5% dos votos e Lula, 27,2%. Do total de entrevistados, 11,1% disseram que não votariam em nenhum dos dois candidatos e 10,3% afirmaram não saber em quem votariam. Se a eleição incluísse a candidata Marina Silva, Aécio também seria o vencedor. Ele teria 37,1% dos votos e Marina Silva, 24,3%. Lula, com 17,9%, ficaria em terceiro lugar. Se a disputa fosse entre Aécio e Dilma a vitória do candidato da oposição seria ainda maior. Aécio teria 57,2% dos votos e Dilma, apenas 19,4% (confira os gráficos abaixo).

A pesquisa, registrada no Conselho Regional de Estatística da 3º Região sob nº 6288/10, foi realizada entre os dias 26 e 31 de março. Foram entrevistados 2.022 eleitores, em 152 municípios de 26 estados e no Distrito Federal. Segundo o diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo Lopes de Oliveira a amostra oferece um grau de confiança de 95% e o resultado tem uma margem de erro de 2%, para mais ou para menos.

Além das questões ligadas à eleição de 2018, a Paraná Pesquisas também pediu aos entrevistados para fazer uma avaliação de Dilma e do governo. De acordo com a pesquisa, 74% dos eleitores afirmaram desaprovar a administração de Dilma e 75% disseram que a vida vai piorar ou ficar igual em 2015.

Em relação à corrupção no país, 78,3% afirmaram que Dilma e Lula sabiam do propinoduto da Petrobras e 71,1% consideraram que o crescimento de escândalos nos governos do PT se deve a um efetivo aumento da corrupção e não a uma atuação mais efetiva e livre da Polícia Federal e do Ministério Público, como diz o governo. Sobre a crise econômica, 79% declararam que Dilma mentiu durante a campanha eleitoral.

 

Panelaço mobiliza população de Belo Horizonte

Vaias, apitos, buzinas e um grande panelaço foi a resposta dos belo-horizontinos ao pedido de paciência da presidente Dilma à população.

Manifestação atingiu boa parte da capital mineira

Fonte: Jogo do Poder

Panelaço contra Dilma sacode Belo Horizonte

Protesto convocado via redes sociais demonstra insatisfação com política econômica e corrupção no governo do PT

Vaias, apitos, buzinas e um grande panelaço foi a resposta dos belo-horizontinos ao pedido de paciência da presidente Dilma Rousseff à população brasileira proferido em cadeia nacional de rádio e televisão nesse domingo.

Por todos os cantos da cidade, milhares de pessoas saíram às janelas para demonstrar, de forma espontânea, a insatisfação com a condução da política econômica do governo do PT que trouxe de volta a inflação e com ela o aumento da gasolina, da conta de água e luz e dos preços dos alimentos na feira e nos supermercados.

Em vários bairros da capital como Buritis, Serra, Anchieta, Cidade Nova, Lourdes, Santo Antônio, Gutierrez, Cidade Jardim, Floresta, Centro, Funcionários, Santa Inês, São Bento e Sion, entre tantos outros, a população também protestou contra o atoleiro em que se mergulhou o governo do PT e os seus aliados no rombo dos cofres da Petrobras, o maior roubo da história do país.

O protesto, convocado via redes sociais, logo ganhou o mundo com a divulgação de vídeos espalhados pela Web.

Assista aqui alguns trechos dos vídeos:

Buritis

Santo Antônio

São Bento

Serra

Sion

Sion

Sion

Lourdes

Lourdes

Medidas de Dilma atingem UFMG. Universidade suspende pagamento de água e luz

Corte de gastos também atinge setores de limpeza, vigilância e portaria. Universidade decidiu fazer cortes de pessoal ligados à administração central, resguardando as atividades acadêmicas.

Brasil Pátria Educadora

Fonte: O Tempo 

Menos para limpeza e vigilância

UFMG suspende pagamento de água e luz para manter bolsas e projetos

Segundo a instituição, a medida será adotada devido a decreto federal que determina restrição à execução orçamentária de órgãos e entidades ligados ao Poder Executivo

Os primeiros efeitos do corte orçamentário realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), logo na primeira semana letiva de 2015, é o fechamento de uma de suas portarias. De acordo com comunicado destinado a estudantes, professores e funcionários da instituição, cortes nos gastos com limpeza, vigilância e portaria, além da suspensão do pagamento das contas de água e luz, serão necessários devido a um decreto do Governo Federal que restringe a execução orçamentária de órgãos e entidades ligados ao Poder Executivo, até que a Lei Orçamentária de 2015 seja aprovada.

“Já vi uma portaria da engenharia, que sempre ficava aberta, fechada. Não há funcionários nela”, contou o estudante de engenharia de controle e automação, Lucas Crespo.

Conforme o texto, assinado pelo reitor Jaime Arturo Ramírez, o limite mensal de execução financeira é de 33% do que estava previsto para o ano. “A publicação do referido decreto agrava a situação financeira, instalada nos meses de novembro e dezembro de 2014, nos quais houve redução substancial no repasse de recursos destinados às universidades federais. No caso da UFMG, essa redução alcançou cerca de 30 milhões de reais do orçamento previsto”, explica o texto.

Ainda, a universidade decidiu por fazer cortes de pessoal ligados à administração central, resguardando as atividades acadêmicas.

Confira o comunicado na íntegra:

Comunicado foi enviado por e-mail para estudantes, professores e funcionários. Reprodução

Comunicado foi enviado por e-mail para estudantes, professores e funcionários. Reprodução

A reportagem de O Tempo entrou em contato com a UFMG e aguarda um posicionamento sobre o caso.

 

LDO: Aécio mobiliza redes sociais para evitar mudanças

Senador iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais para evitar a aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentária.

Aécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Fonte: O Globo

Aécio inicia mobilização nas redes sociais para evitar aprovação de mudanças na LDO

Senador prometeu recorrer ao STF para impedir alterações

Para reforçar a petição que economistas ligados ao PSDB estão coletando assinaturas no site Avaaz, como fez na campanha presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais pedindo que os eleitores façam um movimento de pressão junto aos parlamentares para evitar a aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que poderá livrar a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de crise de responsabilidade por não cumprir as metas fiscais aprovadas pelo Congresso Nacional. Em um vídeo distribuído para grupos de WhatsAppAécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Aécio inicia o vídeo saudando os “amigos” e dizendo que, no Congresso Nacional, agora, a Oposição “tem que matar um leão por dia” e o grande tema do momento é a tentativa do governo federal, da presidente Dilma, usando sua maioria , de modificar a LDO.

Sem quórum para a abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, a sessão dessa quarta-feira foi adiada para a próxima terça-feira, às 12h. Com isso, a votação do projeto que altera a LDO também foi adiada.

“Por quê? Porque ela não cumpriu a meta fiscal aprovada pelo Congresso. E o governante que descumpre essa meta, incorre em crime de responsabilidade, com gravíssimas consequências. O governo quer dizer o seguinte: Quando a gente não cumpre a lei, a gente pega essa lei e muda. Mas quero dizer a vocês que a oposição está aqui vigilante, conseguimos hoje uma grande vitória, conseguimos obstruir a sessão. Na próxima terça-feira o governo vai tentar de novo, com seu rolo compressor”, alerta o tucano no vídeo.

O candidato derrotado a presidente diz que, entretanto, que os brasileiros vão estar vigilantes e se for preciso vão ao Supremo Tribunal Federal para impedir “mais essa violência, porque quem paga a conta no final, é o cidadão brasileiro: os investimentos vão embora, empregos deixam de ser gerados no Brasil”.

“Essa é a consequência perversa de um governo que priorizou a eleição e não o equilíbrio das contas públicas. Portanto, gente, aqueles que tiverem contatos com seus parlamentares, por e-mail, por WhatsApp, por onde for: se manifeste, vamos mostrar que a sociedade brasileira continua acordada e que não somos uma republiqueta onde a maioria pode fazer o que quer. Portanto, vamos nos mobilizar e na próxima terça-feira eles vão tentar de novo aprovar essa modificação na LDO e nós vamos estar aqui atentos para que isso não ocorra. Conto com vocês e a gente se fala ainda antes do Natal”, diz Aécio, no vídeo gravado em seu gabinete no Senado Federal.

Dilma sofre derrota na Câmara. Foi apenas a primeira…

Após ser reeleita, Dilma sofre a primeira grande derrota na Câmara que pode ser o prenúncio do que vai encontrar pela frente.

Decreto 8.243/2014 criaria a Política Nacional de Participação Social

Fonte: O Globo 

Câmara derruba decreto de Dilma que regulamenta os conselhos populares

Governo tentou obstruir votação, mas não conseguiu. Proposta ainda precisa ser aprovada no Senado

A Câmara aprovou na noite desta terça-feira a proposta que susta o decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta os conselhos populares. Tendo em mãos a promessa da oposição de obstrução das votações da Câmara enquanto não fosse votada a matéria, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou a sessão extraordinária para votá-la, contrariando o governo federal. Tentando evitar o pior, o governo obstruiu o processo de votação para tentar inviabilizar derrubada, mas não conseguiu.

Henrique Alves fez questão de conduzir com mãos de ferro a votação, cobrando pressa nas manifestações e encaminhamentos dos líderes contrários à medida. Agora, a derrubada do conselhos ainda terá que ser votada pelo Senado.

— Essa derrota é educativa. É para mostrar que o discursos do diálogo, de conversa com o Congresso Nacional, não pode ficar só na teoria, tem que acontecer na prática — afirmou o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Nos bastidores, líderes aliados atribuíram a atitude do presidente da Câmara à derrota sofrida no último domingo, quando perdeu a eleição para o governo do Rio Grande do Norte com a ajuda dada pelo PT e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a seu adversário, Robinson Faria (PSD). Uma das expressões mais repetidas no dia em conversas reservadas, para classificar a atitude de Henrique, foi que ele voltou para a Câmara, “com sangue nos olhos” e sem dar espaço para conversas ao líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), que queria evitar a votação do decreto.

Henrique negou que tenha agido em retaliação ao que aconteceu na eleição. Disse que há três meses ele tinha avisado que a votação do decreto era uma de suas prioridades e apenas estava cumprindo a promessa. Ele sustentou que a oposição deixou claro que não votaria nada antes da votação do decreto.

— Se eu aceitar passivo, essa Casa não vota mais nada até o final do ano. Essa questão tem que ser decidida no voto. Quem tiver votos para ganhar, parabéns. Quem não vencer, tem que respeitar o resultado. Como presidente eu já disse, há três meses, que o decreto seria uma pauta prioritária — disse o presidente da Casa antes da votação, negando a retaliação ao PT. — Seria desinformação, que se pensasse assim. Há três meses tenho incluído o decreto como item prioritário na pauta.

Mesmo ciente de que seria derrotado, o governo não quis abrir mão e retirar o decreto do Congresso Nacional, o que evitaria a derrota em plenário. Há três meses, antes do início da campanha eleitoral, Henrique Alves sugeriu que a presidente Dilma Rousseff retirasse o decreto e mandasse a proposta por meio de projeto-lei com a medida. O governo não aceitou. Segundo aliados, o governo não queria mostrar fraqueza. A mesma proposta foi feita por aliados depois da eleição já ganha por Dilma, mas o governo continuou irredutível.

Mais cedo, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (RS) disse que os que querem derrubar o decreto de Dilma deveriam garantir o quórum na votação. A oposição, com a ajuda de partidos da base aliada, entre eles o PMDB, conseguiu aprovar a urgência do decreto. Na votação desta terça, é necessária a presença de pelo menos 257 deputados em plenário. O decreto é aprovado por maioria simples.

— Se eles (oposição) querem derrubar o decreto, que coloquem o número de votos necessários — disse Fontana.

O decreto 8.243/2014, da presidente Dilma Rousseff, cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e diz que o objetivo é “consolidar a participação social como método de governo” que determina aos órgãos governamentais, inclusive as agências de serviços públicos, promover consultas populares.

Na prática, a proposta obriga órgãos da administração direta e indireta a criarem estruturas departicipação social. O decreto lista nove tipos de estruturas que devem ser utilizadas: conselhos de políticas públicas; comissão de políticas públicas; conferência nacional; ouvidoria pública federal; mesa de diálogo; fórum interconselhos; audiência pública; consulta pública; e ambiente virtual de participação social.

Sensus mostra Aécio com 56,4% contra 43,6% de Dilma

Pesquisa Istoé/Sensus mostra vantagem de 11 pontos do candidato tucano. Se considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%.

Eleições 2014

Fonte: ISTOÉ

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.