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Debate do SBT: Aécio apresenta propostas e rebate mentiras da Dilma

Aécio Neves apontou as mentiras que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, vem lançando ao longo da campanha.

Aécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate

Fonte: Jogo do Poder

Aécio apresenta propostas para o futuro do Brasil e rebate mentiras

Em debate do SBT, Aécio diz que Dilma conduz a campanha mais baixa desde 1989

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, apontou as mentiras e calúnias que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), vem lançando ao longo da campanha eleitoralAécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate promovido pelo SBT nesta quinta-feira (16/10).

Aécio acusou Dilma de conduzir uma campanha presidencial mais baixa da história da redemocratização brasileira. “A senhora infelizmente tem permitido o Brasil ver a mais baixa campanha da sua história democrática a partir da primeira eleição que tivemos de Fernando Collor”, afirmou o candidato, que afirmou estar cansado de tantas ofensas e falsidades apresentadas pela petista.

Aécio referiu-se à tática semelhante à utilizada pelo então candidato presidencial Fernando Collor de Mello, em 1989, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha.  O candidato afirmou que Dilma promove uma campanha desrespeitosa e sem propostas.

“Eu sempre tive um cuidado muito grande em respeitar as pessoas, candidata, respeitar os adversários”, afirmou. “Mentir e insinuar ofensas como essa não é digno de qualquer cidadão, mas é indigno por uma presidente da República, candidata”, acrescentou Aécio.

Nas considerações finais, o candidato lamentou que nesta eleição tenha se perdido tanto tempo em tantas ofensas. “As mesmas ofensas que foram dirigidas a Eduardo Campos, depois a Marina Silva, agora são dirigidas a mim”, afirmou.

Corrupção

Além de cobrar Dilma pela sequência de mentiras apresentadas na campanha, Aécio foi enfático ao demandar uma posição sobre o escândalo de corrupção na Petrobras, revelado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, envolveu o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

“A senhora sempre diz que não sabe de nada e não tem a menor responsabilidade sobre isso. Eu pergunto à senhora, candidata: de quem é a responsabilidade por tantos desvios de dinheiro público na Petrobras?”, questionou Aécio. “Explique aqui, candidata, por que a senhora mantém hoje nomeado, por exemplo, na Itaipu Binacional, o tesoureiro do seu partido, que recebia propina para alimentar a sua campanha.”

Aécio lembrou do caso de Erenice Guerra, a sucessora de Dilma como ministra da Casa Civil no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixou o cargo em setembro de 2010 em meio a denúncias de tráfico de influência. “O seu governo passará para a história como um governo com descompromisso com a ética”, afirmou.

Confiança e inflação

Aécio reafirmou a certeza de que sua vitória vai resgatar a confiança dos brasileiros. “Temos um projeto de governo que vai combater a inflação com extrema firmeza e determinação. Que vai resgatar a confiança para que os investimentos voltem a gerar empregos no Brasil. Que vai cuidar da educação do seu filho. Eu quero ser presidente para conduzir pessoalmente uma política nacional de Segurança Pública. O ciclo de governo que aí está não tem mais condições de governar o Brasil”.

Aécio reiterou que vai manter o fluxo de recursos para serem investidos em segurança de maneira contínua sem interrupção. Ele voltou a se comprometer ainda com a revisão dos códigos Penal e de Processo Penal para que a “sensação de impunidade não continue a prevalecer no país.”

Aécio ressaltou que seu governo vai fortalecer a Polícia Federal, que foi sucateada no governo petista e vai reequipar as Forças Armadas. “As Forças Armadas não têm tido atenção do seu governo. A senhora prometeu há quatro anos veículos aéreos não tripulados, mas apenas dois foram colocados em funcionamento”, afirmou.

O candidato criticou a postura de Dilma de terceirizar responsabilidades, como no controle da inflação e voltou a lembrar que a população hoje sente no próprio bolso a corrosão do poder de compra.

“Infelizmente, a inflação voltou a atormentar a vida dos brasileiros e das brasileiras, porque o seu governo foi leniente com ela. Fomos nós que controlamos a inflação lá atrás. Infelizmente o seu governo vai deixar uma herança perversa para o futuro. Inflação alta, crescimento baixo e perda de credibilidade. Sem credibilidade e não há investimento. Sem investimento, não tem emprego”, afirmou Aécio.

União

Aécio deixou clara sua disposição de ser o presidente que vai unir o país e levá-lo à retomada do crescimento. “Eu quero ser presidente da República não para dividir de forma perversa e pouco generosa o Brasil entre nós e eles. Eu quero ser o grande presidente da integração nacional e da generosidade para com os brasileiros que mais precisam. Um presidente que não trate o adversário como inimigo a ser abatido a qualquer custo, que respeite a verdade”, afirmou.

Direção do PSB vai apoiar Aécio Neves integralmente

Novo presidente disse que “o PSB precisa emprestar ao novo governo as perspectivas de um projeto que aprofunde as conquistas sociais”.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Nova direção do PSB destaca apoio a Aécio Neves

PSB oficializou nessa segunda-feira a troca de comando, confirmando a saída do ex-ministro da Ciência e Tecnologia do governo Lula Roberto Amaral da presidência da sigla. A chapa única para o comando da legenda, encabeçada por Carlos Siqueira, ex-primeiro-secretário geral, foi aclamada por unanimidade, em reunião no Hotel Nacional, em Brasília, e reafirmou o apoio a Aécio.

Contrário ao apoio ao tucano no segundo turno – decisão tomada pela Executiva da sigla na quinta-feira por 21 votos a sete –, Amaral defendia a reeleição de Dilma e havia assumido interinamente o cargo após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, em 13 de agosto. Siqueira assume o posto depois de ter abandonado a equipe de campanha de Marina Silva à Presidência, no primeiro turno, quando a socialista se tornou a cabeça de chapa.

Em seu discurso de posse, Siqueira fez referência à aliança com o tucano e disse que “o PSB precisa emprestar ao novo governo as perspectivas de um projeto que aprofunde as conquistas sociais das últimas décadas”.

Durante entrevista depois de ser eleito, Siqueira afirmou que o PSB não negociou cargos, em troca de apoio da campanha tucana. “É uma absoluta impropriedade dizer que a direção do partido está tratando com Aécio sobre a ocupação de cargos. Temos por hábito fazer aliança programática, aliança em torno de ideias, em torno de compromissos.”

Como vice-presidente da executiva, assume Paulo Câmara, recém-eleito governador de Pernambuco. Há ainda o deputado federal Beto Albuquerque (RS), vice-presidente de Relações Governamentais, e o senador João Capiberibe (AP), vice-presidente de Relações Interpartidárias. A nova executiva tem 37 integrantes.

AUSÊNCIAS

Nem Roberto Amaral nem a ex-prefeita Luiza Erundina compareceram à reunião. Lídice da Mata (PSB-BA) leu uma carta representando a ala dos descontentes. Intitulado “Conclamação dos Socialistas”, o documento afirma que a decisão da executiva nacional em apoiar o tucano é eleitoral e não trata da “esquerda” nem se refere ao “socialismo renovador”. “Independentemente do resultado da eleição presidencial de 2014, o PSB precisa reafirmar os princípios essenciais da sua natureza renovadora e socialista”, diz outro trecho.

Irmão de Campos declarou apoio a Aécio Neves

“O meu voto no 2º turno é em Aécio Neves”, declarou o Irmão de Eduardo Campos, Antonio Campos, que publicou nota de seu Facebook.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Seção pernambucana do PSB tende a apoiar Aécio no 2º turno

Irmão de Campos declara voto no tucano; decisão será tomada até amanhã

A seção pernambucana do PSB, inclusive a família do ex-governador Eduardo Campos, falecido em agosto em acidente aéreo, tende a declarar apoio ao candidato tucano à Presidência da RepúblicaAécio Neves. Nessa segunda-feira, o irmão de Eduardo CamposAntonio Campos, publicou nota em seu Facebook em apoio a Aécio Neves na disputa de segundo turno. No texto, Tonca, como é conhecido, destaca que a declaração é apenas em seu nome, mas interlocutores da viúva de Eduardo, Renata Campos, afirmam ser provável que ela também dê seu apoio ao tucano.

“O meu voto no 2º turno é em Aécio Neves. Ressalto que tal declaração é em meu nome pessoal. Acho salutar uma mudança, nesse momento, para o Brasil”, diz Tonca, na nota.

Embora Tonca tenha deixado claro que apoia Aécio Neves no 2º turno da disputa presidencial, o grupo político do ex-governador de Pernambuco, capitaneado por Renata Campos e pelo governador eleito, Paulo Câmara, só deve sacramentar a posição após reunião do PSB pernambucano. O encontro da Executiva Nacional do PSB que irá oficializar a posição do partido em relação está marcado para amanhã, em Brasília. Até lá, os pernambucanos já deverão ter uma posição fechada a respeito.

A posição do PSB pernambucano deve pesar na decisão da legenda nacional, já que a presença de Renata Campos é tida como um forte capital político do partido. Além disso, Pernambuco sai fortalecido com a eleição em primeiro turno de Paulo Câmara, com quase 70% dos votos, contra o candidato apoiado pelo ex-presidente Lula, o senador Armando Monteiro.

Desde a noite de domingo, quando o resultado das urnas apontou que Marina Silva havia sido derrotada na disputa presidencial, Paulo Câmara iniciou consultas às lideranças do partido e, segundo interlocutores, a tendência majoritária é de estar junto ao tucano.

Isso porque, apontam integrantes da cúpula socialista em Pernambuco, a relação do PSB com o PT no estado vem de um processo intenso de desgaste nos últimos anos, desde que, em 2012, o PSB e o PT romperam, quando o ex-presidente Lula decidiu lançar o senador Humberto Costa candidato à prefeitura de Recife, contra o candidato de Campos, o hoje prefeito Geraldo Júlio.

A exemplo do que acusou Marina Silva, os socialistas em Pernambuco criticam o PT por promover “jogo baixo” nas disputas eleitorais, com divulgação de mentiras e destacam que Lula, que mantinha relação pessoal com Campos, esteve duas vezes no estado para fazer campanha para o rival de Câmara na eleição estadual, o senador Armando Monteiro (PTB).

— A maioria do PSB de Pernambuco acha que não dá para ficar com o PT. Queremos uma postura unificada com a nacional, mas o PSB de Pernambuco vai trabalhar contra o apoio à Dilma. Apesar da aliança no passado, muita coisa mudou e o contexto econômico-social de hoje, com inflação, falta de investimentos, é muito diferente do que o PSB quer para o Brasil — afirma um político próximo a Renata Campos.

Dirigentes do PSB pernambucano lembram que, apesar da amizade que Eduardo Campos tinha com Lula, seus escolhidos para o governo e para a prefeitura, Paulo Câmara e Geraldo Júlio, não têm relação com o ex-presidente. Assim, a interlocução com o PT fica dificultada.

Na noite de domingo, o governador de Pernambuco, João Lyra, que herdou a cadeira quando Campos decidiu se lançar candidato à Presidência da República, também publicou nota para divulgar seu apoio a Aécio Neves.

“A surpreendente ascensão de Aécio Neves nos últimos dias do processo eleitoral para a Presidência da República refletem o seu excelente desempenho nos debates eleitorais e o credenciam para representar as forças de oposição no segundo turno do pleito presidencial. Vou defender esta tese junto aos companheiros do Diretório Regional do PSB e, também, como integrante do Diretório Nacional, vou indicar o nome de Aécio Neves para apreciação da Executiva Nacional”, diz o texto.

PSB pode rachar em Minas, após a morte de Campos

Para Apolo Heringer, muitas divergências entre a Rede e o PSB estavam sendo mantidas com a “mão” do Eduardo Campos.

Eleições 2014

Apolo Heringer teme divisão do partido na sucessão

O ex-integrante da Rede Sustentabilidade (grupo de Marina abrigado dentro do PSB), professor Apolo Heringer, acredita que o partido está dividido e tem dúvidas se a legenda apoiará Marina Silva para disputar as eleições presidenciais. “Acredito que uma coisa é ter Marina como vice, outra é ela como candidata a presidente. O PSB não tem esse perfil que a Rede anuncia. Agora as contradições vão explodir. O ambiente político é muito instável, muitas divergências estavam sendo mantidas com a mão do Eduardo Campos”, disse.

Segundo Apolo, PT e PSDB também devem tentar angariar o apoio do PSB, neste momento. “Acredito que vamos viver umas duas semanas de bastante articulação política dentro do PSB Rede, com PT e PSDB doidos para por a mão no espólio, negociando apoio”, afirmou.

Outra possibilidade, na avaliação de Apolo, é o PSB não lançar candidato e a polarização entre PT e PSDB aumentar. “Se a Rede fosse dominante tudo bem, mas está como hospede, não tem candidato em estado nenhum, muita gente não confia na Marina”, concluiu.

Muda Brasil: goianos querem Aécio Neves presidente do Brasil

Candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil tem 32% dos votos dos eleitores de Goiás, contra 26,1% de Dilma.

Eleições 2014: Aécio Neves presidente

Fonte: Jogo do Poder

Goianos querem Aécio Neves presidente do Brasil

Pesquisa de intenção de votos divulgada na última sexta-feira (25/07) revela que Aécio Neves já é o favorito entre os goianos para ser o próximo presidente do país. O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil tem 32% dos votos dos eleitores de Goiás, contra 26,1% da candidata do PTDilma RousseffEduardo Campos aparece com 8,3% das intenções de voto. É o que mostra pesquisa do Instituto EPP – Empresa de Pesquisa e Consultoria Ltda.
 
Nas últimas semanas, pesquisas realizadas em todo o país comprovaram o crescimento de Aécio, que está empatado com a candidata do PT na disputa de segundo turno, como divulgado pelos levantamentos Datafolha e Istoé/Sensus.

 
A pesquisa do Instituto EPP também trouxe dados sobre a eleição a governador, onde o tucano Marconi Perillo, que concorre à reeleição, lidera o quadro com 31,2% dos votos.
 
pesquisa do instituto, que ouviu 1.500 eleitores entre os dias 17 e 20 de julho em todas as regiões de Goiás, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Aécio e Campos terão mais visibilidade em propaganda de Rádio e TV

Aécio e Campos, apesar de pouco conhecidos, podem ter forte visibilidade com a influência das propagandas de Rádio e TV.

Eleições 2014

ORION TEIXEIRA

Segundo turno depende de Campos

Em meio a tantas pesquisas e resultados divergentes, a grande pergunta que ainda se faz é se haverá segundo turno presidencial. Datafolha e Sensus, por seus números, garantem que sim; aí vem o Ibope e o Vox Populi dizem que não é bem assim, admitindo que a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), poderá vencer no primeiro turno. A situação de hoje é rigorosamente a mesma de antes da Copa do Mundo, como ficou demonstrado pelas três pesquisas divulgadas após o Mundial (Datafolha e Sensus, nos dias 16 e 17 de julho;Ibope, 22 de julho).

Para os dois primeiros institutos, há tendência de queda de Dilma e estagnação dos desafiantes Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Com Ibope e Vox, a estagnação é dos três principais concorrentes. De tudo isso, outras três coisas são certas: primeiro, o quadro está consolidado e assim deve permanecer até o início do horário gratuito eleitoral, quando o nível de conhecimento dos candidatos se iguala, apesar dos tempos de televisão desiguais. Segundo, Aécio e Campos já têm 30% dos votos, hoje, sem terem alta visibilidade e antes de iniciada a propaganda pelo rádio e TV, que influencia fortemente. São ainda pouco conhecidos, ao contrário da presidente.

Por último, a realização do segundo turno depende mais de Eduardo Campos do que deAécio. O tucano já cresceu até onde podia (20%), mas o pessebista empacou e não ultrapassa os 10%. Para viabilizar o segundo turno, Campos precisa chegar, pelo menos, a 15%. Ou seja, segundo turno é resultado de uma terceira candidatura competitiva; quando ela não existe, a decisão se dá no primeiro turno entre os dois mais viáveis.

Quem é quem?

A sucessão mineira é um pouco semelhante à presidencial. Se não houver um terceiro candidato viável, a tendência é de os candidatos a governador Fernando Pimentel (PT) ePimenta da Veiga (PSDB) resolverem a disputa no primeiro turno. O segundo turno, por aqui, vai depender também do desempenho do pessebista Tarcísio Delgado. Antes dessa preocupação, os marqueteiros tucano e petista têm outro problema: evitar a confusão entre os eleitores por conta da semelhança dos nomes de Pimentel e Pimenta.

Primeiro ficha-suja

O TRE mineiro cassou nessa quarta-feira (23) a primeira candidatura listada como ‘ficha-suja’ pelo Ministério Público. O candidato a deputado federal pelo PT do B, Paulo Orlando Rodrigues de Mattos, o Paulo Maloca, foi considerado inelegível por condenação criminal. Ele havia sido condenado por homicídio em Governador Valadares (Leste mineiro) em 2001. Cumpriu pena até 2009, mas, a partir desse ano, fica inelegível por mais oito, até 2017.

Desmonte em Campo Belo

Na terça-feira (22), a mesma corte judicial provocou uma reviravolta política na cidade de Campo Belo (Centro-Oeste), ao confirmar, por unanimidade, a cassação do prefeito Marco Túlio Lopes Miguel, de seu vice, Richard Miranda, ambos do PSDB, e de oito dos 15 vereadores da Câmara: Valdelino Ananias de Castro (PSB), Silvânio Camilo (PSB), Walter Moreira (DEM), Maria Salime Lasmar (PSDB), Christian Giulliane Alves Silveira (PSDB), Paulo José Ferreira (DEM), Hélio Donizetti Mendes (PSB) e Célio Pereira de Souza (DEM), por abuso de poder político, de autoridade e econômico, conduta vedada a agente público, uso promocional de serviço de caráter social e captação ilícita de voto. Antes deles, já estava inelegível por oito anos, e pelas mesmas razões, o ex-prefeito Romeu Cambraia.

Datafolha: Aécio aparece tecnicamente empatado com Dilma no 2º turno

Datafolha: Queda de Dilma e crescimento da oposição no 2º turno tem a ver com aumento de eleitores que julgam governo ruim ou péssimo.

Eleições 2014

Fonte: Folha Poder

Dilma lidera com 36%, mas empata com Aécio no 2º turno, diz Datafolha

Datafolha faz levantamento de candidatos à Presidência - Arte O Globo

Com 36% das intenções de voto na simulação de primeiro turno, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, mantém a liderança da disputa pelo Palácio do Planalto. Mas, pela primeira vez, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece tecnicamente empatado com ela no teste de segundo turno.

Segundo o Datafolha, se o turno final da disputa fosse hoje, Dilma teria 44% dos votos, Aécio alcançaria 40%. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos, eles estão na situação limite de empate técnico.

Num eventual disputa de segundo turno contra o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), o resultado seria 45% para Dilma contra 38% para Campos. É também a menor diferença entre os dois na série de nove pesquisas do Datafolha com este cenário desde agosto de 2013.

Em relação à pesquisa anterior, feita no começo do mês, o quadro do primeiro turno apresenta pouca diferença. Em 15 dias, Dilma oscilou de 38% para 36%. Aécio manteve os 20%. Campos oscilou de 9% para 8%.

Juntos, todos os rivais de Dilma também somam 36%. Considerando a margem de erro, portanto, não é possível dizer se haveria ou não segundo turno se a disputa fosse hoje.

A oscilação negativa de Dilma no primeiro turno e a aproximação de seus rivais em simulações de segundo turno são coerentes com o aumento do percentual de eleitores que julgam o atual governo como ruim ou péssimo.

Conforme a pesquisa, 29% desaprovam a gestão Dilma. Este é, numericamente, o maior percentual de ruim e péssimo para a petista desde o início de sua gestão, em 2011.

Já o total de eleitores que classificam a administração como boa ou ótima são 32% agora, praticamente a mesma taxa apurada no fim de junho de 2013, imediatamente após a grande onda de protestos pelo país. Naquela ocasião, a taxa de aprovação à gestão petista despencou de 57% para 30%.

Em relação à pesquisa anterior, a taxa de rejeição a Dilma subiu de 32% para 35%. O segundo mais rejeitado é o candidato Pastor Everaldo (PSC), que tem 3% das intenções de voto, mas 18% de rejeição. Os que rejeitam Aécio oscilaram de 16% para 17%. Campos mantém os 12% da pesquisa anterior.

O Datafolha ouviu 5.377 eleitores em 223 municípios na terça (15) e nesta quarta-feira (16). O levantamento foi encomendado pela Folha em parceria com a TV Globo.

Sensus: pesquisa mostra declínio da candidatura de Dilma

Nova pesquisa ISTOÉ/Sensus revela declínio da candidatura de Dilma e confirma ascensão do principal candidato da oposição, Aécio Neves.

Dupla Eduardo Campos e Marina Silva continua patinando

Fonte: IstoÉ 

Em queda, apesar do esforço

Marina a ex-senadora dificulta alianças de Campos em Estados como São Paulo e Minas, mas afirma que as convergências são maiores que as divergências. Desde que a pesquisa ISTOÉ/Sensus, publicada no início de maio, revelou pela primeira vez que a sucessão presidencial caminha para ser decidida em segundo turno, o comando da campanha de Dilma Rousseff impôs à presidenta um novo ritmo.

Durante todo o mês de maio e nos primeiros dias de junho, Dilma intensificou as entrevistas para as redes de tevê, manteve encontros com empresários, varejistas e entidades ligadas à educação. Anunciou pacotes de bondades para 56 setores da economia, viajou para diversos Estados, entregou máquinas agrícolas e ambulâncias para prefeituras e inaugurou uma sucessão de obras, nem todas acabadas.

Todo o esforço, no entanto, não foi suficiente para reverter a tendência de queda na preferência do eleitorado. A nova pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre 26 de maio e 4 de junho mostra que a presidenta Dilma Rousseff caiu 1,8% em relação ao levantamento anterior, passando de 34% para 32,2% das intenções de voto, num cenário em que os chamados candidatos nanicos também são colocados. Trata-se de uma queda no limite da margem de erro de 1,4%.

pesquisa que ouviu cinco mil eleitores em 191 municípios de 24 Estados também mostra a tendência de crescimento da principal candidatura da oposição. Segundo o levantamento, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) saltou de 19,9% para 21,5%, também no limite da margem de erro. “As variações não são grandes, mas são significativas na medida em que traduzem uma migração de votos para a oposição”, diz Ricardo Guedes Ferreira Pinto, diretor do Sensus.

Num cenário em que são apresentados aos eleitores apenas os três principais candidatos (DilmaAécio e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos), a presidenta cai de 35% para 34% das intenções de votoAécio varia de 23,7% para 24,1% e Campos sai de 11% para 11,3%. O número de indecisos ou dispostos a votar em branco aumenta 0,3%, passando de 30,4% para 30,7%.

“Esses dados, embora ainda bastante discretos, indicam que a candidatura de Dilma pode estar começando a perder votos para Aécio”, avalia Guedes. A mesma situação foi verificada em pesquisas qualitativas feitas pelo PSDB nas últimas semanas. E, com base nesses dados, os tucanos planejam manter a estratégia de crítica pesada ao governo durante as semanas da Copa. Os caciques da campanha do PSDB avaliam que o anúncio do candidato a vice na chapa de Aécio pode representar o mais importante fato político durante o Mundial de Futebol e assim esperam que as próximas pesquisas tragam um crescimento mais forte da candidatura do senador.

Além disso, os tucanos planejam ampliar a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao lado de Aécio. As pesquisas em poder do partido mostram que a preocupação com a volta da inflação é a principal responsável pela migração de votos de Dilma para Aécio e FHC representa a vitória contra a inflação.

Pelo lado do governo, a estratégia atual consiste em manter uma agenda intensa de viagens e de inaugurações. O temor é o de que eventuais problemas de organização na Copa possam prejudicar a presidenta. Segundo a pesquisa ISTOÉ/Sensus, os brasileiros dão nota 4,7 para a organização do torneio, 60,1% entendem que nos próximos dias vão ocorrer protestos e manifestações com maior intensidade e 56,8% são favoráveis às manifestações.

De acordo com Guedes, a última pesquisa ISTOÉ/Sensus traz uma outra variação importante quando avalia a atuação do governo. Pelo levantamento, o índice de eleitores que julgam a gestão de Dilma como positiva saltou de 29,6% para 34,2%. O problema é que o número de pessoas que classifica a gestão como péssima cresceu de 31,9% para 34,6%. Diminuiu o percentual daqueles que consideram o governo regular (34,2% no início de maio e 29,1% no começo de junho). “Os dados mostram que há uma radicalização. Ou seja, o eleitor ama ou odeia o governo e isso é ruim para a candidatura da situação”, diz Guedes.

Para tentar reverter esse quadro, na última semana o comando petista decidiu intensificar a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos horários publicitários do partido para fazer a defesa do governo e tentar mais uma vez transferir sua popularidade para a presidenta Dilma. O comando da pré-campanha de Dilma também buscará a partir desta semana uma maior proximidade com o chamado voto evangélico.

O partido entende que o crescimento da candidatura do pastor Everaldo, pelo manico PSC, tire mais votos de Dilma do que dos principais candidatos da oposição.

pesquisa ISTOÉ/Sensus também aponta para uma série de dificuldades na campanha de Eduardo Campos (PSB). Os dados, segundo Guedes, indicam que o ex-governador de Pernambuco não conseguiu atrair os votos de Marina Silva (Rede) e pode até ter perdido votos daqueles que não simpatizam com a ex-senadora. No cenário em que são colocados também os candidatos dos chamados partidos nanicos, Campos cai de 8,3% para 7,5% Um resultado que tende a tensionar ainda mais o ambiente no núcleo da campanha.

As divergências entre o PSB e a Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, começaram a ficar evidentes durante as negociações para a montagem de palanques estaduaisMarina tem seus candidatos preferidos e resiste a se aliar com tucanos em diversas cidades. Anunciou que não vai subir no palanque de Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo, apesar do apoio do PSB ao candidato. Marina também resiste a receber apoio de empresários de diversos setores e tem dado declarações criticando potenciais aliados.

Para simpatizantes da candidatura de Campos e integrantes da linha de frente da candidatura socialista, as divergências entre os dois são os principais motivos para a dificuldade de fazer o PSB decolar nas pesquisas. “A Marina é a causa para o Eduardo seguir patinando. Uma pena”, resume o deputado Danilo Fortes (PMDB-CE), que declarou apoio aCampos, apesar de seu partido ter decidido manter-se na chapa nacional ao lado de Dilma.

Diante das críticas, a dupla precisou reafirmar a aliança. Na semana passada, Marina deu declarações dizendo que os principais projetos em comum os mantêm unidos e o principal deles é o de tentar acabar com a polarização entre PT e PSDBCampos, por sua vez, concedeu uma coletiva afirmando que as declarações de Marina contrárias a algumas alianças não trazem novidades, e que as diferenças para decidir palanques estaduais já eram esperadas.

“Se num Estado ou outro não vamos estar juntos, é uma questão meramente estadual. Nada a ver com aliança nacional, que é muito maior”, disse ele, tentando afastar os boatos de que estaria encomendando pesquisas para analisar a força da sua candidatura sem a presença de Marina Silva.

Nos cenários de segundo turno, a última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirma o crescimento da oposição. Numa eventual disputa de Dilma com Campos, a diferença a favor da presidenta que era de 14,4% em maio, caiu para 10,6% no início de junho. Com Aécio a queda é de 6,7% para 5,1%. Um resultado que surpreendeu as lideranças do PT. Isso porque nas últimas semanas a presidenta privilegiou agendas em Minas.

Este ano, Dilma esteve sete vezes no reduto de Aécio, duas delas no último mês. Também passou por São Paulo, o principal bunker do PSDB e maior colégio eleitoral do País. A maior presença da presidenta no Sudeste, porém, não foi suficiente para mudar o cenário eleitoral. A pesquisa ISTOÉ/Sensus revela que na região o preferido pelo eleitor é o tucano, com 29,7% dos votos, contra 24,8% de Dilma.

“A pesquisa mostra um cenário favorável à oposição. A leitura conjunta da tendência de queda da presidenta com a radicalização em torno da aprovação ou não de sua gestão indica que o eleitor não visualiza na candidatura do governo a esperança de mudança”, diz Ricardo Guedes. O diretor do Sensus, porém, avalia que após a Copa as tendências tendem a se consolidar. Hoje, segundo a pesquisa, 56,9% dos eleitores estão interessados na eleição. Depois do Mundial de futebol esse número será bem maior.

Vox Populi: Aécio Neves sobre de 16% para 21%

Vox Populi: senador Aécio Neves (MG), subiu de 16% para 21%, em dois meses. A presidente Dilma Rousseff (PT) continua com 40%.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio sobe para 21%, mas Dilma venceria em primeiro turno, mostra Vox Populi

Senador tucano subiu cinco pontos. Já a presidente mantém 40% de intenção de voto

Pesquisa feita pela Vox Populi sobre as eleições presidenciais, a pedido da revista Carta Capital, divulgada nesta quarta-feira, revela que a intenção de voto do candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), subiu de 16% para 21%, em dois meses. A presidente Dilma Rousseff (PT) continua com 40% e venceria em primeiro turno. O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), mantém os 8%.

pastor Everaldo (PSC), que tinha 2% em abril, também continua com o mesmo percentual de intenção de votos em junho. José Maria (PSTU) aparece pela primeira vez na pesquisa, com 1%. Os candidatos Randolfe Rodrigues (PSOL), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Eduardo Jorge (PV), Mauro Iasi (PCB) e Denise Abreu (PTN) não atingiram 1%.

O número de eleitores indecisos caiu para 14%. Em abril chegava a 18%. O percentual daqueles que declararam que pretendem votar em branco ou anular o voto somaram 14% – antes eram 15%.

Vox Populi entrevistou 2,2 mil eleitores entre os dias 31 de maio e 1º de junho, em 161 municípios brasileiros. A margem de erro da pesquisa é de 2,1 pontos percentuais.

Ibope

Uma pesquisa feita pelo Instituto Ibope a pedido da União dos Vereadores do Estado de São Paulo (Uvesp) foi divulgada nesta terça-feira e mostra a presidente Dilma Rousseff com 38% das intenções de voto, o senador Aécio Neves (PSDB) com 22% e o ex-governador Eduardo Campos (PSB) com 13%. Dilma oscilou dois pontos percentuais para menos em comparação ao levantamento anterior do Ibope, realizado em maio. Aécio e Campos oscilaram dois pontos para mais.

Ibope: Aécio Neves sobe 2 pontos

Ibope: Dilma ficou com 38% das intenções de voto, o senador Aécio Neves (PSDB) com 22% e o ex-governador Eduardo Campos (PSB) com 13%.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

IBOPE: Dilma oscila dois pontos e tem 38% dos votos; Aécio 22% e Campos 13%

Pesquisa encomendada por entidades de vereadores de São Paulo indica crescimento dos adversários da presidente, mas dentro da margem de erro

Uma pesquisa feita pelo Instituto Ibope a pedido da União dos Vereadores do Estado de São Paulo (Uvesp) foi divulgada nesta terça-feira e mostra a presidente Dilma Rousseff com 38% das intenções de voto, o senador Aécio Neves (PSDB) com 22% e o ex-governador Eduardo Campos (PSB) com 13%. Dilma oscilou dois pontos percentuais para menos em comparação ao levantamento anterior do Ibope, realizado em maio. Aécio e Campos oscilaram dois pontos para mais.

O dado inédito que a pesquisa traz é o peso do apoio dos vices para as candidaturas. A situação de Dilma e Aécio pouco muda, segundo o levantamento. No caso do tucano, que ainda não definiu o vice, três nomes foram testados – o senador Aloysio Nunes Ferreira, o ex-senador Tasso Jereissati e o ex-governador José Serra.

Já Campos, quando o nome da vice Marina Silva é citado, vê sua intenção de voto subir para 17%, quatro pontos a mais do que na sondagem sem a ex-senadora.

Os votos brancos e nulos passaram de 24% em maio para 20% na pesquisa divulgada nesta noite.

No segundo turno, Dilma continua vencendo, mas com uma vantagem menor. No cenário com Aécio, ela teria 42% e ele 33%. Em maio, eram 43% a 24%.

Com Campos, ela aparece com 41% e ele 30%. Na sondagem anterior, eram 42% a 22%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 deste mês com 2.002 entrevistados no país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Ela custou R$ 202 mil. Segundo o presidente da Uvesp, Sebastião Misiara, o valor foi pago integralmente pela entidade.

– Os vereadores precisam ter protagonismo no debate político nacional. Por isso encomendamos a pesquisa – disse ele, que negou ter filiação partidária no momento.

CAMPOS: ‘ESTAMOS NO CAMINHO CERTO’

O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos comentou nesta terça-feira o resultado da última pesquisa. Ele disse não ter dúvidas de que ganhará a eleição.

– Nós estamos muito tranquilos, confiantes que estamos no caminho certo. O caminho é discutir o programa e apresentar essa união aos brasileiros, mostrar que tem uma opção nova, diferente, que vai fazer de um novo jeito, que vai pegar essa energia que está no seio da sociedade brasileira, ali latente de quem quer ver coisa séria, coisa renovadora, quer ver exatamente o Brasil ser entregue a um novo tempo na vida pública brasileira – declarou.