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Anastasia assina protocolo de intenção com ArcelorMittal e Taquaril Mineração que vai gerar mais de 3 mil empregos

O governador Antonio Anastasia assinou, nesta quinta-feira (25), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, protocolos de intenções para investimentos privados nos setores de mineração e siderurgia que vão representar a criação de 3.480 empregos diretos nos próximos sete anos, no Estado. Os investimentos serão feitos pela ArcelorMittal, em João Monlevade, na região Central do Estado, e Juiz de Fora, na Zona da Mata, e pela Taquaril Mineração, em Sabará e Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Juntos, os projetos representam investimentos de R$ 6,2 bilhões.

“Esse é mais um passo importante na geração de empregos em Minas Gerais, na confiança no ambiente que nós estamos criando em nosso Estado. Se nós temos uma obsessão em Minas Gerais, essa obsessão é exatamente a geração de empregos de qualidade”, disse o governador, durante a solenidade de assinatura dos protocolos.

Durante o evento, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, anunciou a cifra recorde de investimentos privados formalizados este ano, em Minas Gerais, de R$ 52,9 bilhões. Desde 2003, foram anunciados R$ 264,3 bilhões de investimentos em Minas Gerais, em diversos setores.

“Outros R$ 40 bilhões de investimentos estão em processo. Vai demorar entre 30 e 40 dias para termos todos completados, mas isso é uma garantia de que vamos começar o próximo exercício com investimentos muito grandes neste Estado”, disse o secretário.

ArcelorMittal

A ArcelorMittal Brasil vai investir R$ 2,45 bilhões na expansão das unidades de João Monlevade e Juiz de Fora, até 2012. Em João Monlevade serão investidos R$ 2,39 bilhões na expansão da unidade, com a geração de 400 empregos diretos e seis mil indiretos. Já em Juiz de Fora, estão sendo investidos R$ 54,5 milhões na expansão das atividades, com a geração de 80 empregos diretos e 300 indiretos.

O vice-presidente para a América Central e do Sul da ArcelorMittal, Augusto Espeschit de Almeida, afirmou que o grupo tem como orientação para investimento os mercados do Brasil e Índia, e o setor de mineração.

“Temos várias usinas neste Estado e é bom ver como Minas Gerais cresce e tem credibilidade. Com essa obra, estamos garantindo o crescimento do grupo ArcelorMittal mundial no Brasil”, disse Augusto Espeschit.

Taquaril Mineração

A Taquaril Mineração, controlada pela Construtora Cowan, AVG Mineração e Mineração Minas Bahia, vai implantar um complexo minerário para a produção de 25 milhões de toneladas de finos de minério de ferro, por ano, na Serra do Taquaril, entre Nova Lima e Sabará. A área do projeto está localizada na intercessão dos principais ramais ferroviários do Brasil – Ferrovia Vitória Minas (5 km), Ferrovia Centro Atlântica (40 km) e MRS Logística (35 km) – sendo este último um ponto de ligação ao Porto de Itaguaí (RJ).

Serão investidos R$ 3,85 bilhões a partir de 2014, com conclusão do projeto previsto para 2017. Em 2014 serão gerados 1 mil empregos diretos e três mil indiretos. Até 2017 terão sido criados três mil empregos diretos na unidade.

A Taquaril Mineração é titular de alvarás de pesquisa e concessão de lavra, em área de 1,8 mil hectares, entre Nova Lima e Sabará. A empresa detém a opção de compra de áreas superficiárias necessárias ao desenvolvimento do projeto, que superam 1,6 mil hectares.

 

Recorde Histórico:Desde 1996, Região Metropolitana de Belo Horizonte registra a menor taxa de desemprego

Em outubro de 2010, a taxa de desemprego total na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) caiu de 7,6% para 7,2% da População Economicamente Ativa (PEA). Essa queda veio acompanhada de um recorde: o percentual é o menor da série histórica da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada mensalmente desde 1996 pela Fundação João Pinheiro (FJP), Dieese, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e Fundação Seade.

Entre as sete regiões pesquisadas pela PED, a taxa de desemprego registrada na RMBH também é a menor. Com exceção do Distrito Federal, cuja taxa ficou em 13,1% e manteve relativa estabilidade, nas demais regiões metropolitanas avaliadas também ocorreu queda nas taxas de desemprego no mês de outubro: Fortaleza ficou em 7,9%, Porto Alegre, 8,2%, Recife 14,1%, Salvador 15,4%, e São Paulo 10,9%. A taxa de desemprego registrada na RMBH foi 3,6% abaixo da media nacional (10,8%), de acordo com os dados apresentados nesta quarta-feira (24) durante entrevista coletiva no auditório da Sedese.

“Esta é a menor taxa da série histórica para a RMBH e pode não haver espaço para reduções mais expressivas daqui pra frente. Nas outras regiões metropolitanas pesquisadas o crescimento ocupacional tem acontecido em ritmo mais acelerado por que ainda há uma população desempregada em maior número”, avaliou o coordenador da PED pelo Dieese, Mário Rodarte.

O coordenador da pesquisa explica que houve uma redução muito significativa no contingente de desempregados na RMBH, de 470 mil em outubro de 2003 para 176 mil em outubro de 2010. “Com a diminuição do número de pessoas desempregadas, o crescimento ocupacional nos setores mais dinâmicos tem ocorrido por meio da atração de trabalhadores já empregados em setores menos dinâmicos”, observa.

Rodarte explica que os setores mais dinâmicos são aqueles que apresentam maior crescimento, geralmente gerando maior valor agregado e pagando melhores salários. “Tiveram destaque, nos últimos 12 meses, a indústria de metal-mecânico, que cresceu 11,2%, os serviços especializados, com 13,5% de crescimento, transportes, com 8,6%, saúde, com 7,3% e educação, com 7,2%”, informou.

Contingente

Em Belo Horizonte o desemprego aberto reduziu de 6% para 5,6% e o desemprego oculto permaneceu estável em 1,6%. Em relação ao mês de setembro, o número de ocupados aumentou em 0,4%, sendo estimado em 2,27 milhões de trabalhadores. Entre outubro de 2009 e outubro de 2010, o tempo médio de procura por trabalho diminuiu de 44 para 37 semanas.

Setores

Na comparação entre outubro e setembro, o setor de indústria criou 13 mil novas ocupações, o agregado “outros setores” gerou 2 mil empregos e a construção civil foi responsável por 1 mil novas vagas de trabalho. No setor de serviços houve retração de 1 mil empregos e, no comércio, de 6 mil. “O crescimento se deu, principalmente, na indústria metal-mecânica, com 9,3%, e na indústria alimentícia, com 6,3%”, afirmou Mário Rodarte.

Entre outubro de 2009 e outubro de 2010, o nível ocupacional permaneceu relativamente estável (-0,1%), com ampliação de 20 mil ocupações na indústria e de 9 mil no comércio, estabilidade na construção civil e retração no setor de serviços (28 mil vagas e menos) e no agregado “outros setores”, que perdeu 3 mil postos de trabalho.

No mesmo período de 12 meses, o número de assalariados no setor privado aumentou em 29 mil enquanto, no setor público, houve retração de 5 mil postos. Paralelamente, o setor privado registrou crescimento de 59 mil empregos com carteira assinada e, entre aqueles sem registro em carteira, a redução foi de 30 empregos. Foi registrada, ainda, retração de 16 mil ocupações entre os autônomos, 5 mil nas “demais posições” e 5 mil entre os empregados domésticos.

Rendimentos

Comparando setembro de 2010 a setembro de 2009, verifica-se que o rendimento real médio dos ocupados aumentou 4,1%, passando de R$ 1.321 para R$ 1.376. No período, o salário real médio cresceu 4,6%, passando de R$ 1.326 para R$ 1.387.

Trabalhadores com carteira assinada tiveram aumento de 3,4% no salário médio e, entre aqueles sem registro em carteira, o crescimento foi de 6,2%. O destaque ficou por conta dos autônomos, que tiveram aumento de 8,5% no rendimento médio, que passou de R$ 1.087 para R$ 1.179, maior valor de toda a série histórica na RMBH.

Nesta mesma comparação, o setor privado apresentou crescimento de 4,2% do salário médio e houve também aumento nas remunerações do comércio (11%) e dos serviços (3,8%). Já a indústria registrou redução de 4,3% no salário médio.

“O aumento dos rendimentos tem sido constante, com alguns momentos de estabilidade. A elevação da renda observada nos últimos 12 meses pode estar relacionada à competição entre os setores na busca por trabalhadores”, concluiu Mário Rodarte.

 

Emprego

 

Em 10 meses de 2010, Minas criou 298.143 novos empregos com carteira assinada, desempenho é o 2º melhor do país

Nos primeiros 10 meses do ano, Minas Gerais foi responsável pela criação de 298.143 novos empregos com carteira assinada. O desempenho é o segundo melhor do país, sendo superado apenas por São Paulo. O crescimento de 8,51% foi anunciado, na tarde desta sexta-feira (19), em Brasília (DF), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base no levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

De acordo com os dados do Caged, em outubro de 2010 foram gerados 14.516 empregos celetistas, equivalentes a uma expansão de 0,38% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Em termos absolutos, este desempenho foi o segundo melhor de toda a série histórica do Caged, sendo superado apenas pelo ocorrido em outubro de 2009 (+15.898 postos). Apenas a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foi responsável por um aumento de 12.305 postos de trabalho (+0,84%) no mês passado. No acumulado do ano, a RMBH obteve recorde absoluto e relativo com a geração de 114.883 (+8,41%) empregos.

A expansão em Minas Gerais pode ser explicada pelo crescimento, principalmente, nos setores de Serviços (8.648 postos), do Comércio (8.245 empregos), da Indústria de Transformação (5.053 postos) e da Construção Civil (3.887 postos) cujos saldos superaram, especialmente, a queda de 11.852 postos na Agropecuária, em função das atividades ligadas ao cultivo do café.

Também nos últimos 12 meses, o Estado registrou acréscimo no nível de emprego verificando-se uma alta de 7,75%, ou seja, 273.360 postos de trabalho. Em termos absolutos, este resultado foi o segundo melhor da região Sudeste, sendo superado somente pelo registrado em São Paulo (686.303 postos).

A evolução do emprego formal nos municípios com mais de 30 mil habitantes indica que, além de Belo Horizonte, os 10 municípios que apresentaram maior crescimento no número de postos formais de trabalho foram Betim, Uberlândia, Contagem, Ipatinga, Uberaba, Juiz de Fora, Montes Claros, Divinópolis, Poços de Caldas e Nova Lima.

Os dados do Caged revelam que, em outubro, o Brasil gerou 204.804 empregos celetistas, equivalentes à expansão de 0,58% no estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. No acumulado do ano, os números mostram um acréscimo de 2.406.210 empregos (7,29%), desempenho inédito do mercado de trabalho formal na série histórica do Caged para o período. Em nível geográfico, todas as cinco regiões obtiveram elevação do emprego, com a região Sudeste liderando, ao responder por 92.594 postos de trabalho (0,48%), seguida pelo Nordeste (53.291 postos ou 0,98%), que, além de registrar saldo recorde, revelou a maior taxa de crescimento do emprego no mês.

 

Emprego

 

Estudo do Governo Anastasia mostra que ensino médio amplia chances no mercado de trabalho

Trabalhadores com o ensino médio completo conseguiram mais emprego nos nove primeiros meses deste ano, por meio dos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine), em todo o Estado. É o que revela o levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), órgão do Governo Antonio Anastasia. Do total de colocados, 26.483 trabalhadores tinham o ensino médio e outros 9.156 estavam cursando essa etapa dos estudos.

Mais de 2.700 candidatos com formação superior também foram empregados. O levantamento mostra ainda que quase dez mil pessoas com o ensino fundamental completo entraram no mercado. O pior desempenho nas colocações foi para aqueles sem nenhuma escolaridade: apenas 512 inseridos no mercado de trabalho.

De acordo com a coordenadora do Sine Floresta, em Belo Horizonte, Mônica Duarte, as empresas estão cada vez mais exigentes no quesito escolaridade. “Algumas ocupações que até pouco tempo atrás exigiam apenas ensino fundamental, hoje demandam um profissional com ensino médio completo. Vaga para porteiro é um exemplo”, explica. “Observamos também que algumas ocupações de nível médio já exigem o 3º grau em curso”, completa.

Aliar o nível de escolaridade à experiência é o ideal para conseguir uma vaga de emprego no mercado de trabalho, conforme explica a coordenadora. Ela lembra que conhecimento, habilidade e atitude formam o tripé ideal de um bom profissional. “O conhecimento envolve a escolaridade. A habilidade vai além do conhecimento, é o fazer da melhor maneira e achar solução para problemas que ninguém consegue resolver. Já a atitude seria o comprometimento, o interesse e a proatividade”, explica. “As pessoas com baixa escolaridade têm mais dificuldade porque não têm conhecimento. Sabendo que tem limitações, acaba com medo de correr um risco. E hoje em dia correr risco calculado faz parte”, completa.

Dos mais de 70 mil colocados até setembro deste ano, 50.816 foram homens e 22.434 mulheres. As pessoas que têm entre 20 e 24 anos foram as que mais conseguiram emprego: 19.340.

Sine

O Sistema Nacional de Emprego (Sine) é uma ação do governo federal, executada por meio do Ministério do Trabalho e Emprego. Em Minas Gerais, os postos são coordenados pela Subsecretaria de Trabalho, Emprego e Renda da Sedese. Os postos prestam serviços gratuitos com o objetivo de melhorar as condições de acesso, permanência ou retorno das pessoas ao mercado de trabalho.

Além de intermediar mão de obra, o Sine encaminha os profissionais cadastrados para cursos de qualificação profissional, atende o trabalhador solicitante do seguro-desemprego e disponibiliza informações sobre mercado, por meio de palestras e cursos de competências básicas para o trabalho.

Minas Gerais conta com 117 postos do Sine, sendo 25 na Região Metropolitana e 11 em Belo Horizonte. Os endereços e vagas oferecidas estão disponíveis no site www.sine.mg.gov.br.

Jovem Empreendedor: Programa do Governo Anastasia, o Mão na Massa capacita jovens para o mercado de trabalho

Dayana Rodrigues, 16 anos, moradora do bairro Novo Dom Bosco, na região Noroeste de Belo Horizonte, já pode ‘colocar a mão na massa’. Ela recebeu, nessa quinta-feira (4), o certificado de conclusão do curso “Jovem Empreendedor”, e está pronta para entrar no mercado de trabalho. A iniciativa integra o Projeto Mão na Massa, da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), por meio da Coordenadoria Especial da Juventude e parceria com o Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH). O programa oferece qualificação aos jovens em situação de vulnerabilidade social da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e cria oportunidades de trabalho e renda.

Criado em 2009, o projeto já beneficiou mais de 600 jovens de Belo Horizonte e Santa Luzia e, além de Dayana, receberam o diploma mais 20 jovens. A professora Leila Said, que coordena o curso, conta que Dayana foi se transformando durante a capacitação. “Os valores e as perspectivas dela mudaram completamente, com melhor desempenho na escola, postura, autoestima e um novo olhar sobre o mundo”, avalia.

Dayana concorda e diz que ao chegar ao curso aprendeu a importância de usar roupa adequada no serviço, do trabalho em equipe, de não ficar de braços cruzados e de esquecer as gírias no ambiente profissional. “Lá fora as pessoas não me dão ouvidos, não acreditam muito em mim, mas aqui me senti totalmente valorizada e estou preparada para conquistar um trabalho”, relata.

Jailton Costa Gomes, 16 anos, do bairro Palmital, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), também acaba de concluir um dos cursos oferecidos pelo Mão na Massa, o de “Derivados do Leite”, e já garantiu sua vaga no mercado. “Graças ao projeto me dei bem na entrevista de emprego. Dos 15 concorrentes, fui um dos três selecionados e vou trabalhar de atendente num restaurante de um shopping na zona Sul de Belo Horizonte”, comemora. Ele diz que tudo o que aprendeu no curso poderá ser aplicado no dia-a-dia: higienização, limpeza, organização e as receitas. “Aprendi a fazer queijo, iogurte e sorvete e sei que posso crescer mais”, conta.

Além dos cursos Derivados do Leite (52 horas/aula) e Jovem Empreendor (45 horas/aula), o Mão na Massa ofereceu, neste semestre, vagas para aulas nas áreas de Panificação (30 horas/aula) e Cuidador de Idosos (40 horas/aula), cujas atividades serão encerradas no final deste mês.

Os cursos são gratuitos e acontecem nos laboratórios do Uni-BH, Campus Estoril. As aulas são ministradas por alunos de engenharia de alimentos, fisioterapia e administração, sob a supervisão dos professores da instituição de ensino.

 

Em alta: Geração de empregos formais cresce 8,1% no ano em Minas Gerais

Nos nove primeiros meses deste ano foram criados em Minas Gerais 283.267 novos postos de trabalho. Número significa uma expansão de 8,1% em relação ao mesmo período de 2009. O crescimento do número de empregos com carteira assinada foi liderado pelo setor da construção civil, com alta de 16,04%, o que representou a geração de 47.446 novas vagas.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (19), em Brasília (DF), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base no levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em setembro deste ano, das cinco regiões brasileiras, a Nordeste foi a que mais se destacou na geração de empregos com registro em carteira no período, com 105.897 postos, variação positiva de 1,97%.

Durante o mês de setembro, Minas Gerais registrou um crescimento de 0,22%, o que em números representa 8.448 empregos. O destaque foi a criação de vagas no setor de serviços com 11.503 postos, ou mais 0,84%. Em seguida se destacam o comércio (+8.856 postos), indústria da transformação (+16.081 postos) e construção civil (+5.713 postos).

Já o setor de agropecuária apresentou uma queda, em setembro, de 23.964 no número de empregos, o que representa uma baixa de 7,47%. Já nos primeiros nove meses de 2010, a atividade contabilizou a criação de 29.921 vagas de trabalho, atingindo um desempenho positivo de 11,56%, enquanto nos últimos 12 meses a agropecuária foi responsável por 1.506 novos empregos.

Em setembro, foram gerados no Brasil 246.875 novos empregos com carteira assinada, aponta o Caged. O crescimento de 0,70% levou o país a alcançar a marca de 2.201.406 novos postos de trabalho no ano. Em 12 meses, o número chega a 2.263.865 novos empregos formais, confirmando a retomada do crescimento.

Em 2010, o mercado de trabalho vem mostrando crescimento generalizado em todo o Brasil, com 17 das 27 unidades da federação registrando recorde e outras sete apresentando segundos melhores resultados. O mercado continuará crescendo, alavancado principalmente por setores como comércio e serviços, por conta do período de fim de ano que se aproxima.

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Mercado de trabalho em alta: Agropecuária lidera criação de empregos formais em Minas Gerais

A atividade econômica que mais gerou empregos com carteira assinada em Minas Gerais durante o mês de abril foi a agropecuária, que apresentou uma taxa de crescimento de 5,05%. O setor foi responsável pela criação de 13.567 novos postos de trabalho no Estado. Durante o mês passado, Minas criou 45.030 novos empregos, com alta de 1,25%, acumulando no primeiro quadrimestre do ano a geração de 132.829 novos cargos e uma taxa positiva de 3,79%.

Os números, apurados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram divulgados nesta segunda-feira (17), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As safras de cana de açúcar e café foram responsáveis pelo resultados da Agricultura.

De acordo com o Caged, nos últimos 12 meses o índice de emprego no Estado cresceu 6,6%, ou seja, foram contratados mais 226.580 trabalhadores. O segundo setor, em percentual, que mais contribuiu para a criação de empregos foi a construção civil puxada pelos investimentos públicos em infraestrutura em todo o Estado, o que demonstra o acerto da política pública colocada em prática. O índice de crescimento na construção civil foi de 1,51% com a contratação de 4.710 operários.

A indústria de transformação, no entanto, em números absolutos contratou mais pessoas. Foram gerados 11.237 novos postos de trabalho no setor, que cresceu 1,43%, graças ao crescimento da demanda do mercado em vários segmentos, puxado pela própria expansão da renda e incorporação de novos consumidores, além da implantação de novos projetos.

Durante o mês passado todos os setores da economia mineira apresentaram crescimento. Praticamente estável, com uma variação negativa de 0,15%, a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foi responsável pela demissão de 16 trabalhadores em abril, enquanto nos últimos 12 meses, o percentual foi positivo, registrando mais 0,49%.

Em abril deste ano foram gerados no Brasil 305.068 novos postos de trabalho, recorde para o mês e para o primeiro quadrimestre e segunda melhor marca já registrada levando-se em conta todos os meses, somente atrás de junho de 2008 (309.442).

Os setores que mais geraram empregos no mês foram Serviços (96.583), Indústria de Transformação (83.059), Comércio (40.725), Agricultura (38.951) e Construção Civil (38.418). Dos 25 subsetores da economia, 13 registraram recordes. Todas as regiões obtiveram expansão no emprego, com saldos recordes para o Sul (53.363) e Centro-Oeste (31.498). Vinte e quatro estados apresentaram elevação no emprego formal celetista.