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Governo Anastasia investe mais de R$ 2 bilhões em infraestrutura

Gestão Anastasia: De 2013 a 2015, o aporte total será de mais R$ 1,2 bi. Das 182 obras executadas, em andamento ou licitadas, o investimento foi superior a R$ 1,1 bi.

Plug Minas/Divulgação
O Plug Minas foi um dos contemplados com o investimento do Deop-MG
O Plug Minas foi um dos contemplados com o investimento do Deop-MG

Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop-MG), para atender à implementação de políticas públicas das secretarias estaduais, foi responsável por planejar, coordenar e executar 182 obras de engenharia em 2012, o que representa investimento superior a R$ 1,1 bilhão.

São 70 obras concluídas, 83 em andamento e 29 licitadas ou em processos de licitação a serem executadas neste ano.

“Os números alcançados em 2012 são significativos, mas a grande satisfação está em poder oferecer à população mineira serviços de qualidade, levando em conta o custo, a rapidez e a funcionalidade das obras que são projetadas e executadas”, comenta osecretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles.

De acordo com o diretor-geral do Deop-MG, Fernando Jannotti, as obras são executadas para atender às comunidades, como a construção de escolas, aeroportos e hospitais. “Como destaques de 2012, não posso deixar de mencionar a construção da fábrica de remédios da Fundação Ezequiel Dias, o centro de cultura, esporte e inclusão social Point Barreiro e o Centro de Tecido Biológico, em Lagoa Santa”, cita Fernando.

“Encerramos uma etapa do Plug Minas e estamos construindo o Parque das Águas, em Frutal. Temos, também, a Requalificação Urbana e Ambiental do Ribeirão Arrudas, que está em fase de conclusão e possui imenso alcance social e conta com investimentos da ordem de R$ 261 milhões”, acrescenta o diretor.

Para os 2013, há um amplo programa de obras previstas para serem licitadas, como a complementação dos PACs Arrudas, Ferrugem, Drenagem e Prevenção de Desastres. Os terminais metropolitanos de integração e obras em infraestrutura aeroportuária, educação, segurança, turismo, esportes e cultura também serão contemplados.

O investimento total será de R$ 1,2 bilhão, de 2013 a 2015, assegurados por operações de crédito junto ao Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e Caixa Econômica Federal.

Dentre as obras previstas para este ano, Fernando Jannotti destaca o início da reforma da escola Barão do Rio Branco, em Belo Horizonte, o projeto de revitalização do prédio verde da Praça da Liberdade e investimentos em diversos aeroportos do estado.

“Outras obras que já estão sendo licitadas e vamos começar a fazer neste ano de 2013 são as estações do BRT. Da mesma forma que a prefeitura da capital está fazendo as estações do BRT ao longo da Cristiano Machado e da Pedro I, o Deop, por meio da Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop), implantará o BRT metropolitano, para fortalecer a mobilidade”, destaca.

Gerenciamento de obras públicas

Ao longo de 2012, a Superintendência de Infraestrutura Governamental da Setop deu seguimento ao projeto de implantação do Modelo de Governança de Obras Públicas, cujo objetivo é possibilitar melhor articulação do órgão com o Deop-MG, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e clientes, ampliando a aderência entre o planejamento e a execução dos empreendimentos.

Este modelo, que vem sendo implantado desde 2011, integra a estruturação de um Escritório de Gerenciamento de Obras Públicas que, atualmente, gerencia obras e projetos na metodologia de Gerenciamento Intensivo e contempla 26 empreendimentos executados pelo Deop-MG em diversas áreas, como segurança, saúde, infraestrutura e meio ambiente.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/departamento-de-obras-publicas-investe-mais-de-r-2-bilhoes-em-infraestrutura/

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Governo de Minas inaugura 3º parque tecnológico em Itajubá

Governo de Minas: ambiente de inovação será entregue à sociedade Sul de Minas, no campus da Unifei

Sectes-MG/Divulgação
O Parque Científico e Tecnológico de Itajubá é o terceiro inaugurado em Minas. Mais três estão sendo projetados
O Parque Científico e Tecnológico de Itajubá é o terceiro inaugurado em Minas. Mais três estão sendo projetados

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), inaugura seu terceiro parque tecnológico no campus da Universidade Federal de Itajubá (Unifei). A solenidade contará com a presença de autoridades estaduais e federais.

Itajubá, na região Sul de Minas, é um tradicional centro de ensino e pesquisa de Minas Gerais. O novo espaço voltado à inovação do município desenvolverá pesquisas nas áreas de energia, eletrônica, tecnologia da informação, software, bioengenharia e aeronáutica.

O Parque Científico e Tecnológico de Itajubá (PCTI), que está dentro de uma área de 40 mil metros quadrados, é resultado de uma parceria dos governos estadual, federal e municipal. Apenas o Governo de Minas investiu R$ R$ 12,6 milhões, por meio da Sectes e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Quatro edifícios integram o parque nesta primeira fase do projeto: Centro de Eficiência Energética, Centro de Biomateriais, Centro de Qualidade em Energia e o Condomínio de Empresas (incubadas e graduadas).

Na segunda fase, serão concluídos os projetos urbanístico e arquitetônico. Está prevista a construção do edifício administrativo, do centro de manutenção e apoio, do segundo condomínio de empresas e da área de convivência. Além disso, também serão urbanizados 128 lotes para instalação de empresas de base tecnológica.

O primeiro parque tecnológico de Minas Gerais foi inaugurado em 2011, em Viçosa, na Zona da Mata. Em maio deste ano, foi entregue na capital o segundo, o BH-Tec. Mais três parques estão em fase de projetos nos municípios de Lavras (Sul de Minas), Juiz de Fora (Zona da Mata), e Uberaba (Triângulo Mineiro).

Além da Unifei, a prefeitura de Itajubá, o Ministério das Minas e Energia, a Eletrobras e Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) também são parceiros da PCTI, que integra a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e é associado à International Association of Science Parks (IASP).

Incubadora de empresas

O parque abriga, há mais de um ano, a Incubadora de Base Tecnológica de Itajubá (INCIT). Lá existem 19 empresas nascentes, todas de alto conteúdo tecnológico. As empresas são especializadas em segmentos tecnológicos diferentes, como no desenvolvimento de jogos eletrônicos e sistemas corporativos.

No processo de incubação, elas recebem todo o apoio logístico necessário para se consolidarem como empresas e se tornarem residentes. A INCIT está inserida no Programa de Apoio às Incubadoras do Governo de Minas e recebe recursos da Sectes e da Fapemig para estimular o surgimento de novas empresas inovadoras.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-inaugura-terceiro-parque-tecnologico-no-estado/

Governo Anastasia cria Comissão de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher

Gestão Eficiente: Governo de Minas lança comissão para enfrentamento à violência contra mulheres

Minas Gerais ganha, a partir desta segunda-feira (5), um novo instrumento para combate à violência doméstica e familia

Divulgação/Seds
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Onze instituições assinaram a resolução conjunta que cria a comissão

Nesta segunda-feira (5), 11 instituições assinaram uma resolução conjunta que cria a Comissão Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher. O grupo irá sistematizar discussões e proposição de medidas que previnam e reprimam a violência de gênero no Estado.

A comissão é formada pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Polícia Militar, Polícia Civil, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Secretaria de Estado de Educação (SEE), Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Assembleia Legislativa. “A proposta é fazer aquilo que é mais simples, que é dialogar. Propomos a articulação de todos os órgãos para tentar reverter o cenário perverso que é o do machismo”, explica a coordenadora de Políticas para Mulheres da Sedese, Eliana Piola.

O secretário-adjunto de Defesa Social, Denilson Feitoza, ressaltou que a violência contra a mulher tem várias vertentes, não só física. “A violência está debaixo dos nossos olhos e a gente só é capaz de enfrentar quando reconhece o problema”, alerta.

Antes da própria regulamentação da comissão, as instituições já iniciaram debates que renderam resultados práticos. Um deles é a decisão de reservar parte das tornozeleiras eletrônicas adquiridas pelo Estado para monitoramento de agressores enquadrados pela Lei Maria da Penha. A utilização do equipamento será definida pela Justiça e deverá ser iniciada até o final de 2012. O secretário Denilson Feitoza explicou que nos casos mais graves é possível que a vítima também tenha um dispositivo que anuncie a aproximação indevida.

Também foi discutido pelo grupo, entre outros pontos, o encaminhamento de agressores a grupos reflexivos do programa Central de Acompanhamento de Penas e Medidas Alternativas (Ceapa) e a inserção de um campo específico de violência doméstica no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds).

Para a defensora pública geral, Andrea Abritta Garzon Tonet, é fundamental que o Estado atue em rede para combater a violência contra a mulher. “Se as instituições estão unidas é porque, em pleno século XXI, a mulher ainda é vítima de violência doméstica. Precisamos comemorar, mas precisamos refletir porque o preconceito ainda é muito grande contra a mulher, contra os gays, contra raças. Essa é uma caminhada conjunta, em que homens e mulheres têm que se unir”, disse.

Dados

Um grupo formado a partir da comissão e coordenado pela delegada Kelly de Fátima Fonseca realizou um estudo dos dados de violência doméstica e familiar contra a mulher na Região Metropolitana de Belo Horizonte no primeiro semestre de 2012. Os crimes utilizados no diagnóstico são aqueles previstos na Lei Maria da Penha: violências física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.

No primeiro semestre, houve, na Região Metropolitana, 3.329 casos de violência física contra mulheres, 3.364 casos de violência psicológica, 71 de violência sexual, 286 de violência patrimonial e 89 de violência moral. “A chance de uma mulher sofrer violência física no ambiente doméstico e familiar é muito superior à dos homens”, avalia o secretário Denilson Feitoza.

Em 34% dos casos de violência, o relacionamento entre a vítima e o agressor era de cônjuge e companheiro. Em 25% de ex-cônjuge e companheiro. Casos de violência entre irmãos foram responsáveis por 9% do total, enquanto aqueles entre filhos e enteados ficaram com 8%. Em 7% dos casos a violência foi cometida por namorados e em 6% por pais ou responsáveis legais. Por fim, outros parentescos e outros relacionamentos foram responsáveis por 8% e 3% dos casos, respectivamente.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-lanca-comissao-para-enfrentamento-a-violencia-contra-mulheres/

Gestão Eficiente: Anastasia vai a encontro de negócios no México

Gestão Eficiente: Anastasia vai ao México apresentar potencialidades econômicas de Minas

Gestão Eficiente: Anastasia: Durante visita oficial, governador terá encontros com lideranças empresariais e políticas, com o objetivo de atrair mais investimentos para o Estado

O governador Antonio Anastasia inicia, nesta terça-feira (09), visita oficial ao México, onde se reunirá com empresários e lideranças políticas. Hoje à noite, o governador será recebido pelo embaixador do Brasil no México, Marcos Raposo Lopes, na sede da embaixada na Cidade do México (DF).

Na quarta-feira (10), acompanhado da secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothéa Werneck, e do chefe do Gabinete Militar do Governador e coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Luis Carlos Martins, Antonio Anastasia faz visita às fábricas do Grupo FEMSA (Fomento Econômico Mexicano S.A.), engarrafador líder das marcas Coca-Cola na América Latina.

Entre as unidades do grupo, o governador irá conhecer a linha de produção e de reciclagem da Indústria Mexicana de Reciclagem (IMER). O diretores-gerais da Coca-Cola FEMSA e da Coca-Cola FEMSA no Brasil, Carlos Salazar e Ricardo Botelho, respectivamente, acompanharão a comitiva do Governo de Minas durante as visitas.

Investimentos em Minas

A Coca-Cola FEMSA está presente em Minas Gerais com uma fábrica localizada em Belo Horizonte e está investindo, atualmente, R$ 250 milhões na construção de uma nova unidade, no município de Itabirito, região Central de Minas. A fábrica contará com o maior engarrafador do Sistema Coca-Cola no mundo, com capacidade anual para a produção de 2,1 bilhões de litros de refrigerante.

Todos os refrigerantes da marca Coca-Cola, em todas as embalagens existentes, serão produzidos nesta nova fábrica, que tem previsão de ser inaugurada no segundo semestre de 2013. A nova unidade em Itabirito ampliará em 47% a capacidade instalada da fábrica que opera em Minas.

A FEMSA também é parceira do Governo de Minas no âmbito das ações da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), com a doação de equipamentos potabilizadores móveis (tratamento de água), a serem utilizados em momentos de desastres naturais e com ações de divulgação da campanha de combate à dengue, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

A empresa é a maior franquia de Coca-Cola do mundo em volume de vendas. Dentre outros negócios, comercializa e distribui produtos das marcas do portfólio Coca-Cola Company e cervejas da Heineken. No Brasil, emprega 15 mil funcionários e atende a 40 milhões de consumidores.

Encontro empresarial

Na quinta-feira (11), o governador embarca para a cidade de Punta Mita, também no México, onde participa, no dia seguinte (12), do 17° Meeting Internacional, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

Anastasia apresentará aos empresários mexicanos as potencialidades econômicas de Minas Gerais, destacando os avanços socioeconômicos e de infraestrutura dos últimos dez anos, com o principal objetivo de atrair mais investimentos para o Estado.

O evento pretende reunir, no período de 10 a 13 de outubro, 110 empresários brasileiros, mexicanos e autoridades dos dois governos para discutir os desafios da economia latino-americana.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-vai-ao-mexico-apresentar-potencialidades-economicas-de-minas/

Gestão da Segurança: governo Anastasia vai monitorar presos

Governo de Minas: Defesa Social assina contrato com empresa fornecedora de tornozeleiras para presos

Gestão da Segurança: O contrato tem duração de cinco anos e a previsão é que, até o final desse período, quatro mil presos estejam usando o equipamento

Divulgação/Seds – Agência Minas
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Tornozeleira já começará a ser utilizada dentro de 60 dias

Luiza Muzzi

O contrato foi assinado pelo secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho Ferraz

O uso de tornozeleiras eletrônicas para monitoramento de presos será uma realidade no sistema prisional mineiro ainda este ano. O contrato de serviço foi assinado nesta terça-feira (9) pelo secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho Ferraz, e pelo presidente da Spacecom Monitoramento – empresa vencedora da licitação –, Sávio Bloomfield. Caberá à empresa especializada a prestação dos serviços de implantação, gestão e administração do Sistema de Observação Eletrônica Prisional, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O contrato foi assinado  pelo secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho FerrazCom a assinatura do contrato, a Spacecom tem até 60 dias para concluir a estruturação do espaço destinado à instalação e monitoramento das tornozeleiras e, em seguida, os equipamentos já começam a ser utilizados. O subsecretário de Administração Prisional, Murilo Andrade de Oliveira, comemorou a formalização do contrato. “A tornozeleira já estará sendo usada em no máximo dois meses, facilitando a execução penal”. Murilo Andrade destacou ainda os benefícios do equipamento: “A tecnologia traz dignidade para o indivíduo privado de liberdade, dando a ele a possibilidade da convivência com seus familiares”.

O contrato assinado tem duração de cinco anos e a previsão é que, até o final desse período, cerca de quatro mil presos estejam usando o equipamento simultaneamente, liberando uma grande quantidade de vagas para o sistema prisional. Serão contemplados detentos da Região Metropolitana de Belo Horizonte, começando pela capital.

O projeto será utilizado, em um primeiro momento, em presos da Casa do Albergado Presidente João Pessoa e do Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto. O número de presos que utilizarão as tornozeleiras eletrônicas vai aumentar gradativamente, atendendo aproximadamente 100 detentos até o final de 2012.

Funcionamento

Inicialmente, a Comissão Técnica de Classificação (CTC) de cada unidade prisional dará um parecer prévio, indicando uma lista de presos com perfil para o uso da tornozeleira. A listagem será encaminhada à Justiça, cabendo aos juízes analisarem cada processo e convocarem para audiência os presos que podem receber o equipamento. O detento, por sua vez, tem a opção de aceitar ou não benefício judicial.

A partir desse momento, ficará a cargo da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) cumprir a determinação judicial, encaminhando o preso que receberá a tornozeleira para a Central de Recepção de Flagrantes (Ceflag), que será inaugurada em breve. Neste local, o detento receberá orientações de uma equipe multidisciplinar sobre o uso do equipamento. Os profissionais da Suapi irão sensibilizar o preso com relação a essa nova etapa da execução penal, entregando o manual de uso e indicando os principais cuidados que devem ser tomados.

Após ter a tornozeleira instalada ao corpo, o detento é observado por um grupo de agentes penitenciários e funcionários da Suapi – previamente treinados pela empresa vencedora da licitação –, que trabalharão nas estações de monitoramento da Unidade Gestora de Monitoração Eletrônica. Em caso de ruptura do equipamento, a Polícia Militar será imediatamente acionada.

A Spacecom Monitoramento, com sede em Curitiba, no Paraná, tem experiência com tornozeleiras eletrônicas nos Estados de São Paulo e Acre. Para auxiliar nos trabalhos, a empresa disponibiliza um Help Desk 24 horas e um funcionário que ficará lotado na central de observação de presos em Belo Horizonte.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/defesa-social-assina-contrato-com-empresa-fornecedora-de-tornozeleiras-para-presos/

Gestão Anastasia: Helibras expande fábrica em Itajubá

Gestão Anastasia: Complexo aeronáutico ganha impulso em Minas Gerais com expansão de fábrica da Helibras

Gestão Anastasia: desenvolvimento em Minas

Governo do Estado intensifica iniciativas para qualificação profissional e implantação de empreendimentos a fim de tornar-se referência no setor aeroespacial

Gil Leonardi/Imprensa
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A expansão da fábrica da Helibras, em Itajubá, é um dos pilares do complexo aeronáutico mineiro

Pedro Ricardo, da Agência Minas

Numa iniciativa que envolve a participação de universidades, agências de desenvolvimento, empresas privadas, Governo Federal e centros de pesquisa, oGoverno de Minas Gerais está intensificando as ações com vistas à implantação de um novo complexo aeronáutico no país. A expansão da fábrica de helicópteros da Helibras, em Itajubá, que acontece nesta terça-feira (02), é um dos importantes pilares desta estratégia.

O esforço abre perspectivas para a diversificação da economia mineira, a preparação de mão de obra qualificada e a geração de aproximadamente 20 mil empregos diretos e indiretos, dentro de um prazo estimado em 15 anos. Além disso, a estratégia de criar um pólo aeroespacial no Estado possibilitará tornar o Brasil referência internacional e única na América do Sul no desenvolvimento de tecnologias para fabricação de helicópteros e de aeronaves não tripuladas.

O complexo já possui iniciativas em cinco cidades mineiras – Itajubá, Lagoa Santa, Goianá, Tupaciguara e Confins – além de projetos de transferência de conhecimento, pesquisas e capacitação de mão-de-obra especializada. Em Itajubá, o Centro Tecnológico de Helicópteros, após as obras de expansão, será responsável por possibilitar ao Brasil, num prazo de dez anos, se tornar auto-suficiente na concepção e fabricação de helicópteros com 100% de tecnologia nacional.

Em Tupaciguara, no Triângulo Mineiro, está sendo instalado o Centro de Inovação Aeroespacial da Axis com participação do Instituto de Estudos Avançados do Comando da Aeronáutica e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Já a cidade de Lagoa Santa deverá sediar um escritório de engenharia da Embraer, que atualmente está no parque tecnológico BH-Tec. Nessas cidades, duas escolas do Programa Brasil Profissionalizado, do Governo Federal, serão instaladas. Nas unidades serão ministrados cursos técnicos, profissionalizantes e de formação de tecnólogos.

Em Goianá, na Zona da Mata, onde está sediado o Aeroporto Itamar Franco, está sendo estudada a possibilidade de oferecer um espaço de logística para o processo de exploração do petróleo do pré-sal.

E em Confins, a conversão do Aeroporto Internacional Tancredo Neves na primeira “aerotrópolis” (cidade-aeroporto) do Cone Sul será mais um pilar para que Minas se transforme, num futuro próximo, no palco de uma grande indústria aeronáutica. O conceito de aerotrópolis visa o desenvolvimento do Vetor Norte, que compreende 13 municípios do entorno do aeroporto, com a atração de empresas de alto conteúdo tecnológico, como já ocorreu em alguns lugares, como Cingapura e Dubai.

A implantação do complexo aeronático em Minas tem a participação das secretarias deEstado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superio (Sectes), de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Educação (SEE).

Uma nova vocação

Como parte desta nova vocação de Minas, está sendo celebrada em Itajubá, no Sul de Minas, a expansão da fábrica da Helibras – Helicópteros do Brasil S/A, subsidiária do Grupo Eurocopter. Até 2017, o investimento de R$ 420 milhões possibilitará à empresa fabricar 50 helicópteros militares modelo EC 725, com capacidade para 30 passageiros, que serão entregues às Forças Armadas brasileiras. As aeronaves terão 50% de conteúdo brasileiro, incluindo o modelo AS350 Esquilo, até então o único helicóptero produzido no país e o mais vendido em todo o mundo.

O projeto de ampliação da Helibras é resultado do acordo feito em 2008 entre a empresa aérea, o Governo de Minas e o Ministério da Defesa. Na ocasião, foi assinado contrato com as Forças Armadas no valor de 1,9 bilhões de euros (R$ 5 bilhões). O acordo inclui a transferência de tecnologia francesa, o que, num prazo dez anos, possibilitará à Helibras se capacitar para projetar e construir um helicóptero genuinamente brasileiro.

Quatro helicópteros já foram entregues ao Governo Federal, sendo um para cada uma das unidades das Forças Armadas: Marinha, Exército e Aeronáutica. Outra aeronave foi entregue para o Grupo de Transportes Especiais da Presidência da República. Até o final do ano, a previsão é de que outros três helicópteros já estejam prontos. Com a expansão, a Helibras passou de 260 funcionários, em 2008, para mais de 700, em 2012. Apenas o quadro de pessoal do setor de engenharia passou de nove para 54 engenheiros.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, ressalta que a implantação do complexo aeronáutico é resultado de um pacto entre a indústria, as universidades e o Governo de Minas para o desenvolvimento de uma nova realidade. “Esta realidade é pautada pelo desenvolvimento de novos produtos e, sobretudo, pela valorização do que já existe em Minas”, afirma.

Para consolidar o desenvolvimento de know-how local no setor, a Helibras e a Universidade Federal de Itajubá vão criar, até 2016, o Centro de Tecnologia de Helicópteros (CTH). A iniciativa também tem a participação dos governos federal e estadual e tem a finalidade de tornar Minas Gerais uma referência internacional no desenvolvimento de tecnologias voltadas para a concepção e fabricação de helicópteros e aeronaves não tripuladas.

“Trata-se de um empreendimento que está entre os 12 projetos do Plano Brasil Maior e que vai abrir oportunidades para o incremento da economia, por meio da ampliação da pauta de exportações de produtos e serviços de alto valor agregado”, destaca o professor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), coordenador operacional do projeto de implantação do CTH, Elzo Alves Aranha. O centro ocupará uma área de 12,6 mil m², a um quilometro do Campus da Unifei, em Itajubá. O empreendimento deverá gerar 120 empregos diretos, incluindo técnicos e cientistas que se dedicarão ao desenvolvimento de novas tecnologias para o setor.

Formação é essencial

O CTH será um reforço significativo na formação de mão de obra qualificada para o desenvolvimento do setor aeroespacial. Além disso, outras iniciativas já colocam Minas Gerais em uma posição privilegiada na capacitação especializada no ramo. São 14 universidades públicas estaduais e federais, além de seis institutos federais e uma rede privada de universidades. Entre as escolas que estão trabalhando com o setor aéreo estão as universidades federais de Itajubá (Unifei), de Minas Gerais (UFMG) e de Uberlândia (UFU).

O Estado deverá investir, ainda, R$ 38 milhões (recursos da Fapemig) para qualificar engenheiros e técnicos em engenharia aeronáutica e desenvolver novos produtos no Escritório de Engenharia da Embraer, no Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec). A previsão é a formação de 200 técnicos especializados na área até 2020.

Para Odenir de Almeida, professor do curso de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Uberlândia, a partir do momento em que há uma política de investimento contínuo na implantação de uma área de alta tecnologia como esta, o empreendimento tem uma importante função para todo o Brasil ao possibilitar a transferência do conhecimento gerado. “Para as universidades, o complexo aeronáutico em Minas se constituirá num grande laboratório, pois viabiliza o desenvolvimento de novas pesquisas em praticamente todas as áreas da engenharia aeroespacial”, afirma.

Segundo o especialista, a economia e a educação mineiras podem contar com novas possibilidades de expansão. “Hoje, Minas Gerais já tem boa infraestrutura, boas universidades, políticas de crescimento e, sobretudo, vontade de crescer. Quanto ao futuro, com a consolidação do pólo aeronáutico e a atração ou criação de novas empresas, vários resultados são tangíveis, como a expansão do setor, a criação de novas escolas técnicas, centros de manutenção e logística, por exemplo”, aposta Almeida.

Uma das iniciativas neste sentido é o Programa Jovens Mineiros Cidadãos do Mundo, desenvolvido pelo Governo de Minas por meio da Assessoria de Relações Internacionais e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). No primeiro semestre deste ano, a iniciativa enviou um grupo de 20 universitários para participar de um curso de capacitação em engenharia aeronáutica e aeroespacial no Instituti Aéronautique et Sapatial (IAS), em Tolouse, na França.

Almeida, que coordenou a viagem do grupo, salienta que a ação se constitui num passo importante para a formação de mão-de-obra qualificada. “Esta experiência impõe ao estudante novos desafios e uma visão geral da engenharia em sua essência, através do contato direto com diferentes produtos e inovações. Muitos deles já voltaram com uma visão futurista, mostrando interesse em aprofundar os estudos na área”, acrescenta.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/complexo-aeronautico-ganha-impulso-em-minas-gerais-com-expansao-de-fabrica-da-helibras/

Copa 2014: Alpinistas trabalham no Mineirão

Copa 2014: Um grupo de 20 especialistas trabalha a uma altura de cerca de 40 metros com vários equipamentos de segurança para montar a cobertura do estádio

Sylvio Coutinho
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Cada membrana tem 2,20 metros de largura por 6 metros de comprimento

Sylvio Coutinho
Vinte profissionais montam a membrana auto-limpante sobre a estrutura metálica
Vinte profissionais montam a membrana auto-limpante sobre a estrutura metálica

Um time de alpinistas industriais entrou em campo no Mineirão para dar continuidade à instalação da cobertura do estádio. Eles fazem parte do grupo de 20 profissionais que estão montando a membrana auto-limpante sobre a estrutura metálica. O material, feito de dióxido de titânio, permite passagem de luz natural e oferece resistência contra intempéries.

O alpinismo industrial é uma técnica de trabalho em altura com uso de corda e equipamentos específicos de descida e ascensão a locais de acesso limitado. A atividade visa à segurança e qualidade do serviço, sem relação com a busca por aventura dos praticantes da prática esportiva homônima. “São profissionais devidamente treinados que vão realizar o trabalho com segurança e mobilidade, uma vez que dispensa andaimes e proporciona deslocamento com agilidade sobre a área”, explica Severiano Braga, gerente de operações da Minas Arena, empresa responsável pelas obras de modernização do estádio.

O grupo trabalha a uma altura de cerca de 40 metros com vários equipamentos de segurança, como capacete, cinto de segurança, cordas, talabartes, trava-quedas, freios, descensores, conjunto de ascensores (peitoral e punho) e mosquetões. O conjunto completo de segurança chega a pesar até 12 quilos. Entre os alpinistas, há cinco argentinos.

“Estou nessa área há 6 anos. Já trabalhei no estádio de La Plata, na Argentina, na instalação de membranas parecidas com essas do Mineirão. Gosto muito da profissão, pois comecei com escaladas nas montanhas de meu país e passei a fazer o alpinismo industrial. Já trabalhei em prédios e em instalação de antenas, ficando a mais de 120 metros de altura. A convivência com os brasileiros tem sido ótima, ainda mais que estamos ajudando muito no crescimento desse tipo de serviço no Brasil”, diz Mauro Cappelletti, alpinista industrial, de Buenos Aires.

Jackson Furlan, coordenador do grupo de alpinistas industriais, já trabalhou com instalação de membranas em cobertura de seis estádios do mundo. “Trabalhei nos Estados Unidos, Argentina e África do Sul. Agora, trabalhar no meu país, tem um gosto especial, é uma experiência interessante. Os argentinos estão conosco pela experiência que eles têm na instalação das membranas no estádio de La Plata. Além disso, eles ajudam a qualificar a mão de obra brasileira”, conta.

Cada membrana tem 2,20 metros de largura por 6 metros de comprimento. No total, são 13 mil m2 de material com peso de 17 mil quilos. Serão instaladas sem que qualquer profissional esteja pendurado. Eles vão manejar o material a partir das passarelas laterais montadas na cobertura metálica. Normalmente, trabalham em dupla com rigorosa orientação prévia ao serviço.

A cobertura atual foi expandida em 26 metros com a instalação das treliças para proteger os assentos mais próximos ao gramado. Cerca de 500 peças totalizam aproximadamente mil toneladas. As treliças, fabricadas em São Paulo, são empregadas também no estádio de Durban, África do Sul, e em outros de futebol americano dos EUA.

Para o secretário interino de Estado Extraordinário da Copa (Secopa), Fuad Noman, a instalação da membrana da cobertura representa um marco histórico na reconstrução do estádio. “Essa colossal estrutura vai proporcionar mais segurança e conforto ao torcedor, que terá um estádio remodelado com vocação para ainda uma grande atração turística”, conclui Fuad.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alpinistas-industriais-trabalham-na-expansao-da-cobertura-do-mineirao/