• Agenda

    agosto 2019
    S T Q Q S S D
    « out    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  
  • Categoria

  • Arquivo

  • Blog Aécio Neves

  • Anúncios

Mineiros precisam trabalhar mais para comprar cesta básica

Em Belo Horizonte, o custo da cesta básica teve alta de 1,5% em relação a março e de 1,7% frente ao mesmo período em 2014.

A inflação das famílias com renda entre um e cinco salários-mínimos completou o terceiro mês consecutivo com altas acima da inflação geral.

Fonte: Estado de Minas

Inflação: cesta básica mais cara obriga brasileiro a trabalhar mais

“Antes, eu gastava menos que o salário-mínimo no supermercado. Agora, estou gastando mais de R$ 780, considerando a compra semanal de carne. Alessandra Oliveira, secretária. Foto: Ramon Lisboa/EM

Alta dos preços obriga brasileiro a trabalhar mais para se sustentar

Cesta básica fica mais cara, e quem ganha salário mínimo em BH já precisa de quase meio mês de serviço para comprá-la

A secretária Alessandra de Oliveira percebe que, a cada ida ao sacolão e ao supermercado, sua cesta de compras está voltando mais vazia. Para manter o padrão de consumo da família, ela está fazendo trocas, e comprando menos os produtos que mais encarecem nas gôndolas. Mesmo com o carrinho mais leve, a fatia do salário consumida com os alimentos cresce a cada mês. O que Alessandra verificou na prática, o Departamento Interestadual de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese) também constatou em pesquisa.

Em abril, o brasileiro precisou trabalhar mais para comprar a cesta básica. Mais precisamente 13 dias – quase metade do mês. Considerando o trabalhador que recebe um salário-mínimo mensal, o tempo subiu para 97h15, em Belo Horizonte. O maior desde maio do ano passado, e 2h34 a mais que em março. Desde janeiro, com a inflação mais alta, esse tempo de trabalho voltou a subir.

O custo da cesta básica na capital atingiu R$ 348,36 no mês passado, alta de 1,5% em relação a março e de 1,7% frente ao mesmo período em 2014. A cesta básica, que inclui 13 alimentos, como arroz, feijão, café, açúcar e farinha de trigo, consome na capital mineira 48% do salári- mínimo, mais que a média nacional, que tem relação de 46,6%. O cálculo do Dieese considera a jornada-padrão do trabalhador brasileiro ,de 220 horas mensais, tendo como referência para remuneração, o salário-mínimo.

Considerando uma família pequena como a da secretária Alessandra, pai, mãe e dois filhos, em que as duas crianças comem como um adulto, o trabalhador belo-horizontino gastou R$ 1.045,08 para cobrir suas despesas básicas com alimentação em abril, segundo o Dieese. “O preço dos alimentos vem subindo muito. Antes, eu gastava menos que o salário-mínimo no supermercado. Agora, estou gastando mais de R$ 780, considerando a compra semanal de carne”, diz a secretária, que pontua a alta nos preços generalizada, até nos cereais básicos do país, como o feijão.

Lucio Monteiro, técnico do Dieese em Minas, aponta que as maiores pressões sobre a cesta do trabalhador vieram de produtos sazonais, como o tomate (18,75%), a banana, única fruta pesquisada na cesta (6%) e a farinha (3%). “Com a inflação, o número de horas trabalhadas necessárias para comprar a cesta fica maior”, explica.

E o ano não dá sinais de refresco para as contas. O boletim Focus, que traz a previsão de analistas de mercado para a inflação, apontou ontem expectativa maior de inflação para 2015 pela quinta semana consecutiva. Os analistas ouvidos pelo Banco Central projetam Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechando em 8,31% este ano, muito acima do teto da meta, estipulado em 6,5%. Na semana passada, a previsão era de que o índice encerrasse o ano em 8,29% e, há um mês, 8,23%.

Mais pobres

No olho do dragão, quem mais faz malabarismo são as famílias de menor renda. Alessandra conta que já vem trocando a carne bovina pelo frango e, quando um produto como o tomate encarece demais, ela compra menos. A inflação das famílias com renda entre um e cinco salários-mínimos, completou o terceiro mês consecutivo com altas acima da inflação geral da capital, medida pela Fundação Ipead/UFMG. Em abril, enquanto o IPCA geral (para famílias com renda de um a 40 salários mínimos) acelerou 0,55%, a alta para os grupos de menor renda (de 1 a 5 salários mínimos) foi de 0,75%.

Gastos com energia elétrica, leite pasteurizado, lanches e telefonia móvel foram as principais pressões nas despesas das famílias de menor renda. Thaize Martins, coordenadora de pesquisa da Fundação Ipead, diz concordar que a inflação em 2015 deve fechar acima do centro da meta prevista pelo governo. “Em maio, a inflação vai captar o aumento da tarifa de água. Há também o reajuste dos planos de saúde. No fim do ano, também acontecem pressões tradicionais de alta em alguns alimentos”, pondera.

Na variação em 12 meses, os produtos com maior elevação no preço médio na cesta básica de Belo Horizonte foram o tomate (22,30%), a carne (9,66%) e o feijão (8,37%). Considerando o último ano, a batata (-44,8%), a banana (-7,45%) e a manteiga (-1%) somaram as principais contribuições positivas para o bolso na cidade.

Há pouco mais de dois meses, a dona de casa Tânia Saranso mudou-se do interior de São Paulo para Belo Horizonte. Ela comenta que está sentindo muito a alta do custo de vida na capital em relação ao interior, mas lembra que o aumento de preços é geral e ocorre em todo o país. Em 12 meses, a inflação de Belo Horizonte, medida pelo Ipead/UFMG, acumula alta de 4,67% em 2015. No mesmo período, o custo de vida rompeu o teto da meta de 6,5% do governo federal, e já atinge 8,13%.

Anúncios

Aécio Neves: ‘Não há Pátria onde falta democracia’, nos ensinou Tancredo

A democracia é um patrimônio da sociedade brasileira, inegociável. Ainda que imperfeita, é a única garantia de que todas as vozes podem e devem ser ouvidas”, comentou.

Complementou Aécio: “A nação tem motivos de sobra para se orgulhar de tudo o que foi feito desde que iniciamos o ciclo histórico de retomada plena do Estado de Direito.”

Fonte: O Globo 

‘Não há Pátria onde falta democracia’, nos ensinou, por Aécio Neves

Tancredo Neves, à esquerda, e Aécio Neves, ao centro, com representantes do PMDB Jovem, no Palácio das Mangabeiras, em Minas Gerais, no ano de 1984 . Foto: Mauro Homem

‘Não há Pátria onde falta democracia’, nos ensinou

Há 30 anos, sob o trauma e a tristeza da doença e morte de Tancredo Neves, o Brasil se despedia de uma longa temporada nas trevas da ditadura para iniciar a sua caminhada rumo à redemocratização. A agonia de Tancredo, que estava destinado a ser o primeiro civil a tomar posse como presidente após os governos militares, marcou profundamente aquele tempo de esperança.

Ao longo das três últimas décadas, o país se modernizou, avançou na consolidação de suas instituições, realizou eleições livres periódicas, cultivou a liberdade de imprensa e aprimorou a garantia dos direitos civis. A partir do controle da inflação e do Plano Real, promoveu programas para enfrentar problemas sociais históricos e desenhou uma nação emergente de enorme potencial. Lamentavelmente, muitas dessas conquistas encontram-se hoje na berlinda, ameaçadas pela inépcia, a corrupção e a miopia política de um governo que, imerso em erros colossais, agoniza em praça pública.

No momento de tensões acirradas, no qual o governo mostra-se perplexo e sem rumo, a figura de Tancredo se agiganta como um símbolo da verdadeira política protagonista da vida nacional. Não foram poucas e nem pequenas as crises vividas por Tancredo ao longo de sua trajetória pública. Em todas, ele agiu sem trair os princípios e valores nos quais cunhou uma biografia de retidão, integridade e coerência. De forma exemplar, ele mostrou que conciliação e firmeza não eram posturas antagônicas, muito ao contrário.

A sua capacidade de construir pontes de diálogo, com atuação reconhecida nos bastidores, se escudava, no entanto, em algo insubstituível para um político da sua estirpe: a leitura atenta das ruas e do sentimento popular. Exatamente o que está ausente hoje nas tramas palacianas, cegas ao clamor popular. Na crença de que o povo deve ser eternamente grato às benesses que teriam sido promovidas pelo PT nos últimos 12 anos, o partido governista se descolou da realidade. Perdeu a conexão com essa mesma rua que as suas primeiras lideranças percorreram nos embates pela construção da democracia. Agora, preferem separar o país entre elite e pobres, inventando um discurso rasteiro que acirra preconceitos, ódios e intolerâncias.

Quanto mais se assiste ao esforço desatinado deste grupo para se manter no poder, custe o que custar ao país, mais ressoam como dissonantes e atuais as palavras que Tancredo deixou escritas no discurso preparado para a posse de 15 de março de 1985: “Não chegamos ao poder com o propósito de submeter a nação a um projeto, mas com o de lutar para que ela reassuma, pela soberania do povo, o pleno controle sobre o Estado. A isso chamamos democracia”. À democracia sonhada pelo líder inconteste devemos respeito e reverência. Cumpre aperfeiçoá-la, jamais agredi-la.

O compromisso com os valores democráticos deve ser renovado continuamente, especialmente nos momentos mais críticos. Vivemos um período delicado, de apreensão e desencanto, no qual as lideranças governistas tentam construir uma realidade fantasiosa, ainda assim incapaz de encobrir a profundidade e alcance da crise a que fomos submetidos. O exercício da democracia não admite inverdades e omissões. “Não há pátria onde falta democracia”, já nos ensinara Tancredo.

O discurso do poder é sempre frágil quando se distancia do debate público e da exposição e compartilhamento transparente de ideias. Sustentadas na mentira e na leitura equivocada da realidade, as palavras perdem o seu significado. Tornam-se o retrato triste da escassez da coragem e da humildade, atributos sempre louváveis em tempos adversos.

Mais que nunca, o país anseia por credibilidade. Não há incompatibilidade entre um necessário ajuste fiscal e a manutenção do compromisso social, mas fazê-lo exige uma governança responsável e corajosa. Exige transparência, palavra a ser resgatada na arena pública. Transparência combina com democracia. Combina com o Brasil que nasceu quando reconquistamos a cidadania, tão duramente atingida no período militar.

A democracia é um patrimônio da sociedade brasileira, inegociável. Ainda que imperfeita, é a única garantia de que todas as vozes podem e devem ser ouvidas. A nação tem motivos de sobra para se orgulhar de tudo o que foi feito desde que iniciamos o ciclo histórico de retomada plena do Estado de Direito. E, em nome da nossa memória histórica e afetiva, é justo que, no momento em que celebramos os 30 anos de reencontro do país com a democracia, nos recordemos de todos.

Artigo Aécio Neves: 100 dias do segundo governo Dilma

Se não bastasse a corrupção em níveis estratosféricos, a nação se vê tomada por um sentimento de logro e decepção.

No PT, acusados de corrupção são oficialmente recebidos sob aplausos em reuniões do partido, que se limita a enxergar os milhões de brasileiros indignados como mal agradecidos e desinformados.

Fonte: Folha de S.Paulo 

PT e a corrupção: 100 dias, artigo Aécio Neves

Aécio: “A presidente mantém o cargo, mas renunciou ao governo. O resultado é um país sem rumo, imerso em desafios.” Foto: Omar Freire/Imprensa MG

100 dias

ARTIGO AÉCIO NEVES

Diz o provérbio popular que não há nada tão ruim que não possa piorar. Esse parece ser o lema dos cem primeiros dias do segundo governo Dilma, tal a capacidade que este tem de gerar a cada dia indicadores e projeções que agravam o cenário de crise econômica e paralisia política que assombra o país. Se não bastasse a corrupção em níveis estratosféricos, por si só uma mancha que envergonha o país, a nação se vê tomada por um sentimento de logro e decepção.

É a constatação de que o país foi levado às cordas, de forma irresponsável por motivações políticas menores: a manutenção de um projeto de poder a qualquer preço. A ruína é ética, econômica, política. O PT conseguiu, em poucos anos, o que parecia impossível: quase destruiu a nossa maior empresa, protagonizou os maiores escândalos de malversação dos recursos públicos da história do país, desorganizou todo o sistema elétrico, promoveu a desindustrialização e postergou um programa mínimo de investimentos na infraestrutura.

Empresas e famílias estão sofrendo com a alta dos custos financeiros. Em março, houve o maior saque líquido de recursos da caderneta de poupança em um único mês em toda a série histórica do BC, desde 1995. Foi o mês que registrou também a pior inflação dos últimos 12 anos, e o desemprego avançou em todas as regiões.

Não estamos diante apenas de um governo inapto à boa gestão. O que estamos assistindo é o fim melancólico de um ciclo de poder, com um legado que promete ser terrível. Nada mais simbólico deste ambiente do que uma presidente da República que terceiriza as suas principais responsabilidades.

A economia está nas mãos de um fiador e a política entregue a um partido que não é o seu. Ao abrir mão de gerir as duas áreas sobre as quais se fundamentam todas as decisões da administração, o que se constata é que a presidente mantém o cargo, mas renunciou ao governo. O resultado é um país sem rumo, imerso em desafios.

A verdade é que enquanto surfou na herança bendita do governo do PSDB e foi beneficiado por circunstâncias externas, o governo do PT conseguiu apresentar alguns resultados ao Brasil. Mas, quando começou a agir como o que de fato ele é, trouxe o país para o poço em que nos encontramos hoje.

O que é espantoso é que o PT continua como dantes, impávido, incapaz de esboçar qualquer autocrítica que reconheça a sua enorme responsabilidade pelo descalabro em que se encontra o Brasil. Acusados de corrupção são oficialmente recebidos sob aplausos em reuniões do partido, que se limita a enxergar os milhões de brasileiros indignados como mal agradecidos e desinformados.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Gestão deficiente do PT: Comércio e indústria vão repassar aumento da luz

Novos percentuais, alertam empresários e economistas, vão impactar a inflação e comprometer o consumo no varejo.

Brasil e Minas sem rumo

Fonte: O Estado de Minas

Comércio e indústria vão repassar aumento da luz

Reajuste em Minas será , em média,de 21,43% para as residências e de até 108,6% para as indústrias. Empresas alegam que não há como deixar de compensar a alta nos preços

20150303072340382684o

O gerente de compras e manutenção Carlos Augusto França da Silva Queiroz, de 36 anos, está preocupado com o aumento na tarifa de energia elétrica. A conta da família dele subiu de R$ 160 em dezembro para R$ 190 em janeiro, levando à mudança de alguns hábitos de consumo em fevereiro e, de novo, todo o esforço será necessário. O reajuste extraordinário da luz, que entrou ontem em vigência, será de 23,4%, em média, no país. Em Minas, está estimado em 28,76%, na média, sacrificando os consumidores residenciais com remarcação de 21,43%.

O comércio e pequenas indústrias vão pagar 21,39% a mais e as grandes empresas industriais estão, agora, obrigadas a desembolsar 48,83%, também na média. O reajuste que a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) está autorizada a aplicar pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), alcança 108,61% para um grupo de consumidores industriais eletrointensivos.

Os novos percentuais, alertam empresários e economistas, vão impactar a inflação e comprometer o consumo no varejo, com os repasses da alta aos preços das fábricas e distribuidores. O novo cenário desemprego e obrigar a suspensão de investimentos. A Aneel autorizou os aumentos das tarifas de 58 distribuidoras de todo o país, para que elas cubram as despesas maiores com a geração das usinas termelétricas, em razão do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas. Os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste pagarão mais que os dos estados do Norte e Nordeste. A diferença é reflexo dos gastos maiores que as três regiões têm para compensar. Um deles é com a compra de energia da hidrelétricade Itaipu, que atende a todo o Brasil. Além disso elas tem uma cota mairo da chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), destinada ao próprio setor.

A Aneel aprovou, ainda, o aumento das bandeiras tarifárias, sistema estabelecido para cobrir gastos com a geração das térmicas. O aumento será de 83,3% para a bandeira vermelha, que está em vigência.

Na prática, porém, o consumidor irá notar a forte oscilação no valor da conta em abril. Isso porque, segundo a Cemig, as datas de leituras das contas de energia são distribuídas ao longo do mês, de forma que, em março, os consumidores pagarão a parcela do consumo ocorrido antes de 2 de março com a tarifa antiga e a outra parte do consumo, posterior à mesma data, com a tarifa nova. Por exemplo, o consumidor cuja leitura for realizada em 15 de março terá metade de sua energia (equivalente a 14 dias de consumo, de 16 de fevereiro a 1º de março) faturada pela tarifa anterior e a outra metade (de 2 de março a 15 de março) pela nova tarifa. A partir de abril, todos os consumidores receberão a conta com as novas tarifas.

Para tentar economizar, a família do gerente de compras Carlos Augusto Queiroz abriu mão do micro-ondas e desligou a geladeira da área externa. O tempo do banho também foi reduzido. “Eu ficava meia hora debaixo do chuveiro. Agora não passo de cinco minutos. Até para ensaboar o corpo desligo o aparelho”, conta Carlos. Os repasses previstos do comércio e das indústrias aos preços tendem, da mesma forma, a apertar o orçamento. “É uma bola de neve”, alerta Bruno Falci, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).

Ele disse que não há como o setor deixar de repassar o custo mais alto ao consumidor. “Não há como segurar. A indústria irá repassar o aumento (do gasto) para nós, mas nós também temos o nosso próprio percentual. O governo está repassando para a iniciativa privada e a população o custo da farra que fez com a corrupção nos últimos quatro, oito, 12 anos”, afirma. A indústria mineira, cuja produção e faturamento andam em baixa, também reclama da revisão extraordinária.

“O aumento tem impacto, principalmente, nas indústrias de pequeno e médio portes, pois elas não operam no nível de alta tensão. Ou seja, não têm uma energia previamente contratada. Portanto, essas empresas terão que absorver o impacto da elevação”, observa o chefe do departamento de economia da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Guilherme Veloso Leão. Os gastos variam em razão da característica do setor. Na indústria de produtos alimentícios, o peso da energia no custo de produção gira em torno de 20%. Na têxtil, algo em torno de 36%. Na de metalurgia como um todo, em torno de 30%. O especialista alerta que a nova despesa do empresariado vai inibir investimentos e podem gerar desemprego.

Inflaçãmais alta

Os novos reajustes da conta de luz vão engordar a inflação já neste mês, pois a tarifa é uma das principais molas do indicador. “O aumento residencial (21,39%), na hipótese de a inflação em Belo Horizonte ter sido de zero, teria um impacto de 0,7 ponto percentual (na apuração de todo o mês)”, informou Antônio Braz de Oliveira e Silva, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão responsável pelo cálculo da inflação no Brasil. Ele lembra que a energia elétrica residencial teve, em fevereiro, o quinto maior peso no Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país.


Saiba mais
O QUE DIZ A COR DAS BANDEIRAS

Segundo a Cemig, quando o documento vier com a frase “bandeira vermelha”, como ocorre este mês, há um acréscimo de R$ 5,50 (sem impostos) para cada 100 kWh consumidos – e suas frações. Na bandeira amarela, as condições de geração são menos favoráveis e, por isso, a tarifa tem acréscimo de R$ 2,50 (sem impostos) para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos (e suas frações). A bandeira verde indica condições favoráveis e a tarifa não sofre acréscimo.

Palavra de especialista
JOSÉ RONALDO TAVARES SANTOS

Engenheiro Eletricista e Prof. da UNA

COMO REDUZIR A DESPESA 
“A maior carga dentro de uma residência é a do chuveiro elétrico, que representa entre 50% e 60% do consumo. Portanto, haverá uma redução substancial na conta se uma pessoa que gasta 30 minutos num banho diminuir o tempo, por exemplo, pela metade. Se o consumidor substituir o chuveiro elétrico pelo eletrônico, o qual controla a temperatura durante o banho, a potência cai muito e a conta pode diminuir pelo menos 25%. O preço desse aparelho oscila entre R$ 55 e R$ 90. Os fornos elétricos estão em segundo lugar como vilões do consumo. Costumo dizer que forno elétrico é presente de grego. No caso da geladeira, que consome em torno de 20% da demanda residencial, aconselho que reduzir a temperatura do freezer. Outra sugestão é substituir as lâmpadas convencionais pelas de LED, o que reduz o consumo em torno de 60%. Para quem usa os “smartphones”, deixar o carregador conectado na tomada sem que o aparelho esteja sendo abastecido pela energia sai caro. No fim de 30 dias equivalerá a 24 horas de consumo do computador”.

Aécio afirma que Dilma desconhece gravidade sobre situação da Petrobras

Aécio: “Podemos estar a passos também do rebaixamento da nota de rattings da própria economia brasileira. Isso é extremamente grave e fruto da irresponsabilidade com a qual a companhia foi conduzida ao longo desses últimos anos.”

Aécio enfatizou que o PSDB permanecerá na luta pelo combate à corrupção na Petrobras

Fonte: PSDB 

Aécio: Dilma desconhece gravidade sobre situação da Petrobras

Aécio: “infelizmente, quem paga o preço por isso não é apenas a Petrobras, não são apenas seus funcionários dedicados, não é apenas o governo do PT. Infelizmente, pagamos o preço todos nós brasileiros”. Divulgação

Aécio Neves: A presidente da República não tem noção da gravidade da situação na Petrobras

O senador Aécio Neves disse, nesta quarta-feira (25/02), em Brasília, que a presidente Dilma Rousseff desconhece o real tamanho dos problemas existentes na Petrobras e o impacto negativo que a situação da estatal causa na economia brasileira.

Aécio criticou a declaração dada hoje pela presidente da República sobre o rebaixamento da nota da Petrobras pela agência de classificação Moody’s. Segundo a presidente, o indicador que reduz o grau de segurança da empresa para aplicações de investidores foi resultado da “falta de conhecimento” por parte da agência.

“A fala da presidente da República hoje é assustadora, pois ela não tem noção da gravidade da situação da Petrobras e das consequências disso para o restante da economia. Podemos estar a passos também do rebaixamento da nota de rattings da própria economia brasileira. Isso é extremamente grave e fruto da irresponsabilidade com a qual a companhia foi conduzida ao longo desses últimos anos. E o impacto da diminuição dessa nota se dá sobre toda a economia em razão da importância da Petrobras para a economia brasileira. Fornecedores estão hoje desempregando e a reação do governo qual é? Achar que está tudo normal”, destacou o senador.

Aécio Neves lembrou que a presidente, na demissão de Graça Foster, teve a chance de sinalizar para o mercado uma correção de rumos na gestão da Petrobras, pondo fim na interferência direta do Palácio do Planalto na empresa. Mas, mais uma vez, Dilma Rousseff errou.

“A presidente teve, a meu ver, uma oportunidade recentemente de conduzir a renovação do comando da Petrobras de forma absolutamente profissional, mas, mais uma vez, preferiu um dirigente, me parece, para protegê-la e proteger o PT de tudo que ocorreu na empresa. A sinalização não foi boa e, infelizmente, quem paga o preço por isso não é apenas a Petrobras, não são apenas seus funcionários dedicados, não é apenas o governo do PT. Infelizmente, pagamos o preço todos nós brasileiros”, disse.

Mais pobres

O senador acrescentou ainda que há a perspectiva de que o cálculo do PIB mostre resultado negativo da economia em 2014, que as expectativas para 2015 não são positivas e que a consequência do quadro ruim tende a ser sentido principalmente pela população mais pobre.

“Não são os petistas que pagarão o preço disso, mas sim aqueles cidadãos a quem o PT dizia defender. Os primeiros a serem punidos pela alta da inflação e pela perda do emprego são os mais pobres”, falou.

Aécio Neves ressaltou a contradição no discurso da presidente : “Isso significa, ao contrário do que dizia a campanha da presidente da República, menos comida na mesa do trabalhador”.

Aécio enfatizou também que o PSDB permanecerá na luta pelo combate à corrupção na Petrobras e em outras áreas do governo federal.

Mais quatro anos de PT: Dilma vence Aécio por placar apertado

Presidente Dilma Rousseff, que disputou pelo PT as eleições deste ano, terá mais quatro anos de mandato como presidente do país.

Brasil vai continuar sem rumo

Fonte: O Globo

Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil

Em pronunciamento, Dilma disse que seu 1º compromisso é promover diálogo e que foi eleita para fazer ‘grandes mudanças’

presidente Dilma Rousseff, que disputou pelo PT as eleições deste ano, terá mais quatro anos de mandato como presidente do país. Após 111 dias de campanha e uma disputa acirrada com Aécio Neves (PSDB), em segundo turno marcado por ataques e acusações, Dilma obteve vitória apertada sobre Aécio: com 100% das urnas apuradas, a petista tinha 51,64% dos votos, contra 48,36% de Aécio. Com a população e o Congresso divididos, um dos desafios da presidente será, em seu governo, conseguir unir o Brasil – o que foi lembrado pelo próprio pronunciamento da presidente reeleita.

O resultado marca a eleição mais acirrada da história da redemocratização do Brasil. Os ex-presidentes Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula e a própria Dilma não ganharam de seus adversários por uma diferença tão pequena em pleitos anteriores. Antes de 2014, a menor diferença havia sido registrada em 1989, na disputa entre Collor e Lula. Na ocasião, Collor venceu com 42,75% dos votos, contra 37,86% obtidos pelo então candidato do PT.

O horário de verão atrasou a divulgação do resultado da eleição presidencial, que só ocorreu depois das 20h do horário de Brasília por causa da votação no Acre – com um fuso atrasado três horas em relação à capital federal. Já nos estados onde houve segundo turno (Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Pará, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal), a apuração começou logo após o término da votação, às 17h, pelo horário local.

EM PRONUNCIAMENTO, COMPROMISSO COM REFORMA POLÍTICA

Em pronunciamento logo após o resultado, Dilma agradeceu duas vezes a Lula e ao vice, Michel Temer (PMDB), e pediu união à população. Dilma disse que seu “primeiro compromisso’ no novo mandato é buscar “diálogo”.

– Minhas primeiras palavras são de chamamento à base e à união. Nas democracias, união não significa necessariamente unidade de ideias. Pressupõe, em primeiro lugar, abertura e disposição para o diálogo. Essa presidenta está disposta para o diálogo e esse é meu primeiro compromisso para o segundo mandato: diálogo – disse.

Com um discurso voltado para a união, a presidente reeleita, no entanto, afirmou não acreditar que o país está dividido por causa das eleições.

— Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e a todos os brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria, de nosso país e de nosso povo. Não acredito, sinceramente, que essa essas eleições tenham dividido o país ao meio. Entendo que elas mobilizaram ideias, emoções às vezes contraditórias, mas movidos a um sentimento comum: a busca de um futuro melhor para o país. Em lugar de ampliar divergências, tenho forte esperança de que a energia mobilizadora tenha preparado um bom terreno para construção de pontes.

Dilma, que foi interrompida por gritos de “coração valente”ao se dizer que quer ser “uma presidente muito melhor” do que foi até agora, lembrou que “mudança” foi o termo mais presente ao longo da campanha, e disse que foi “reconduzida ao poder” para fazer “grandes mudanças”.

– A palavra mais dita, mais falada, mais dominante, foi “mudança”. O tema, foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida à Presidencia para fazer as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige – declarou – Entre as reformas, a primeira e mais importante é a reforma política.

Dilma se comprometeu ainda com o combate à inflação e em avançar no terreno da responsabilidade fiscal.

AÉCIO SE DISSE ‘MAIS VIVO E SONHADOR’

Visivelmente emocionado, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Nevesdisse que a prioridade da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) deve ser unir o Brasil. O tucano agradeceu os votos em São Paulo e disse que sai desta eleição “mais vivo e sonhador”. Ele telefonou para Dilma, para cumprimentá-la pela vitória.

— E ressaltei à presidente que a maior de suas prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros. Mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, deixo essa campanha com sentimento de que cumprimos nosso papel — afirmou o tucano, que complementou: — Cumpri minha missão e guardei a fé.

Aécio iniciou sua fala agradecendo os 50 milhões de votos obtidos neste segundo turno, em que conquistou 48,38% dos votos totais. Para o tucano, estes brasileiros apontaram “o caminho da mudança”.

ATAQUES MARCARAM SEGUNDO TURNO

Após ataques durante o horário eleitoral no rádio e na TV e a troca de acusações em debate do SBT, com denúncias de nepotismo entre Dilma e Aécio, o TSE proibiu a veiculação de gravações que não fossem propositivas.

— O tribunal muda sua jurisprudência para estabelecer que, em programas eleitorais gratuitos, as propagandas devem ser programáticas e propositivas, mesmo com embates duros, em relação às candidaturas do segundo turno — disse o presidente da Corte, Dias Toffoli, no dia 16 de outubro.

Embora o TSE tenha levantado a questão e adiantado julgamentos para não prejudicar a igualdade de condições entre as candidaturas, o clima eleitoral não arrefeceu. Nas ruas, foram registrados tumultos entre partidários de ambas as campanhas. Nas redes sociais, a baixaria também teve vez. O Fla x Flu eleitoral abalou amizades, e gerou discussões com troca de ofensas.

DISPUTA ACIRRADA

A disputa mais acirrada desde 1989 teve a primeira reviravolta no dia 13 de agosto, quando o jato que partiu do Rio de Janeiro e levava o então candidato do PSB, Eduardo Campos, caiu em Santos após arremeter ao tentar pousar no aeroporto. (Confira todas as pesquisas Ibopee Datafolha)

Após a morte do então candidato e a comoção causada pela tragédia, Marina Silva assumiu a cabeça de chapa e passou a liderar as pesquisas de intenção de voto. Desidratada após campanha de desconstrução do PT e recuos em relação ao programa de governo, Marina entrou em queda livre.

No primeiro turno, a decisão dos brasileiros contrariou as pesquisas eleitorais das semanas anteriores ao dia 5 de outubro, que indicavam uma disputa entre a candidata do PSB e Dilma Rousseff. No início do segundo turno, Aécio aparecia numericamente à frente nos levantamentos de Ibope e Datafolha. Dilma, no entanto, recuperou a dianteira e descolou-se do candidato do PSDB.

No primeiro turno, excluindo os votos brancos e nulos, a petista teve 41,6% da preferência (43,2 milhões de votos), contra 33,6% do tucano (34,8 milhões de votos). A votação surpreendeu, já que a candidata do PSB, Marina Silva, que aparecia empatada tecnicamente com Aécio, ficou em terceiro lugar, com 21,3% da preferência (22,1 milhões de votos).

CANDIDATOS VOTARAM EM MG E RS

Pela manhã, Aécio Neves votou em escola de Belo Horizonte ao lado da mulher, Letícia Weber, às 10h30m. O tucano conseguiu amplo arco de alianças para enfrentar Dilma no segundo turno e comparou a união de candidatos derrotados no primeiro turno com a frente liderada por seu avô, Tancredo Neves, durante a redemocratização do país. Além dos nanicos, como Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB), também ganhou o apoio de Marina Silva (PSB).

Já a presidente Dilma Rousseff manteve o apoio de nove partidos da coligação feita antes do primeiro turno e votou na manhã deste domingo em Porto Alegre, acompanhada do governador Tarso Genro, candidato à reeleição ao governo do Rio Grande do Sul. Antes,Dilma fez um pronunciamento rápido, que durou pouco mais de três minutos, e reconheceu que a campanha que se encerrou às 22h de sábado teve “momentos lamentáveis”.

Debate do SBT: Aécio apresenta propostas e rebate mentiras da Dilma

Aécio Neves apontou as mentiras que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, vem lançando ao longo da campanha.

Aécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate

Fonte: Jogo do Poder

Aécio apresenta propostas para o futuro do Brasil e rebate mentiras

Em debate do SBT, Aécio diz que Dilma conduz a campanha mais baixa desde 1989

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, apontou as mentiras e calúnias que a adversária e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), vem lançando ao longo da campanha eleitoralAécio foi o único a apresentar propostas para os próximos quatro anos do Brasil durante o debate promovido pelo SBT nesta quinta-feira (16/10).

Aécio acusou Dilma de conduzir uma campanha presidencial mais baixa da história da redemocratização brasileira. “A senhora infelizmente tem permitido o Brasil ver a mais baixa campanha da sua história democrática a partir da primeira eleição que tivemos de Fernando Collor”, afirmou o candidato, que afirmou estar cansado de tantas ofensas e falsidades apresentadas pela petista.

Aécio referiu-se à tática semelhante à utilizada pelo então candidato presidencial Fernando Collor de Mello, em 1989, contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha.  O candidato afirmou que Dilma promove uma campanha desrespeitosa e sem propostas.

“Eu sempre tive um cuidado muito grande em respeitar as pessoas, candidata, respeitar os adversários”, afirmou. “Mentir e insinuar ofensas como essa não é digno de qualquer cidadão, mas é indigno por uma presidente da República, candidata”, acrescentou Aécio.

Nas considerações finais, o candidato lamentou que nesta eleição tenha se perdido tanto tempo em tantas ofensas. “As mesmas ofensas que foram dirigidas a Eduardo Campos, depois a Marina Silva, agora são dirigidas a mim”, afirmou.

Corrupção

Além de cobrar Dilma pela sequência de mentiras apresentadas na campanha, Aécio foi enfático ao demandar uma posição sobre o escândalo de corrupção na Petrobras, revelado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, envolveu o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

“A senhora sempre diz que não sabe de nada e não tem a menor responsabilidade sobre isso. Eu pergunto à senhora, candidata: de quem é a responsabilidade por tantos desvios de dinheiro público na Petrobras?”, questionou Aécio. “Explique aqui, candidata, por que a senhora mantém hoje nomeado, por exemplo, na Itaipu Binacional, o tesoureiro do seu partido, que recebia propina para alimentar a sua campanha.”

Aécio lembrou do caso de Erenice Guerra, a sucessora de Dilma como ministra da Casa Civil no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deixou o cargo em setembro de 2010 em meio a denúncias de tráfico de influência. “O seu governo passará para a história como um governo com descompromisso com a ética”, afirmou.

Confiança e inflação

Aécio reafirmou a certeza de que sua vitória vai resgatar a confiança dos brasileiros. “Temos um projeto de governo que vai combater a inflação com extrema firmeza e determinação. Que vai resgatar a confiança para que os investimentos voltem a gerar empregos no Brasil. Que vai cuidar da educação do seu filho. Eu quero ser presidente para conduzir pessoalmente uma política nacional de Segurança Pública. O ciclo de governo que aí está não tem mais condições de governar o Brasil”.

Aécio reiterou que vai manter o fluxo de recursos para serem investidos em segurança de maneira contínua sem interrupção. Ele voltou a se comprometer ainda com a revisão dos códigos Penal e de Processo Penal para que a “sensação de impunidade não continue a prevalecer no país.”

Aécio ressaltou que seu governo vai fortalecer a Polícia Federal, que foi sucateada no governo petista e vai reequipar as Forças Armadas. “As Forças Armadas não têm tido atenção do seu governo. A senhora prometeu há quatro anos veículos aéreos não tripulados, mas apenas dois foram colocados em funcionamento”, afirmou.

O candidato criticou a postura de Dilma de terceirizar responsabilidades, como no controle da inflação e voltou a lembrar que a população hoje sente no próprio bolso a corrosão do poder de compra.

“Infelizmente, a inflação voltou a atormentar a vida dos brasileiros e das brasileiras, porque o seu governo foi leniente com ela. Fomos nós que controlamos a inflação lá atrás. Infelizmente o seu governo vai deixar uma herança perversa para o futuro. Inflação alta, crescimento baixo e perda de credibilidade. Sem credibilidade e não há investimento. Sem investimento, não tem emprego”, afirmou Aécio.

União

Aécio deixou clara sua disposição de ser o presidente que vai unir o país e levá-lo à retomada do crescimento. “Eu quero ser presidente da República não para dividir de forma perversa e pouco generosa o Brasil entre nós e eles. Eu quero ser o grande presidente da integração nacional e da generosidade para com os brasileiros que mais precisam. Um presidente que não trate o adversário como inimigo a ser abatido a qualquer custo, que respeite a verdade”, afirmou.