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ObservatórioMG: site denuncia mentiras divulgadas pelo governo Pimentel

Site registra e denuncia omissões, ineficiências – inclusive aquelas noticiadas pela imprensa nacional e mineira.

Seção sobre o legado das gestões anteriores facilita a comparação entre o desgoverno atual e os resultados alcançados até 2014.

Fonte: PSDB

ObservatórioMG revela a ineficiência do governo do PT em Minas

ObservatórioMG revela a ineficiência do governo do PT em Minas. Reprodução

Com ObservatórioMG oposição mostra para a população a ineficiência do governo do PT em Minas

Fiscalizar e acompanhar as atividades do governo estadual é uma das funções do Bloco Verdade e Coerência, o bloco de Oposição da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Parte desse trabalho ficará disponível para consulta da população a partir desta quarta-feira (15/7) por meio do ObservatórioMG. O site registra e denuncia omissões, ineficiências – inclusive aquelas noticiadas pela imprensa nacional e mineira – e mentiras divulgadas pelo governo Fernando Pimentel, muitas delas por meio de milionária campanha publicitária paga com recurso público.

“Desde o início de 2015, a administração petista é marcada por mentiras, ausência de planejamento e de políticas públicas consistentes e pela destruição de iniciativas que beneficiaram o Estado até o ano passado. O que vemos é um completo desgoverno do PT em Minas. O Executivo mineiro está mais preocupado em criticar as gestões anteriores do que em assumir suas responsabilidades. Seis meses perdidos. Minas está à deriva”, afirma  o líder do bloco de oposição, deputado Gustavo Corrêa (DEM).

Para facilitar a consulta, o site é dividido por áreas e registra também a divulgação dos principais resultados das ações e políticas públicas desenvolvidas no Estado de 2003 a 2014. São três seções principais: “Os anos que mudaram Minas”, com o legado das gestões anteriores; “O que o PT está fazendo no governo de Minas?” e a “A realidade do ‘diagnóstico’ do PT”.

Na seção sobre a realidade do diagnóstico do PT, estão disponíveis as denúncias feitas pelo bloco Verdade e Coerência sobre o documento divulgado pelo governo de Minas em abril, com dados falsos e sem fontes oficiais; e a apresentação que desmascarou a lista de 500 obras que o governo Fernando Pimentel divulga, de forma mentirosa, ter “herdado”. Na semana passada, os deputados do bloco denunciaram que a lista da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) inclui, por exemplo, 194 obras já concluídas até 2014, sendo 22 repetidas e até a produção de um mapa rodoviário.

“O que vemos é um governo mentiroso, que gasta mal o dinheiro público, investindo em uma campanha publicitária com dados sabidamente falsos. Na lista da Seplag sobre as 500 obras, a avenida Antônio Carlos, executada em duas etapas finalizadas em 2010 e 2011, foi incluída oito vezes como obra parada. Desmascarado, o governo mudou a lista e mente mais uma vez. O PT zomba da inteligência dos mineiros”, afirma o líder da Minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB).

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Em nota, PSDB esclarece sobre investimentos na saúde em Minas Gerais

Em nota, PSDB-MG reiterou seu respeito ao MPF, mas disse que o assunto já foi amplamente divulgado e esclarecido, sem nenhum fato novo.

PSDB-MG: no que diz respeito aos investimentos em saúde, os entendimentos adotados pelo Estado de Minas Gerais sempre foram idênticos aos realizados pelo governo federal e por outros estados da Federação.

Fonte: PSDB-MG

Em nota, o PSDB de Minas esclareceu que sobre os investimentos em saúde realizados pelo Estado de Minas Gerais. O partido reitera seu respeito ao Ministério Público Federal, mas ressalva que trata se de assunto já amplamente divulgado e esclarecido, sem nenhum fato novo, e observa que, como pode ser facilmente constatado, no que diz respeito aos investimentos em saúde, os entendimentos adotados pelo Estado de Minas Gerais sempre foram idênticos aos realizados pelo governo federal e por outros estados da Federação.

Esse entendimento significa que, antes da regulamentação da emenda 29, cabia aos Tribunais de Contas do estados a definição do que poderia ou não ser considerado gasto em saúde.

Esse é o entendimento que prevalece em todo o país.

Como exemplo, registramos que:

Em 2004, mais de 56% do total aplicado pelo governo do presidente Lula em saúde se referiu a “encargos especiais”, ou seja, despesas como dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras funções afins.

Em 2005, de acordo com o relatório do TCU, houve aplicação substancial de valores com o Programa Bolsa Família no percentual mínimo no gasto da saúde. De acordo com o mesmo relatório, sem a inclusão dessas despesas, o governo federal não atingiria o mínimo constitucional de gastos estabelecidos para a saúde.

Em 2009, o governo federal lançou como gastos em saúde despesas como assistência às Forças Armadas, conservação e recuperação de biomas brasileiros, agricultura familiar (Pronaf) e gestão da política portuária.

Em 2012, o governo Dilma Rousseff aplicou R$ 1,45 bilhão gastos em saneamento urbano como despesas em saúde.

No Rio Grande do Sul, no governo Tarso Genro, do total de R$ 2,6 bilhões referentes aos gastos em saúde em 2011, R$ 1,1 bilhão foram feitos através da CORSAN – Companhia Riograndense de Saneamento. Outros R$ 160 milhões, destinados ao IPERGS – Instituto de Previdência do Estado, como contrapartida às contribuições à assistência médica aos servidores públicos, foram relacionados como investimentos em saúde.

No Mato Grosso do Sul, o governador Zeca do PT inovou ao propor e promulgar a “Lei do Rateio” (Lei Estadual 2.261, de 01/07/2001) que possibilitava a aplicação de recursos destinados exclusivamente à saúde pública em outras atividades da administração do Estado. No Piauí, governador Wellington Dias, computou como investimentos na área as despesas referentes ao Instituto de Assistência e Previdência do Piauí e gastos com o plano de saúde dos servidores.

Aprovação do TCE – MG

Os investimentos feitos pelo governo de Minas entre 2003 e 2010 foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado e da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, atestando a correção e o cumprimento à época dos índices constitucionais dos investimentos realizados.

Atesta o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais: “As Contas de Governo dos exercícios de 2003 a 2010 … tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno, sendo cumpridos os índices constitucionais de saúde(inciso II do § 2° do art. 198 da CR/88) e de educação (art. 212, CR/88)”. A íntegra dessa nota pode ser conferida no site do TCE/MG (www.tce.mg.gov.br/).

A ação proposta agora pelo MPF tem o mesmo fundamento de iniciativas anteriores, já amplamente divulgadas e nitidamente renova iguais questionamentos já esclarecidos pelo governo de Minas e pelo PSDB ao longo dos últimos dez anos.

A tabela a seguir, elaborada a partir de relatórios anuais aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado, mostra os valores absolutos investidos na saúde desde 2003, com os respectivos percentuais:

Em nota, PSDB esclarece sobre investimentos na saúde em Minas Gerais

 

Em nota, PSDB esclarece sobre investimentos na saúde em Minas Gerais

Minas: Governo Pimentel criou a farsa do déficit

Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe a criação de novas despesas de caráter continuado se o Estado tem déficit.

Se tivesse déficit Fernando Pimentel não teria criado novas secretarias e aumentado remuneração do alto escalão.

Mais que dobrou o valor destinado à publicidade no orçamento, que passou dos valores iniciais de R$ 40 milhões nos anteriores para R$ 96 milhões

Minas: Governo Pimentel criou a farsa do déficit

Mentiras de Pimentel: o fato de o governador falar em um número e o governo falar em outro demonstra claramente a falta de credibilidade e coerência dos mesmos. Divulgação

Conheça a farsa do déficit

Em propaganda oficial milionária o governo do Estado afirma que há um déficit de R$ 7 bilhões no orçamento estadual, que teria sido deixado pela administração anterior. Quem desmente o Governo é o próprio governador. Em propaganda oficial veiculada em rádio e TV no horário partidário do PT, ele fala pessoalmente em um déficit de R$ 6 bilhões, o que demonstra inconsistência dos números divulgados. O fato de o governador falar em um número e o governo falar em outro demonstra claramente a falta de credibilidade e coerência dos mesmos.

A Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe a criação de novas despesas de caráter continuado se o Estado tem déficit. Assim, ao criar novas despesas, o atual governo, na verdade, confirma a saúde financeira em que encontrou o Estado. O atual governo criou novas secretarias, novos cargos e aumentou remuneração do alto escalão. Mais que dobrou o valor destinado à publicidade no orçamento, que passou dos valores iniciais de R$ 40 milhões nos anteriores para R$ 96 milhões, e anunciou reajustes para carreiras do funcionalismo. De acordo com a Lei, nada disso poderia ser feito se houvesse déficit no Estado.

Principais fatos

1 – O orçamento encaminhado pela gestão anterior, em setembro de 2014, assim como o de outros Estados, foi feito tendo como referência macroeconômica os índices oficiais divulgados pelo governo federal, em abril. Assim, no planejamento do governo de Estado anterior e no orçamento enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais não havia qualquer déficit. Em novembro, o governo federal alterou as previsões macroeconômicas constantes do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, enviado inicialmente em abril, alterando, assim, os principais parâmetros utilizados por Estados e municípios para elaboração de seus orçamentos anuais. Ressalta-se a alteração da previsão de crescimento doPIB em 2015, de 3% para 0,8%, vez que o crescimento do PIB possui relação direta com a arrecadação do principal imposto que compõe as receitas estaduais, o ICMS. Ou seja, não havia déficit no orçamento enviado à Assembleia pelo Governo anterior.

2 – Organismos nacionais e internacionais confirmam a saúde financeira do Estado:

a) O Banco Central informou em seu Boletim Regional de Abril de 2015 que o governo de Minas Gerais atingiu no ano anterior um superávit primário de R$3,1 bilhões, o melhor resultado dentre todas as Unidades da Federação.

b) A agência de risco Standard & Poors confirmou, em abril de 2015, os ratings “BBB-“ na escala global e “brAAA” na escala nacional do Estado de Minas Gerais. Neste relatório de classificação de risco, a agência coloca que “os ratings de Minas Gerais refletem sua gestão financeira ‘satisfatória’. Esperamos que o Estado mantenha seu desempenho orçamentário ‘forte’ nos próximos dois anos”.

c) Reportagem da Folha de S.Paulo de 16/02/2015 mostra, por meio de dados do IBGE e do Banco Central, que Minas fechou o ano de 2014 no azul, sendo um dos 10 Estados superavitários no ano.

d) Forçado por exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal, o secretário de Estado da Fazenda, José Afonso Bicalho, foi obrigado a apresentar o relatório de gestão fiscal do primeiro quadrimestre de 2015. Os números mostram que Minas Gerais possui um superávit de R$ 2,322 bilhões, segundo dados apresentados pelo próprio secretário.

3 – Em 12/03/2015, a pedido do atual governo, começou a tramitar novo orçamento na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O orçamento feito e enviado pela atual gestão é que prevê déficit. Este déficit deriva de opção do governo de não respeito ao princípio do equilíbrio orçamentário, que traduz a necessidade de equilíbrio entre receitas e despesas. Na peça, o governo corta receitas em virtude do novo contexto macroeconômico, resultado da gestão nacional do próprio PT, mas, ao contrário do que é esperado de gestões responsáveis e previsto em manuais simples de administração, não efetuou o que seria natural e esperado: o corte correspondente de despesas. Pelo contrário, o governo cortou as receitas e, não apenas manteve as despesas, como criou novas.

Em outras palavras, o governo agiu deliberadamente para criar um déficit no novo orçamento como forma de tentar construir um discurso contra a administração anterior, creditando a ela o que é de sua responsabilidade. A utilização do orçamento do Estado como arma política partidária poderá trazer graves consequências para o Estado e, em especial, para os servidores públicos

4 – No novo orçamento, além de não ajustar despesas e receitas e criar novas despesas que não estavam previstas anteriormente, o governo ainda escondeu receitas, tudo com o objetivo de criar o falso discurso de um déficit “herdado” da administração anterior. Assim, para alimentar de forma falsa o discurso político contra a administração anterior, a atual administração tomou medidas que envergonham a administração publica:

Escondeu receitas:

a) segundo o Sindicato dos Auditores Fiscais de Minas Gerais (Sindifisco), o atual governo deixou de orçar pelo menos R$1,5 bilhão do aumento de arrecadação de ICMS decorrente do aumento da tarifa de energia elétrica, conforme denúncia publicada no jornal Estado de Minas em 30/03/2015, demonstrando claramente a tentativa do governo de tentar forjar um desajuste nas contas públicas de proporções irreais.

b) Abriu mão, em claro ato de gestão temerária, de receber R$1,07 bilhão em financiamentos do Banco do Brasil. A Justiça em primeira e segunda instância já havia obrigado o Banco a honrar o contrato de financiamento assinado com o Estado, cujos recursos não foram liberados desde agosto de 2014, conforme previsão contratual, apenas para tentar causar problemas políticos para a antiga administração. No dia 7 de janeiro, a atual administração abriu mão do financiamento e da multa diária de R$1 milhão, que hoje já estaria acumulada em mais de R$175 milhões, vez que até a presente data o recurso não foi liberado.

Criou novas despesas:

c) A atual gestão colocou, por iniciativa sua, novas despesas no novo orçamento enviado em 2015, que não estavam previstas pela administração anterior. Com a criação de novas secretarias, criação de novos cargos de alto escalão, concessão de reajustes para diversas carreiras, houve um aumento de cerca de R$1 bilhão só esse ano em novas despesas.

Neste contexto, chamam atenção o aumento de despesas com publicidade, de caráter absolutamente discricionário, que saltaram de R$ 40.201.392,00, no projeto de lei orçamentária enviado pela gestão anterior, para R$ 96.328.962,00 na nova proposta de orçamento.

5 – O governo estadual utiliza a informação oficial do Estado, paga com recursos públicos, como instrumento de propaganda partidária e não respeita os dados da realidade. O discurso político da atual administração pode ser medido pela má fé do posicionamento de autoridades. Recentemente, secretários de Estado têm se manifestado em entrevistas públicas dizendo que pode faltar recursos para pagamento em dia dos servidores. Ora, se isso é verdade, como pode o mesmo governo conceder novos reajustes?

Além de perder o Prêmio por Produtividade, que vinha sendo pago nos últimos anos em razão do cumprimento de metas e melhoria da prestação de serviços públicos, os servidores estaduais correm o risco de pagar a conta da falta de gestão, planejamento e responsabilidade do atual governo.

Em 2003, após assumir o governo com grave crise, confirmada à época pelo governo federal, o PSDB acabou com a escala de pagamento que prejudicava os servidores, passou a pagar no quinto dia útil do mês e a honrar o pagamento em dia do 13º salário. Pagou mais de R$100 milhões de verbas retidas e ainda criou um salário a mais para os servidores em função de metas alcançadas. Todo esse legado o PT agora parece querer desconstruir.

Acesse as representações através dos links abaixo:

http://psdb-mg.org.br/alias2011/wp-content/uploads/2015/06/final_representa%C3%A7%C3%A3o-tv-veicular-mentira-22-06-2015.pdf

http://psdb-mg.org.br/alias2011/wp-content/uploads/2015/06/FINAL_representa%C3%A7%C3%A3o-tv-desvio-finalidade-22-06-2015.pdf

Convenção renova ânimo do PSDB em Minas, diz Aécio

Senador conclamou lideranças do PSDB a organizarem encontros regionais para mobilizar a população e reafirmar os compromissos com a boa gestão e a ética na política.

“Somos a esperança de milhares de brasileiros. É importante que cada vereador, cada prefeito, cada militante defenda o legado do nosso governo em Minas.”

Fonte: PSDB

Aécio: convenção renova ânimo do PSDB em Minas

Aécio: “Nos orgulhamos de cada obra, de cada programa e de cada medida tomada em nosso governo em Minas Gerais”, disse. Foto: Hugo Cordeiro/PSDB-MG

Aécio reúne tucanos e garante ânimo renovado em Minas e no Brasil

“Política não se faz com ódio no coração, se faz com amor, com coragem e com capacidade para unir forças. Vamos vencer as eleições em Minas e vamos vencer as eleições no Brasil”, diz Aécio.

“Nos orgulhamos de cada obra, de cada programa e de cada medida tomada em nosso governo em Minas Gerais. Caminhamos de forma honrada e de cabeça erguida”, disse o ex-governador Aécio Neves em seu discurso na Convenção Estadual do partido realizada neste fim de semana, em Belo Horizonte.

Ao saudar a nova Executiva tucana e o novo presidente do PSDB mineiro, deputado Domingos Sávio, o senador Aécio Neves conclamou os deputados, prefeitos e parlamentares do partido a organizarem encontros regionais em todo Estado para mobilizar a população e reafirmar os compromissos do PSDB com a boa gestão e a ética na política.

“Somos a esperança de milhares de brasileiros. É importante que cada vereador, cada prefeito, cada militante defenda o legado do nosso governo em Minas. Vamos mostrar a partir daqui das Alterosas, vamos mostrar a partir da nossa reorganização em Minas Gerais que estamos prontos para construir o futuro”, disse Aécio, aplaudido pelas lideranças tucanas reunidas na convenção realizada na ALMG.

Acompanhado pelos ex-governadores Antonio Anastasia e Alberto Pinto Coelho, o senador voltou a cobrar do governo do PT em Minas ações efetivas para atender a população. Aécio Neves lamentou que completados seis meses de governo, o PT no Estado ainda não tenha iniciado de fato a tarefa de administrar o Estado.

“A população mineira, assim como eu, espera que o governo comece a governar e cumpra os compromissos que assumiu com os mineiros. Tenho um enorme orgulho de, ao lado do governador [Antonio] Anastasia e do governador Alberto [Pinto Coelho], dizer que transformamos e transformamos para melhor Minas Gerais com um governo ético, honrado, eficiente e inovador. Portanto, estamos esperando que o governo do PT comece a governar”, afirmou em entrevista.

Maior partido na oposição

Aécio Neves disse se sentir renovado no comando do PSDB e ainda mais determinado a defender as mudanças que os brasileiros hoje reivindicam em todas as regiões do país.

“Se eu não venci as últimas eleições, o meu ânimo, a minha coragem e a minha determinação são hoje ainda maiores. Política não se faz com ódio no coração, se faz com amor, com coragem e com capacidade para unir forças. Vamos vencer as eleições em Minas Gerais e vamos vencer as eleições no Brasil”, conclamou Aécio.

O senador encerrou seu pronunciamento destacando que o PSDB é hoje o maior partido na oposição e permanecerá trabalhando no Congresso e nos estados na defesa dos interesses dos brasileiros.

“Vejo que o Brasil não tem governo. O ex-presidente da República, no encontro do PT, conseguiu dizer que a culpa pelo que acontece com o PT hoje, essa indignação que grande parte da sociedade tem em relação ao PT, é culpa da mídia. A presidente da República diz que a crise econômica é fruto de uma crise internacional que já não existe em parte alguma do mundo. No momento em que o PT abandonou os interesses do país para se preocupar única e exclusivamente em vencer as eleições, ele transferiu à população, aos trabalhadores e às famílias brasileiras o preço mais duro, mais alto desta conta”, afirmou.

Polícia Federal apura se Pimentel foi beneficiado na campanha de 2014

PF apura suposta prática de crime eleitoral envolvendo a campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em 2014.

Investigação ocorre no âmbito da Operação Acrônimo, que prendeu na sexta-feira o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, ligado ao PT.

Fonte: Estadão

Polícia Federal apura se Pimentel foi beneficiado na campanha de 2014

Em entrevista no sábado, Pimentel disse que as ações contra sua mulher foram um “erro”. Divulgação

PF apura se esquema beneficiou Pimentel

Agentes federais analisam material apreendido na Operação Acrônimo, que prendeu empresário ligado a petistas; governador de Minas não é investigado

A Polícia Federal apura suposta prática de crime eleitoral envolvendo a campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em 2014. A investigação ocorre no âmbito da Operação Acrônimo, que prendeu na sexta-feira o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, ligado ao PT.

Investigadores disseram ao Estado que as buscas e apreensões cumpridas na semana passada corroboraram as suspeitas de que a campanha de Pimentel teria recebido dinheiro de um esquema operado por Bené. Até o momento, o governador não é investigado, mas sua mulher, Carolina Pimentel, também foi alvo das ações daPF na sexta-feira. A primeira-dama de Minas nega qualquer envolvimento com o caso.

A investigação foi iniciada em outubro do ano passado, quando a Polícia Federal apreendeu, no Aeroporto de Brasília, R$ 113 mil em dinheiro numa aeronave que trazia Bené e outros colaboradores da campanha de Pimentel de Belo Horizonte.

O empresário levava material de campanha do atual governador petista e uma planilha na qual estava escrita “campanha Pimentel“, mas em depoimento negou ter participado da disputa pelo governo de Minas.

Levantamento no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que uma empresa da família de Bené, a Gráfica Brasil, recebeu R$ 3 milhões do comitê financeiro do PTmineiro em 2014. Bené disse que apenas a gráfica da sua família teria atuado como fornecedora da campanha. Na prestação de contas de Pimentel não constam despesas feitas com a Gráfica Brasil.

Na sexta-feira, a PF realizou busca e apreensão em residências e empresas no Distrito Federal e em outros dois Estados. A antiga residência de Carolina e o prédio onde sua empresa era localizada, ambos em Brasília, foram alvo das buscas.

Em entrevista no sábado, Pimentel disse que as ações contra sua mulher foram um “erro”. O advogado de Carolina, Pierpaolo Bottini, negou a suspeita da PF de que a empresa da primeira-dama seja de “fachada”, afirmando que a Oli Comunicação foi encerrada em janeiro deste ano e que deixou o prédio que ocupava em julho de 2014.

Defesas. Procurado, o PT de Minas não quis se manifestar ontem sobre o caso. O governo do Estado também não se manifestou. A defesa de Bené informou que a gráfica da família do empresário foi contratada pelo PT de Minas Gerais e por isso a despesa não consta da prestação de contas de Pimentel. “A posição que se tem é de prestação de serviço ao comitê. Exatamente por isso a prestação de contas se refere ao comitê”, disse o advogado Celso Lemos, que não soube informar que tipos de serviços foram prestados pela Gráfica Brasil nem a quais candidatos.

Governo Dilma: gestão deficiente deixa trens novos do metrô parados em BH

Cinco novos trens do metrô de Belo Horizonte chegaram à capital, mas estão parados por falta de estrutura para receber e operar os equipamentos.

Faltou investimento em garagens e pátios de oficinas

Fonte: O TEMPO

Gestão deficiente do governo Dilma deixa trens novos do metrô parados em BH

Paradas. Enquanto não começam a rodar, composições envelhecem no Eldorado (foto) e no São Gabriel. Foto: AJL

Falta de investimento impede redução de intervalo no metrô

Vagões ao custo de R$ 171 mi não agilizam viagens por falta de sistema que custa R$ 3,5 mi

Cinco novos trens do metrô de Belo Horizonte chegaram à capital, mas estão parados por falta de estrutura para receber e operar os equipamentos. Faltou investimento em garagens e pátios de oficinas. E, mesmo quando começar a rodar, a nova frota não irá reduzir o intervalo de viagens, porque, além das outras deficiências, as composições modernas terão que se adaptar ao sistema de sinalização usado atualmente, já obsoleto.

O primeiro dos novos trens chegou à cidade em novembro. Agora, cinco já foram entregues e outros cinco devem chegar até julho. Porém, a CBTU informou que eles não entraram em operação porque ainda passam por testes e é necessária a adaptação de instalações, como oficinas e estacionamento.

Para o professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Nilson Nunes, essa situação demonstra um erro de investimento da empresa.

“Eles deveriam ter preparado toda a estrutura atual para viabilizar a operação desses trens antes de eles chegarem, e não depois”, afirmou Nunes.

Intervalo. Hoje, o intervalo mínimo entre as viagens é de quatro minutos, o que vai permanecer inalterado mesmo com a circulação dos novos trens por causa da falta de atualização do sistema de sinalização e controle. Do jeito que está, ele já trabalha com sua capacidade máxima, de 21 composições circulando ao mesmo tempo. O número não pode ser elevado porque, por segurança, só é possível manter um metrô em cada trecho.

Se houvesse a atualização, mais trens poderiam ser usados, porque eles poderiam circular em trechos mais curtos. Assim, o tempo de intervalo seria reduzido pela metade, para dois minutos. Até 31 trens poderiam circular ao mesmo tempo – dez do novo modelo. Mas como não houve uma atualização desse sistema, as novas composições vão apenas substituir as antigas.

“O sistema de sinalização é tão antigo quanto os trens, e já existem tecnologias mais avançadas. Seria melhor ter comprado um novo sistema de sinalização e depois os novos trens. E olha que esse investimento é muito menor que o da aquisição das composições”, declarou Nilson Nunes.

Os novos trens custaram R$ 171,9 milhões. Em junho de 2013, a CBTU afirmou que o custo do novo modelo de sinalização seria de R$ 3,5 milhões e que ele seria implantado antes de os trens chegarem. Nesta semana, a empresa informou que não há previsão de investimento em nova sinalização.

“Precisamos reduzir o tempo de espera com urgência. Pego o metrô todo dia no horário de pico, e tem vez que eu tenho que esperar dois e até três trens para que eu consiga entrar tranquila”, reclamou a laminadora Maria das Graças Garcia, 61.

Violência: criminalidade cresce 10,7% em Minas no governo do PT

No levantamento do primeiro trimestre, Belo Horizonte registrou 9.246 roubos, média de 102 por dia ou um a cada 15 minutos.

Quando o recorte é a região metropolitana, a situação é ainda pior: o crescimento foi de 14,6% com relação ao mesmo período de 2014.

Fonte: O TEMPO

Violência cresce 10,7% no governo do PT em Minas

Medo. Especialista em segurança alerta que roubo é o crime que mais causa temor nos cidadãos. Foto: Alex de Jesus/AE

Março foi o mês com mais roubos desde janeiro de 2012

Números do primeiro trimestre deste ano são 10,7% maiores que os de 2014, segundo Defesa Social

A recepcionista Vilma Rosa, 32, saiu de casa às 8h30 para trabalhar como em qualquer outro dia. No ponto do ônibus, porém, o susto: um homem veio por trás, deu um tapa em seu rosto e a jogou no chão na tentativa de levar seus pertences. Vilma reagiu e conseguiu segurar a mochila, mas o celular foi levado pelo criminoso, que fugiu de moto, com um comparsa. Abalada, a recepcionista ficou dias sem dormir e mudou a rotina para não precisar mais pegar o ônibus a três quarteirões de sua casa. “É uma sensação terrível, de raiva e de impotência. Estou sendo privada do meu direito de ir e vir”.

Assim como Vilma, milhares de pessoas são assaltadas todos os dias em Minas Gerais. Dados divulgados ontem pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) apontam 25.781 ocorrências de roubo nos três primeiros meses do ano, alta de 10,7% com relação ao mesmo período do ano passado. Apenas em março, 9.302 pessoas foram roubadas no Estado, o maior índice mensal registrado desde 2012.

No levantamento do primeiro trimestre, Belo Horizonte registrou 9.246 roubos, média de 102 por dia ou um a cada 15 minutos. Quando o recorte é a região metropolitana, a situação é ainda pior: o crescimento foi de 14,6% com relação ao mesmo período de 2014.

Balanço. A alta no índice de roubos puxou para cima as estatísticas de criminalidade violenta no Estado. Segundo a Seds, o primeiro trimestre foi 7% mais violento que o mesmo período de 2014. Embora tenha havido redução nas ocorrências de crimes como homicídios, estupros e sequestros, a quantidade de roubos representa 87% do total de crimes ocorridos no Estado, daí a alta dos resultados – em Belo Horizonte, o percentual é de 94%.

No total

Anual. Conforme o balanço, MG teve 108 mil crimes violentos em 2014, 17,6% a mais que em 2013. E pela primeira vez a Seds divulgou dados de estupro contra vulneráveis, índice que tem caído em 2015.