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Aécio convida Dilma a debater propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educação, segurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana Amélia, Beto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

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Aécio pede apoio aos mineiros para tirar o PT do poder

Aécio Neves (PSDB) voltou a focar sua campanha em Minas Gerais e a atacar Dilma Rousseff, além de soltar farpas em Marina Silva (PSB).

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Aécio pede aos mineiros que tirem o PT e o elejam

O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) voltou ontem a focar sua campanha em Minas Gerais e a atacar fortemente o PT, partido da sua adversária Dilma Rousseff, além de soltar farpas em Marina Silva (PSB). Em cima de um trio elétrico em Betim e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o senador gritou: “PT não”. O mesmo grito foi repetido três vezes com muita ênfase pelo correligionário de AécioPimenta da Veiga, candidato ao governo de Minas. 

Betim e Contagem eram administradas pelo PT até a última eleição municipal, em 2012. Betim agora está sob o comando do tucano Carlaile Pedrosa e Contagem é governada pelo comunista Carlin Moura, que recebeu apoio de Aécio no último pleito. Na Praça Tiradentes, no Centro de Betim, após o discurso dos tucanos, foram colados vários adesivos no chão com a inscrição: “PT = corrupção. Aqui em Minas, não”.

Além dos ataques, Aécio fez um apelo ao eleitorado. “Esse é o momento em toda a minha trajetória política em que eu mais preciso dos mineiros”, afirmou o candidato. Para tentar convencer os eleitores do estado, Aécio segue atuando fortemente em Minas. Na última sexta-feira os tucanos estiveram em Venda Nova, na capital mineira, e no sábado visitaram três cidades no Vale do Aço: Ipatinga, Coronel Fabriciano. Amanhã, a campanha será no Triângulo Mineiro.

Aécio se valeu de um jogo de palavras para atacar suas duas adversárias. “De um lado, uma candidata que mente, como mentiu recentemente dizendo que seus adversários iriam acabar com os programas sociais”, afirmou se referindo a Dilma. “Do outro lado, uma candidata que se desmente o tempo inteiro. haja visto que seu programa de governo parece ter sido feito a lápis”, complementou, atacando a candidata Marina Silva .

Em entrevista coletiva à imprensa Aécio voltou a citar as denúncias envolvendo dirigentes da Petrobras e parlamentares da base aliada do governo da presidente Dilma. O tucano batizou as denúncias de “propinoduto” e “petrolão” e disse que os responsáveis por desvios em órgãos públicos precisam ser “exemplarmente” punidos. “Isso (uma punição) não acontece no governo do PT, que os trata como heróis nacionais, como aconteceu com as suas principais lideranças presas em relação ao mensalão”, disse.

Ao comentar que apresentará o programa de governo nos próximos dias, Aécio disse que fez um programa escrito com caneta. “O programa da Marina é de quem achava que não venceria as eleições. Por isso, as contradições surgem a cada dia”, criticou Aécio, que já havia dito que o programa da candidata do PSB foi feito a lápis.

SAÚDE Além dos ataques, Aécio apresentou uma proposta. Disse que, se eleito, pretende construir 500 clínicas de especialidade espalhadas pelo país. “O cidadão e a cidadã chegarão já com sua consulta marcada com o médico especialista, farão os exames que possam ser feitos ali mesmo naquele local físico e já sairão dali com os medicamentos”, prometeu o candidato. Aécio explica que as clínicas serão financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Nacional (BNDES) e como forma de pagamento os médicos recém-formados – alvo do projeto – atenderão clientes do Sistema Único de Saúde.

Em Contagem, Aécio e Pimenta pediram votos na Praça Dr. Paulo Chagas e tomaram café em um bar próximo à praça. Eles fariam uma carreata pela Avenida João César de Oliveira, mas, por causa de um atropelamento que aconteceu no fim da manhã e o trânsito ruim na região, os tucanos cancelaram essa parte do evento. Em discurso, o candidato ao Palácio do Planalto pediu empenho de seus eleitores nas próximas duas semanas e que “arregacem as mangas” para ajudar na reta final de campanha.

Pimenta: “Acho muito importante para o Brasil nós vencermos as eleições”

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Campanha fica nacionalizada e pode afastar os eleitores

Candidatos ao governo de Minas repetem discursos dos concorrentes à Presidência da República

ISABELLA LACERDA E GUILHERME REIS

Quem acompanha o dia a dia da campanha em Minas pode até se confundir e achar que Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) são, na verdade, candidatos àPresidência da República. Os dois têm adotado discursos idênticos aos de seus padrinhos políticos, Aécio Neves e Dilma Rousseff, com posições iguais às externadas nacionalmente pelos postulantes ao Palácio do Planalto. O perigo da “nacionalização” da campanha, na análise de especialistas, é deixar as propostas regionais de lado e tornar cada vez menos atraente para o eleitor a disputa estadual.

 As bandeiras defendidas por Aécio aparecem todos os dias nas falas de Pimenta. Um dos temas mais comentados pelo presidenciável tucano nos primeiros dias de campanha, o Mais Médicos, ganhou espaço em Minas. Enquanto o senador acusou o programa de ser “80% propaganda e 20% efetividade”, o candidato do PSDB no Estado afirmou que as prefeituras mineiras têm enfrentado problemas com a qualidade dos médicos do programa. A economia também é tema recorrente. Para Pimenta, a inflação “é um crime”, já para Aécio a situação “é preocupante”.

A relação estreita e a citação frequente da candidatura de Aécio por Pimenta precisou ser explicada. “Falo muito na candidatura do presidente Aécio porque acho muito importante para o Brasil nós vencermos as eleições”, justificou o ex-ministro no última dia 22.

Nos discursos de Fernando Pimentel, o nome Dilma pode até aparecer com menor frequência, em compensação a palavra “governo federal” está sempre presente em suas frases. Além de defender o programa Mais Médicos – criado na gestão da presidente Dilma –, o candidato petista também faz questão de traçar boas perspectivas para a economia brasileira.

Enquanto a candidata à reeleição garante que “o Brasil vai bem”, seu ex-ministro aponta que o cenário nacional é “muito mais favorável do que o mineiro”.

Nesta quarta, durante caminhada em Betim, na região metropolitana, Pimentel listou iniciativas do governo federal no Estado e contrapôs com o que os tucanos fizeram durante a administração. “O transporte depende de investimentos estruturais que agora estão sendo feitos graças ao governo federal”, discursou.

Para o cientista político da PUC-Minas Moisés Augusto, a nacionalização da campanha é prejudicial, já que, enquanto os candidatos deveriam percorrer as cidades para levantar problemas regionais, estão debatendo temas que não são de responsabilidade deles. “Os problemas do Estado estão em segundo plano. Essa estratégia afasta cada vez mais o eleitor”.

Pressão externa

Nacional. Para Moisés Augusto, a cópia dos discursos dos presidenciáveis e dos candidatos em Minas acontece “em função da pressão nacional”. “Para eles é bom. Mas quem perde é o Estado”.

Pimentel diz que adversário terá que rezar

candidato do PT ao governo de MinasFernando Pimentel, fez nesta quarta uma provocação ao seu principal adversário, Pimenta da Veiga (PSDB). Durante caminhada em Betim, o petista afirmou que o grupo tucano “terá que rezar muito para que o povo tenha paciência” e acredite nas promessas feitas para melhorar a mobilidade urbana, como o Rodoanel.

“Eles (os tucanos) tiveram 12 anos para resolver os problemas prioritários do Estado e não resolveram nenhum”, criticou.

Pimenta quer atrair mais empresas

Em visita ao Centro-Oeste e ao Sul de MinasPimenta da Veiga prometeu atrair para o Estado indústrias de alta tecnologia.

Em Piumhi, Pimenta explicou que quer agregar valor ao produto mineiro. “Piumhi é um exemplo porque é um dos maiores exportadores do Estado. Desejamos aproveitar esta vocação mineira com a terra e com o subsolo para processar esses produtos primários. Assim vamos gerar mais empregos e agregar valor.”

INFOGRÁFICO – DISCURSO

Senador Aécio Neves diz que Dilma age com truculência

Aécio Neves: senador disse que presidente tem medo de perder em 2014 e criou uma uma agenda que apequena o cargo.

Aécio Neves: eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio acusa presidente de agir com truculência

Senador tucano diz que Dilma teme embate em 2014

BRASÍLIA  Em ato político realizado pelo DEM para fazer um balanço das promessas não cumpridas pelo governo, o pré-candidato do PSDB a presidente, senador Aécio Neves (MG), disse que a presidente Dilma Rousseff quer ganhar por W.O (sem adversários) e está agindo com truculência para abafar outras candidaturas, porque está assustada com o embate em 2014. No ato, batizado de “promessômetro”, os democratas apresentaram levantamento feito pelo economista Carlos Eduardo Freitas, ex-economista do Banco Central, mostrando que o governo não entregou 74% das promessas previstas para 2011 e 2012.

Gráfico “boca de jacaré”

Todos bateram duro no que chamaram de “obsessão” de Dilma com a reeleição. Aécio disse que essa obsessão e o medo do crescimento de outras candidaturas está levando Dilma a uma agenda que apequena o cargo de presidente: correr o Nordeste, reduto do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB); e Minas Gerais, entregando retroescavadeiras e tratores a prefeitos, uma atividade antes delegada a secretários.

Aécio disse que o rolo compressor usado pelo governo para aprovar o projeto que impede novos partidos de ter acesso a tempo de TV e Fundo Partidário é outro indicativo do medo de perder em 2014:

– Ninguém pode querer ganhar por W.O. Isso mostra a enorme preocupação do governo com 2014. A presidente Dilma está assustada com o que está por vir e teme o embate. O governo está assustado com o ambiente eleitoral e quer enterrar outras candidaturas de forma truculenta.

O líder do DEM na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO), explicou o estudo que embasou o
“promessômetro” e disse que o gráfico da “boca do jacaré” – linha da inflação lá no alto e do PIB lá embaixo – vai engolir o governo e levar à derrota na disputa de 2014.

– Em 2014 teremos muito mais chances de vencer que (a oposição) na Venezuela. Ao invés de 1,6% de diferença, vamos ganhar eleição por uma margem de 16% – disse Caiado, que ironizou a paralisia da transposição do Rio São Francisco, chamando as obras de “pista de skate de bodes”.

– O governo é ótimo em inaugurar promessas e não entregar obras – disse o presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN).

Aécio aproveitou o plenário repleto, onde foi realizado o ato, para ressaltar a parceria antiga com o DEM. Disse que o método de cooptação do governo aproxima mais ainda PSDB e DEM.

Sobre a criação do novo partido com a fusão do PPS e PMN, que tende a fechar com Eduardo Campos, o senador tucano disse que apoia qualquer ação que fortaleça o debate e crie alternativas para a disputa de 2014. Aécio também saudou o tom crítico trazido por Eduardo Campos à política econômica.

– O aumento da taxa de juros é lamentável, porque o mundo todo caminha para sua redução. Mas o governo Dilma foi leniente com o controle da inflação e o resultado está aí. O governo flexibilizou os pilares do ajuste fiscal por sua própria responsabilidade – disse Aécio.

Aécio Neves: PT usa publicidade para maquiar problemas de gestão

Aécio Neves: em artigo publicado pela Folha, senador chama a atenção do Vale Tudo do PT que se prevalece de ações publicitárias para maquiar os problemas do Brasil.

Aécio Neves: Governo do PT e Gestão Deficiente

Fonte: Folha

 Aécio Neves: O maketing assumiu a gestão do país

Vale tudo?

Aécio Neves

A afirmação da presidente da República de que “podemos fazer o diabo quando é hora de eleição” revela como o petismo vê e pratica a democracia.

Explicita também o desconforto do governo ante reconhecidos e recorrentes fracassos.

Os indicadores não deixam dúvidas: o crescimento médio nos dois últimos anos é o menor desde Collor; a inflação ameaça romper o teto da meta; o PAC não avança e o fechamento das contas públicas de 2012 só foi possível graças a condenáveis manobras fiscais.

Como nada é tão ruim que não possa piorar, dados da CNI apontam o crescente comprometimento da competitividade da indústria brasileira, que perde mercado no exterior e no próprio país.

Em 2012, a participação dos importados no abastecimento do mercado interno atingiu o nível recorde de 21,6% e, só nos últimos três anos, essa “invasão” subiu 5%.

Com alta carga tributária e sem as reformas estruturais, as empresas brasileiras perdem competitividade, situação agravada no segmento dos produtos de alta intensidade tecnológica, portanto de maior valor agregado.

Para desviar os olhos da população dessa realidade, o marketing assumiu a gestão do país. O site Contas Abertas aponta que, em apenas dois anos, a presidente Dilma gastou em festividades quase o mesmo volume de recursos públicos registrado durante todo o segundo mandato de Lula.

Confiando na falta de informação e memória dos brasileiros, o governo anuncia pela terceira vez a liberação de recursos já anunciados, que seguem não liberados desde 2010.

Veta a proposta do PSDB, aprovada pelo Congresso há seis meses, desonerando a cesta básica, apenas para, em seguida, assumir o mérito da autoria, prejudicando milhões de brasileiros que já poderiam estar usufruindo da medida.

Sob o constrangimento da própria administração, faz uma milionária campanha publicitária para comunicar o fim da miséria no país. Foge do debate do valor per capita definido e contraria a visão de especialistas para quem a pobreza significa um conjunto de privações, e não pode ser superada apenas com transferência de renda, por mais importante que essa seja.

Em outra ação publicitária, o governo se apropriou das reformas dos estádios, apesar de não haver nenhum recurso do Tesouro investido nessas obras: omitiu a participação dos Estados, da iniciativa privada e do próprio BNDES, se abstendo de informar que a presença federal se limita ao financiamento de parte dos custos, feito pelo banco, e que será integralmente pago pelos tomadores.

De um lado a realidade, onde estão os brasileiros e deveria estar a presidente. De outro a pirotecnia, onde estão a sobrevivência dos interesses do PT e a candidata.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Carlos Sampaio: chega tarde desoneração da cesta básica

Para o líder do PSDB, desoneração da cesta básica vem com atraso: “capricho ou vaidade”

Desoneração da Cesta Básica:

Fonte: Diário Tucano

Deputado Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara

“Por capricho ou vaidade e para tirar do PSDB o mérito da iniciativa, a presidente Dilma adiou em seis meses a desoneração da cesta básica. É no mínimo curioso o anúncio agora, em meio a tantos problemas que o Governo vem enfrentando, como o aumento do diesel, que impacta diretamente o preço dos alimentos, e a alta da inflação, puxada justamente pelo item alimentação.

Se a presidente não tivesse vetado a proposta em setembro, apenas para evitar dar o devido crédito ao PSDB, teria beneficiado já naquela época justamente a população mais necessitada, para quem os gastos com alimentação consomem quase um terço do salário. E mais: poderia ainda ter evitado a escalada inflacionária.

É lamentável que o PT tenha dificuldade em enxergar méritos nas propostas alheias, usurpando sua autoria como fizeram com os diversos programas sociais criados pelo PSDB e tentaram fazer recentemente com o cadastro único”. Foi o que afirmou o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), ao comentar o anúncio da petista feito em cadeia de rádio e TV na noite de sexta-feira (8/3).

A proposta foi incluída através de emenda em uma medida provisória pelo então líder do PSDB, deputado Bruno Araújo (PE), justamente para acelerar a implantação da desoneração, que entraria em vigor de imediato – no caso de um projeto de lei, a tramitação chega a demorar anos.

Contudo, depois de vetar a proposta em setembro, Dilma criou um Grupo de Trabalho que deveria apresentar nova solução para a questão até 31 de dezembro passado. Prazo que também não foi cumprido, causando ainda mais atrasos no esperado alívio para o bolso do cidadão. A estimativa é de que a desoneração possa diminuir em até 10% o preço da cesta básica, variando de um estado para outro.

“O governo está desorientado. Além de não saber o que fazer para estancar o processo de elevação da inflação que estamos atravessando, ameaçando a estabilidade econômica conquistada a duras penas, começa a focar sua atuação apenas nas eleições – mesmo com um atraso inexplicável apenas para se apropriar de propostas alheias como se suas fossem”, lamenta o líder tucano.

Apesar disso, Sampaio comemora e espera que, enfim, a desoneração realmente saia do papel. “O aumento do preço dos alimentos foi acima da inflação e teria sido atenuado se não falasse mais alto o rancor petista com o PSDB, em lugar dos interesses da população e do país”, concluiu.

Leia também Dilma deveria se desculpar com brasileiros por ter vetado isenção de impostos da cesta básica

Aécio critica Dilma, Lula diz que presidente é gaúcha

Aécio: “É lamentável ver que, até hoje, a presidente Dilma precise convencer os mineiros de que ela é mineira de fato.

Aécio: Dilma e Lula

Fonte: UOL Eleições

Aécio cita Lula para dizer que Dilma é gaúcha

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) divulgou nota que rebate as críticas da presidente Dilma Rousseff (PT) feitas durante comício do candidato do PT à Prefeitura de Belo Horizonte,Patrus Ananias, nesta quarta-feira (3). Dilma disse que nasceu em Minas Gerais e não pode ser chamada de “estrangeira”. O tucano, em declarações anteriores, reclamou a interferência da petista nas eleições na capital mineira.

 Aécio critica Dilma, Lula diz que presidente é gaúcha

O candidato do PT à Prefeitura de Belo Horizonte, Patrus Ananias (à dir.), recebe o apoio da presidente Dilma Rousseff (à esq.) no comício realizado na praça da Febem, no Barreiro, zona sul da capital mineira, na noite desta quarta-feira. No local, a presidente disparou ataques contra o senador Aécio Neves (PSDB).

“É lamentável ver que, até hoje, a presidente Dilma precisa gastar a maior parte do seu tempo tentando convencer os mineiros de que ela é mineira de fato. Ser mineiro vai muito além da certidão de nascimento. É preciso ter uma alma generosa e compromisso verdadeiro com o Estado”, afirmou Aécio na nota.

Segundo o tucano, “é injustificável que depois de 10 anos de governo do PT, questões essenciais para Minas, como os royalties de minério, o Anel Rodoviário, a BR-381 e o metrô ainda não tenham tido solução”.

“Infelizmente, nesse caso, sou forçado a concordar com o ex-presidente Lula. Como ele já disse: ‘a gente tem uma gaúcha governando esse país…”, disse Aécio.

PSDB cobra presidente

Ao mesmo tempo em que Dilma fazia seu discurso, o PSDB mineiro divulgou carta aberta a ela com cobranças de medidas que atendam a interesses de Minas Gerais. O documento é assinado pelos presidentes regional, deputado federal Marcus Pestana, e municipal do PSDB, o deputado estadual João Leite.

A carta cita dá acesso para um vídeo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando pede votos para um prefeito no Rio Grande do Sul, se refere a Dilma como gaúcha.

Os tucanos dizem na carta que a presidente é “muito bem-vinda” em Minas, mas que, apesar da visita por motivos eleitorais a Belo Horizonte, ela poderia dar “explicações”.

“Seria uma oportunidade importante para que seja esclarecido aos mineiros porque o governo federal vem, sistematicamente, de forma insistente e repetitiva, deixando de lado os interesses de Minas Gerais“, apontou o texto.

A carta lista 13 tópicos com cobranças, como a instalação de uma fábrica da Fiat em Pernambuco, no final da gestão Lula, por causa de incentivos fiscais exclusivos, o veto ao aumento dos royalties da mineração e aos incentivos para o semiárido mineiro, metrô, duplicação de estradas e reforma do aeroporto de Confins.

“Constatações como essas, dão, lamentavelmente, veracidade à fala do presidente Lula, que a saúda, na internet, como presidente gaúcha! Esperamos que a senhora volte sempre a Minas, não apenas para fazer campanha eleitoral, mas também como presidente da República para atender aos verdadeiros anseios e demandas dos mineiros”, apontou a nota.

Link da matéria: http://eleicoes.uol.com.br/2012/noticias/2012/10/03/aecio-cita-lula-para-dizer-que-dilma-e-gaucha.htmink