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Pimenta: “Acho muito importante para o Brasil nós vencermos as eleições”

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Campanha fica nacionalizada e pode afastar os eleitores

Candidatos ao governo de Minas repetem discursos dos concorrentes à Presidência da República

ISABELLA LACERDA E GUILHERME REIS

Quem acompanha o dia a dia da campanha em Minas pode até se confundir e achar que Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) são, na verdade, candidatos àPresidência da República. Os dois têm adotado discursos idênticos aos de seus padrinhos políticos, Aécio Neves e Dilma Rousseff, com posições iguais às externadas nacionalmente pelos postulantes ao Palácio do Planalto. O perigo da “nacionalização” da campanha, na análise de especialistas, é deixar as propostas regionais de lado e tornar cada vez menos atraente para o eleitor a disputa estadual.

 As bandeiras defendidas por Aécio aparecem todos os dias nas falas de Pimenta. Um dos temas mais comentados pelo presidenciável tucano nos primeiros dias de campanha, o Mais Médicos, ganhou espaço em Minas. Enquanto o senador acusou o programa de ser “80% propaganda e 20% efetividade”, o candidato do PSDB no Estado afirmou que as prefeituras mineiras têm enfrentado problemas com a qualidade dos médicos do programa. A economia também é tema recorrente. Para Pimenta, a inflação “é um crime”, já para Aécio a situação “é preocupante”.

A relação estreita e a citação frequente da candidatura de Aécio por Pimenta precisou ser explicada. “Falo muito na candidatura do presidente Aécio porque acho muito importante para o Brasil nós vencermos as eleições”, justificou o ex-ministro no última dia 22.

Nos discursos de Fernando Pimentel, o nome Dilma pode até aparecer com menor frequência, em compensação a palavra “governo federal” está sempre presente em suas frases. Além de defender o programa Mais Médicos – criado na gestão da presidente Dilma –, o candidato petista também faz questão de traçar boas perspectivas para a economia brasileira.

Enquanto a candidata à reeleição garante que “o Brasil vai bem”, seu ex-ministro aponta que o cenário nacional é “muito mais favorável do que o mineiro”.

Nesta quarta, durante caminhada em Betim, na região metropolitana, Pimentel listou iniciativas do governo federal no Estado e contrapôs com o que os tucanos fizeram durante a administração. “O transporte depende de investimentos estruturais que agora estão sendo feitos graças ao governo federal”, discursou.

Para o cientista político da PUC-Minas Moisés Augusto, a nacionalização da campanha é prejudicial, já que, enquanto os candidatos deveriam percorrer as cidades para levantar problemas regionais, estão debatendo temas que não são de responsabilidade deles. “Os problemas do Estado estão em segundo plano. Essa estratégia afasta cada vez mais o eleitor”.

Pressão externa

Nacional. Para Moisés Augusto, a cópia dos discursos dos presidenciáveis e dos candidatos em Minas acontece “em função da pressão nacional”. “Para eles é bom. Mas quem perde é o Estado”.

Pimentel diz que adversário terá que rezar

candidato do PT ao governo de MinasFernando Pimentel, fez nesta quarta uma provocação ao seu principal adversário, Pimenta da Veiga (PSDB). Durante caminhada em Betim, o petista afirmou que o grupo tucano “terá que rezar muito para que o povo tenha paciência” e acredite nas promessas feitas para melhorar a mobilidade urbana, como o Rodoanel.

“Eles (os tucanos) tiveram 12 anos para resolver os problemas prioritários do Estado e não resolveram nenhum”, criticou.

Pimenta quer atrair mais empresas

Em visita ao Centro-Oeste e ao Sul de MinasPimenta da Veiga prometeu atrair para o Estado indústrias de alta tecnologia.

Em Piumhi, Pimenta explicou que quer agregar valor ao produto mineiro. “Piumhi é um exemplo porque é um dos maiores exportadores do Estado. Desejamos aproveitar esta vocação mineira com a terra e com o subsolo para processar esses produtos primários. Assim vamos gerar mais empregos e agregar valor.”

INFOGRÁFICO – DISCURSO

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Aécio Neves: obras do anel rodoviário

Aécio Neves: obras do anel rodoviário

 Aécio Neves: senador, líder da oposição, cobra obras em MG

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio cobra do governo federal que obras rodoviárias prometidas saiam do papel

“Vamos acompanhar dia a dia para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos”, diz Aécio

senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou, nesta terça-feira (12/06), a importância do ato de transferência para o Governo de Minas da coordenação das obras de reforma do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. O ato foi assinado pela presidente Dilma Rousseff, e pelo governador Antonio Anastasia, sete anos depois de as obras terem sido prometidas pelo então presidente Lula.

Na solenidade de hoje, no Palácio da Liberdade, a presidente Dilma prometeu R$ 4 bilhões para as obras dereforma do Anel Rodoviário, construção do Rodoanel e duplicação das pistas da BR-381 entre Belo Horizonte e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. Desse total, apenas R$ 17 milhões foram autorizados hoje para elaboração do projeto executivo das obras no Anel.

“Todo anúncio de obras em Minas Gerais deve ser muito bem-visto. Mas, o que temos que ressaltar e alertar é que as obras anunciadas agora pela presidente da República são aquelas mesmas anunciadas lá atrás pelo presidente Lula e que ainda estão no papel. Não podemos permitir que apenas as boas intenções prevaleçam, em detrimento dos investimentos que não têm vindo para Minas Gerais”, disse o senador.

Aécio Neves acrescentou que a liberação dos recursos federais e a realização dos investimentos prometidos devem ser acompanhados dia a dia.

“Vamos acompanhar a par e passo, dia a dia, para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos que visem a minimizar as mortes e a tragédia que viraram, principalmente, as rodovias mineiras”, disse. Um total de 3 mil acidentes ocorreram no Anel Rodoviário de BH ano passado, com 33 mortes. Apenas no primeiro semestre deste ano, já somam 12 mortes. Cerca de 130 mil motoristas transitam diariamente pelo anel.

O ato assinada nesta terça-feira, o governo federal transferiu para o governo de Minas a coordenação do projeto executivo e das obras de reforma do Anel. Serão repassados pelo governo federal R$ 17 milhões para a elaboração do projeto executivo. Após o processo de licitação está prevista a liberação de R$ 1,5 bilhão.

Já na construção de um novo contorno rodoviário para a capital (Rodoanel), o governo federal anunciou a intenção de investir em parceria com o Governo de Minas e com a prefeitura de Belo Horizonte.

Ausência de investimentos

Aécio Neves também criticou o baixo nível de investimentos realizados pelo governo federal em Minas. O senador disse que o Estado é um dos que menos recebe retorno pela contribuição dada ao País.

“Minas vem sendo, ao longo dos últimos anos dos governos do PT, um dos estados que proporcionalmente ao que contribui para o Brasil menos recebe de retorno em investimentos. Ao contrário, pagamos dívidas extremamente sufocantes e as nossas questões estruturais, seja na área rodoviária, seja nos nossos aeroportos, e mesmo na área da saúde e da educação, continuam extremamente graves”, afirmou osenador Aécio.

Aécio Neves – link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/06/aecio-cobra-do-governo-federal-que-obras-rodoviarias-prometidas-saiam-do-papel/

Bancada mineira no Congresso Nacional promete aliança em torno da duplicação da BR-381, ampliação do metrô de Belo Horizonte e o Rodoanel

Unidos pela infraestrutura

Fonte: Ana Carolina Utsch – Estado de Minas

CONGRESSO

Deputados federais mineiros prometem esquecer divergências para assegurar investimentos em obras como a duplicação da BR-381, ampliação do metrô de Belo Horizonte e o Rodoanel

Os deputados federais mineiros prometem esquecer as divergências político-partidárias para assegurar investimentos em infraestrutura no estado. A duplicação da BR-381, a ampliação do metrô de Belo Horizonte e o Rodoanel estão no topo da lista de reivindicações tanto dos tucanos, como dos petistas para o governo federal neste início de legislatura. O desafio dos 53 parlamentares empossados ontem será enfrentar a falta de espaço de Minas Gerais no governo da presidente Dilma Rousseff (PT) para garantir as obras.

Oposição e situação, no entanto, pretendem fazer as cobranças de maneiras diferentes. Enquanto deputados do PT e de outros partidos da base aliada formam uma frente pró-Dilma para negociar os investimentos, o PSDB conta com a força política do senador Aécio Neves (PSDB). O PT vai trabalhar para relacionar os possíveis investimentos ao compromisso da presidente com o estado. A missão do PSDB será mostrar os resultados do trabalho da oposição.

O deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG) garantiu que haverá uma ação suprapartidária da bancada mineira para garantir recursos para Minas Gerais. “Queremos que os projetos saiam do papel”, afirmou Castro. Segundo ele, Aécio Neves terá o papel de aglutinador da oposição, reduzindo o impacto da baixa de parlamentares do PSDB e do DEM no Congresso Nacional. O deputado defendeu também recursos para ampliação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana.

Já o deputado Reginaldo Lopes (MG), presidente do PT mineiro, rebateu mais uma vez que o estado tenha sido esquecido na composição do governo. Para Lopes a implantação de um gabinete da Presidência em Belo Horizonte é uma prova de que os investimentos chegarão ao estado. O deputado Gilmar Machado (PT-MG) disse que está organizando para hoje uma primeira reunião com toda a bancada para fechar pauta comum. Recém-chegado à Câmara, o deputado Gabriel Guimarães (PT- MG) também não tem dúvidas sobre a urgência das obras. “A população não pode esperar mais pela duplicação da BR-381″, afirmou.

Reformas A necessidade de promover a reforma política e tributária é outro consenso entre os deputados, apesar das divergências sobre o tema. Gabriel Guimarães defende uma constituinte específica para discutir a reforma política, como forma de garantir a total isenção do Congresso e maior transparência. De acordo com a proposta do deputado, os eleitores voltariam às urnas para eleger uma assembleia constituinte que ficaria por conta de rever as regras partidárias e eleitorais. Esses parlamentares não poderiam se reeleger.

O deputado Antônio Andrade, presidente do PMDB de Minas Gerais, argumenta que qualquer outro assunto é de menor importância diante das reformas. “Sem essas reformas tudo fica remendado”, ressaltou. Andrade lembrou as injustiças na divisão do bolo tributário entre União, estados e municípios e a insegurança política.” Não sabemos nem quem vai tomar posse como suplente. As regras não são claras”. O tucano Rodrigo de Castro afirmou que o início da legislatura é o momento oportuno para as mudanças, por ser mais fácil construir o consenso. Apesar da vontade dos deputados para fazer as reformas, os debates no plenário começam amanhã com mais de vinte medidas provisórias na pauta de votação.

Comissões As negociações entre os deputados para ocupar as presidências das principais comissões da Câmara serão intensificadas a partir de hoje. As comissões são formadas e os presidentes eleitos de acordo com as representações partidárias. Inicialmente, o PT terá direito a fazer a primeira escolha, que deve ser a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O ex-presidente da Casa deputado João Paulo Cunha (PT-SP) está cotado para a vaga.

Ainda não se sabe qual o espaço dos mineiros nos órgãos. Até o início da noite de ontem, apenas o deputado Saraiva Felipe (PMDB- MG) era dado como certo na presidência da Comissão de Seguridade Social. O deputado Júlio Delgado (PSB- MG) vai ocupar a 4ª secretaria da Mesa Diretora. As comissões de Transporte e de Minas e Energia despertam o interesse de alguns deputados, diante da importância do assunto para Minas Gerais. Gabriel Guimarães avalia que a participação do estado na Comissão do Orçamento será fundamental para as reivindicações da bancada.

Contrariando um acordo de cavalheiros feito no início do processo para eleição da Mesa, a oposição pretende manter os blocos formados para a disputa. O objetivo é ganhar força e ampliar a participação nas comissões e em outros órgãos da Câmara.