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Em nota, PSDB esclarece sobre investimentos na saúde em Minas Gerais

Em nota, PSDB-MG reiterou seu respeito ao MPF, mas disse que o assunto já foi amplamente divulgado e esclarecido, sem nenhum fato novo.

PSDB-MG: no que diz respeito aos investimentos em saúde, os entendimentos adotados pelo Estado de Minas Gerais sempre foram idênticos aos realizados pelo governo federal e por outros estados da Federação.

Fonte: PSDB-MG

Em nota, o PSDB de Minas esclareceu que sobre os investimentos em saúde realizados pelo Estado de Minas Gerais. O partido reitera seu respeito ao Ministério Público Federal, mas ressalva que trata se de assunto já amplamente divulgado e esclarecido, sem nenhum fato novo, e observa que, como pode ser facilmente constatado, no que diz respeito aos investimentos em saúde, os entendimentos adotados pelo Estado de Minas Gerais sempre foram idênticos aos realizados pelo governo federal e por outros estados da Federação.

Esse entendimento significa que, antes da regulamentação da emenda 29, cabia aos Tribunais de Contas do estados a definição do que poderia ou não ser considerado gasto em saúde.

Esse é o entendimento que prevalece em todo o país.

Como exemplo, registramos que:

Em 2004, mais de 56% do total aplicado pelo governo do presidente Lula em saúde se referiu a “encargos especiais”, ou seja, despesas como dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras funções afins.

Em 2005, de acordo com o relatório do TCU, houve aplicação substancial de valores com o Programa Bolsa Família no percentual mínimo no gasto da saúde. De acordo com o mesmo relatório, sem a inclusão dessas despesas, o governo federal não atingiria o mínimo constitucional de gastos estabelecidos para a saúde.

Em 2009, o governo federal lançou como gastos em saúde despesas como assistência às Forças Armadas, conservação e recuperação de biomas brasileiros, agricultura familiar (Pronaf) e gestão da política portuária.

Em 2012, o governo Dilma Rousseff aplicou R$ 1,45 bilhão gastos em saneamento urbano como despesas em saúde.

No Rio Grande do Sul, no governo Tarso Genro, do total de R$ 2,6 bilhões referentes aos gastos em saúde em 2011, R$ 1,1 bilhão foram feitos através da CORSAN – Companhia Riograndense de Saneamento. Outros R$ 160 milhões, destinados ao IPERGS – Instituto de Previdência do Estado, como contrapartida às contribuições à assistência médica aos servidores públicos, foram relacionados como investimentos em saúde.

No Mato Grosso do Sul, o governador Zeca do PT inovou ao propor e promulgar a “Lei do Rateio” (Lei Estadual 2.261, de 01/07/2001) que possibilitava a aplicação de recursos destinados exclusivamente à saúde pública em outras atividades da administração do Estado. No Piauí, governador Wellington Dias, computou como investimentos na área as despesas referentes ao Instituto de Assistência e Previdência do Piauí e gastos com o plano de saúde dos servidores.

Aprovação do TCE – MG

Os investimentos feitos pelo governo de Minas entre 2003 e 2010 foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado e da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, atestando a correção e o cumprimento à época dos índices constitucionais dos investimentos realizados.

Atesta o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais: “As Contas de Governo dos exercícios de 2003 a 2010 … tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno, sendo cumpridos os índices constitucionais de saúde(inciso II do § 2° do art. 198 da CR/88) e de educação (art. 212, CR/88)”. A íntegra dessa nota pode ser conferida no site do TCE/MG (www.tce.mg.gov.br/).

A ação proposta agora pelo MPF tem o mesmo fundamento de iniciativas anteriores, já amplamente divulgadas e nitidamente renova iguais questionamentos já esclarecidos pelo governo de Minas e pelo PSDB ao longo dos últimos dez anos.

A tabela a seguir, elaborada a partir de relatórios anuais aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado, mostra os valores absolutos investidos na saúde desde 2003, com os respectivos percentuais:

Em nota, PSDB esclarece sobre investimentos na saúde em Minas Gerais

 

Em nota, PSDB esclarece sobre investimentos na saúde em Minas Gerais

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Aécio convida Dilma a debater propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educação, segurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana Amélia, Beto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

Aécio tem as contas aprovadas pelo TCE/MG

TCE confirma que o governo Aécio teve contas aprovadas e que foram investidos o que a Constituição estabelece para Educação e Saúde.

Governo de Minas cumpriu todas as prerrogativas constitucionais

Fonte: PSDB

Tribunal de Contas de Minas Gerais desmente Dilma

Tribunal de Contas de Minas Gerais divulgou duas notas nessa quarta-feira (15/10) que mostram que a presidente Dilma Rousseff mentiu no debate realizado um dia antes pelaRede Bandeirantes. Com o já consagrado procedimento de mentir ou distorcer, a candidata petista à reeleição disse que o Tribunal de Contas do Estado teria atestado que Aécio não investiu o mínimo obrigatório em saúde.

O Tribunal confirma que o governo Aécio Neves (2003 a 2010) teve suas contas aprovadas e que foram investidos o que a Constituição brasileira estabelece para Educação e Saúde, como já havia sido demonstrado pelo site da campanha (www.aecioneves.com.br), que divulgou ontem os documentos.

O Tribunal esclareceu ainda que na gestão de Antonio Anastasia (2010 a 2014), após a votação da emenda 29, o governo do Estado fez um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) preventivo, que não veio a ser utilizado, uma vez que o Estado cumpriu o percentual previsto nos novos moldes definidos pela emenda 29. Vale ressaltar que as contas do governo Anastasia também foram aprovadas após comprovação de cumprimento de todos os percentuais de investimentos previstos pela Constituição.

Leia abaixo as duas notas de esclarecimento do TCE-MG:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante dos problemas de acesso ao sistema “FISCALIZANDO COM O TCE”, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais esclarece pontos que estão sendo reiteradamente questionados pela imprensa nacional, com relação ao Balanço Geral do Estado, nos exercícios de 2003 a 2010:

CONTAS DE GOVERNO APRESENTADAS PELO ENTÃO GOVERNADOR AÉCIO NEVES AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

1 – As contas de governo referentes aos exercícios de 2003 a 2010, relativas à gestão do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno desta Corte de Contas, em atendimento ao art. 3°, inciso I, da Lei Complementar 102/2008 – Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais;

2 – As Contas de Governo dos exercícios de 2003 a 2010, do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno, sendo cumpridos os índices constitucionais de saúde (inciso II do § 2° do art. 198 da CR/88) e de educação (art. 212, CR/88).

O povo brasileiro quer se libertar do governo do PT, declara Aécio

Aécio: “Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais encontro, em toda a parte do Brasil.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Povo brasileiro quer se libertar do governo PT, diz Aécio em debate

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da RepúblicaAécio Neves, afirmou, nesta terça-feira (14/10), em São Paulo, que o povo brasileiro já está cansado da incompetência que permeou o governo federal durante os 12 anos da gestão petista. O candidato destacou que o pedido que mais tem ouvido de eleitores em suas andanças pelo Brasil é o de “libertação”.

“Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais encontro, em toda a parte do Brasil. Sabe qual a palavra que eu mais tenho ouvido? Libertação. Os brasileiros têm me pedido o seguinte: ‘Aécio, nos liberte desse governo do PT. Nós não merecemos tanta irresponsabilidade, tanto descompromisso com a ética e tanta incompetência’”, disse.

Em debate com a candidata a reeleição à Presidência da República, Dilma Rousseff, naRede Bandeirantes, Aécio agradeceu o voto de confiança de “mais de 30 milhões de brasileiros que acreditaram na proposta de mudança” e o levaram ao segundo turno das eleições, e lembrou as recentes adesões da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, e da viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos(PSB), morto em agosto deste ano.

“Tenham absoluta certeza de que saberei a cada dia dos próximos quatro anos, se vier a ser o presidente da República, honrar cada um dos compromissos que juntos assumimos. Eu me preparei para dar aos brasileiros um governo honrado, eficiente, que avance na qualidade da saúde pública, que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Não permitirei que esse país seja dividido entre nós e eles. Quero fazer o governo da convergência, da solidariedade, da generosidade”, ressaltou Aécio.

“É possível, sim, termos um governo que permita que você viva melhor, que dê novas oportunidades para os seus filhos, que respeite as obras de outros governos. É para isso que eu me preparei e vou assumir a Presidência da República, para honrar cada apoio e cada voto que vier a receber”, salientou.

Mais saúde

Durante o debate, Aécio detalhou diversas propostas de seu governo para a área de saúde, segundo ele negligenciada pela gestão petista. O candidato à Presidência da República lembrou que, durante seu governo em Minas Gerais (2003-2010), o Estado apresentou o melhor atendimento de saúde de toda a região Sudeste. Ele prometeu investir no programa Saúde da Família, criado no governo de Fernando Henrique Cardoso, cuidar das Santas Casas, reajustar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), e ampliar o atendimento em especialidades médicas.

“O que quero no Brasil é mais saúde, com mais investimento do governo federal. Lamento que a senhora [Dilma] tenha cuidado disso, ou se preocupado com isso, no momento em que seu governo termina. Não cuidou disso nos últimos 12 anos. A impressão que tenho é que  temos aqui dois candidatos de oposição. Não temos um candidato de continuidade. Quem vê a sua campanha acha que a senhora não governou o Brasil ao longo de todos esses anos. Lamento que não tenha feito, ao longo do seu mandato, o que se propõe a fazer agora”, criticou.

Mais educação

Para Aécio, a educação é “essencial para que qualquer país avance na busca de um futuro melhor”. Tendo isso em vista, o candidato a presidente do Brasil defendeu o aperfeiçoamento de programas de ensino profissionalizante como o Pronatec, que foi inspirado nas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) do governo de Geraldo Alckmin, em São Paulo, e no Programa de Educação Profissional (PEP) iniciado em seu governo em Minas Gerais.

“Um orgulho que tenho na vida foi ter levado Minas Gerais a ter a melhor educação fundamental do Brasil quando eu era governador, não sendo o mais rico dos Estados brasileiros e tendo o maior número de municípios. O Pronatec é um bom programa, mas precisa ser aperfeiçoado. A grande maioria dos alunos do Pronatec tem uma carga horária muito pequena, até 120 horas. Precisamos fazer cursos técnicos de maior duração, porque muitos que estão se formando no Pronatec não estão encontrando uma colocação adequada”, avaliou.

Ele acrescentou que se orgulha de ter contribuído para inspirar o governo de Dilma Rousseff“a fazer um bom programa, que precisa ser aperfeiçoado rapidamente”.

Mais segurança

Aécio Neves destacou que o governo Dilma Rousseff também falhou em outro importante setor, a segurança. Apenas 13% do conjunto de investimentos em segurança pública no Brasil vem da União. O restante, 87%, sai dos cofres de Estados e municípios. Aécio prometeu que seu governo vai dar prioridade a uma Política Nacional de Segurança Pública, que vai proibir o contingenciamento de recursos para o setor.

“No meu governo, vou assumir o comando de uma Política Nacional de Segurança Pública. Controlando as nossas fronteiras. Fortalecendo as nossas Forças Armadas, também abandonadas no governo PT, dando à Polícia Federal a estrutura que ela deixou de ter. Vamos enfrentar, em uma discussão altiva, os países que hoje produzem droga ou matéria prima de droga, que vem matar gente aqui no Brasil. Vou proibir o contingenciamento, que é o represamento dos recursos de segurança pública, para que cada Estado possa saber com o que contar e planejar os seus investimentos”, detalhou.

Aécio também reafirmou a necessidade de se avançar no enfrentamento da violência contra a mulher. Para ele, o governo federal não tem oferecido a estrutura adequada aos programas de Disque-Denúncias e às delegacias especializadas.

“Tenho absoluta convicção de que temos como avançar muito no que diz respeito à proteção à mulher, a oportunidades para as mulheres terem um salário mais justo, mais próximo daqueles que têm os homens. Ainda estamos extremamente longe disso. Infelizmente, os próprios fundos, sejam do Fundo Penitenciário, do Fundo de Segurança, extremamente importantes para apoiar os Estados a fazer investimentos para ampliar, por exemplo, as delegacias de proteção à mulher, não chegam. Não há planejamento”, lamentou. 

Menos corrupção

Aécio também propôs à presidente Dilma Rousseff que elevasse o nível do debate durante a campanha presidencial. Ele criticou a postura da adversária petista, pautada por “ataques violentos” e “inverdades”, e mostrou-se estarrecido com as crescentes denúncias de corrupção no atual governo.

“Todos nós, brasileiros, acordamos a cada dia surpresos com novas denúncias. O que acontece na Petrobras é algo extremamente grave, que jamais ocorreu nessa República. É preciso muito mais do que um conjunto de boas intenções em final de governo para o resgate da credibilidade da vida pública. A senhora [Dilma], infelizmente, não tem tomado a atitude que o Brasil espera nesse caso”, completou Aécio.

Senador eleito pelo PSB, Romário vai apoiar Aécio no segundo turno

Romário deverá caminhar com Aécio na disputa presidencial. Os dois conversaram por telefone na última segunda e vão se encontrar no RJ.

Ex-craque explicou que seu apoio depende de três compromissos que o tucano deve incluir como prioridades em seu programa de governo.

Fonte: O Globo

Senador eleito faz duras críticas a seu partido, o PSB: ‘Minha relação é de ruim a péssima. Não me ajudam em nada’

Eleito senador pelo PSB com o recorde de 4,6 milhões de votos no Rio, Romário é o apoio mais cobiçado no estado neste segundo turno. Com má relação com seu partido, de quem reclama de ingratidão, ele vai tomar a decisão sobre quem apoiar para presidente e governador de forma independente. Em entrevista ao GLOBO, na tarde dessa quarta-feira, no mesmo momento em que acontecia a reunião da Executiva Nacional do PSB — “não fui convidado” —, o senador eleito praticamente descartou qualquer chance de apoiar a reeleição de Dilma Rousseff (PT).

Romário deverá caminhar com Aécio Neves (PSDB) na disputa presidencial. Os dois conversaram por telefone na última segunda-feira e vão se encontrar pessoalmente no Rio ainda nesta semana. O ex-craque explicou que seu apoio depende de três compromissos que o tucano deve incluir como prioridades em seu programa de governo. Como AécioNeves deve aceitar as condições do senador eleito, a formalização do apoio é questão de tempo.

— A Dilma, em princípio, eu diria 99,99% (de chances de não apoiar), é quase impossível. OAécio na segunda-feira me ligou, marcamos de conversar pessoalmente no Rio. Minha conversa com qualquer candidato vai estar direcionada a pontos que considero fundamentais — disse Romário, enumerando as propostas que levará ao tucano. — O país precisa de centros de diagnóstico e tratamento para pessoas com deficiências e com doenças raras. Isso tem que ter um olhar diferenciado. Outra coisa que vai pesar na minha decisão é em relação a crianças e jovens viciados em crack, dar atenção a isso. E o esporte também, principalmente para as crianças. Estas três áreas vão pesar na minha decisão, são bandeiras minhas. Se ele (Aécio) entender tudo isso, é bem possível (o apoio). Mas ainda vamos conversar.

‘(O PSB) NÃO ME AJUDA EM NADA. O PARTIDO NÃO É GRATO’

Romário não ocupa nenhum cargo nas instâncias partidárias do PSB. Ele manteve uma postura independente do partido tanto no mandato como deputado federal quanto na suacampanha a senador. A seu estilo, sem meias palavras, ele revela irritação e decepção com o partido e diz que tomará sua posição na disputa para presidente e para governador do Rio independentemente do partido. A Executiva Nacional do PSB está reunida na tarde dessa quarta-feira para decidir sobre o segundo turno presidencial.

— Meu grupo político é reduzido, minha relação com o partido é de ruim para péssima. Fui eleito senador com quase 4 milhões e 700 mil votos,e não faço parte da Executiva nacional, nem estadual, nem municipal. Não fui agora na reunião da Executiva porque não fui convidado. Eu ajudei muito, gravei para vários candidatos, e fico com o sentimento que o partido não é grato ao que faço, politicamente falando. Eles nunca me ajudam em nada, vou à luta sozinho — afirmou Romário, descartando, porém, deixar o PSB, já que tem liberdade de atuação. — Não tenho pretensão de sair. Há coisas boas, como a liderança na Câmara, há pessoas maravilhosas também. Vou continuar meu trabalho.

SEM DECLARAR APOIO, ELOGIOS A PEZÃO E CRÍTICA A CABRAL

Entre políticos fluminense, é dado como muito possível o apoio de Romário ao governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). O senador eleito pelo PSB conta que recebeu ligações tanto de Pezão como de Marcelo Crivella (PRB). No ano passado, quando chegou a sair do PSB, mas logo depois voltou atrás, Romário esteve perto de se filiar ao PRB de Crivella. O ex-craque faz críticas ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), mas poupaPezão. Romário ainda vai definir quem apoiará e não descarta até ficar neutro.

— Minha relação com os dois é bem tranquila, saudável. Sempre fui contra a forma como oCabral estava governando, mas o Pezão é um cara bastante objetivo, tem feito bom governo, mesmo em pouco tempo. A decisão que eu tomar vai ser em benefício do povo. Fui procurado pelos dois, e não descarto ficar neutro.

Ele explicou como se dará sua decisão:

— Fui procurado pelos dois, pessoas em comuns fizeram contato. Minha forma de fazerpolítica é diferente: não vou conversar com os dois. Vou falar com um, levar os mesmo pontos que falei sobre o Aécio. Se topar, aceitar o que eu defendo, não vou no outro.

Perguntado se Pezão seria o primeiro com quem conversaria, deixou no ar:

— Não sei, não…

Em evento realizado pelo PT para apoiar o candidato Luiz Fernando Pezão à reeleição, o atual governador reiterou ter uma boa relação com o senador eleito:

— Já conversei duas vezes com o Romário, mas ele tem o partido por trás dele. Ele está ouvindo os companheiros dele, mas a gente tem um grande relacionamento, uma grande amizade.

Aécio, Anastasia e Pimenta são recebidos com festa em Juiz de Fora

Com grande festa, a população confirmou o que as últimas pesquisas eleitorais já apontam, a virada de Aécio na reta final da campanha.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Multidão recebe Aécio, Pimenta da Veiga e Anastasia em Juiz de Fora

No calçadão da rua Halfeld, centenas de pessoas confirmam o apoio aos candidatos e esquentam a virada na reta final da campanha

A cidade Juiz de Fora (Zona da Mata) parou, na tarde desta quarta-feira (1º/10), para receber de forma calorosa AécioPimenta da Veiga e Anastasia. Uma multidão recebeu os candidatos em uma grande festa no calçadão da rua Halfeld, um dos mais importantes pontos de Juiz de Fora e palco de inúmeras manifestações políticas. Com bandeiras, chuvas de papel picado, fogos de artifício e muita animação, a população confirmou o que as últimas pesquisas eleitorais já apontam, a virada de Aécio na reta final da campanha.

Dezenas de veículos, acompanharam a carreata dos candidatos pela Avenida Independência até o Parque Halfeld. Com muita empolgação, os motoristas promoveram um grande buzinaço, chamando a atenção da população para a chegada na cidade dos candidatos que querem trazer mais avanços para Minas e fazer as mudanças que o Brasil precisa.

No calçadão da Rua Halfeld, AécioPimenta e Anastasia receberam o apoio de 250 estudantes de Medicina. Aécio reiterou o compromisso com os profissionais da saúde e com a carreira nacional dos médicos.

Emocionado com a festa calorosa dos eleitores de Juiz de Fora, Aécio agradeceu o carinho da população e convocou os mineiros de todas as regiões a redobrar os esforços até o próximo domingo, 5 de outubro.

“É daqui dessa tribuna política de Minas, que venho convocar os mineiros, de Juiz de Fora, da Zona da Mata, do Norte, do Sul, do Leste e Oeste do nosso Estado. Podemos ter umpresidente da República de Minas Gerais, com os valores de Minas e com os compromissos de Minas. Pimenta da Veiga é a segurança de que Minas continuará altiva, como Anastasia é a garantia, de que no Senado Federal, Minas estará de pé, de cabeça erguida, tendo alguém a defender os seus interesses. Portanto, vamos arregaçar as mangas, dizer não à corrupção e iniciar um governo honesto e eficiente. A virada já chegou em Minas e no Brasil”, disse Aécio.

O ex-governador de Minas reafirmou que, durante toda a campanha eleitoral, vem defendendo o resgate de valores como a ética, a decência e o compromisso com quem mais precisa e que tem confiança de que Minas irá liderar o processo de transformação no Brasil.

“O que está em jogo é muito mais do que a vitória de A ou B ou a derrota desse ou daquele partido político. Estamos falando da oportunidade de Minas encerrar esse ciclo perverso de desgoverno, de descompromisso com a ética, de inflação alta, de crescimento baixo, para iniciarmos um outro ciclo virtuoso, em que o Brasil vai voltar a ser respeitado, os investimentos que foram embora vão voltar e a vida das pessoas vai começar a melhorar. Sou porta voz de um projeto. De um projeto que nasce em Minas, se inspira em Minas e, certamente, será transformador para Minas, assim como para o restante do país”, disse.

De Juiz de Fora, Aécio Neves seguiu para Governador Valadares para fazer carreata e se encontrar com lideranças políticas do Vale do Rio Doce.

Aécio Neves impulsionou economia da Zona da Mata

A importância econômica e política da Zona da Mata foi reconhecida, durante o governo de Aécio em Minas (2003-2010). Por concentrar parte significativa da população mineira, foram realizados investimentos expressivos em áreas como segurança, educaçãosaúde einfraestrutura, fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos moradores da região.

A região reúne mais de 2 milhões de habitantes e dentre as atividades econômicas mais importantes estão a siderurgia, indústria automobilística, metalurgia, café e produtos alimentares. A expectativa é que esses avanços sejam intensificados com a eleição dePimenta da Veiga para o Governo do Estado e Aécio para a Presidência.

Veja o que fez o governo Aécio:

Mães de Minas

Mais de 19 mil mães de 142 municípios foram atendidas pelo Mães de Minas.

Prohosp

Pelo programa, 23 hospitais foram contemplados com recursos de R$ 106 milhões, entre eles, o Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus, Hospital César Leite, Hospital Nossa Senhora das Dores, Hospital Santa Isabel, Hospital São Sebastião.

Farmácia de Minas

Unidades foram implantadas em 91 municípios da região

Saúde em Casa

Reforma e ampliação de 271 Unidades Básicas de Saúde em 141 municípios

Sistema Estadual de Transporte em Saúde

100 municípios são beneficiados pelo Sets para transportar com conforto e segurança pacientes que necessitam de atendimento especializado em outro município.

Programa de Ensino Profissionalizante (PEP)

Mais de 7 mil alunos da região em 11 municípios beneficiados com o PEP

Região Integrada de Segurança Pública (Risp)

Na região, estão em funcionamento duas Regiões Integradas de Segurança Pública (Risp), sediadas em Juiz de Fora e Barbacena, que realiza ações conjuntas das forças policiais para combater a criminalidade. O trabalho feito pelas polícias na Risp beneficia a população dos 147 municípios da região.

Atração de Investimentos 

Atração de R$ 10,6 bilhões em investimentos para a região.

Travessia

O programa está em 37 municípios da região.

Pimenta da Veiga sobe o tom contra candidato petista

Pimenta da Veiga subiu o tom das críticas no debate desta terça ao seu principal adversário, Fernando Pimentel, que evitou o embate direto com o tucano.

Debate na TV Globo

Fonte: Estado de Minas

Debate com troca de acusações

Flávia Ayer

O candidato ao governo de Minas Pimenta da Veiga (PSDB) subiu o tom das críticas no debate desta terça ao seu principal adversário, Fernando Pimentel (PT), que evitou o embate direto com o tucano. O debate realizado pela  TV Globo Minas teve momentos tensos, com ataques pessoais, e quem começou a artilharia pesada foi Pimenta, que chamou o adversário de mentiroso e tolo. Pimentel reagiu e lamentou os ataques do tucano, a quem classificou de falso e arrogante. Antes disso, Pimenta já tinha abandonado temas tradicionais, comoeducaçãosaúde e corrupção, e atacado o petista, lembrando sua “carreira fracassada” como político – ao perder vaga para o Senado para Aécio Neves e Itamar Franco – e como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior por três anos no governo Dilma, quando, segundo ele, foi registrada a maior queda na produção industrial.

O confronto entre os candidatos tucano e petista ficou mais duro no segundo bloco, num debate sobre a dívida pública. “Você mente. Você mente”. Você é tolo”, disse Pimenta da VeigaPimentel também elevou o tom e lamentou o rumo do debate. Ele afirmou que a “falsa exaltação foi recomendada pelo marqueteiro” e classificou a postura de Pimenta de “espetáculo lamentável”. “Estamos aqui discutindo um novo olhar para Minas Gerais”. E ainda completou: “Ele poderia ter poupado a gente disso. Fez isso a campanha toda e vai terminar de forma lamentável”.

As críticas do tucano tiveram início quando ele lembrou aos eleitores que, ao disputar o Senado em 2010, Pimentel foi derrotado com a metade dos votos de Aécio Neves. O petista se defendeu lembrando que é tratado com carinho até hoje pelos moradores de BH, onde se reelegeu prefeito. Garantiu ainda, como auxiliar de Dilma, ter ajudado a defender a indústria e os empregos na equipe de ministros. “Ele foi ministro do desenvolvimento e o desenvolvimento do Brasil está em recessão. A indústria voltou aos níveis da década de 1950 e o comércio exterior está com o pior rombo em 30 anos”, rebateu Pimenta da Veiga.

ENERGIA Na troca de farpas, Pimentel afirmou que Minas vive um problema grave em relação à energia elétrica, que disse ser a mais cara do país, com ICMS de 30% sobre o consumo. “Estamos assistindo fábricas e empresas deixarem Minas. Isso tem que ser revisto. Sem causar prejuízo à Cemig, vamos reduzir o imposto, porque em estados como o Rio de Janeiro o ICMS é de 18%”. Pimenta redirecionou a crítica à administração petista, alegando que foi o governo federal que desorganizou a lógica do mercado de energia elétrica, o que teria causado prejuízo de R$ 70 bilhões para os estados. E acrescentou: “Em Minas, o consumidor de baixa renda se beneficia do programa Tarifa Reduzida, que impede a cobrança de imposto ao menor consumo.” Teve como resposta o desdém de Pimentel: “É muito reduzido o número de beneficiários, porque basta ter uma geladeira, um chuveiro elétrico e uma lâmpada acesa, para não merecer o benefício”.

Sobraram críticas até mesmo para os eleitores. Num bate-bola entre Fidélis Alcântara (PSOL) e Tarcísio Delgado (PSB) sobre corrupção, o socialista disse que só existem políticos ruins porque há eleitores ruins. Delgado questionou Fidélis sobre o assunto e citou escândalos envolvendo PT e PSDB. Segundo o candidato do PSOL, as manifestações de julho demonstraram que os eleitores estão cansados dessa situação. “Enquanto não desatrelar política do mercado, não vai mudar”, afirmou, ao defender o financiamento público de campanha. Aproveitando a deixa, Tarcísio cobrou então maior exigência dos eleitores. “Não seria a hora de o eleitor ser mais exigente e investigar a vida do candidato? Enquanto não tivermos eleitores melhores, não teremos políticos melhores”, comentou. (Com MCP)