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Aécio convida Dilma a debater propostas para o Brasil

Aécio pede a candidata petista para juntos honrarem a democracia e debater propostas na última semana antes da votação do segundo turno.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio convida adversária petista a discutir o futuro do Brasil

Em campanha neste sábado (18) em Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, convidou a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) para debater propostas para o futuro do Brasil ao longo da última semana antes da votação do segundo turno.

“Convido a presidente da República para, nesta semana que nos separa da eleição, debatermos os nossos projetos, mostrarmos as diferenças que temos na concepção do Estado, na visão da administração púbica e das nossas prioridades. Estou extremamente otimista nesta reta final e pronto para o embate”, afirmou o candidato, que participou de um ato político, na capital gaúcha, com 3.500 pessoas na quadra da escola de samba Império da Zona Norte.

Em entrevista à imprensa, Aécio acrescentou: “Presidente Dilma, estou aqui na terra que a senhora adotou. Vamos honrar a democracia e vamos debater o Brasil do futuro. Apresente as suas propostas e eu apresento as nossas, e vamos permitir que os brasileiros optem. Vamos respeitar qualquer que seja essa decisão.”

Desespero

Aécio esclareceu estar disposto a discutir propostas para o futuro nas áreas de saúde,educação, segurança públicacrescimento econômico e geração de empregos. Ele afirmou, porém, que a campanha da adversária revela desespero.

“Essa é a agenda da sociedade, mas eu vejo um governo à beira do desespero, uma candidata à beira de um ataque de nervos, que, obviamente não tendo como apresentar ao Brasil uma proposta de futuro, prefere fazer uma campanha com os olhos no retrovisor da história”, ressaltou.

Durante a manhã deste sábado, Aécio participou de um café da manhã com líderes políticos do Rio Grande do Sul, como o ex-senador Pedro Simon e o candidato a governador José Ivo Sartori, a senadora Ana Amélia, Beto Albuquerque, vice de Marina Silva (PSB), o deputado federal Marchezan Filho (PSDB-RS), o ex-senador José Fogaça, entre outros.

Ringue

Aécio lamentou o fato de a política estar se transformando quase que em um ringue. “A política é feita muito mais de desencontros do que encontros; desencontros de ideias. Nós estamos vendo a política se transformar quase que num ringue pela ação não nossa, mas dos nossos adversários”, reagiu ele.

O candidato afirmou que Dilma Rousseff foge do debate em razão do fracasso de seu governo em várias áreas. “A presidente da República na verdade foge da discussão sobre o seu próprio governo, sobre os equívocos do seu governo”, disse ele, citando os fracassos na condução da economia, na gestão do Estado nacional e nos indicadores sociais.

“Os nossos indicadores sociais pararam de melhorar. Eu chamo a atenção dos senhores para uma crise no Ipea [Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas] em relação aos dados que vêm sendo divulgados pelo governo, que, segundo algumas denúncias, não correspondem exatamente aos dados do próprio Ipea.”

Aécio voltou a protestar contra o “aparelhamento de instituições absolutamente exemplares, conquistas da sociedade brasileira”, citando Ipea, IBGE, Embrapa e Correios. “Esse aparelhamento é uma marca perversa desse governo, que se apoderou do Estado nacional.”

O candidato reiterou as críticas às mentiras disseminadas pela campanha petista, relacionadas especialmente à sua gestão em Minas Gerais. “Se ela quisesse fazer justiça aos mineiros, respeitar os mineiros, lembraria que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil, a melhor saúde da região Sudeste. Não porque eu estou dizendo, porque o governo da presidente é que diz isso.”

Ministério qualificado

Questionado sobre nomes para compor o futuro governo, Aécio afirmou que terá a equipe mais qualificada de todos os tempos. “Eu não tenho ainda a definição de outros nomes, mas eu posso dizer a vocês o seguinte: se eu vencer estas eleições, vamos ter o mais qualificado de todos os governos da história republicana do Brasil, porque eu vou buscar os nomes na sociedade, vou buscar os nomes a partir do conhecimento que cada um tenha.”

Aécio explicou que optou por antecipar o nome de Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda com o objetivo de “sinalizar de uma forma muito clara para uma nova condução da política econômica”.

Apoios

Na visita a Porto Alegre, Aécio recebeu um grupo de médicos que pediu apoio e liberdade para que a categoria tenha condições de trabalhar no país. Funcionários da Advocacia Geral da União (AGU) também se reuniram com o candidato e apelaram para o fortalecimento da instituição e da carreira dos servidores do órgão. Também recebeu um abraço da advogada Francieli Janaina que o aguardava para desejar boa sorte nas eleições.

Na escola de samba Império da Zona Norte, Aécio foi recebido por integrantes e simpatizantes. Tomou chimarrão e agradeceu o apoio recebido no Rio Grande do Sul.

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Senador eleito pelo PSB, Romário vai apoiar Aécio no segundo turno

Romário deverá caminhar com Aécio na disputa presidencial. Os dois conversaram por telefone na última segunda e vão se encontrar no RJ.

Ex-craque explicou que seu apoio depende de três compromissos que o tucano deve incluir como prioridades em seu programa de governo.

Fonte: O Globo

Senador eleito faz duras críticas a seu partido, o PSB: ‘Minha relação é de ruim a péssima. Não me ajudam em nada’

Eleito senador pelo PSB com o recorde de 4,6 milhões de votos no Rio, Romário é o apoio mais cobiçado no estado neste segundo turno. Com má relação com seu partido, de quem reclama de ingratidão, ele vai tomar a decisão sobre quem apoiar para presidente e governador de forma independente. Em entrevista ao GLOBO, na tarde dessa quarta-feira, no mesmo momento em que acontecia a reunião da Executiva Nacional do PSB — “não fui convidado” —, o senador eleito praticamente descartou qualquer chance de apoiar a reeleição de Dilma Rousseff (PT).

Romário deverá caminhar com Aécio Neves (PSDB) na disputa presidencial. Os dois conversaram por telefone na última segunda-feira e vão se encontrar pessoalmente no Rio ainda nesta semana. O ex-craque explicou que seu apoio depende de três compromissos que o tucano deve incluir como prioridades em seu programa de governo. Como AécioNeves deve aceitar as condições do senador eleito, a formalização do apoio é questão de tempo.

— A Dilma, em princípio, eu diria 99,99% (de chances de não apoiar), é quase impossível. OAécio na segunda-feira me ligou, marcamos de conversar pessoalmente no Rio. Minha conversa com qualquer candidato vai estar direcionada a pontos que considero fundamentais — disse Romário, enumerando as propostas que levará ao tucano. — O país precisa de centros de diagnóstico e tratamento para pessoas com deficiências e com doenças raras. Isso tem que ter um olhar diferenciado. Outra coisa que vai pesar na minha decisão é em relação a crianças e jovens viciados em crack, dar atenção a isso. E o esporte também, principalmente para as crianças. Estas três áreas vão pesar na minha decisão, são bandeiras minhas. Se ele (Aécio) entender tudo isso, é bem possível (o apoio). Mas ainda vamos conversar.

‘(O PSB) NÃO ME AJUDA EM NADA. O PARTIDO NÃO É GRATO’

Romário não ocupa nenhum cargo nas instâncias partidárias do PSB. Ele manteve uma postura independente do partido tanto no mandato como deputado federal quanto na suacampanha a senador. A seu estilo, sem meias palavras, ele revela irritação e decepção com o partido e diz que tomará sua posição na disputa para presidente e para governador do Rio independentemente do partido. A Executiva Nacional do PSB está reunida na tarde dessa quarta-feira para decidir sobre o segundo turno presidencial.

— Meu grupo político é reduzido, minha relação com o partido é de ruim para péssima. Fui eleito senador com quase 4 milhões e 700 mil votos,e não faço parte da Executiva nacional, nem estadual, nem municipal. Não fui agora na reunião da Executiva porque não fui convidado. Eu ajudei muito, gravei para vários candidatos, e fico com o sentimento que o partido não é grato ao que faço, politicamente falando. Eles nunca me ajudam em nada, vou à luta sozinho — afirmou Romário, descartando, porém, deixar o PSB, já que tem liberdade de atuação. — Não tenho pretensão de sair. Há coisas boas, como a liderança na Câmara, há pessoas maravilhosas também. Vou continuar meu trabalho.

SEM DECLARAR APOIO, ELOGIOS A PEZÃO E CRÍTICA A CABRAL

Entre políticos fluminense, é dado como muito possível o apoio de Romário ao governador e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). O senador eleito pelo PSB conta que recebeu ligações tanto de Pezão como de Marcelo Crivella (PRB). No ano passado, quando chegou a sair do PSB, mas logo depois voltou atrás, Romário esteve perto de se filiar ao PRB de Crivella. O ex-craque faz críticas ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), mas poupaPezão. Romário ainda vai definir quem apoiará e não descarta até ficar neutro.

— Minha relação com os dois é bem tranquila, saudável. Sempre fui contra a forma como oCabral estava governando, mas o Pezão é um cara bastante objetivo, tem feito bom governo, mesmo em pouco tempo. A decisão que eu tomar vai ser em benefício do povo. Fui procurado pelos dois, e não descarto ficar neutro.

Ele explicou como se dará sua decisão:

— Fui procurado pelos dois, pessoas em comuns fizeram contato. Minha forma de fazerpolítica é diferente: não vou conversar com os dois. Vou falar com um, levar os mesmo pontos que falei sobre o Aécio. Se topar, aceitar o que eu defendo, não vou no outro.

Perguntado se Pezão seria o primeiro com quem conversaria, deixou no ar:

— Não sei, não…

Em evento realizado pelo PT para apoiar o candidato Luiz Fernando Pezão à reeleição, o atual governador reiterou ter uma boa relação com o senador eleito:

— Já conversei duas vezes com o Romário, mas ele tem o partido por trás dele. Ele está ouvindo os companheiros dele, mas a gente tem um grande relacionamento, uma grande amizade.

Campanha de Aécio no segundo turno terá início em São Paulo

Aécio: Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

São Paulo (SP) – 07-10-14

Assuntos: eleições 2014; compromissos; PSB

Sobre agenda em SP e compromissos com trabalhadores.

Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores. Porque o nosso governo será o governo da retomada do crescimento, da valorização do emprego, do controle da inflação. E quero aqui, ao lado do governador Geraldo Alckmin, do senador José Serra, agradecer a todos aqueles que nos ajudaram a ter um extraordinário resultado no primeiro turno.

Vamos continuar, desde o primeiro dia, defendendo aquilo em que acreditamos e mostrando que temos o melhor projeto para o Brasil. A minha candidatura, a partir desse instante, não é mais a candidatura de um partido político ou de uma coligação. A minha candidatura é a candidatura que representa um sentimento amplo de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira.

Estou pronto para liderar um projeto em favor do Brasil, em favor de uma nova política, em favor de uma construção coletiva. E, para isso, reitero aqui aquilo que tenho dito nas várias reuniões das quais participo. A nossa proposta de governo é uma proposta sempre aberta a novas contribuições. Até porque um programa de governo é uma obra que não termina nunca. É uma construção permanente, sempre aberta a aprimoramentos. E é isso que construiremos a partir desses próximos dias, com nossos compromissos cada vez mais explícitos no campo da sustentabilidade, no campo da melhoria da qualidade da educação, avançando sempre na direção da escola de tempo integral.

Vamos construir um projeto que seja da maioria dos brasileiros. Estou extremamente otimista para que, nessas próximas semanas, façamos uma campanha à altura da expectativa dos brasileiros. Da minha parte, farei a campanha propositiva, campanha que fala de valores, mas a campanha que respeita o adversário.

Sobre o fim da reeleição e convergência com o desejo de Marina Silva.

Essa proposta está já nas nossas diretrizes, eu defendo há muito tempo. Acredito que o mandato de cinco anos e a coincidência das eleições é um avanço. Eu vejo, inclusive, que há convergências importantes entre as propostas do programa de governo da candidata Marina e as nossas. Agora, essa é uma questão que não depende de mim. Essa é uma questão em que temos que respeitar o tempo e as discussões internas de cada um daqueles que se posicionaram em outra direção no primeiro turno. O segundo turno é sim o momento das convergências, é o momento das aproximações. Estou muito sereno. Vou continuar defendendo aquilo em que acredito e vamos aguardar, com muito respeito, a movimentação dos outros candidatos.

Sobre o próximo mandato.

Sou a favor do mandato de cinco anos sem reeleição para todos os cargos públicos. A questão desse [próximo] mandato em especial tem que ser discutida no Congresso por uma razão específica. Não estamos falando do fim da reeleição para presidente da República apenas, em que a decisão unilateral do candidato resolveria o problema. Estamos falando de reeleição de governadores e de reeleição de prefeitos. Então, precisa haver um entendimento noCongresso Nacional em relação a isso. Mas a tese do fim da reeleição e mandato de cinco anos é uma tese que advogo e defendo há muitos anos.

Acredito que cinco anos é um bom tempo para um mandato. Já tinha muitas dúvidas sobre a questão da reeleição. Foi uma experiência – votamos a favor –, uma experiência que o Brasil viveu, mas nada impede que você evolua. A minha posição é essa. Acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizar a reeleição com essa mistura sem limites entre o público, o privado e o partidário, como assistimos nessa eleição. Se eu já tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade e as vantagens da reeleição, eu acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizá-la.

Sobre possibilidade de reeleição para o próximo presidente.

É uma questão para ser discutida. Não morro de amores pela reeleição. Agora, estamos falando em teses, estamos falando em projetos para o Brasil. Repito: defendo a coincidência dos mandatos e isso, obviamente, envolve outras negociações, como com prefeitos, com parlamentares, claro, e com governadores de Estado. Não é uma decisão unilateral de um candidato à Presidência da República.

Sobre Beto Albuquerque

Falei por telefone com o Beto e apenas uma palavra de amigo. Cumprimentei pelo desempenho, como falei ontem por telefone com a candidata Marina e agradeci o seu telefonema. Vamos ter tranquilidade. Agora é hora de os partidos discutirem internamente. Cada uma dessas forças tem o seu sistema de decisão, tem os seus colegiados. Seria estranho que não os ouvissem. Vamos aguardar com muita serenidade.

Repito aqui para vocês, estou imensamente feliz com o resultado que tivemos. Agradecido a todos os brasileiros, e faço isso através do governador Geraldo Alckmin, do companheiroJosé Serra. Amanhã, em Brasília, a partir das 15h30, estarei reunindo nossos companheiros de todo o Brasil e vamos fazer ali um grande esforço, uma grande movimentação, já para que cheguemos no segundo turno na frente e vençamos as eleições

Sobre os participantes da reunião.

Todos os que participaram conosco dessa eleição, vitoriosos ou não. Vamos fazer uma grande movimentação a partir de amanhã em Brasília para que a mobilização que houve no primeiro turno não diminua no segundo turno, ao contrário. Será um momento de confraternização entre os nossos companheiros e de reafirmação dos nossos compromissos. Não paremos um minuto sequer.

Pimenta: Chegada de Gasoduto será o salto de desenvolvimento para Minas e o Triângulo

Pimenta da Veiga afirmou que em seu governo viabilizará ações para garantir novo salto de desenvolvimento regional no Triângulo.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta aposta em novo salto de desenvolvimento para Minas e o Triângulo com chegada do gasoduto

Ao lado de Aécio e Anastasia, candidato a governador afirma que vai construir o contorno das principais cidades e asfaltar estradas ligando regiões

O candidato a governador Pimenta da Veiga iniciou a última semana de campanha eleitoralcom uma visita a Uberlândia, no Triângulo Mineiro, onde chegou acompanhado dos candidatos a presidente Aécio Neves e a senador Antonio Anastasia. Ao desembarcar, Pimenta falou da satisfação de retornar a uma das cidades mais prósperas do país, que se tornou modelo para o Brasil em razão da diversidade da sua estrutura produtiva e afirmou que em seu governo viabilizará ações para garantir novo salto de desenvolvimento regional.

“É notável o que Uberlândia alcançou ao longo de sua história. E vamos trazer uma nova matriz de desenvolvimento para Uberlândia, para o Triângulo inteiro, especialmente para Uberlândia, com o gasoduto. Nós vamos disponibilizar aqui um insumo industrial de grande importância e uma matriz energética de alto poder competitivo”, garantiu.

A implantação do gasoduto do Triângulo Mineiro foi negociada pelo Governo de Minas com a União na gestão de Antonio Anastasia. Partindo de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o gasoduto percorrerá 457 quilômetros até Uberaba e terá capacidade inicial para transportar 3 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural, combustível suficiente para abastecer a fábrica de amônia da Petrobras, em implantação em Uberaba, além de outros empreendimentos industriais na região.

Pimenta da Veiga apontou outras prioridades para alavancar o desenvolvimento regional na área da infraestrutura viária e da mobilidade urbana. “Vamos terminar todas as estradas e rodovias que estão em obras e vamos ligar agora regiões. Portanto, além de ligar uma cidade a outra, vamos ligar regiões e vamos também fazer contornos das principais cidades do Triângulo para que o trânsito de passagem não prejudique a vida urbana”, ressaltou. “A estrada de Campo Florido está em obra e nós vamos conclui-la sem nenhuma dúvida. Essa é uma das estradas a qual me referi”, completou.

Na área da segurança públicaPimenta reiterou o compromisso de investir em tecnologia de ponta para melhorar o desempenho das polícias. “Vamos fazer uma grande revisão no sistema de segurança para adotar, sobretudo, tecnologia, de modo que o policiamento ostensivo fique mais eficiente. A tecnologia dá um enorme avanço na eficiência do sistema de segurança. Por exemplo, o Olho Vivo, que é uma ajuda extraordinária para a constatação de crimes, para a prevenção também. Tem o Fica Vivo, que ajuda a juventude a não delinquir. Portanto, é um conjunto de ações que vamos fazer”, afirmou.

Não à corrupção   

Os candidatos da Coligação Todos por Minas participaram de uma grande carreata pelas ruas centrais de Uberlândia, que saiu da Avenida Floriano Peixoto e seguiu até a Rua Professor Pedro Bernardo. Durante todo o trajeto, receberam cumprimentos e manifestações de apoio. Aécio Neves agradeceu a recepção calorosa e reiterou que forma, ao lado dePimenta e Anastasia, o melhor time para governar o país.

“De Uberlândia, por sua representatividade, pela sua importância econômica, cultural, eu faço uma convocação aos mineiros e à mineiras para que nós nos levantemos para, em primeiro lugar, dizermos não à corrupção no governo federal e não à corrupção que nós não queremos que venha para Minas Gerais. Para dizermos sim a um grupo político honrado, experiente, qualificado que tem a liderá-lo nesse momento em Minas Gerais Pimenta da Veiga como nosso candidato a governador”, afirmou.

Aécio Neves: política de atendimento à mulher

Aécio se comprometeu a ampliar acesso a exames de detecção do câncer de mama, construir mais creches e adotar política habitacional específica para faixas de até 3 salários mínimos.

Fonte: Jogo do Poder

Aécio anuncia pacote de medidas para as mulheres

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, anunciou nesta quarta-feira (17/09), em São Paulo, uma série de medidas que se destinam às mulheres, nas áreas de segurança pública, saúdetrabalho e política habitacional. Aécio detalhou seus compromissos durante encontro com mulheres de várias faixas etárias e diferentes experiências de vida.

Ao conversar com as mulheres, Aécio se comprometeu a ampliar o acesso a exames de detecção do câncer de mama, construir mais creches e adotar uma política habitacional específica para as faixas de até três salários mínimos, que representa 40% dos lares brasileiros.

Aécio também afirmou que seu governo vai ter uma política de qualificação profissional para permitir uma inserção cada vez maior da mulher no mercado de trabalho, estimulando, inclusive, o empreendedorismo.

Combate à violência

Durante o encontro, Aécio ouviu depoimentos, como o de Cristina Lopes, que contou sua história de vítima de violência doméstica. Aécio prometeu fortalecer o combate a esse crime.

“[Vamos] enfrentar a inaceitável violência contra as mulheres que persiste hoje, infelizmente, no Brasil. O governo federal não vai se omitir em relação a essa questão e vai ter um programa que vai apoiar os Estados a ampliar o número de delegacias das mulheres e vai cobrar a punição, e a punição efetiva, daqueles que promovem este tipo de violência”, afirmou o candidato .

Ao escutar o relato de Marisa Rita Riello Deppman, mãe de Victor Hugo Deppman, assassinado em abril de 2013, aos 19 anos, por um menor que estava prestes a completar 18 anos, Aécio ressaltou que o combate à violência e a questão de segurança pública são prioridades no seu programa de governo. Victor Deppman foi assassinado com um tiro na cabeça em frente a seu apartamento, na zona leste da capital paulista.

Mudanças

O candidato destacou a necessidade de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite que crimes graves cometidos por menores entre 16 e 18 anos sejam julgados com base no Código Penal, desde que autorizado pela Justiça. A proposta é de autoria do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), vice na chapa da Coligação Muda Brasil.

Para Aécio, é fundamental ampliar o empenho no combate ao tráfico de drogas e de armas para coibir a violência nas cidades brasileiras. Ele afirmou que vai cobrar ações de governos de países vizinhos com os quais o Brasil mantém relações comerciais e que são conhecidos como porta de entrada de drogas e armas. Segundo ele, a produção de folha de coca pela Bolívia, por exemplo, equivale a quatro meses o consumo do produto no país. O restante pode ser enviado a outros países para a produção de drogas.

“No meu governo só vai haver relação com esses países se os governos assumirem responsabilidades em suas políticas internas”, ressaltou Aécio. Ele explicou que o Brasil tem um número grande de parcerias com os países vizinhos e não cobra em contrapartida nenhuma ação efetiva para coibir a produção de drogas que atravessa as nossas fronteiras.

Câncer de mama e creches

Além das ações em segurança públicaAécio reiterou sua decisão de expandir o programa de prevenção do câncer de mama que já existe no Estado de São Paulo, chamado Mulheres de Peito. Durante o encontro, Aécio foi questionado sobre o assunto pela empresária Sônia Delfino, de 54 anos, que teve a doença detectada aos 42 anos. Ele destacou a importância de aumentar as ações de prevenção e disse que as 500 clínicas de especialidade que serão criadas em seu governo terão papel fundamental nesse processo.

Segundo o candidato, haverá diminuição da idade de 50 para 40 anos para as mulheres fazerem o exame de mamografia. “Essa ação preventiva é que vai impedir que continuemos a ter um índice hoje assustador, de dez mil mortes anualmente no Brasil, apenas por causa do câncer de mama.”

Durante o encontro, Aécio ouviu reclamações sobre a falta de creches nas cidades e lembrou que, na campanha de 2010, a então candidata presidencial Dilma Rousseff (PT) se comprometeu a construir seis mil unidades, mas entregou pouco mais de 400.

Luciane do Amaral, de 38 anos, contou que não consegue emprego porque não tem onde deixar as filhas gêmeas Eduarda e Heloísa, de oito meses. “Cheguei a trabalhar como auxiliar administrativa, mas tive que deixar o emprego, não tinha outro jeito”, disse ela.

Aécio: “Somos a alternativa segura”

Aécio Neves afirmou que a recessão começa a atingir a geração de empregos e responsabilizou o governo Dilma pelo cenário de crise.

Eleições 2014

Fonte: PSDB-MG

Aécio Neves: “Somos a única alternativa segura”

Em campanha nesta segunda-feira (15/09) na cidade de Linhares, polo moveleiro localizado no norte do Espírito Santo, o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, afirmou que a recessão começa a impactar diretamente a geração de empregos e responsabilizou o atual governo da presidente Dilma Rousseff pelo cenário de crise.

“Somos a única alternativa segura para que os empregos voltem a ser gerados no Brasil e a qualidade da saúde, da educação e da segurança pública melhore”, ressaltou ao comentar notícia de que 3,5 milhões de empresas brasileiras estão com dificuldades para honrar compromissos financeiros. “A recessão anunciada no Brasil começa a impactar diretamente nos empregos que deveriam estar sendo gerados em todas as nossas regiões, inclusive aqui.”

“Isso significa que elas [as empresas brasileiras] estão diminuindo sua capacidade de gerar empregos. Isso tem afetado principalmente as micro, pequenas e médias empresas. Esse é o lado perverso da crise econômica que se abateu sobre o país pela absoluta incapacidade do atual governo de enfrentá-la.”

Aécio fez caminhada por uma rua de comércio de Linhares e visitou duas fábricas, acompanhado pelo candidato ao governo do Espírito Santo Paulo Hartung (PMDB), o vice na chapa dele, César Colnago (PSDB), e do senador Ricardo Ferraço (PMDB), coordenador de sua campanha no Estado, além de várias lideranças políticas.

Emprego e renda

Em entrevista à imprensa, Aécio destacou que é o único candidato com condições de realizar um governo que resulte em geração de emprego e crescimento econômico. Segundo ele, sua meta é elevar o padrão de renda do trabalhador, superando a marca hoje de dois salários mínimos.

“No momento em que aceno de forma muito clara como será a nossa política econômica, uma politica fiscal absolutamente transparente, com previsibilidade, com combate rigoroso à inflação, com respeito aos contratos, com resgate das agendas reguladoras, estamos apontando na direção da retomada dos investimentos no Brasil.”

O candidato alertou sobre a divulgação de informações, por parte do governo federal, que o país vive uma fase de “pleno emprego”.

“O governo costuma dizer que temos hoje pleno emprego no país. Não é verdade. Os empregos estão fugindo daqui pela perda de competitividade de quem produz no Brasil, e tampouco quero que o Brasil seja o país do pleno emprego e de dois salários mínimos. Temos que fortalecer a nossa indústria. Para isso, precisamos nos conectar de novo com as cadeias globais de produção.”

Aécio destacou que no seu governo trabalhará em parceria com o Espírito Santo. “[O Espírito Santo] é um Estado extraordinário, foi o que mais cresceu no Brasil ao longo de todos os últimos anos, e está vendo esse seu vigor de crescimento se perder por um governo que não tem compromisso com o Estado, que não tem sequer compromisso com o crescimento do Brasil”, ressaltou.

Emoção

Um casal de eleitores fez questão de cumprimentar Aécio durante a visita a Linhares. João Figueira Roque, de 95 anos, e a mulher dele, Santa Rossetto Roque, de 90, contaram a Aécio que, mesmo sem a obrigatoriedade do voto, irão às urnas no dia 5. Figueira Roque contou ter se engajado na campanha de Tancredo Neves, avô de Aécio.

Natural de Cachoeiro do Itapemirim, o dentista prático aposentado mostrou uma foto de Tancredo Neves que carrega, desde 1984, em um chaveiro, e disse que não deixará. “Nunca faltei a uma votação. Estava com a ideia de não votar nesta eleição, mas vou votar”, afirmou o dentista aposentado, emocionado pela oportunidade de cumprimentar o neto de Tancredo.

Fábricas

Durante visita à fábrica Leão Alimentos e Bebidas, Aécio conheceu as instalações, almoçou no refeitório e conversou e tirou fotos com funcionários. Na fábrica ACP Imóveis, ele foi recebido com palmas.

Ao dirigir-se aos funcionários, o candidato foi aplaudido ao afirmar que o Espírito Santo foi maltratado pelo governo federal, nos últimos anos. Também recebeu aplausos ao dizer que “é preciso muito mais do que boas intenções para o Brasil avançar”.

Petrobras

Aécio reiterou as críticas ao aparelhamento da Petrobras pelo PT. Ele afirmou que isso “tem significado o adiamento de investimentos estratégicos absolutamente essenciais ao Espírito Santo e a várias regiões do Brasil, como o polo gás-químico, que mais uma vez está sendo adiado porque a Petrobras não demonstra condições de cumprir o seu cronograma de investimentos”.

De acordo com o candidato, “a Petrobras atrasa fornecedores hoje e adia projetos que já deveriam estar impactando positivamente no desenvolvimento da economia dessa região, por exemplo, que é uma região próspera, que se desenvolve pela capacidade da sua gente”.

Aécio afirmou que, sob seu comando, o governo federal será parceiro em projetos de retomada do crescimento econômico. “O Estado tem a obrigação de, a partir da vocação das nossas regiões, ter a mão estendida por parceiros.”

O candidato lembrou que a Polícia Federal detectou a existência de “uma organização criminosa” operando dentro da Petrobras. “Vamos resgatar a capacidade da Petrobras de fazer os investimentos aqui no Espírito Santo, que vem adiando sucessivamente.” Afirmou ainda que o seu governo “tratará as empresas públicas com responsabilidade e respeito”.

PT despreza Minas e não repassa recursos para a segurança

Minas figura entre os estados que menos receberam recursos per capita para a área de segurança pública em todo o Brasil nos últimos três anos.

Gestão Deficiente do PT

Fonte: Estado de Minas

Governo do PT despreza MG no repasse da segurança 

Sem título

Muito ao contrário do que alardeia o candidato petista ao Governo do Estado, a segurança pública de Minas Gerais foi desprezada pelo governo federal do PT. Em uma amostra de claro descaso com o povo mineiro, Minas Gerais figura entre os estados que menos receberam recursos per capita para a área de segurança pública em todo o Brasil nos últimos três anos. Segundo revela reportagem publicada nesta sexta-feira (12/09) pelo jornal “Estado de Minas”, entre 2011 e 2014, foram repassados ao setor de segurança pelo governo de Dilma Rousseff apenas R$ 2,18 para cada habitante do Estado, investimento considerado pífio por especialistas do setor.

Este repasse praticamente irrisório coloca Minas atrás de 24 estados da Federação e do Distrito Federal. O valor total repassado a Minas por meio de convênios com o governo federal foi de R$ 42,7 milhões, para uma população de 19,5 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda conforme informa a reportagem, os montantes são transferidos para os estados por meio de contratos firmados junto ao Ministério da Justiça e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Os recursos são utilizados pelos governos estaduais para reforçar as estruturas dos órgãos de segurança pública, por meio da aquisição de equipamentos e treinamentos de policiais.

Os repasses para a segurança pública demonstram que, além de ter virado as costas para Minas, o governo do PT destina maiores parcelas de recursos para estados governados por seus aliados. Os estados que mais receberam investimentos para o setor foram o Acre e Rondônia, que têm no comando, respectivamente, governadores do PT e do PMDB. Na parte de baixo do ranking está, além de Minas, o Estado de São Paulo, que é governado por Geraldo Alckmin (PSDB). Apesar de possuir população de mais de 41 milhões de pessoas, São Paulo recebeu no período apenas R$ 0,75 por habitante, figurando na última posição no ranking de repasses do governo Dilma.

O fato de Minas Gerais figurar na antepenúltima posição dentre os estados beneficiados se deve a obstáculos impostos pelo próprio governo do PT. Ao jornal, o secretário de Estado de Defesa SocialMarco Antônio Romanelli, afirmou que as burocracias impostas pelo governo federal dificultam a liberação dos recursos. “Há uma lista de projetos que foram encaminhados ao governo federal e que não foram analisados ou aprovados. Eles somam mais de R$ 32 milhões e estão relacionados à construção de unidades socioeducativas, capacitação de policiais, combate às drogas e estruturação de unidades integradas das polícias”, informou Romanelli, segundo o Estado de Minas.

Prioridade para Minas

“É lamentável que o PT faça distinções partidárias até em uma área tão importante. Esta é a postura desses que querem governar Minas Gerais. Ao beneficiar seus aliados, o PT vira as costas para o cidadão mineiro. O Governo de Minas, ao contrário, entende que, muito mais do que uma atribuição constitucional dos estados, a segurança pública é um setor que exige muitos investimentos. Por isso, nós vamos fortalecer ainda mais a estrutura das forças deDefesa Social e ampliar as ações de policiamento ostensivo nas ruas das cidades mineiras”, disse o candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, ao reafirmar seus compromissos para o setor.

Apesar do menosprezo do governo do PT com relação ao Estado, os governos do PSDB em Minas não apenas cumpriram seu papel constitucional com relação ao setor, como, ainda, lideraram o ranking nacional de investimentos em combate à criminalidade. Minas é o Estado que mais investe em segurança no Brasil, proporcionalmente ao orçamento, de acordo com dados do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, Minas possui a melhor gestão de segurança pública do país, segundo levantamento de Governança de Segurança Pública, divulgado no último mês de abril pelo Tribunal de Contas da União (TCU).