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Dilma mira na oposição, mas deve se preocupar é com os tribunais, diz Aécio

“A oposição no Brasil, e o PSDB em especial, tem cumprido o seu papel com absoluta responsabilidade”, ressaltou o presidente tucano

Aécio Neves defendeu o trabalho feitos pela Justiça, pela Polícia Federal, pelo TCU e pelo TSE

Fonte: PSDB

Dilma mira na oposição, mas deve se preocupar é com os tribunais, diz Aécio

Aécio defendeu o trabalho das instituições. Reprodução.

O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, afirmou nesta terça-feira (07/07), que a presidente Dilma Rousseff deve se preocupar mais com os tribunais que investigam a legalidade de atos ocorridos no seu governo e nas suas campanhas eleitorais do que em atacar os partidos de oposição. Em entrevista sobre as declarações dadas pela presidente ao jornal Folha de S.Paulo, o senador disse que Dilma Rousseff erra ao mirar a oposição.

“A presidente mira na oposição, mas deveria se preocupar muito mais com os tribunais. Um alerta à presidente da República: não é com o PSDB que ela tem que se preocupar, mas sim com os tribunais que a estão investigando por crime de responsabilidade e pela utilização de dinheiro oriundo da propina da Petrobras na sua campanha eleitoral”, afirmou Aécio Neves sobre os questionamentos feitos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nas pedaladas fiscais e as investigações em andamento pelo TSE.

Na entrevista à Folha, Dilma questionou o papel das instituições que investigam as denúncias contra seu governo e sua campanha à reeleição. A presidente também colocou em dúvida os critérios usados pela Justiça para decretar as prisões preventivas dos investigados na Operação Lava Jato e colocou em xeque o instrumento da delação premiada.

Aécio Neves defendeu o trabalho feitos pela Justiça, pela Polícia Federal, pelo TCU e pelo TSE. Para o senador, a presidente e PT desprezam as instituições. O senador também ressaltou que o PSDB age com responsabilidade e em respeito à Constituição.

“Acusar a oposição de golpista? O que estamos fazendo é defender as instituições. Quando dissemos, por exemplo, que é importante que o TSE investigue se houve dinheiro de propina na campanha da presidente da República, estamos fazendo cumprir a Constituição. Quando falamos que o TCU tem que votar com isenção as chamadas pedaladas fiscais, sem essa pressão que vem sofrendo do governo federal, estamos defendendo as instituições. Quando falamos que o Ministério Público e a Justiça têm que continuar a fazer o seu trabalho, assim como a Polícia Federal, sem pressões do governo, estamos defendendo a democracia. Oconsidera golpe tudo aquilo que vai na direção oposta, tudo aquilo que contraria os seus interesses”, criticou o senador Aécio Neves.

O presidente do PSDB lembrou que a então candidata Dilma Rousseff usou as delações premiadas eleitoralmente na campanha, colocando o instrumento que garante redução de pena ao réu mediante a colaboração com a Justiça como uma de suas realizações no combate à corrupção.

“É algo absolutamente inacreditável. A delação, quando lhe servia na campanha eleitoral como instrumento de inibição da corrupção, era utilizada fartamente. Agora que a delação chega próximo de parceiros seus, seja do próprio PT ou de empresários, passa a ser algo não recomendável ou algo desprezível. Não é. A delação não é uma condenação por si só, é um instrumento que precisa – reitero aqui – de comprovações para que tenha efeitos. Mas é um absurdo a presidente da República zombar da inteligência dos brasileiros, criticando agora uma lei que ela própria sancionou e a utilizou do ponto de vista eleitoral”, afirmou.

O presidente do PSDB avaliou que a presidente perdeu mais uma vez a oportunidade de pedir desculpas aos brasileiros pela grave crise política e econômica na qual seu governo mergulhou o Brasil.

“A presidente, infelizmente, perdeu mais uma grande oportunidade para pedir desculpas novamente à população brasileira pelos equívocos sucessivos feitos durante a campanha eleitoral, pelo descumprimento das regras da democracia, pela utilização da estrutura do Estado em benefício do seu projeto eleitoral, pelos equívocos crassos e que trouxeram hoje prejuízos enormes aos brasileiros, como, por exemplo, na conta de energia. Então, lamentavelmente, vemos uma presidente que continua dissociada, distante da realidade que vem acontecendo no Brasil”, afirmou Aécio Neves.

O tucano também afirmou que a presidente deveria lutar para tirar o país da crise econômica e institucional e não por defender seu mandato.

“É algo assustador a presidente da República dizer que vai lutar com unhas e dentes para manter o seu mandato. A presidente da República, uma presidente que se preocupasse com o país, devia lutar com unhas e dentes para diminuir o peso da inflação sobre a vida do trabalhador, para diminuir o desemprego que vem crescendo de forma avassaladora em todo o Brasil, para retomar o crescimento; não para se manter no poder. O que ela quer dizer com isso? Que novamente a estrutura do Estado vai ser utilizada, como foi durante a campanha eleitoral?”, questionou.

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Mais quatro anos de PT: Dilma vence Aécio por placar apertado

Presidente Dilma Rousseff, que disputou pelo PT as eleições deste ano, terá mais quatro anos de mandato como presidente do país.

Brasil vai continuar sem rumo

Fonte: O Globo

Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil

Em pronunciamento, Dilma disse que seu 1º compromisso é promover diálogo e que foi eleita para fazer ‘grandes mudanças’

presidente Dilma Rousseff, que disputou pelo PT as eleições deste ano, terá mais quatro anos de mandato como presidente do país. Após 111 dias de campanha e uma disputa acirrada com Aécio Neves (PSDB), em segundo turno marcado por ataques e acusações, Dilma obteve vitória apertada sobre Aécio: com 100% das urnas apuradas, a petista tinha 51,64% dos votos, contra 48,36% de Aécio. Com a população e o Congresso divididos, um dos desafios da presidente será, em seu governo, conseguir unir o Brasil – o que foi lembrado pelo próprio pronunciamento da presidente reeleita.

O resultado marca a eleição mais acirrada da história da redemocratização do Brasil. Os ex-presidentes Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula e a própria Dilma não ganharam de seus adversários por uma diferença tão pequena em pleitos anteriores. Antes de 2014, a menor diferença havia sido registrada em 1989, na disputa entre Collor e Lula. Na ocasião, Collor venceu com 42,75% dos votos, contra 37,86% obtidos pelo então candidato do PT.

O horário de verão atrasou a divulgação do resultado da eleição presidencial, que só ocorreu depois das 20h do horário de Brasília por causa da votação no Acre – com um fuso atrasado três horas em relação à capital federal. Já nos estados onde houve segundo turno (Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Pará, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e o Distrito Federal), a apuração começou logo após o término da votação, às 17h, pelo horário local.

EM PRONUNCIAMENTO, COMPROMISSO COM REFORMA POLÍTICA

Em pronunciamento logo após o resultado, Dilma agradeceu duas vezes a Lula e ao vice, Michel Temer (PMDB), e pediu união à população. Dilma disse que seu “primeiro compromisso’ no novo mandato é buscar “diálogo”.

– Minhas primeiras palavras são de chamamento à base e à união. Nas democracias, união não significa necessariamente unidade de ideias. Pressupõe, em primeiro lugar, abertura e disposição para o diálogo. Essa presidenta está disposta para o diálogo e esse é meu primeiro compromisso para o segundo mandato: diálogo – disse.

Com um discurso voltado para a união, a presidente reeleita, no entanto, afirmou não acreditar que o país está dividido por causa das eleições.

— Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e a todos os brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria, de nosso país e de nosso povo. Não acredito, sinceramente, que essa essas eleições tenham dividido o país ao meio. Entendo que elas mobilizaram ideias, emoções às vezes contraditórias, mas movidos a um sentimento comum: a busca de um futuro melhor para o país. Em lugar de ampliar divergências, tenho forte esperança de que a energia mobilizadora tenha preparado um bom terreno para construção de pontes.

Dilma, que foi interrompida por gritos de “coração valente”ao se dizer que quer ser “uma presidente muito melhor” do que foi até agora, lembrou que “mudança” foi o termo mais presente ao longo da campanha, e disse que foi “reconduzida ao poder” para fazer “grandes mudanças”.

– A palavra mais dita, mais falada, mais dominante, foi “mudança”. O tema, foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida à Presidencia para fazer as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige – declarou – Entre as reformas, a primeira e mais importante é a reforma política.

Dilma se comprometeu ainda com o combate à inflação e em avançar no terreno da responsabilidade fiscal.

AÉCIO SE DISSE ‘MAIS VIVO E SONHADOR’

Visivelmente emocionado, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Nevesdisse que a prioridade da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) deve ser unir o Brasil. O tucano agradeceu os votos em São Paulo e disse que sai desta eleição “mais vivo e sonhador”. Ele telefonou para Dilma, para cumprimentá-la pela vitória.

— E ressaltei à presidente que a maior de suas prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros. Mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, deixo essa campanha com sentimento de que cumprimos nosso papel — afirmou o tucano, que complementou: — Cumpri minha missão e guardei a fé.

Aécio iniciou sua fala agradecendo os 50 milhões de votos obtidos neste segundo turno, em que conquistou 48,38% dos votos totais. Para o tucano, estes brasileiros apontaram “o caminho da mudança”.

ATAQUES MARCARAM SEGUNDO TURNO

Após ataques durante o horário eleitoral no rádio e na TV e a troca de acusações em debate do SBT, com denúncias de nepotismo entre Dilma e Aécio, o TSE proibiu a veiculação de gravações que não fossem propositivas.

— O tribunal muda sua jurisprudência para estabelecer que, em programas eleitorais gratuitos, as propagandas devem ser programáticas e propositivas, mesmo com embates duros, em relação às candidaturas do segundo turno — disse o presidente da Corte, Dias Toffoli, no dia 16 de outubro.

Embora o TSE tenha levantado a questão e adiantado julgamentos para não prejudicar a igualdade de condições entre as candidaturas, o clima eleitoral não arrefeceu. Nas ruas, foram registrados tumultos entre partidários de ambas as campanhas. Nas redes sociais, a baixaria também teve vez. O Fla x Flu eleitoral abalou amizades, e gerou discussões com troca de ofensas.

DISPUTA ACIRRADA

A disputa mais acirrada desde 1989 teve a primeira reviravolta no dia 13 de agosto, quando o jato que partiu do Rio de Janeiro e levava o então candidato do PSB, Eduardo Campos, caiu em Santos após arremeter ao tentar pousar no aeroporto. (Confira todas as pesquisas Ibopee Datafolha)

Após a morte do então candidato e a comoção causada pela tragédia, Marina Silva assumiu a cabeça de chapa e passou a liderar as pesquisas de intenção de voto. Desidratada após campanha de desconstrução do PT e recuos em relação ao programa de governo, Marina entrou em queda livre.

No primeiro turno, a decisão dos brasileiros contrariou as pesquisas eleitorais das semanas anteriores ao dia 5 de outubro, que indicavam uma disputa entre a candidata do PSB e Dilma Rousseff. No início do segundo turno, Aécio aparecia numericamente à frente nos levantamentos de Ibope e Datafolha. Dilma, no entanto, recuperou a dianteira e descolou-se do candidato do PSDB.

No primeiro turno, excluindo os votos brancos e nulos, a petista teve 41,6% da preferência (43,2 milhões de votos), contra 33,6% do tucano (34,8 milhões de votos). A votação surpreendeu, já que a candidata do PSB, Marina Silva, que aparecia empatada tecnicamente com Aécio, ficou em terceiro lugar, com 21,3% da preferência (22,1 milhões de votos).

CANDIDATOS VOTARAM EM MG E RS

Pela manhã, Aécio Neves votou em escola de Belo Horizonte ao lado da mulher, Letícia Weber, às 10h30m. O tucano conseguiu amplo arco de alianças para enfrentar Dilma no segundo turno e comparou a união de candidatos derrotados no primeiro turno com a frente liderada por seu avô, Tancredo Neves, durante a redemocratização do país. Além dos nanicos, como Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB), também ganhou o apoio de Marina Silva (PSB).

Já a presidente Dilma Rousseff manteve o apoio de nove partidos da coligação feita antes do primeiro turno e votou na manhã deste domingo em Porto Alegre, acompanhada do governador Tarso Genro, candidato à reeleição ao governo do Rio Grande do Sul. Antes,Dilma fez um pronunciamento rápido, que durou pouco mais de três minutos, e reconheceu que a campanha que se encerrou às 22h de sábado teve “momentos lamentáveis”.

Aécio chegou a liderar as apurações dos votos

O candidato do PSDB, Aécio Neves, largou na frente. A virada foi registrada às 19:32:03, quando estavam somados 88,9% do votos.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Dilma virou o jogo com quase 90% dos votos apurados

Enquanto o Brasil inteiro esperava ansioso dar 20h para saber quem estava na frente na apuração dos votos para presidente da República, cerca de 30 privilegiados acompanhavam a apuração voto a voto desde as 17h, em duas salas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eram técnicos de informática do tribunal, responsáveis por checar a regularidade da totalização. O candidato do PSDBAécio Neves, largou na frente. A virada foi registrada às 19:32:03, quando estavam somados 88,9% do votos.

Nesse horário, a presidente Dilma Rousseff (PT) atingiu 47.312.422 votos, ou 50,05% do total apurado até então. Aécio ficou para trás de forma irreversível. Tinha 47.224.291 votos, ou 49,95% do total. Embora o momento tenha sido emocionante, nenhum dos presentes comemorou ou demonstrou tristeza. Afinal, estavam todos a trabalho. A vitória inicial e fugaz do tucano ocorreu porque a apuração começou com as urnas do Sul e do Sudeste, onde ele tem maioria de votos.

— Deu uma angústia ver o desenrolar das coisas e não poder compartilhar com ninguém — lembra o secretário de Tecnologia da Informação do tribunal, Giuseppe Janino, que chefiava o grupo. — Para quem viu, foi uma disputa bem emocionante.

A ordem do presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, era para que os técnicos ficassem isolados e não passassem a ninguém informações sobre a apuração antes das 20h – nem para ele mesmo. Janino determinou que todos os servidores desligassem o celular e não tivessem acesso ao e-mail, ou redes sociais. Era impossível a comunicação com familiares e amigos. Eles só poderiam conversar entre si. Foi providenciado um lanche para evitar saídas.

— Desliguei meu celular também, para não receber pressão. Não falei nem com a minha família — garante o secretário. — A ordem era para que não passássemos informação nem se tivesse uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando isso.

Na porta das duas salas, cartazes avisavam que o acesso era restrito. Um segurança garantia que ninguém sairia do tribunal a pretexto de ir ao banheiro, por exemplo. Ao sair da sala, o vigia seguia o servidor até o retorno, para não haver nenhum vazamento de informações.

— Todos estavam com o celular desligado. As comunicações eram somente no trabalho. É muito difícil isolar as pessoas hoje, todos têm um computador no celular — observa Janino.

Segundo o secretário, o isolamento tão restrito dos servidores foi inédito. Isso porque o país tem hoje quatro fusos horários, por conta do horário de verão. O primeiro horário é o de Brasília. O último, o do Acre.

DISPUTA ACIRRADA

As eleições foram encerradas na maior parte do país às 17h do horário de Brasília. A partir dessa hora, a Justiça Eleitoral começou a apurar os votos. No entanto, a divulgação só poderia ser feita a partir das 20h, quando os relógios do Acre marcassem 17h e a população do estado acabasse de votar. A precaução existe para que a apuração dos votos não influencie os eleitores do Acre.

A situação ficou mais crítica por conta do acirramento da disputa. Às 20h, quando a divulgação da apuração foi liberada ao público, os percentuais dos dois candidatos estavam muito próximos. A definição do resultado ocorreu apenas às 20:27:53, com 98% das urnas apuradas. Dilma tinha 51,45% dos votos e Aécio, 48,55%.

— Foi um fato inédito, porque não tínhamos uma situação dessa, tão acirrada, e nem quatro fusos horários para administrar — diz Janino.

Depois de divulgado o resultado das eleições, Toffoli foi pessoalmente cumprimentar a equipe de Janino e parabenizar o grupo pelo trabalho bem sucedido. Os técnicos do TSE estão há quatro meses trabalhando direto, sem folga nem nos finais de semana. E parece que o descanso não virá tão cedo.

— No mês que vem, vamos começar a trabalhar para as próximas eleições intensamente — anuncia Janino, servidor do tribunal desde 1996 e desde 2006 ocupando o cargo atual.

Intenções de voto: Aécio sobe e já cola em Marina, mostra Vox Populi

Aécio deve chegar no 2º turno, ex-senadora aparece com 22% e Aécio registra 17% da preferência do eleitorado. Indecisos totalizam 12%.

Eleições 2014

Fonte: R7

Dilma amplia vantagem e venceria Marina no 2º turno, diz Vox Populi

Mesmo com margem de erro, Dilma Rousseff derrota Marina Silva e Aécio Neves no 2º turno, de acordo com Vox Populi

A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) ampliou a vantagem sobre Marina Silva (PSB) entre o eleitorado para 18 pontos percentuais, superou a ex-senadora no 2º turno e venceria a corrida à Presidência da República se a eleição fosse hoje, segundo pesquisa Vox Populi, encomendada pela Rede Record, divulgada nesta terça-feira (23).

A presidente tem 40% das intenções de voto na disputa pelo Palácio do Planalto, enquanto a ex-senadora aparece com 22%. Aécio Neves (PSDB) registra 17% da preferência. Os votos brancos e nulos são 6% neste recorte, e os eleitores indecisos totalizam 12%.

Os candidatos Everaldo Pereira (PSC) e Luciana Genro (PSOL) têm 1% cada um. Já Eduardo Jorge (PV), Mauro Iasi (PCB), Eymael (PSDC), Rui Costa Pimenta (PCO) e Levy Fidelix (PRTB) não marcaram pontos.

Na pesquisa anterior, Dilma tinha 36% da preferência do eleitorado, contra 27% de Marina e 15% do candidato do PSDB. Naquela ocasião, os votos brancos e nulos eram 8%, e os eleitores indecisos totalizavam 12%.

A pesquisa levou em conta 2.000 entrevistas feitas com eleitores, entre o último sábado (20) e o último domingo (21), em 147 cidades do País. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00733/2014.

Segundo turno

Vox Populi também fez duas simulações de segundo turno, e a candidata do PT venceria tanto Aécio Neves (PSDB) como Marina Silva (PSB).

Em um cenário contra Marina, a presidente tem 46% das intenções de voto, contra 39% da ex-senadora. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, Marina não alcança Dilma neste cenário, que ainda tem 9% de votos brancos e nulos e 6% de eleitores indecisos.

Em outra hipótese, com Dilma Rousseff contra Aécio Neves, a presidente tem 49% das intenções de voto, contra 34% do senador. Os votos brancos e nulos seriam 10% dos votos, e os eleitores que não sabem ou não responderam totalizam 7%.

Regiões

Considerando o recorte de intenções de voto por regiões, Dilma Rousseff (PT) está na frente de Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) em todas as áreas.

No Sudeste, onde estão os dois maiores colégios eleitorais do País (SP e MG), a petista tem 37% da preferência, contra 30% da ex-senadora e 20% de Aécio. Os outros candidatos têm 3%, os votos brancos e nulos são 8% e os eleitores que não sabem ou não responderam totalizam 16%.

No Sul, Dilma Rousseff tem 37%, contra 23% de Marina Silva e 19% de Aécio Neves. Os outros candidatos totalizam 4%, os brancos/nulos são 2% e os indecisos, 15%.

No Nordeste, Dilma tem 55%, Marina aparece com 22% e Aécio registra 8%. Os outros candidatos conseguiram 1% na pesquisa, enquanto os brancos e nulos são 6% e os indecisos chegam a 8%.

Por fim, no Centro-Oeste/Norte, Dilma chega a 44% das intenções de voto, contra 23% de Aécio e 20% de Marina. Os outros candidatos à Presidência são 3%, enquanto os brancos e nulos são 3% e os indecisos, 7%.

PSDB entra com representação na Justiça contra Sindi-UTE

PSDB entrou com uma representação contra anúncio do Sind-UTE publicado em veículos de grande circulação no Estado.

Eleições 2014

Anúncio de sindicato gera representação na Justiça

Sind-UTE pagou publicidade criticando governo de Minas

A relação de partidos com sindicatos provoca a primeira contestação na Justiça eleitoral na corrida ao Palácio Tiradentes. Nesta terça, o PSDB entrou com uma representação noTribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) contra um anúncio do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas (Sind-UTE) publicado em veículos de grande circulação no Estado. A peça publicitária acusa o Executivo de “descaso” com a educação.

A assessoria jurídica da coligação Todos Por Minas, encabeçada pelo PSDB, entendeu que o anúncio é “uma propaganda eleitoral feita com o intuito de influenciar negativamente as candidaturas de Pimenta da Veiga, a governador, e de Antonio Anastasia, ao Senado Federal”.

A petição tucana ainda cita que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “considera como propaganda eleitoral negativa práticas que visem denegrir candidaturas adversárias, com a finalidade de lhes retirar votos”.

A coligação espera conseguir o reconhecimento da ilegalidade da propaganda e o pagamento de multa pelo sindicato.

A peça publicitária – como título “Acompanhe o que o governo de Minas fez contra aeducação” – traz 15 tópicos e acusa o Estado de congelar salários de professores e não investir no setor o mínimo exigido por lei. A propaganda não cita nome de nenhum candidato.

presidente do Sind-UTEBeatriz Cerqueira, explicou que o anúncio faz parte de umacampanha de comunicação “para mostrar aos mineiros o que o Estado fez pelo setor, o que é um direito da entidade sindical”. “O anúncio não tem nome de ninguém e descreve situações que o Sind-UTE já vem denunciando há muito tempo. O que fizemos foi uma deliberação em assembleia, que decidiu fazer uma campanha de comunicação. Acho lamentável a coligação entrar com uma representação. Seria mais produtivo se ela discutisse as questões que levantamos.”

Embora o Sind-UTE seja ligado à Central única dos Trabalhadores (CUT), que tem ramificação histórica com o PT, Beatriz Cerqueira negou qualquer motivação partidária para fazer o anúncio.

Observador

PT. O candidato ao governo de Minas Fernando Pimentel (PT) não quis opinar sobre a representação judicial. Ele afirmou que não iria “entrar na história”.

#VempraUrna: Aécio fala sobre a importância do voto em vídeo

Aécio divulgou neste sábado o primeiro vídeo da campanha que intensificará, nas redes sociais, contra os votos nulos, brancos e abstenções.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Aécio lança vídeo contra votos nulos, brancos e abstenções

Tucano diz em gravação que ninguém aguenta mais esperar pelas melhorias que jamais se concretizaram

campanha do candidato do PSDB a presidente, Aécio Neves, divulgou neste sábado o primeiro vídeo da campanha que intensificará, nas redes sociais, contra os votos nulosbrancos e abstenções. O lançamento da campanha foi feito pelo próprio candidato, mas ele não pede voto para ele. Sem mencionar os protestos de julho passado, o tucano diz que tem muita gente no Brasil que está cansado da política e tem muitos motivos para isso, mas não ir votar significa contribuir para deixar tudo como está.

Sem mencionar a presidente Dilma Rousseff, que anunciou três pacotes para responder aos protestos do ano passado, Aécio diz no vídeo que ninguém aguenta mais, por exemplo, esperar pelas melhorias que jamais chegam, mas resolver não votar não é a solução e aí é que nada vai mudar mesmo.

campanha da candidatura de Aécio pretende reforçar propagandas do Tribunal Superior Eleitoral com o mote “Vem pra urna”. Com cerca de 30% dos 145 milhões de eleitores ainda sem candidato atualmente, a campanha do PSDB pretende impedir que a presidente Dilma Rousseff se eleja no primeiro turno e se repitam situações como a de 2010, em que a petista foi eleita com apenas 55.7 milhões dos 135 milhões de eleitores aptos a votar , ou de 2006, quando Fernando Gabeira perdeu para os votos brancosnulos e abstenções na eleição para governador do Rio de Janeiro.

“O importante é que você vote, que sua voz seja ouvida qualquer que seja ela. O que importa é você ir para as urnas para fazer a diferença. Porque política é igual televisão sem controle remoto. Se você não se levantar para mudar, vai continuar assistindo aquilo que não quer mais”, diz Aécio ao final do vídeo já exibido em sua página no Facebook e que já tinha, agora a tarde, 1.728 compartilhamentos.

As peças publicitárias serão veiculadas no twitter Facebook, blogs de aliados e militantes da candidatura de Aécio. São vídeos com jingles em ritmo de rock, samba, forró e xote. O material gráfico, cartoons, descansos de tela, template, panfletos vão ser entregues a candidatos em todo País para distribuição em caminhadas, carreatas e comícios.

— Vamos chamar os indecisos para irem às urnas, não para votar em mim, mas para praticar o voto consciente — disse Aécio ao GLOBO.

Na campanha do TSE, lançada pelo ex-presidente Marco Aurélio Mello, uma das estrelas é o cantor baiano Carlinhos Brown, que diz: “ê ê ê eu sou brasileiro e mando um beijo pra você! Vem pra una!” Uma das músicas da campanha tucana diz: vem pra urna pra fazer a diferença, que mudança não acontece com indiferença”.

Enquanto Aécio se preocupa em reduzir o número de abstenções, integrantes da campanha petista, ao contrário, avaliam que Dilma se beneficiaria com o alto número de votos nulos, brancos e ausências. Uma montagem que vem sendo veiculada nas redes sociais contra o voto nulo e branco traz no título: “você sabia que em 2010 a maioria dos brasileiros não votou em Dilma?”.

A peça traz os números da eleição em que 135 milhões de eleitores estavam inscritos, mas Dilma teve 55.7 milhões, José Serra (PSDB) teve 43.7 milhões, nulos 4.6 milhões, brancos 2.4 milhões e 29.1 milhões de abstenções. “ 80.050 milhões não votaram em Dilma, entendeu a importância de votar?” diz a peça.

— Quanto mais gente votar, pior para Dilma. O Governo não tem interesse em que diminua o percentual de brancos e nulos. Em 2010 ela foi eleita pelos votos brancos, nulos e abstenções. Quem não vota está contribuindo para deixar tudo como está — explica um dos coordenadores da campanha.

Eleições 2014: Aécio na campanha contra brancos e nulos

Aécio Neves vai anunciar na semana que vem sua adesão ao movimento #VempraUrna, uma campanha oficial do TSE.

Eleições 2014

Fonte: O Estado de S.Paulo

Aécio vai lançar campanha contra votos nulos e abstenções

Ideia do candidato do PSDB é forçar segundo turno nas eleições de outubro impedindo reeleição de Dilma Rousseff no primeiro pleito

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves (PSDB), vai anunciar na semana que vem sua adesão ao movimento #VempraUrna, uma campanha oficial do Tribunal Superior Eleitoral. O comando da candidatura do tucano avalia que as altas taxas de intenções de votos nulos e brancos nas pesquisas e as abstenções podem favorecer a reeleição da presidente Dilma Rousseff no primeiro turno.

Em um vídeo que será veiculado nas redes sociais de Aécio, o candidato vai comunicar seu apoio à campanha do TSE. Ao mesmo tempo, o PSDB passará a divulgar gravações produzidas pela equipe de marketing da candidatura tucana que fazem alusão à campanha oficial do tribunal. A peça partidária, porém, inclui sutilmente a ideia de “mudança”, jamais contemplada na publicidade oficial da Justiça Eleitoral.

Em um dos vídeos, o jingle diz: “Vem pra urna pra fazer a diferença, que mudança não acontece com indiferença” e “vem, Brasil, que esse país é cheio de beleza, que a gente não merece ter tristeza”.

O objetivo é tentar convencer o eleitor que está descrente da política. Conforme a mais recente pesquisa Ibope sobre a corrida presidencial, 25% dos eleitores não têm candidato ou pretendem votar nulo ou em branco. Em julho de 2010, também a pouco mais de três meses das eleições, essa taxa era bem menor, de 19%, de acordo com levantamento do mesmo instituto.

Desconhecimento. Tucanos atribuem o fato ao desinteresse por eleição especialmente dos jovens entre 16 e 24 anos e à chamada taxa de desconhecimento dos presidenciáveis de oposição. Se houver uma redução das taxas de abstenção e de votos nulos e brancos, a campanha do PSDB acredita que Aécio e outros oposicionistas serão os beneficiados, reforçando a possibilidade de segundo turno na disputa presidencial.

No cenário de um 2.º turno entre Dilma e o tucano da mais recente pesquisa do Ibope, Aécio aparece com 33% das intenções de voto. A presidente tem 41%. No cenário do 1.º turno, Dilma tem 38% contra 22% do tucano.

No material produzido pela equipe do presidenciável do PSDB não haverá nenhuma referência a candidatos ou a partidos políticos, dando um caráter suprapartidário.

Aécio não vai aparecer nos materiais de divulgação e sua participação ficará restrita ao vídeo em que vai dizer publicamente que apoia a ação.

Estão sendo produzidos videoclipes em ritmo de rock, samba, forró e xote. Além de jingle, cartoon, descanso de tela, template, panfletos e outros materiais gráficos, que serão distribuídos por militantes tucanos, entre blogueiros, nas redes do partido e para quem mais quiser ajudar a divulgar a ideia.

A abstenção é outro fator determinante para que o candidato concentre o esforço de seus marqueteiros nesta ação eleitoral. Em 1998, o índice foi de 21,5%. No pleito de 2002, foi de 17,7%. Em 2006 o número atingiu 16,7%. E em 2010 a taxa de faltosos voltou a crescer, atingindo 18,1%.

Rede social. Os vídeos não deverão ser veiculados no programa eleitoral gratuito de Aécio no rádio e na TV. A aposta é na divulgação por meio da página do Facebook da campanha. A página do candidato na rede social acaba de atingir 1 milhão de seguidores. O número foi comemorado pelo marketing do PSDB, mas internamente admite-se que a plataforma ainda está longe de obter protagonismo na campanha, pois o Brasil possui 142,8 milhões de eleitores, segundo o TSE.